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Escritor Nacional

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  1. demo gratis opzioni binarie Fale-nos um pouco de você.

Me chamo Manoella, sou gaúcha, tenho 19 anos, estudante de Processos Gerenciais e Matemática. Apaixonada por palavras e animais.

  1. binaire opties binck O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou bolsista de Iniciação Cientifica em Ciências Sociais, área que desejo fazer meu mestrado; e fundadora de uma startup com uma solução para animais abandonados não se procriarem e serem encontrados. Eu comecei a escrever aos 12 anos, quando meu pai disse que não poderia ser presidente, é engraçado, mas eu adorava política e fazia diversos estudos sobre ela. Então, eu disse, se não posso ser presidente, vou escrever um livro. E eu escrevi, 90 páginas, mas, claro, não publicaria de jeito algum, com o tempo meu estilo de escrita mudou muito.

  1. best binary options broker system Qual a melhor coisa em escrever?

Expressar sentimentos, criar personagens e refletir.

  1. class=\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\'post meta\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\' binary options trading Você tem um cantinho especial para escrever? (Envie-nos uma foto)

Não, qualquer hora, qualquer lugar, não importa onde, é especial para escrever, pois ali, surgiu a ideia.

  1. iq option telefono Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Historinhas infantis e contos e crônicas juvenis. Acho que por todos, mas esses são os que me adaptei e me encontrei, até por ser muito jovem.

  1. binär optionen erfahrung Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Em Janeiro, é a união de todas as fases de um pré-adolescente, adolescente e quando saímos da adolescência. Navega por contos fictícios curtos e longos. Além de, crônicas com referenciais da literatura, misturadas com poesia e um pouco de escrita criativa. Não fui apegada a regras, me dei a oportunidade de ser livre ao escrever ele. Como dizem as críticas que recebi, é impossível não se identificar com alguma coisa que está escrito ali. Em Janeiro é a realidade, o cotidiano, mas também, puro amor.

O título é o mesmo do meu Tumblr que eu tinha aos 14 anos até os 17, pois eu havia começado meu Tumblr em janeiro de 2011.

A Protetora é uma história infantil para o incentivo a adoção de animais e o não abandono desses. Conta o cotidiano de uma protetora de animais e algumas dificuldades que elas passam, além de, dicas de cuidado com o seu pet, voltado para uma realidade infantil para possível compreensão da importância desse trabalho voluntario. O nome surgiu por inspiração em uma protetora maravilhosa da minha cidade. E o que mais acho legal nesse livro, é que 70% do valor dele é doado para os pets resgatados por protetoras.

Publiquei dentro de uma coletânea, Conte uma Canção vol. 2 da Editora Multifoco – lançado na Bienal de 2016, um conto inspirado na música Lutar pelo que é meu, da banda Charlie Brown Jr – minha banda preferida – é um romance de verão entre Antonella e Pedro Henrique, onde se reflete sobre o primeiro amor, os impactos desse e como as coisas mudam em nossa vida.

E escrevo crônicas semanalmente no blog “Além do Look do dia”.

  1. Buy Tastylia (Tadalafil) Without Prescription Online Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Quando crio personagem, geralmente gosto de ver o significado dos nomes. Geralmente os locais eu não gosto de determinar, gosto de possibilitar que a imaginação do leitor crie eles.

  1. bdswiss com opinioni Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Não me inspiro para escrever, mas tenho como referência, em alguns aspectos, autores como Paula Pimenta, Carpinejar, Thalita Rebouças e Martha Medeiros.

  1. opzioni binarie funzionamentio Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Obviamente, eu tinha 16 anos quando decidi vou efetivamente publicar. Publiquei de forma independente aos 18 após descobrir o Clube de Autores, em julho de 2015, mas logo em outubro recebi uma proposta da Multifoco para publicar o Em janeiro, e aceitei, tendo o lançamento do meu livro em março de 2016 pela editora. Já, A Protetora, mantive independente para poder realizar a doação bem gordinha. Só não publiquei o que realmente não quis até hoje.

