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Entrevista

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binäre optionen trading roboter 1. Fale-nos um pouco de você. 

Meu nome é Michaelly Amorim, sou Cearense e moro na cidade de Juazeiro do norte, no momento curso o 4° semestre do curso de Enfermagem na Universidade Regional do Cariri. Tenho 21 anos e escrevo desde os 14 para mim mesma, mas só comecei a publicar meus livros para os outros lerem através do wattpad em 2015, e desde então já escrevi 4 livros e diversos contos.

abc binaire opties 2. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Eu não trabalho uma vez que a minha faculdade é nos dois períodos, então meu tempo é dividido entre minha vida pessoal e meus livros. Comecei a escrever por que como eu lia muito os livros começavam a se tornar previsíveis, e eu sempre buscava algo que fugisse do obvio. Então decidi escrever algo que eu gostaria de ler, e foi assim que tudo começou.

stock pair 3. Qual a melhor coisa em escrever?

Acredito que é poder levar as pessoas que leem a uma viagem para mundos completamente diferentes do nosso. É saber que algumas delas se refugiam nas páginas de um mundo que você criou. É poder proporcionar diversas emoções para o leitor.

dinoballs 4. Você tem um cantinho especial para escrever?

Eu escrevo pelo celular diretamente no wattpad, que é onde posto inicialmente minhas histórias, então eu acabo tendo vários “cantinhos”, pois normalmente assim que a inspiração bate eu escrevo, seja dentro do ônibus, seja no sofá da sala, ou quando estou deitada na cama. Então qualquer lugar é meu cantinho. Entretanto depois de terminar as postagens no wattpad, eu desenvolvo melhor a história no computador, onde acrescento capítulos, reviso e reorganizo a história para que ela fique melhor e sem pontas soltas ou sem nexo.

exchange money online 5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Eu escrevo fantasia e romance de época. Já sim, mas apenas em contos, já escrevi contos de terror, romance, drama, ação e aventura.

buy cytotec misoprostol online in San Francisco California 6. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Tenho 4 livros concluídos e três em desenvolvimento. E a inspiração para o nome aparece de forma natural quando eu vou escrever um livro novo. É a primeira coisa que me vem a mente na hora de começar uma história nova. Já os nomes dos personagens eu coloco à medida que eles vão aparecendo na história. E nem sempre eu tenho facilidade em pensar em um nome, então alguns acabam se repetindo entre um livro e outro.

O meu primeiro livro se chama Filhos de Abel, é um livro de fantasia que conta a história de Angeline, uma garota que se vê jogada em meio a uma guerra milenar de cainitas (vampiros) e Abelitas (Caçadores). Com a guerra se tornando cada vez mais presente, e os refúgios sendo atacados pelos cainitas, eles precisam ir e levar os mais novos para um lugar seguro enquanto se organizam para entrar de vez na guerra. E é ai onde a aventura de Angeline começa, pois ele tem que aprender a lutar para sobreviver aos ataques.

O segundo livro que comecei a escrever foi O canto da Coruja que é um conto de fadas baseado na lenda da Rasga-Mortalha, uma lenda Nordestina que diz que quando uma coruja rasga-mortalha pia sobre sua cabeça é porque alguém da sua família (ou você) vai morrer. O livro não tem terror, mas tem muita aventura e uma pitada de comédia. Além de muita magia e aquele gostinho de contos de fadas.

Outro livro meu, mas que eu uso um pseudônimo para escrever é A ilha da Sereia, um romance hot com sereias, com um toque de mitologia e fantasia, que conta a história de Dione, uma sereia que evita cantar perto de humanos para não seduzi-los e assim acabar fazendo com que eles se liguem a ela e se afoguem por causa da ligação. Entretanto ela terá que confiar em um homem uma vez que um tritão ameaça sua vida e a faz fugir de sua casa em Oceana.

