Vina Ferreira

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  1. Fale-nos um pouco de você.

– Falar de si mesmo nem sempre é uma coisa muito fácil, mas vamos lá, eu sou uma mulher de 50 anos , casada, me casei com o amor da minha vida  e sou muito feliz. Trabalho desde muito cedo, comecei com 12 anos porque precisava ajudar em casa e desde então, não parei. Lutei muito para estudar e com a força dos meus pais, que sempre me apoiaram, consegui me graduar em Pedagogia, 6 meses depois de formada, percebi que queria outras coisas além de dar aulas, lutei muito, muito mesmo e consegui me graduar em secretariado executivo bilíngüe, profissão que eu amo e me encontrei como profissional. Eu sempre gostei de ler, assistir filmes e quando menina me envolvia em tudo que estava relacionado a arte, fiz teatro, dança, participei de vários eventos da escola que envolvia representação, enfim, eu estava sempre “enfiada” (rs) em tudo que aparecida. Posso dizer seguramente que hoje tenho uma vida feliz, moro em Barra Bonita, uma cidade do interior de SP, com pouco mais de 30 mil habitantes, com o meu marido e quatro cachorrinhos que tiramos da rua em situação de abandono, aliás sou uma defensora dos animais. Não tenho filhos, mas tenho meus sobrinhos que são a minha paixão, tenho uma família linda e muito parceira, pois está sempre do meu lado e agora descobri em mim, essa veia de escritora e confesso que estou amando, me sinto renovada. 

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

– Além de escrever eu exerço a minha profissão de secretária executiva, atualmente ocupo um cargo de Assessoria para Projetos Institucionais no Hospital Amaral Carvalho, que fica na cidade de Jaú e estamos trabalhando num projeto que visa o reconhecimento dos Grupos Voluntários como Entidades de Assistência Social.

A minha inspiração para escrever foi algo muito singelo,  confesso que eu nunca tinha me imaginado como uma escritora, foi um processo bem natural para mim. Eu estava um dia no aeroporto de Guarulhos, esperando meu vôo para uma viagem de trabalho, como eu tinha que esperar por volta de duas horas e meia, abri meu computador e comecei a escrever as primeiras páginas do ETERNIDADE. Foi um momento muito “eu comigo mesma”, escrevi 40 páginas, salvei o arquivo e fiz a minha viagem. Isso aconteceu em 2011 e eu não voltei mais a mexer no arquivo até 2015. Eu sempre li muito e tenho uma mente muito agitada, minha cabeça fica procurando coisas para fazer o tempo todo e eu não sou do tipo de pessoa que assiste novela, em 2014 meu trabalho deu uma reviravolta, pois eu viajava toda semana, era bem dinâmico, mas ai eu parei de viajar e comecei a me ver em casa todas as noites sem ter o que fazer, de repente, do nada, me lembrei do arquivo de 40 páginas e tive um insight, procurei o arquivo e recomecei a escrever, a história de Armando e Luna (ETERNIDADE) brotou na minha mente como se fosse uma panela de pipoca, foi muito maluco, eu escrevia todas as noites até três horas da manhã e nos finais de semana, eu amanhecia escrevendo, em duas semanas o ETERNIDADE estava nas minhas mãos, de uma forma bem rústica, confesso, pois estava cheio de erros de digitação e sem formatação nenhuma, foi uma escrita doida que apenas fluiu e quando eu voltei para ler o que tinha escrito, me apaixonei e decidi que queria compartilhar a minha história com o mundo, enfim foi isso.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

– Para mim é a magia, viajar por mundos que só existem na minha mente, transformar esse mundo em possibilidades me deixa em êxtase. É delicioso quando alguém que você não conhece lê a sua história e fala coisas como; “a história é linda”, “me fez chorar e rir ao mesmo tempo”, é bom saber que outras pessoas podem viajar num mundo criado por mim, que também sentem as mesmas emoções, acho isso fantástico e isso, como eu disse, me renova. A cada manifestação escrita pelas pessoas que leram o Eternidade, no facebook, na amazon e até mesmo no meu e-mail é uma emoção diferente, faz eu me sentir viva, feliz e eternamente agradecida por saber que posso compartilhar as minhas fantasias, que existem outras maluquinhas como eu, essa é a grande magia de escrever e é disso que eu mais gosto.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever?