  1. binäre optionen roulette system O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Eu fico intrigada com livros de youtuber, mas paciência, hoje, vende. Tirando isso, acho que é um cenário que vem crescendo e com grande potencial, muitos escritores ótimos e cada um com suas peculiaridades.

  1. opcje binarne naciaganie Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Acho interessante, pois necessitamos construir uma cultura literária em nosso país e incentivar as pessoas que tiveram livros desesperadores a elevarem seu potencial. O importante é não desistir e só crescer interiormente de forma positiva.

  1. http://lindsaydobsonphotography.com/?kos=optionen-handeln-beispiel&fd0=08 optionen handeln beispiel Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

É muito chato, pois acredito que a leitura deveria ser para todos. Preços altos só afasta de grande parte da população.

  1. opzioni binarie seguire trend Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Acredito que, Minha vida fora de Série da Paula Pimenta, eu amo ela e os livros dela!

  1. opzioni binarie il miglior Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

É uma variedade de músicas, como a maioria da banda Strike, Charlie Brown Jr, Capital Inicial, Maria Gadu, Demi Lovato, RBD, Katy Perry, Onze20, Simple Plan, Jota Quest, Fresno, NX Zero e um pouco do rock clássico americano. Acredito que é bem variado o meu gosto musical e eles influenciam bastante no que eu escrevo.

  1. nighthawk binary options Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Infelizmente, não.

  1. strategie opzioni binarie con medie mobili Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

No momento estou rabiscando papeis, sempre me perguntam “e o próximo?”, geralmente as meninas de 12, 13 e 14 anos, ficam ansiosas esperando algo novo. Mas, como estou no penúltimo semestre da faculdade e faço parte de pesquisas em Ciências sociais, minha escrita está um tanto científica. Mas estou rabiscando, acredito que para o meio do ano que vem, algo esteja se construindo.

  1. is binary option legal in usa Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Sim, acho um meio muito legal de divulgação, até porque vivemos em função da tecnologia, hoje.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Acredito que, a Paula Pimenta, sim gente eu amo ela e surtaria se ela fosse ler meu livro!

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

O fator de publicar e ouvir que muitos jovens gostam do seu trabalho, te admiram e entram em contato para pedir dicas e mandam seus textos e rascunhos de pequenos livros. Eu amo quando as menininhas de 6° e 7° ano me mandam e-mail, faz eu voltar aos meus 12 anos na 7° série, quando decidi que queria ser escritora.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Não desistam, às vezes, os nãos são necessários, mas a vida sempre reserva coisas melhores. Não mude sua essência e nem sua alma por ninguém, escreva primeiro para você, não se torne comercial. Como digo no texto Inspiração, que está no Em Janeiro: “As melhores coisas vem da simplicidade e naturalidade de deixar a alma falar por si”.