E por ultimo e meu novo xodó, Como seduzir um Conde, um romance de época (o primeiro de uma série) que conta a história de Lady Elizabeth Fernoy e de Daniel, o Conde de Dorset, ela jurou nunca se casar sem amor e ele jurou que nunca mais confiaria em uma mulher. Eles se conhecem quando Lizzie vai passar uma temporada na casa de Daniel a pedido de Lady Margaery, tia do Conde e Condessa Viúva de Dorset. Assim que se conhecem eles se estranham e ele desconfia dela. Decidida a fazer o conde perceber que nem toda mulher é fútil e interesseira, Lizzie decide ser amiga de Daniel, que secretamente tinha apostado com a tia que conseguiria desmascarar Lizzie. Mas aos poucos ele vai perceber que Lizzie não é nada disso que ele acredita e talvez ela o faça acreditar de novo no amor. Mas Lizzie descobre da pior forma possível que será obrigada a arrumar um marido para garantir o futuro de seus irmãos.

http://onodenje.com/?strydor=bin%C3%A4re-optionen-handel-ab-5-euro binäre optionen handel ab 5 euro 7. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Nos meus livros de fantasia eu criei a parte “mística” dos livros, como eu lia muito acabei adquirindo alguns conhecimentos sobre mitologia, criaturas fantásticas e outros seres e mundos. Então acabei colocando parte do que eu conhecia nessas histórias. E sempre pesquisando em sites e outros livros as coisas que não tinha tão domínio assim. Mas devo confessar que nenhuma das de fantasia me custou tanta pesquisa quanto a de romance de época, essa eu passava horas na internet procurando algo que pudesse responder as minhas dúvidas a respeito da época em que elas se passam.

come capire le opzioni binarie 8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Olha, eu gosto muito de ler, e tenho muitos escritores que eu amo. Então citar apenas um seria uma desconsideração com o restante, principalmente os de fantasia. Mas acredito que minha escrita por ser leve se assemelhe mais a escritores de fantasia um pouco mais contemporânea, apesar de amar os de fantasia épica e alta fantasia. Já meus livros de romance de época posso dizer sem dúvidas que minha inspiração é a Sarah Maclean, Julia Quinn e Hanna Howel. Sou apaixonada pelos livros dessas mulheres.

binary options experts platinum club 9. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

O único livro que submeti a editoras foi O Canto da Coruja, e ele foi aceito em todas. Os outros não tive coragem ainda, mas quem sabe futuramente não os submeta a alguma editora… Por enquanto eles vão continuar na Amazon.

tempistica per prelevare le vincite su option 10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

É bom ver que o numero de leitores e autores estão crescendo, conheço muitos escritores que são excelentes naquilo que fazem, e vejo que em breve teremos ainda mais nomes conhecidos mundialmente de escritores brasileiros e torço por isso. Mas o brasil ainda precisa de mais leitores, mais incentivo a leitura e mais acessibilidade aos livros.

buy tastylia (tadalafil) without prescription online 11. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

O boom ele é bom e ao mesmo tempo ruim, é bom porque aumenta a diversidade do mercado de livros, e é ruim, pois como você mesma disse, tem livros que são muito bons e outros desesperadores, então dependendo de qual o leitor vai ter contato inicial, pode tanto abrir a porta para outros autores nacionais, como fechar de vez e jogar a chave fora, e esse leitor desistir de vez da nossa literatura.

buy generic Priligy in Chandler Arizona 12. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Eu acho desanimador para o autor nacional, pois ter que competir com livros de autores de renome que custam bem menos, acaba com que os livros nacionais, de autores não tão conhecidos, continuem ficando na prateleira na hora de escolher qual livro levar. O valor exagerado diminui as chances de venda para o autor, uma vez que nem sempre podemos pagar um valor elevado pelos livros, ainda mais nessa crise financeira em que vivemos.

opzioni binarie simulatore online 13. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

A série O clube dos Canalhas, da Sarah Maclean

E a Série Os Wherlocke, da Hanna Howel.

buy generic Seroquel 14. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Pergunta difícil, eu não consigo ler e nem escrever ouvindo música, e essa é uma tarefa difícil pra mim, mas vamos lá. Para filhos de Abel a música seria Fight Song, da Rachel Platten, para O canto da coruja seria música Mit Dem Wind da banda Faun. Como seduzir um conde eu só imagino com uma trilha sonora repleta de músicas clássicas (Beethoven, Bath, Mozart e por ai vai). Pra Ilha da sereia eu só me lembro da música do Filme Piratas do Caribe – A flecha do Cupido. Rsrsrsr

binary options trading software test 15. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Olha, é difícil escolher um só dentre tantos bons que li, mas um que eu li e que se tornou automaticamente o melhor livro que eu já tinha lido foi O nome do Vento.