–  Geralmente eu escrevo no meu quarto, sentada com as pernas esticadas sobre a cama e com o meu notebook no colo, as vezes eu também escrevo no pequeno escritório da minha casa, mas não gosto muito, a cadeira me dá dor nas costas (rs), afinal estou com 50 né, não posso abusar muito da minha coluna (rs). Eu não tenho um lugar preferido, quando sinto necessidade de escrever, escrevo em qualquer lugar, mas geralmente faço isso a noite.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

–  Eu gosto muito, muito mesmo de fantasia, histórias de amor e erotismo, gosto de sonhar, afinal a vida real é algo bastante desgastante e na maioria das vezes, cruel. A realidade, o convencional é algo que me cansa, eu costumo sofrer muito com as dores do mundo, por isso quase não assisto TV , então com certeza o meu gênero preferido é fantasia, sonho, mundos secretos da minha mente lunática (rs).

 Mas eu também escrevo outros gêneros, já participei de quatro Antologias da Editora Illuminare, cujos Gêneros são bem diversificados:

Na antologia Os Desconhecidos, escrevi um mini romance sobrenatural,  chamado Perdido na Escuridão; na antologia Amores e Desamores escrevi um conto romântico, baseado em uma história real, chamado O Segredo de Nina; na antologia Segunda Guerra Mundial, escrevi um drama romântico, baseado em pesquisas sobre a Segunda Guerra, com o nome, Amor e Sacrifício e na antologia Os 7 Pecados Capitais, escrevi um conto sobre o pecado da luxuria, chamado Universo Obscuro, aliás esse conto se tornou um livro, terminei de escrevê-lo a pouco tempo e ele está na fase de revisão gramatical, espero poder publicá-lo na Amazon ainda esse ano.

Como você pode ver, apesar de curtir muito o gênero de fantasia, eu escrevo outros gêneros também, na verdade eu amo escrever, independente do gênero, o que gosto é o prazer de criar histórias.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

– ETERNIDADE é uma história de amor, com algumas cenas picantes, afinal, quando existe amor existe fogo, paixão, além disso, ETERNIDADE também tem drama, luta, medo, insegurança e um final surpreendente que eu não vou contar (rs),  vocês tem que ler o livro. Mas posso dizer que são 500 páginas de muita emoção e surpresas. Na verdade eu tentei mesclar o real e a fantasia, de forma que ao ler o livro, você possa imaginar, “puxa, isso poderia ser verdade”.

A inspiração para o titulo e a capa surgiram quando eu estava finalizando o história e foi uma coisa muito mágica, eu estava escrevendo e assim de repente eu visualizei a capa com o titulo ETERNIDADE, quem ler a história vai entender o que estou falando.

Sobre os nomes dos personagens, eles vieram a minha mente naturalmente, não fiz nenhum levantamento ou pesquisa para a escolha dos nomes que usei, apenas aceitei o que a minha imaginação decidiu.  Só o nome da cachorrinha que aparece na história não foi aleatório, ela realmente existe e o nome dela, tem o mesmo significado descrito no livro.

Quanto as pesquisas, eu  pesquisei várias coisas sobre sangue, bolsas de sangue, sobre doenças e possibilidades de cura. Acho que a parte mais complicada foi a criação da empresa do Armando, porque, apesar da história ser uma fantasia, eu não queria fugir muito da realidade. Meu desejo era que, ao ler o livro, o leitor pudesse imaginar essa empresa em algum canto do mundo, existindo realmente, não sei se consegui atingir o meu objetivo, vou esperar pelos comentários dos meus leitores para ter certeza. 