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  1. Fale-nos um pouco de você.
    R: Me chamo Marlene Passos, nasci em Santo Expedito interior de São Paulo. Sou divorciada e tenho dois filhos. Tenho superior incompleto em Pedagogia e fiz curso de Educação Ambiental. Atualmente moro em Sorocaba.
  2. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?
    R: Sempre gostei de escrever, de 2003 a 2009 escrevi para o jornal de Angatuba, interior de São Paulo. Também gosto de desenho e pintura, ainda quero fazer um livro ilustrado. Tenho 8 eboos publicados no site da Amazona.
  3. Qual a melhor coisa em escrever?
    R: Sentir a liberdade da alma, criar, dar vida a personagens, viver outras vidas, sentir que podemos ajudar muitas vezes com nossas palavras.
  4. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto) R: Não, escrevo no meu quarto, mas a imaginação visita infinitos lugares.
  5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?
    R: Gosto de fantasia, mas já escrevi outros gêneros também.
  6. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?
    R: Meus livros são digitais pois as editoras cobram caro para publicar livros físicos. Vou para os títulos: “Rascunho de Minha Vida”, “Conexão Com Anjos”, “Homem Águia”, 55 Tons de Imaginação”, Mística Sedução”, Uma Eternidade Dentro de Dois Corações, “Odisseia de Juan e seu amigo imaginário”. Os personagens brotam como por encanto, a qualquer hora, de repente me vejo escrevendo.
  7. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?
    R: Se tenho uma inspiração para escrever sobre algo, ou algum lugar que não conheço, vou as pesquisas, depois coloco minha imaginação.
  8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?
    R: Não, difícil, a inspiração vem como vontade própria.
  9. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?
    R: Em 2002 publiquei pela Casa Do Novo Autor um livro de apenas 28 páginas e ficou bem caro, o título é “Seios ao Mar”. Por isso sempre publico no site da Amazon meus ebooks.
  10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional? R: Os leitores estão fugindo da leitura, principalmente no Brasil, é preciso inovação, leituras desenhadas, poéticas, ou seja, faz-se um desenho e cria-se uma história.
  11. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?
    R: Existe gosto para tudo, mas acho que o mistério seduz e a aventura conquista.
  12. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?
    R: Esse é o problema! O mundo está em crise e ainda cobra-se caro! Muitos precisam de ajuda, palavras que se identificam, mas o acesso fica difícil com preços elevados. É preciso nova estratégia para conquistar leitores ou traduzir e enviar para outros países.
  13. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?
    R: Todo livro que envolve aventura, filosofia, espiritualidade e magia me conquista.
  14. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? 
    R: A trilha sonora seria “Imagine”
  15. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?
    Adoro os livros do Padre Fábio de melo, eles mostram diretrizes que ajudam a enxergar novos rumos, até o livro “Rascunho De Minha Vida” que escrevi, foi inspiração ao ler o livro de Fábio de Melo e Gabriel Chalita “Carta Entre Amigos”
  16. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?
    R: Como disse, adoro desenhar e pintar também, meu sonho é lançar um livro e nesse momento também fazer uma exposição de telas pois a pintura também está inserida em minha alma.
  17. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais?
    O que você acha sobre isso? R: Tudo é válido, ajuda a melhorar, mas é preciso manter a personalidade pois cada pessoa é um mundo!
  18. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?
    R: Não tenho um nome específico, gostaria que fossem pessoas que ajudem o próximo, que não veja o mundo só do lado da fama, pois se todos dessem as mãos não existiria miséria no mundo.
  19. Qual a maior alegria para um escritor?
    R: Sem dúvida, conquistar leitores. Que sua imaginação os faça viajar, viver, identificar-se, que escritor e leitor faça parte do mesmo mundo, que tenham a mesma sensação, a mesma expectativa.

   20. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.
R: Minha mensagem: A inspiração é uma joia rara, algo divino que surge no nosso abstrato interior, algo  que vai além da matéria, algo que pode mudar roteiros, se você sente vontade de criar personagens, vá em frente, não os sufoque numa gaveta, gaveta não sabe ler! Invente novas estratégias que que sua imaginação chegue ao leitor, e mesmo que não consiga atingir a conquista necessária para uma surpreendente divulgação, continue, sempre continue, e ai que encontrará um atalho para sua descoberta. Cultivem a humildade sempre e coloque em sua criação situações que podem

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou Katherine Laccom´t, 32 anos às portas de completar 33, mãe de duas princesas e casada com um príncipe-sapo. Atualmente moro no Rio de Janeiro e tenho me dedicado a escrita em tempo integral.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou diva do lar… rsrsrsr. A ideia de escrever surgiu de uma conversa entre amigas, que acreditavam que eu poderia me dar bem. Não é que deu?

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Para mim, Katherine, a melhor coisa em escrever é ter o poder de criar um universo só meu, só com a minha história.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? 

Tenho um escritório que deveria ser usado para esse fim, mas ando pela casa com o note a tira colo. E no momento, por dores no braço e na coluna estou reorganizando, mudando móveis. Então, utilizo a mesa de jantar. Uma verdadeira bagunça.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Romance erótico. Já sim, tenho arriscado rabiscar umas linhas de comédia.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Eu queria ter uma resposta bonita para essa pergunta, mas a realidade é que as ideias simplesmente vêm. Não estão ligadas a nada em especial. Your Destiny que veio em minha mente quando meu marido contou sobre sua primeira visita em um clube de strip. Tirando isso, nada mais.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Faço uma vasta pesquisa sobre algo específico da história. Por exemplo, estou me aventurando no mundo da máfia. Eu queria fazer uma história com mafiosos modernos, conceitos modernos. Li artigos e livros sobre a máfia e descobri coisas interessantes. Há pequenos detalhes no livro que ninguém faz ideia de que realmente acontecem dentro desses clãs. Se é que ainda existem!