latest forex rates malaysia 16. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Preciso retomar os projetos antigos que ficaram em pausa:

Terminar de escrever a série herdeiros do Sangue que começou com Filhos de Abel. No caso escrever o livro “2” (que na verdade é a outra face do livro 1) e Livro 3 que é o desfecho da guerra.
E tenho que escrever também A redenção de Ondine (2° Livro da Ilha da Sereia) outro livro independente, mas que faz parte da série: A ilha da Sereia.
Mas no momento quero terminar logo a série Amores Indecentes que a que estou escrevendo atualmente.

Como não se apaixonar pelo Duque (2° Livro da Série)

opcje binarne vs forex Como Irritar um Marques (3° Livro da Série)

17. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Normalmente acompanho apenas alguns já conhecidos, os que sigo, e os que tenho amizade. Normalmente acompanho mais de livros nacionais que eu já tenha lido ou que esteja querendo ler. Acredito que toda crítica é uma ótimo feedback, ajuda bastante o autor e direciona melhor os leitores.

18. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Dá medo essa pergunta. Kkkk. E é difícil escolher. Sinceramente eu não sei. Nunca fui de ter ídolo, ser fã de carteirinha, ou algo assim. Mas eu ficaria encantada e (completamente nervosa) se alguma autora famosa (Julia, Sarah, Hanna) lesse meu livro de romance de época.

19. Qual a maior alegria para um escritor?

Ter seu livro indicado por alguém. É uma emoção tão grande quando alguém indica seu livro. Chega os olhinhos enchem de lágrimas de felicidade e orgulho.

20. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Para os Leitores eu gostaria de mandar um abraço bem apertado e dizer pra eles nunca desistirem da gente, pois não somos nada sem eles. E pra quem tá se aventurando no mundo da escrita não desista de seu sonho, se ser um escritor é seu sonho: corra atrás, busque por onde fazer seu sonho se tornar realidade, e não desista em nenhum momento.

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Me chamo Manoella, sou gaúcha, tenho 19 anos, estudante de Processos Gerenciais e Matemática. Apaixonada por palavras e animais.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou bolsista de Iniciação Cientifica em Ciências Sociais, área que desejo fazer meu mestrado; e fundadora de uma startup com uma solução para animais abandonados não se procriarem e serem encontrados. Eu comecei a escrever aos 12 anos, quando meu pai disse que não poderia ser presidente, é engraçado, mas eu adorava política e fazia diversos estudos sobre ela. Então, eu disse, se não posso ser presidente, vou escrever um livro. E eu escrevi, 90 páginas, mas, claro, não publicaria de jeito algum, com o tempo meu estilo de escrita mudou muito.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Expressar sentimentos, criar personagens e refletir.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (Envie-nos uma foto)

Não, qualquer hora, qualquer lugar, não importa onde, é especial para escrever, pois ali, surgiu a ideia.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Historinhas infantis e contos e crônicas juvenis. Acho que por todos, mas esses são os que me adaptei e me encontrei, até por ser muito jovem.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Em Janeiro, é a união de todas as fases de um pré-adolescente, adolescente e quando saímos da adolescência. Navega por contos fictícios curtos e longos. Além de, crônicas com referenciais da literatura, misturadas com poesia e um pouco de escrita criativa. Não fui apegada a regras, me dei a oportunidade de ser livre ao escrever ele. Como dizem as críticas que recebi, é impossível não se identificar com alguma coisa que está escrito ali. Em Janeiro é a realidade, o cotidiano, mas também, puro amor.

O título é o mesmo do meu Tumblr que eu tinha aos 14 anos até os 17, pois eu havia começado meu Tumblr em janeiro de 2011.