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

– Bom eu gosto muito da J. R. Ward, amo a série da IAN – Irmandade da Adaga Negra, acho que ler os 13 livros da série, foi a minha primeira inspiração para criar o Novo Mundo. 

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

– Eu sou muito bebe nesse mundo literário, estou engatinhando ainda, mas eu acho que fui uma pessoa muito abençoada ao encontrar, por acaso, a Editora Illuminare no meu caminho, tudo começou por conta de uma antologia, que até então eu nem sabia o que era uma antologia. Deus foi muito bom quando colocou no meu caminho a minha amiga Rô Mierling, ela teve muita paciência em me explicar os primeiros passos e eu, sou uma pessoa muito detalhista, gosto de saber como tudo funciona nos mínimos detalhes, sou uma ariana persistente (rs). A Rô me deu os caminhos e me mostrou muito de como funciona o mundo literário, ela foi muito transparente e por conta disso, eu não encontrei tantas dificuldades. Acho que as dificuldades que eu tive, foram as mesmas de qualquer pessoa que decide andar em um novo caminho e com certeza,  a principal delas é o financeiro. No meu caso, como eu moro  no interior, tenho que gastar com viagens para poder participar dos eventos literários, que geralmente acontecem nos grandes centros, também é preciso investir na divulgação, além do que a editora promove, e por fim tem os gastos com a materialização do livro. Todo mundo que escreve sabe, que escrever é a parte mais fácil de um livro, nossa imaginação flui e o prazer de colocar no papel o que trazemos na nossa alma é algo delicioso e muito viciante, mas materializar isso em um livro é algo muito trabalhoso, pois é necessário, revisar, diagramar, revisar de novo, desenvolver a capa, encontrar parceiros para apresentar o livro, escrever a orelha, revisar de novo e finalmente encaminhar para a gráfica e ficar em cima para que o produto final seja perfeito. Tudo isso tem um custo, ninguém trabalha de graça, se bem que eu tive bons amigos que fizeram muitas coisas sem me cobrar nem um tostão. Mas na maioria das vezes não é assim que funciona, portanto, essa é a parte mais difícil de se realizar o desejo de publicar um livro.  Para mim, foi uma experiência fortalecedora, como eu falei, encontrei muitas pessoas de bem no meu caminho que me ajudaram porque gostam de mim, amigos verdadeiros fazem isso e graças a Deus eu tenho vários na minha vida.  Toda a parte de capa e diagramação foi feita pelo meu marido, que é artista gráfico e é nesse ponto que tenho uma gratidão imensa pela Editora Illuminare, na pessoa da Rô Mierling, pois ela me abriu algumas portas, possibilitando que eu pudesse economizar em alguns serviços e usar o recurso financeiro para realizar outros  e é por isso, que o ETERNIDADE já está na sua segunda edição, portanto, dificuldades existem e sempre vão existir, mas quando acreditamos no que fazemos e fazemos com amor, a nossa força é tanta, que o universo se incumbe de colocar pessoas de bem no nosso caminho, para torná-lo mais suave. Eu acredito muito nisso!

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

– Acho um pouco frustrante, mas também acho que a tendência, como tudo na vida, é evoluir para melhor, eu acredito na evolução do ser humano e consequentemente do meio em que ele está inserido, portanto, ao invés de ficar criticando e reclamando do momento atual, eu prefiro acreditar que o meu País vai melhorar em termos de cultura e educação, prefiro acreditar que as pessoas mais jovens estão lendo muito mais agora, do que quando eu tinha 20 anos e eu prefiro acreditar que o meu trabalho, vai motivar outros para ler e escrever também. Eu realmente prefiro acreditar nessas verdades, quem sabe assim, a minha força de pensamento conspira a favor do universo e a nós passamos a ter um mundo melhor.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

– Eu gosto dessa sua pergunta, porque ela me da abertura para contar um momento que vivi no Rio de Janeiro, por conta do lançamento do meu primeiro trabalho, o mini romance, Perdido na Escuridão, da Antologia Os Desconhecidos, publicado pela Editora Illuminare. Neste dia, que foi um dos dias mais felizes que vivi neste último ano, eu ouvi uma autora dizer com todas as letras que o mercado está cheio de lixo, principalmente os livros eróticos e isso me deixou possessa.  Então agora, eu vou aproveitar esse espaço para dizer o que eu Shirley ou Vina, penso.