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Não. Ainda procuro desenvolver a minha identidade, a minha marca literária. Então tento ser o mais fiel possível a minha escrita. Há autores que sou fã, admiro demais, que fazem-me ter orgulho de estar nesse meio.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Não. Até agora tive sorte de poder publicar todos os meus livros em formato digital e impresso. Com muita luta, lágrima e suor. Alguns por editoras, mas a atual tiragem, de todos foram como independente.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Acho promissor apesar de ter gêneros que já estão saturados em matéria de novos escritores. Mas o mercado nacional nunca esteve tão aquecido como agora. As pessoas estão descobrindo o prazer da leitura, de ter livros em suas estantes para ler e não para enfeitar. E o mais importante, querem ler, assumem que leem não importa o gênero. Isso é muito bacana!

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Em tudo há o bônus e o ônus, com a popularização da escrita, o ônus é inevitável.  Mas isso nos dá a oportunidade de escolha, de sabermos o que é bom e o que é extremamente ruim. E logo vem a seleção, o tempo se encarrega de selecionar quem vai e quem permanece. Para escrever não basta ter talento, tem que ter mais, muito mais!

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

É complicado. Eu como autora independente posso afirmar isso com experiência. É muito difícil e caro fazer pequenas tiragens. Nem todo mundo tem dinheiro para bancar a milhagem de um título, como as grandes editoras têm! Eu fiz uma pequena tiragem de A Vitrine, o preço dele só cobra o custo, mais nada. Todos estão procurando um modo de levar o livro mais barato ao leitor, mas em um país que se paga tantos impostos e dá poucas oportunidades, é muito complicado.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Nunca pensei nisso…. agora vou pensar.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

A minha vida é regida por trilhas sonoras. Eu tenho playlist para escrever cenas; de briga é uma, de sexo é outra. Cada livro tem sim uma música que atribuo a ele, são músicas que repeti durante toda a escrita. Exemplo: O Juiz, é Feeling Good da Nina Simone. Também tem minha playlist para cenas de brigas ou tensas, ouço Tango do Mal, música nacional. Para cenas de romance, Il Volo. Cenas de sexo, The Weeknd. E por aí vai.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

A Bíblia.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Mente de escritor nunca para! Dia 11/11 lanço na Amazon o primeiro livro da Trilogia Saints, que é baseado na máfia. E estamos trabalhando pesado para lançar a versão impressa no evento literário no dia 12/11. Evento esse que convido a Arca Literária e à todos para comparecerem na Lapa, Espaço Multifoco às 15 horas.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Acho interessante, mesmo que de vez em quando alguns abusem de tal canal. Tem que ter em mente que é um formador de opiniões e levando isso em consideração, tem que ter cuidado com as palavras, como expõe sua opinião. Mas até aqui não enfrentei problemas e acho que é um canal necessário para leitores e escritores se inteirarem no mundo literário.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Jô Soares ou Danielle Steel.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Alguém chegar e dizer que a nossa história mudou a sua vida ou o ajudou em um momento difícil. Não tem preço saber que podemos ajudar pessoas.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.

Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de colher…”Ecl 3:1,2.

Isso é o melhor conselho para a vida e levo em meu coração. É um mundo difícil, mas não impossível. Perseverem e lutem por aquilo que acreditam, mas jamais percam sua identidade, não deixe de ser quem você é hoje com o objetivo de chegar a algum lugar. De resto, contem suas histórias e sejam felizes!