A Protetora é uma história infantil para o incentivo a adoção de animais e o não abandono desses. Conta o cotidiano de uma protetora de animais e algumas dificuldades que elas passam, além de, dicas de cuidado com o seu pet, voltado para uma realidade infantil para possível compreensão da importância desse trabalho voluntario. O nome surgiu por inspiração em uma protetora maravilhosa da minha cidade. E o que mais acho legal nesse livro, é que 70% do valor dele é doado para os pets resgatados por protetoras.

Publiquei dentro de uma coletânea, Conte uma Canção vol. 2 da Editora Multifoco – lançado na Bienal de 2016, um conto inspirado na música Lutar pelo que é meu, da banda Charlie Brown Jr – minha banda preferida – é um romance de verão entre Antonella e Pedro Henrique, onde se reflete sobre o primeiro amor, os impactos desse e como as coisas mudam em nossa vida.

E escrevo crônicas semanalmente no blog “Além do Look do dia”.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Quando crio personagem, geralmente gosto de ver o significado dos nomes. Geralmente os locais eu não gosto de determinar, gosto de possibilitar que a imaginação do leitor crie eles.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Não me inspiro para escrever, mas tenho como referência, em alguns aspectos, autores como Paula Pimenta, Carpinejar, Thalita Rebouças e Martha Medeiros.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Obviamente, eu tinha 16 anos quando decidi vou efetivamente publicar. Publiquei de forma independente aos 18 após descobrir o Clube de Autores, em julho de 2015, mas logo em outubro recebi uma proposta da Multifoco para publicar o Em janeiro, e aceitei, tendo o lançamento do meu livro em março de 2016 pela editora. Já, A Protetora, mantive independente para poder realizar a doação bem gordinha. Só não publiquei o que realmente não quis até hoje.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Eu fico intrigada com livros de youtuber, mas paciência, hoje, vende. Tirando isso, acho que é um cenário que vem crescendo e com grande potencial, muitos escritores ótimos e cada um com suas peculiaridades.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Acho interessante, pois necessitamos construir uma cultura literária em nosso país e incentivar as pessoas que tiveram livros desesperadores a elevarem seu potencial. O importante é não desistir e só crescer interiormente de forma positiva.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

É muito chato, pois acredito que a leitura deveria ser para todos. Preços altos só afasta de grande parte da população.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Acredito que, Minha vida fora de Série da Paula Pimenta, eu amo ela e os livros dela!

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

É uma variedade de músicas, como a maioria da banda Strike, Charlie Brown Jr, Capital Inicial, Maria Gadu, Demi Lovato, RBD, Katy Perry, Onze20, Simple Plan, Jota Quest, Fresno, NX Zero e um pouco do rock clássico americano. Acredito que é bem variado o meu gosto musical e eles influenciam bastante no que eu escrevo.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Infelizmente, não.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

No momento estou rabiscando papeis, sempre me perguntam “e o próximo?”, geralmente as meninas de 12, 13 e 14 anos, ficam ansiosas esperando algo novo. Mas, como estou no penúltimo semestre da faculdade e faço parte de pesquisas em Ciências sociais, minha escrita está um tanto científica. Mas estou rabiscando, acredito que para o meio do ano que vem, algo esteja se construindo.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Sim, acho um meio muito legal de divulgação, até porque vivemos em função da tecnologia, hoje.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Acredito que, a Paula Pimenta, sim gente eu amo ela e surtaria se ela fosse ler meu livro!

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

O fator de publicar e ouvir que muitos jovens gostam do seu trabalho, te admiram e entram em contato para pedir dicas e mandam seus textos e rascunhos de pequenos livros. Eu amo quando as menininhas de 6° e 7° ano me mandam e-mail, faz eu voltar aos meus 12 anos na 7° série, quando decidi que queria ser escritora.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Não desistam, às vezes, os nãos são necessários, mas a vida sempre reserva coisas melhores. Não mude sua essência e nem sua alma por ninguém, escreva primeiro para você, não se torne comercial. Como digo no texto Inspiração, que está no Em Janeiro: “As melhores coisas vem da simplicidade e naturalidade de deixar a alma falar por si”.

