W.F.ENDLICH

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou a W.F.Endlich, ou simplesmente Walquiria, autora da Série de livros de fantasia “A SENHORA DO CAOS”. Lancei este ano “A Viajante e o Dragão”, que é o primeiro volume da série. Sou formada em Pedagogia, mas atuo na área de administração de empresas. Nascida no Espírito Santo, na cidade de Guarapari, mas atualmente moro no interior paulista. Tenho 38 anos, casada, mãe de duas figurinhas maravilhosas a Lívia, uma adolescente ruiva e o Felipe um alemãozinho de nove anos. Também atuo em trabalhos voluntários de educação para crianças que faz parte de um currículo da colombiano, que é baseado em desenvolvimento de virtudes nos pequeninos.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Bom, como disse na resposta anterior… sou administradora, pedagoga, mãe, voluntária, escritora, esposa, dentre outras coisas que as mulheres costumam acumular.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Não sei se sou capaz de definir uma coisa específica que seja melhor no processo da escrita e criação, mas acho que o melhor sobre escrever… é “ser lida”! (risos)

Acho que o mais magnífico sobre criar um livro é ser amada e odiada pelo leitor. E sentirmos esse poder que nos é dado de causar emoções em outro ser humano, ainda que saibamos que o mundo é de faz de conta, ele nos faz rir, chorar, amar e odiar. Vivendo aventuras que não podemos em nossas “vidas reais”.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? 

Na verdade eu escrevo em muitos lugares, mas adoro a minha biblioteca.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Atualmente estou escrevendo literatura fantástica. Acho que esse é um gênero confortável pra mim, mas tenho outros projetos sim. Tenho rascunhos de ficção, suspense, infanto juvenil, drama e infantil.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Sobre o título, eu trabalho com um provisório e no final do livro eu vejo se tá bom. Caso eu goste, mantenho, ou do contrário, eu mudo. Não tenho apego a nomes e títulos. Sobre os nomes dos personagens, eu às vezes os invento, outras eu faço concursos e enquetes para conseguir um nome e em outras ainda, confesso que uso aplicativos, por tratar-se de seres de um mundo fantástico.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Pesquiso muito. Nesse projeto especificamente eu pesquisei sobre história da humanidade, eventos bizarros e lugares misteriosos da Terra. Sobre o universo e sistemas solares e um pouco sobre quântica. Mas meu marido é meu assessor para assuntos aleatórios.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Sim, eu tenho muitas influencias de escritores de mistérios, de séries que assisto e de escrita fantástica. Não sou capaz de enumerá-los aqui para não ser injusta.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Dificuldades? Todas elas! (risos) Publicar um livro no Brasil é um desafio imenso, astronômico! Mas até agora só publiquei o primeiro dessa série. Sobre os meus outros projetos, nem tentei ainda.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Acredito que temos melhorado e que ainda tem muito a ser trilhado para que fique bom, e que as pessoas leiam os autores nacionais com o mesmo ímpeto que leem os importados. Mas hoje sem dúvida é um momento impar em nossa literatura, com alguns poentes surgindo e iluminando nosso cenário e trazendo uma paisagem promissora.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Tem coisa boa, não tão boa e seguindo essa escala… desesperadora (risos) em todos os lugares. Não só na literatura e principalmente não apenas na nacional. Contudo, espero que o autor brasileiro sinta a necessidade de profissionalizar-se e que com isso, possamos apresentar produtos de qualidade aos leitores que toparem a ideia de ler algo verde e amarelo. E é claro, espero que o meu livro esteja do lado de cima nessa escala que vai de bom a desesperador (risos)

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

O comércio entre algumas editoras, na venda do ticket que “vale um sonho”, o de ser publicado, é avassalador. E muitos autores pagam caro para ver seu livro impresso. Mas acredito que isso possa ser estabilizado. Já temos livros nacionais com preços competitivos em comparação com o que vem de fora. Quem sabe esse fator melhore ainda mais com a profissionalização de nossos colegas das letras.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Nossa, essa é muito fácil: Harry Potter! Modesta eu? Imagina!

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Eu gosto muito de Heavy Metal, por isso, acredito que escolheria algumas músicas e algumas bandas, dentre elas estariam Edguy, Avantasia, Savatage e algumas outras.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Nossa! Li vários. Dentre eles Pollyanna, Harry Potter, O Clã dos Magos e Olhai os Lírios do Campo.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Sim, quero terminar essa série e trabalhar em alguns outros projetos que eu já tenho esquematizado. Um livro de suspense, um drama, um romance, um infanto juvenil e talvez até um infantil. Mas minha prioridade ainda é a literatura fantástica.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Se eu acompanho? Sim, todas! Adoro. Compartilho e respondo a tudo que vejo e todos os comentários em que sou marcada. Acho esse relacionamento incrível e maravilhoso.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Olha… sem modéstia? A J.K.

Contudo, se fosse uma meta mais modesta (risos), adoraria que o Edguy (a Banda) ou o Bruce Dickinson lessem. Ou mesmo a Diana Gabaldon, a Trudi Canavan ou o Ransom Riggs.

E se fosse uma figura nacional, gostaria que o Raphael Montes ou algum roteirista da Globo lessem e gostassem do livro é claro.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Sem dúvidas alguma é possuir leitores.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Nunca desista de seus sonhos! Em nenhuma circunstância, por mais difícil e distante que ele possa parecer. Nossos sonhos são as metas de nossos corações. Portanto, são as coisas mais importantes de nossas vidas. Lembrem-se de que a sorte é composta de 95% de transpiração e 5% de ocasião, ou seja, você precisa suar a camisa para estar preparado quando oportunidade bater a sua porta e possa ser agarrada a unhas e dentes. Aquele Abraço no coração de cada um de vocês. Ah, e leiam a Senhora do Caos!

 

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