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Tenho 42 anos, sou estudante de psicologia, moro em São José dos Campos, interior de SP. Além da leitura, sou apaixonada por filmes e séries.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

No momento dedico meu tempo para a escrita e a faculdade. Sempre gostei de escrever e tinha problemas na escola quando os professores colocavam limites de linhas para as redações, mas nunca achei que teria enredo suficiente para um livro e resolvi arriscar e acabei escrevendo um livro de 390 páginas

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Colocar no papel, um mundo paralelo, onde mesmo com todos os percalços, sabemos que tudo termina bem.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Não tenho, escrevo sempre que tiver inspiração, pode ser numa praça, no ônibus, sempre ando com minha agenda e caneta na bolsa.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Escrevo romance, mas tenho rascunhos de um policial, um livro fantasia somente aguardando a vez deles.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Atualmente estou terminando a Série Para Sempre, que inicialmente seria livro único e acabou se transformando em 3 livros e 3 spin-offs. Em Eterno, quis passar uma mensagem sobre amizade verdadeira, aquela que não se perde com o tempo. Em Ao Te Conhecer, o foco foi na importância da família, e em Voltei por Você, o perdão.

A inspiração para os títulos, tento me basear no enredo do livro, para deixar o título como uma mensagem subliminar do que você irá encontrar lendo o livro.  Quanto aos nomes dos personagens, geralmente faço pesquisas como se estivesse procurando nome para um filho, usando livros de nomes e seus significados.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Utilizo muito a internet, o Google é meu companheiro, mas sempre fico atenta a veridicidade dos sites que utilizo, pois sabemos que podemos encontrar de tudo porém algumas coisas são bem fantasiosas e apesar de escrever ficção, procuro sempre estar o mais próximo da realidade possível. Além da internet, sempre converso com pessoas envolvidas com o que quero tratar nos livros, como advogados e médicos.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Amo os livros de Nicholas Sparks, várias coisas me inspiram… um filme, um livro e até mesmo uma música.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicar?

Hoje é muito difícil publicar no Brasil, quando terminei Eterno, mandei para algumas editoras e não tive retorno de nenhuma, até que decidi publicá-lo independente. Estou aguardando a primeira remessa da gráfica.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Acredito que ainda temos muito que crescer, estamos apenas engatinhando no caminho de ter reconhecimento dentro do cenário, o que ainda falta é um apoio maior de grandes editoras e de grandes livrarias também.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Acredito que temos que ter paciência e dedicação para lançar um livro, tudo tem que ser muito bem pensado, vejo que muitas pessoas hoje em dia, lançar de um dia para o outro, o que algumas vezes pode prejudicar o nome do autor, já vi alguns livros com enredos bons, mas que infelizmente por falta de uma boa revisão, acabaram sendo manchados. Esse boom de lançamentos é bom, mostra que temos pessoas com garra para lutar naquilo que acredita porém, muitas dessas pessoas acreditam que podem fazer tudo sozinha e esquecem de prezar pela qualidade da sua obra.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Infelizmente, esse é um dos nossos maiores desafios, pois é muito complicado competir com livros internacionais e de autores de renome, com preços mais acessíveis. Precisamos de mais apoio governamental, quem sabe abaixando um pouco dos impostos sobre os livros, nos deixaria com a possibilidade de concorrer em pé de igualdade dentro das livrarias.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Perto do coração selvagem, de Clarice Lispector.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Seriam vários, sempre tenho uma música que me inspira para cada capítulo. Tenho play list dos livros no youtube.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Ainda não.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Para o próximo ano, pretendo lançar mais um livro físico e vou começar a escrever o romance policial, porém sem data para lançamento estarei no último ano da faculdade e ela será a minha prioridade.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Para ser sincera, acompanho muito pouco os blogs.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Autor nacional, ficaria honrada de ter Nana Pauvolih e Camila Moreira. Já autor internacional seria Nicholas Sparks ou Cassandra Clare

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Para mim, ver um comentário de um leitor dizendo que seu livro emocionou, esse tipo de comentário não tem preço.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Para quem está iniciando no mundo literário, consigo definir em uma palavra: persistência, o caminhar é árduo e muitas vezes muito dolorido, mas não se deixe abalar com os “nãos” que irá receber, mantenha sempre o pé no chão e seja humilde.

Para os leitores, só tenho a agradecer, pois são graças a eles que temos força para nos manter em pé dia após dia. Quem quiser me conhecer um pouco mais, pode me adicionar no face, sempre que posso gosto de manter contato com os leitores, amo todos!