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  1. Fale-nos um pouco de você.
    R: Me chamo Marlene Passos, nasci em Santo Expedito interior de São Paulo. Sou divorciada e tenho dois filhos. Tenho superior incompleto em Pedagogia e fiz curso de Educação Ambiental. Atualmente moro em Sorocaba.
  2. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?
    R: Sempre gostei de escrever, de 2003 a 2009 escrevi para o jornal de Angatuba, interior de São Paulo. Também gosto de desenho e pintura, ainda quero fazer um livro ilustrado. Tenho 8 eboos publicados no site da Amazona.
  3. Qual a melhor coisa em escrever?
    R: Sentir a liberdade da alma, criar, dar vida a personagens, viver outras vidas, sentir que podemos ajudar muitas vezes com nossas palavras.
  4. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto) R: Não, escrevo no meu quarto, mas a imaginação visita infinitos lugares.
  5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?
    R: Gosto de fantasia, mas já escrevi outros gêneros também.
  6. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?
    R: Meus livros são digitais pois as editoras cobram caro para publicar livros físicos. Vou para os títulos: “Rascunho de Minha Vida”, “Conexão Com Anjos”, “Homem Águia”, 55 Tons de Imaginação”, Mística Sedução”, Uma Eternidade Dentro de Dois Corações, “Odisseia de Juan e seu amigo imaginário”. Os personagens brotam como por encanto, a qualquer hora, de repente me vejo escrevendo.
  7. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?
    R: Se tenho uma inspiração para escrever sobre algo, ou algum lugar que não conheço, vou as pesquisas, depois coloco minha imaginação.
  8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?
    R: Não, difícil, a inspiração vem como vontade própria.
  9. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?
    R: Em 2002 publiquei pela Casa Do Novo Autor um livro de apenas 28 páginas e ficou bem caro, o título é “Seios ao Mar”. Por isso sempre publico no site da Amazon meus ebooks.
  10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional? R: Os leitores estão fugindo da leitura, principalmente no Brasil, é preciso inovação, leituras desenhadas, poéticas, ou seja, faz-se um desenho e cria-se uma história.
  11. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?
    R: Existe gosto para tudo, mas acho que o mistério seduz e a aventura conquista.
  12. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?
    R: Esse é o problema! O mundo está em crise e ainda cobra-se caro! Muitos precisam de ajuda, palavras que se identificam, mas o acesso fica difícil com preços elevados. É preciso nova estratégia para conquistar leitores ou traduzir e enviar para outros países.
  13. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?
    R: Todo livro que envolve aventura, filosofia, espiritualidade e magia me conquista.
  14. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? 
    R: A trilha sonora seria “Imagine”
  15. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?
    Adoro os livros do Padre Fábio de melo, eles mostram diretrizes que ajudam a enxergar novos rumos, até o livro “Rascunho De Minha Vida” que escrevi, foi inspiração ao ler o livro de Fábio de Melo e Gabriel Chalita “Carta Entre Amigos”
  16. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?
    R: Como disse, adoro desenhar e pintar também, meu sonho é lançar um livro e nesse momento também fazer uma exposição de telas pois a pintura também está inserida em minha alma.
  17. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais?
    O que você acha sobre isso? R: Tudo é válido, ajuda a melhorar, mas é preciso manter a personalidade pois cada pessoa é um mundo!
  18. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?
    R: Não tenho um nome específico, gostaria que fossem pessoas que ajudem o próximo, que não veja o mundo só do lado da fama, pois se todos dessem as mãos não existiria miséria no mundo.
  19. Qual a maior alegria para um escritor?
    R: Sem dúvida, conquistar leitores. Que sua imaginação os faça viajar, viver, identificar-se, que escritor e leitor faça parte do mesmo mundo, que tenham a mesma sensação, a mesma expectativa.

   20. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.
R: Minha mensagem: A inspiração é uma joia rara, algo divino que surge no nosso abstrato interior, algo  que vai além da matéria, algo que pode mudar roteiros, se você sente vontade de criar personagens, vá em frente, não os sufoque numa gaveta, gaveta não sabe ler! Invente novas estratégias que que sua imaginação chegue ao leitor, e mesmo que não consiga atingir a conquista necessária para uma surpreendente divulgação, continue, sempre continue, e ai que encontrará um atalho para sua descoberta. Cultivem a humildade sempre e coloque em sua criação situações que podem

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Na verdade, somos duas. Amantes da leitura, apaixonadas por livros, amigas BFF, resolvemos nos arriscar escrevendo nosso primeiro livro e ficamos felizes demais com o resultado.  Moramos no Rio de Janeiro, somos casadas, temos filhos, mas ainda arrumamos um tempinho para dar vida a personagens apaixonantes.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

     Belas, não-recatadas e do lar kkkkk

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

    Gostamos de dar vida aos personagens, viver uma vida nova através deles. Uma outra realidade.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Kiara – No sofá com o note no colo

Luna – eu não tenho, escrevo geralmente no sofá com o note sobre uma mesinha portátil.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

  Romance hot. Ainda é muito cedo para dizer, mas gostamos muito do tema policial, mistério e suspense.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Decidimos tentar escrever, em conjunto, cada uma dando vida a um personagem. Pensamos no enredo, na personalidade deles e voi la. Começamos.

O título veio no decorrer da história, por causa da profissão do protagonista. Os nomes foram escolhidos por eliminação, demos várias sugestões e decidimos por esses.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

    Como a história se passou em New York, tivemos que pesquisar alguns nomes de lugares, mas não focamos muito nisso.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

    Kiara- Eu particularmente gosto muito da escrita da Nora Roberts, mas eu não diria que me inspiro nela. A história simplesmente vem.

Luna- inspiração não, mas tem muitos autores que eu admiro, não só pelas histórias mas também pela qualidade de escrita, como a Ward e Megan Maxwell, por exemplo.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

    Estamos iniciando juntas nesse mundo agora. Não procuramos editora ainda. Depois de conversarmos e entrarmos em um acordo decidimos a autopublicação pela Amazon. Pelo menos por enquanto ainda não pensamos em editora.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Acho muito promissor, desde que todos tenham a consciência que tem leitores pra todo mundo.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

A oportunidade é pra todos, cabe ao público saber escolher. A gente depende muito do boca a boca.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Infelizmente são bem caros, enquanto isso não mudar a literatura nacional vai sofrer muito.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Kiara – O Padre. Foi muito polêmico e inovador, e acredito que o primeiro com esse tema.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Pop Evil –  Torn to pieces.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Kiara – Não o livro da minha vida, mas alguns que me marcaram bastante.

Luna- já li muitos livros maravilhosos, mas nenhum que tenha tanto peso.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Já estamos trabalhando em um livro novo. Prometemos que vai ser ainda mais tenso do que Sob Minha Proteção e tão romântico quanto, com aquela pitada do hot, obviamente.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Algumas. Achamos que alguns blogueiros se perdem na veracidade das suas opiniões.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Walcyr Carrasco, vai que ele decide adaptar o livro pras telinhas? #Sonharnãocustanada

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Achávamos que era terminar o livro, até a gente receber as primeiras qualificações na Amazon. #nãotempreço #amamosmuitotudoisso

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Venham ler Sob Minha Proteção e se apaixonar pelo nosso Henry e nossa Emily.

E se vocês têm uma ideia, sentem vontade, amam esse mundo, apenas escrevam. A única coisa que impede você de escrever é você não começar.

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou sonhadora, pisciana, amo gatos e viciada em livros.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou publicitária formada e trabalhei na área por 10 anos. Escrever sempre fez parte da minha vida, é uma vocação e me sinto realizada por assumir a carreira de escritora definitivamente.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Ser o que eu quiser, estar onde desejar, viver o que puder.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Tenho. É no meu quarto, mas é uma mesa de trabalho, organizada.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Eu escrevo as ideias que se apresentam, por isso, já escrevi histórias do gênero de fantasia, sobrenatural, conto de fadas, romance, policial, drama, erótico, comédia, histórico e até distopia. Porém, eu me encontrei no erótico/realista. Sempre introduzi sexo e realismo nas minhas histórias, de alguma forma, mesmo as de fantasia, por isso, resolvi assumir esse como meu gênero, ainda que o plano de fundo da história possa ser considerado de outro gênero.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Bem, a lista é grande, então, vou citá-los na ordem de escrita:

- Saga Os Qu4tro Elementos (romance de fantasia/sobrenatural em 4 volumes);

- