Wallery Giscar Desten

Wallery Giscar Desten

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  1. Fale-nos um pouco de você.

trading online con le opzioni binarie Wallery Giscar Desten Alves da Costa Raposo, é maranhense, mas atualmente mora em Teresina-PI. 43 anos, Funcionário Público, casado, pai de dois filhos, formado em Letras/Português e Direito. Começou a se interessar pela literatura aos 15 anos.  Leitor voraz, os livros são seus fiéis companheiros e por onde anda está com um livro na mão ou com o kindle. Participou de vários concursos literários dentre os quais conseguiu os expressivos resultados: 3º lugar no concurso de poesia da VII semana de Letras da UESPI – 1998; 2º lugar no concurso de crônica da FUNDAC – 1998; participação na antologia poética “As trinta melhores poesias”, organizada pela UESPI no I Concurso UESPI de literatura – 1999; menção honrosa com o romance “O jardim dos amores” – FUNDAC – 2003 e com o livro  Ajuste de Contas conseguiu o 1º lugar no concurso “Prêmio O.G. Rego de Carvalho – Categoria Novela – FUNDAC – 2001.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

eq options Além de escrever, gosto muito de ler, assistir filmes, sair com a família e ler mais um pouquinho (rs).  A inspiração é de família, quando era criança via muito meu pai lendo e acho que isso foi o responsável por termos na família três escritores e um músico.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Tastylia Tadalafil Oral Strips Without Prescription Ter a possibilidade de criar boas histórias que transformem as pessoas e façam com que se emocionem, sonhem e se sintam felizes.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever?

http://cardigansarah.com/?sinevo=funziona-veramente-investire-in-opzioni-binarie funziona veramente investire in opzioni binarie Tenho um local apropriado para a escrita e leitura, pois não sei me ver como escritor sem levar a escrita a sério. Faço desse cantinho o meu local de trabalho.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

utbetalning binära optioner Já escrevi um livro que poderia dizer se tratar de um policial, escrevi uma ficção científica e um romance, mas estou estudando para me dedicar a drama e fantasia. Embora sejam dois universos totalmente distintos,  tenho um certo prazer nesses dois gêneros e é neles que pretendo direcionar minha escrita. Claro que isso não me impedirá de tentar outras descobertas e aventuras no mundo da ficção.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

investire a un munuto opzione binarie tecnica Tenho quatro livros publicados na Amazon. Ajuste de Contas foi o vencedor de um concurso literário aqui do meu Estado e conta a história de Justino, um experiente pistoleiro que é contratado para um “serviço”, mas no desenrolar da história um segredo vem à tona e  permite  ao personagem solucionar uma injustiça do passado e reencontrar Lindalva, seu grande amor. O nome Justino tem tudo a ver com a narrativa e foi escolhido propositalmente por se tratar de um pistoleiro. O segundo livro é “O Enigma de Malga, o destruidor de mundos”. Esse já é uma ficção científica e era um conto antigo que eu tinha guardado e que resolvi transformar em livro. O título aconteceu por acaso. Estava indo ao trabalho, depois de deixar os filhos no colégio e me perguntando que nome daria ao livro. Lembrei-me do nome de uma revista literária, amálgama, e o nome MALGA surgiu e ficou.  O Lobisomem e Outros Contos é uma coletânea de contos e o quarto livro é de poesia, Um Pouco de Poesia Faz Bem.

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  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Vai depender da narrativa.  Se podemos criar uma história baseando-nos apenas no universo que o escritor imagina na sua mente, pode-se fazer sem quase nenhuma pesquisa. Imagine como os escritores do passado se viravam sem internet. Uma característica que todo escritor deve cultivar é a da observação. Com isso ele tem condições de criar bons personagens, descrever cenas, trejeitos, falas e muito mais. Utilizei-me, na época que escrevi Ajuste de Contas, de notícias de jornais sobre crimes de pistolagem para me basear sobre meu personagem e em histórias ouvidas de repentistas. Geralmente uso a internet para buscar algum detalhe que preciso aprofundar e que tenha relação com a narrativa e seus elementos ou com algum personagem.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

O interessante é que  comecei a escrever depois de um trabalho em sala de aula. E quando iniciei na escrita sempre me vinha à mente que alguém em algum dia me faria essa pergunta que você fez, então comecei a ler os grandes romancistas. Hoje isso mudou, leio do que gosto, mesmo que aquele autor não seja o mais citado ou indicado.

É bom que se diga que primeiro decidi ser escritor; depois, leitor. Acho que fui na contramão da grande maioria. No entanto, preciso lembrar que a decisão de ser escritor veio após a leitura do livro Senhora, de José de Alencar. Na época tinha uns 15 anos. Até aquele momento, minhas leituras tinham sido uma vergonha. Mas com o tempo veio a paixão pela leitura. Hoje uno o agradável ao necessário. E, honestamente, não sei se leio porque gosto, ou se gosto por que leio. O fato é que o prazer em ler me permite fazer algo de que gosto e que serve ao propósito de escrever e conhecer as várias nuances da escrita e os estilos de diversos escritores. Da mesma forma, foi só após decidir realmente ser escritor que comecei a me preocupar em conhecer as técnicas de escrita literária, pois até julho de 2015, apesar de ter ganhado três concursos literários na prosa e alguns na poesia, eu não tinha me dedicado tanto a conhecer algo sobre escrever e nem me decidido a ser escritor. Sinceramente, apesar de esta ser a pergunta clássica para todos os escritores não saberia dizer quais autores me inspiram.  Tanto gosto de Machado de Assis quanto de O. G. Rego de Carvalho; tanto gosto de Umberto Eco quanto de Marguerite Duras; tanto gosto de Hemingway quanto de Emily Bronte; tanto gosto de José de Alencar (inspiração para ser escritor) quanto de Alvina Gameiro; tanto gosto de John Green quanto de Jojo Moyes; tanto gosto de Poe como de Azimov e por aí vai. Não poderia esquecer que na infância e adolescência eu devorava histórias em quadrinhos e  foi o que me levou aos livros. O autor está sempre em construção através da prática da escrita e das inúmeras leituras. Dizer que o Machado de Assis de Ressurreição é o mesmo de Quincas e Dom Casmurro não é, de certa forma, verdade, pois o Machado que escreveu esses últimos livros era um autor bem mais tarimbado que aquele de Ressurreição, Helena e A mão e a luva. Então o que sei é que das poucas coisas de que gosto na vida, duas delas são escrever e ler. Ler de tudo, de todos os gêneros e dos mais diversos autores. Na minha estante, não cabem mais livros e é raro passar um mês sem comprar. Se gosto da capa, o título me seduziu e a sinopse é bem atraente, compro. Compro mesmo que eu tenha uma lista completa de livros para o ano. Com certeza, o Wallery de daqui a dez anos será bem diferente do de hoje, pois terei vivido outras experiências e muitas outras leituras de mundo e de livros. Leio bons autores pelo prazer de ler e por que faz parte do ofício de qualquer escritor que se preze.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Minha tática foi o seguinte: publiquei meu primeiro livro, Ajuste de Contas, em julho de 2015, na amazon para formar leitores. No período de quase um ano, o livro ficou entre os cem mais vendidos da amazon na categoria em que o inscrevi. Conseguindo um segundo lugar. Passado esse ano de amazon, enviei Ajuste de Contas para algumas editoras e recebi proposta de cinco delas. Escolhi uma e creio que até o final do ano estarei com esse livro publicado pela Editora Giostri. Mas vejo que nós autores nacionais temos muita dificuldade para publicar livros aqui no Brasil. O preconceito é uma grande barreira, assim como o fato de que os autores ainda não se deram conta de que o livro é, antes de tudo, um produto. Então se ele não tiver capacidade de vendas as editoras não se arriscarão a apostar nele.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

A resposta anterior responde em parte a pergunta e acrescentaria que novos rumos estão sendo desenhados. Hoje as editoras buscam autores que demonstrem não apenas um domínio das técnicas narrativas, o domínio da Língua Portuguesa e tenha uma narrativa criativa,  mas que tenham uma boa base de seguidores e saibam se relacionar bem nas redes sociais. É um mercado em evolução e quem não se inteirar dele, está fora.

  1. binära optioner varning Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

As plataformas de autopublicação tiveram uma participação decisiva nesse boom e é natural sair coisa boa e coisa ruim. Cabe ao autor, que quer levar sua carreira a sério, se aperfeiçoar e buscar cada vez mais seu espaço num mercado que é competitivo e muito difícil de penetrar.

  1. http://stmarysvancouver.ca/?victor=molina-trading-libero molina trading libero Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Livro deveria ser acessível ao maior número de pessoas através de um preço mais condizente com a realidade do país. Mas aí vem uma questão muito delicada: como a população lê pouco, e desse pouco tem uma parcela muito pequena de livros nacionais, as editoras acabam produzindo poucos livros em cada tiragem,  com isso o preço do livro encarece.  E com livros caros fica difícil ter acesso à leitura. A única forma de diminuir o preço do livro nacional seria os leitores lerem mais autores nacionais para que assim as tiragens aumentassem e o preço reduzisse. Mas para formar uma legião de leitores que adotem livros nacionais, precisamos deixar de ter preconceito com o nosso produto. E o autor apostar mais em preparação, estudo, leitura e escrita para entregar um produto melhor ao leitor.

  1. buy Orlistat 120 mg online with no prescription Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

O Morro dos Ventos Uivantes.

  1. binäre optionen candlestick Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

É algo que ainda não parei para pensar.

  1. http://astrupdesign.dk/?serhio=bineres-trading bineres trading Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Ainda estou à procura desse livro, mas um livro que me marcou muito foi o Morro dos Ventos Uivantes.

  1. qi operazioni binarie Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Depois que se começa a escrever as histórias vão aparecendo. Estou finalizando um romance e pretendo começar outro ainda este ano.  E enquanto houver leitores ávidos por leitura, estarei  criando uma história, pois esse é o ofício do escritor.

  1. نموذج طلب وظيفة Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Gosto de ver o que falam sobre os livros até para conhecer o que é lançado no mercado. E  é bom saber o que as pessoas estão lendo. Os blogueiros têm um grande poder de convencimento. Não por acaso, as editoras costumam presenteá-los com os livros que estão lançando. Um livro indicado ou resenhado por um blogueiro é meio caminho andado para encontrar um leitor.

  1. binární opce cnb Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Machado de Assis com certeza me daria boas dicas.

  1. tastylia review Qual a maior alegria para um escritor?

O escritor vive de alegria em alegria. Para mim é terminar de escrever o livro (rs). Às vezes, é massacrante chegar ao final do livro. São muitos detalhes que precisam ficar bem amarrados, são muitas minúcias a serem observadas, um mundo de revisões para aparar todas as arestas e deixar a história o mais perfeita possível. Outra alegria é ver os leitores lendo e fazendo comentários sobre a leitura. Comentário de leitor é tudo de bom.

  1. iq optopn Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Conheci o Arca Literária recentemente através das redes sociais e um pulinho no site é suficiente para ver que lá tem um excelente trabalho. É um canal muito interessante e que serve não só a leitores, mas também a escritores, pois tem muita coisa legal para se conhecer. Valeu a pena conhecer.

Para os que estão iniciando no mundo da leitura daria o conselho que provavelmente foi dado a Tchekhov, Tolstói, Dostoiéviski, Fitzgerald, Machado, José Saramago, Cecília, Raquel, Marguerite,  Kafka e tantos outros e que foram dados por eles a outros autores que é LER e ESCREVER. Acredito que se o autor iniciante se preocupar com a tríade: ler, escrever e estudar as técnicas de escrita tem chance de escrever um bom livro. Publicá-lo é outra história, conseguir leitores, outra batalha. Mas as guerras são conquistadas de batalha em batalha. Quem disse que vida de escritor é fácil? Mas se o sonho falar mais alto e houver perseverança, chegaremos lá.

Abraços e obrigado ao Arca Literária pelo espaço, convido outros autores para que conheçam o trabalho do site, pois depois de escrever,  a coisa mais importante é divulgar seu trabalho e o Arca Literária está aí para isso.

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