Primeiro, antes de ser uma escritora eu fui e sou uma leitora voraz, leio muito e amo ler, leio de tudo, mas claro, como todo mundo tenho as minhas preferências  e uma delas, os livros eróticos. Li Cinquenta Tons de Cinza, amei! Li Crepúsculo, Amei! Mas também li Jane Austen, Clarice Lispector e também amei! Recentemente,  pelo fato de entrar no mundo literário como autora, tive a oportunidade de conhecer outras pessoas que escrevem,  um novo universo literário se apresentou para mim, tenho lido vários livros de autores nacionais e tenho me surpreendido com a qualidade dos trabalhos, portanto, minha opinião sincera sobre várias pessoas lançando livros, é que o mundo é muito grande e tem espaço para todos. Outra coisa, esse lance de ser bom ou ruim, é muito relativo, de repente o que é bom para você, não serve para mim e vice e versa, portanto eu acho um absurdo julgar o trabalho de outros escritores,  cada um é cada um, e cada um dá aquilo que tem, mas o mundo é tão diversificado que existe gosto para tudo e nós, que fazemos parte deste mundo, lutamos para termos nossos livros publicados, não podemos chamar o trabalho de outros de lixo! Não nos cabe esse julgamento, deixemos os leitores fazer isso, esse é o papel deles, eles tem a liberdade para julgar o nosso trabalho. A nós, cabe termos a humildade de perceber onde acertamos, onde erramos e sempre tentar melhorar. Garanto a você que sempre vai ter alguém que goste daquilo que você não gosta, por exemplo, um dia alguém me falou que gostava do livro, A Filosofia na Alcova de Marques de Sade e eu, como a típica ariana curiosa que sou, comprei o livro e quando o li, fiquei assustada com a linguagem pesada das cenas, enfim, não é tipo de leitura que me apaixona, eu simplesmente abandonei o livro, porque não me cabe julgar ou até mesmo ofender um trabalho, que mesmo depois de tanto tempo, ainda se faz presente, isso requer o meu respeito, portanto, respeito é a palavra chave para mim, me sinto muito privilegiada por fazer parte do mundo literário, sou grata aos meus leitores e aos meus amigos de caminhada e boralá conquistar o mundo, sem julgar e sem querer o que pertence ao outro, como eu falei, o mundo é grande e tem espaço para todos.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

– Infelizmente isso  tem uma razão de ser, materializar um livro no Brasil é caro, dá muito trabalho e tudo se paga, ai fica difícil vender o livro baratinho, ainda mais no meu caso que o ETERNIDADE tem mais de 500 páginas, tudo fica mais caro ainda.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Com certeza os livros da IAN, amo todos e adoraria ter sido a precursora da história (rs).

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

– Menina eu não sou nada boa nesse negócio de música, eu amo ouvir música, quando saio com o meu carro e estou dirigindo sozinha, coloco o rádio muito alto e curto dirigir ouvindo um som, mas eu não entendo de música não. No livro ETERNIDADE tem uma passagem que o Armando fala para a Luna que gosta de Nina Simone, isso porque quando eu estava escrevendo o livro, costumava colocar  um CD, eu adoro ela e acho que as músicas tem a ver com o ambiente do ETERNIDADE, mas foi só essa cantora, não selecionei mais ninguém.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

– Quando eu era menina, tipo uns 14 anos, eu li Admirável Mundo Novo, de  Aldous Huxley e fiquei impressionada por muito tempo, na verdade até hoje, quando vejo alguma reportagem sobre a evolução do mundo, clonagem e outras coisas, logo me lembro do livro e me  impressiona a  visão de futuro do autor, afinal ele escreveu o livro  em 1931 e hoje, 85 anos depois, nós estamos vivenciando muitas das passagens que ele descreveu em seu livro com uma riqueza de detalhes que me deixa maravilhada. Não sei se esse seria o livro da minha vida, mas é um livro que me marcou, eu ainda o tenho e as vezes, gosto de folhear as páginas e ler algumas passagens.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Sim, tenho projeto de publicar os outros livros da série Novo Mundo. Eternidade é o primeiro, é o carro chefe de uma série de 4 livros que já estão prontos no meu computador desde o ano passado. Eles precisam passar pelo processo de revisão, diagramação, capa e tudo mais que é necessário para publicação e se Deus me ajudar, me der forças para eu continuar na labuta, quero publicar um a cada ano até 2019. Os livros são histórias individuais, mas todas elas estão interligadas, pois tudo se inicia com o ETERNIDADE. O segundo livro se chama REENCONTRO e vai contar a história de Andrew e Mariana, o terceiro se chama RECOMEÇO, contará a história de Jean e Alice e o quarto e último livro da série se chama LIBERTAÇÃO e contará a história de Bob e Angel. As histórias são completamente diferentes, mas todas elas envolvem, fantasia, amor, erotismo, drama e muitas surpresas.

Além da série, como eu disse, estou com o Universo Obscuro no forno e pretendo publicá-lo na Amazon ainda este ano. Universo Obscuro é um livro especial, de um gênero completamente diferente do Eternidade e que me deu muito prazer em escrevê-lo, pois ele me aproximou de um grupo de pessoas que se tornaram muito queridas para mim, foi uma experiência incrível e o livro está lindo, acho que as pessoas vão gostar bastante da história que envolve os personagens, Roberto Haidar e Laila, DJ e Vivi e tantos outros que vocês vão descobrir ao ler o livro.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

– Para ser sincera até o momento recebi boas criticas, mas eu acho que quem está na chuva é para se molhar, como eu disse, o mundo é grande, impossível agradar a todos, criticas, desde que, sejam feitas de forma respeitosa, faz parte do jogo e nós temos que estar preparados para elas.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

– Sem dúvida J. R. Ward (rs).

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

– Ser lido, sem nenhuma dúvida! Ver o que escrevemos rodando por muitas mãos e poder saber a experiência de quem leu é extremamente gratificante e enriquecedor.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

–  Nunca perca a fé! Acredite em si mesmo, tenha consciência da sua força e determinação,  Deus nos deu um mundo inteiro para desbravar, se jogue nessa aventura deliciosa que se chama vida! Acredite nos seus sonhos, ame incondicionalmente tudo aquilo que você se propor a fazer, faça com paixão, se entregue, se arrisque e só assim, você vai poder sentir o gosto doce da felicidade, porque a felicidade esta escondida dentro de cada um de nós, é preciso ter coragem para encará-la. Lembre-se, cada um de nós é responsável pelas próprias escolhas, eu escolho ser feliz todos os dias quando acordo, às vezes encontro entraves que me entristecem, dificuldades que me amarguram, mas eu sou humana e isso faz parte da nossa evolução, o que não podemos é deixar a amargura, a dificuldade, o egoísmo tomar conta dos nossos dias. Tudo na vida tem dois lados, eu sempre procuro escolher o lado bom, as conseguencias da escolha são sempre mais leves de se carregar. Então, não desista, lute pelos seus sonhos, eles pertencem a você e só você pode realizá-los!

Beijos da Vina e foi um prazer enorme participar dessa entrevista. Obrigada pela oportunidade e que Deus nos abençoe!

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