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Me chamo Rafael Rosa Dias, tenho 32 anos e escrevo regularmente a seis anos. Publiquei alguns volumes de forma independente e agora tenho uma obra no catálogo da Editora Buriti intitulada Lua de Sangue. Sou acadêmico de Sociologia e participei de algumas organizações não-governamentais, onde também fui palestrante em escolas.

  1. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Desempenhei diversas atividades ao longo da vida, seja em empresas multinacionais da área de tecnologia até pequenos escritórios de advocacia. Trabalhei nos setores de atendimento ao público, financeiro, cobrança, administrativo e outros. A inspiração para começar a escrever veio do constante consumo de literatura que balizou minha vida desde a infância. Desde contos dos Irmãos Grimm, passando por Oscar Wilde em O Príncipe Feliz e Outros Contos, até, mais recentemente, Leonel Caldela, André Vianco, Neil Gaiman, Leonardo Gori, entre inúmeros outros. Minhas preferências sempre oscilaram do realismo fantástico ao terror, e é dentro desse espectro que componho minhas histórias.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Entrar em contato consigo mesmo. Existe um mundo efervescente, fantástico, em nossa mente, e a escrita possibilita, não apenas a entrar em contato com outras pessoas e compartilhar um pouco da fantasia que habita em nós, mas também a dar vida a nossos sonhos mais secretos.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Não. Escrevo onde a inspiração se faz mais presente. Usualmente utilizo um computador para isso, mas também carrego comigo cadernos e um dispositivo portátil para escrever quando a inspiração queima em minha mente. O computador serve mais para dar forma ao texto e corrigi-lo, conforme as necessidades literárias do projeto.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Escrevo no gênero fantasia e terror, voltado mais ao suspense. Mas escrevi uma obra, ainda inédita, em que abordo temas mais contemporâneos, sem qualquer elemento fantástico. Trata-se de um manuscrito intitulado O Ceifador no Campo de Trigo, contando a história de um adolescente de treze anos que sequestra o ônibus escolar durante um passeio de sua turma, decidido a assassinar alguns colegas que o maltrataram. Foi o único livro que escrevi fora do gênero fantasia.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Gosto de pensar nos nomes conforme as personagens vão ganhando forma, vão progredindo. Não parto do nome e daí crio a personagem. Faço o caminho inverso. Deixo minhas personagens mais livres, sem seguir à risca um roteiro preestabelecido, fazendo com que evoluam conforme a história avança, como se tivessem vida própria e eu fosse meramente um espectador.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Para escrever Lua de Sangue eu pesquisei muito sobre mitologia europeia, pois a história se passa na remota região de Ardennes, entre a França e a Bélgica, em uma época igualmente remota. Criei um vilarejo típico da região e uma sombria floresta assombrada por bruxos e lobisomens. Para não ficar no lugar-comum dessas histórias, me aprofundei em pesquisas sobre a mitologia medieval dessas criaturas, alterando conforme a necessidade da minha própria história. Pesquisei também a política e a estrutura jurídica da época, bem como o armamento utilizado pelas forças militares, que desempenham um papel crucial na história. Assim sendo, embora seja um conto sobre um vila perdida no meio do nada e atacada por seres mitológicos, o enredo se diferencia das demais obras do gênero por trazer elementos totalmente novos.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Embora seja um leitor voraz, na hora da composição de minhas histórias, sou somente eu. Não me inspiro em outros autores porque tenho um método próprio de criação e escrita. Modifico a linguagem do livro para se adaptar melhor à história que ele conta. Em Lua de Sangue, adotei uma linguagem mais melancólica, mais pessoal, como se o narrador, mesmo distante, se aproximasse das personagens pela empatia, tomando parte ativa nos acontecimentos.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

O mercado editorial é amplo e, estranhamente, fechado. Em épocas de crise financeira em um país não muito afoito ao prazer da leitura, é natural que as editoras se voltem sobretudo a autores com maior potencial comercial pois, apesar de todo o discurso em contrário, as editoras são empresas e as empresas miram o lucro, o dinheiro. Então temos muitos autores que foram importantes no passado mas que, agora, não conseguem publicar nada novo, apenas livros insossos de crônicas e pensamentos diversos, sobrevivendo pela força do nome que conseguiram criar na época em que ainda faziam literatura. E vendem bem. À nova geração resta a auto publicação, prioritariamente por meios eletrônicos, trabalhando duramente para fazer nome e conseguir contrato com editoras consagradas.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

A relação entre editoras e escritores precisa avançar no país. Normalmente a editora compra um manuscrito pronto por um prazo determinado, e o autor cede, por esse tempo, os direitos autorais. O sistema seria melhor para todos se a editora assumisse o autor como um funcionário, dando suporte material e financeiro para que o livro evolua sem que o autor tenha de se preocupar com outras questões. Como pode o autor nacional, que normalmente escreve sozinho, competir com autores estrangeiros, cujos livros são o resultado de uma estrutura muito bem organizada? Então, mesmo que a literatura nacional tenha produzido autores de grande qualidade, ainda é inferior à literatura estrangeira, sobretudo a europeia e americana.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Essa explosão de autores nacionais é resultado direto da facilidade em se produzir e propagar conteúdo digital. O mesmo ocorre na música e em outras artes. Conforme se democratiza o acesso a essas novas ferramentas, mais profissionais surgem em cada área. O próprio mercado e a própria concorrência acabam servindo de niveladores. Não sei avaliar se o que está sendo produzido é bom ou não, mas a verdade é que existe conteúdo para todos os gostos e opções. O melhor mesmo é a profissionalização da escrita, para a produção de conteúdo realmente relevante, mesmo que o fim seja apenas a recreação.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

A literatura teria um alcance proporcionalmente maior conforme uma política de valorização do livro fosse seriamente colocada em prática, e isso passaria por editoras e livrarias diminuindo o percentual de lucro embutido em cada exemplar, e o poder público reduzindo a indecente carga tributária. O correto seria o livro ser isento de tributação, ou ao menos com alíquotas reduzidas. Da forma como está hoje, a literatura continuará a ser um mercado claudicante.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Certamente A Menina Que Roubava Livros, de Markus Zusak. Foi um dos livros que mais me impressionaram, principalmente pela linguagem e pela escolha incomum do narrador, a própria Morte.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Lua de Sangue cai bem com Lobo da Estepe, dos Cascavelletes. O clima da música fecha bem com o clima do livro.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Tolkien e sua mágica trilogia do anel. Uma das melhores coisas que um ser humano foi capaz de conceber.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Diversos projetos, tantos que nem tem como citá-los aqui. Mas trabalho atualmente em uma trilogia que estou gostando muito, com o título provisório de Harlow e O Círculo de Magos Elementais. Assim como Lua de Sangue, esta história trará novos e surpreendentes elementos a um gênero que parece saturado.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Uma crítica literária nada mais é do que opinião de um leitor. Toda opinião é válida. Se o livro não agradou, ele é criticado; se agradou, é elogiado. O importante é saber separar críticas honestas daquelas que parecem advir de escritores frustrados. Ninguém está imune ao erro. A crítica deve ser vista como um elemento a mais na avaliação de uma obra literária, e não como o ponto definitivo.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Minha namorada. Ela tem uma sensibilidade interpretativa de textos simplesmente surpreendente, talvez pelo fato de ser uma poetisa muito competente. Seu talento é algo raro nos dias que correm.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Não há para o escritor alegria maior do que ver alguém lendo seu livro. Tudo o mais desaparece diante desse evento.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

A literatura é a mais apaixonante e a mais completa das artes. Não importa os sacrifícios exigidos ou os percalços que certamente aparecerão, no final, o obra terminada, o livro pronto, compensa tudo. Ver a história saindo de sua mente e ganhando forma definida, e ver essa mesma história sendo compartilhada entre as pessoas, é a maior das glórias reservadas a um escritor, o verdadeiro significado de literatura. O mercado editorial é fechado, procura autores com algum tipo de público já formado, a literatura não remunera adequadamente, e muitos portas são fechadas na procura por meios de publicação. Mas quando o autor segura seu livro impresso na mão, percebe que o caminho que o levou até ali não foi tão ruim assim.

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