Uma história de União – João Leles Martins

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Sinopse:  ‘‘Este livro oferece aos leitores a satisfação de fazer uma viagem no tempo e um aprendizado proveitoso, cujo objetivo dos fatos e causos apresentados autenticam a valorização de todos os acontecimentos, desde os mais imemoráveis até aqueles do qual ele fez parte. Dividida em três partes, a obra traz relatos pessoais e fidedignos. É dessa forma que se constrói vidas, personalidades e afeições. Em Uma História de União se encerra toda a leveza e descontração do autor, bem como, a sua capacidade de juntar almas e de fazer ressurgir o que estava quase esquecido. Indo além do que o leitor pode constatar durante o prazer da leitura, o autor mostra a sua capacidade de nos fazer descobrir a importância das próprias origens; da inocência infantil; dos laços consanguíneos. ’’

                                                                                 (Trecho do Prefácio de Kátia Eli Pereira)


Resenha: O livro no seu prefácio escrito pela amiga e também escritora Kátia Eli Pereira retrata fielmente o que representa a obra Uma história de União, palavras bem colocadas e informações claras. A capa com sua singeleza expõe uma geração com uma criança no colo, representando o futuro.

A obra propõe contar uma história de união, das famílias Martins Couto e Barroso, casos familiares verídicos, relatos pessoais do autor enquanto soldado e tipógrafo, entrevistas e receitas. O livro Uma história de união foi dividido em três partes, sendo a primeira com histórias e “causos” sobre a referida família, a segunda com entrevistas, casos e a receita tradicional da Geleia dos Couto e a terceira e última parte com algumas receitas, crônicas e fotos diversas.

A leitura flui de maneira gostosa e me fez relembrar o sabor da comida caseira da vovó, os “causos” dos tios e tias, o cheirinho da natureza sem poluição, a liberdade de voar dos pássaros ou até mesmo uma cantiga de roda em volta da lareira. E isso se deu graças aos contos do tio Abel, entre ele um chamado As duas. Em uma das famosas reuniões familiares entre os Barroso e os Couto, tio Abel apareceu com um par de chinelos surrados e foi levado por um familiar na Sapataria para comprar botinas novas e conforme as histórias contadas para o escritor, e convido os leitores a lerem o que ele aprontou com as botinas novas ou mesmo com o caso das duas televisões. Esse tio Abel era mesmo uma figura.

No que tange o caso das moedas de R$ 0,25 centavos, creio que deveria ser de utilidade pública o projeto do autor, pois, evitaria problemas de ordem maior e até mesmo salvaria vidas. Ficou interessado? Leia a obra e veja o quão interessante é!

Por fim, indico essa obra para todos aqueles que valorizam a nossa literatura nacional, tendo como base a simplicidade e união de uma família, sendo o amor a essência na construção de um povo, de uma cidade e de uma geração. As crônicas da terceira parte são colocadas com muita sabedoria e as receitas me parecem bem apetitosas. Acho que terminarei a resenha na cozinha experimentando a tão famosa Geleia dos Couto, servidos?

Um comentário

  1. Muito obrigado, feliz demais com os comentários, resenha muito bem escrita.
    Fico emocionado com estes comentários. Tanto que já escrevi outro livro, agora chamado
    O CANTAR DA SIRIEMA E OUTRAS CRONICAS E CONTOS.
    Se as pessoas gostaram de meu livro, fico feliz, pois para isso mesmo que escrevi. Obrigado querida leitora.

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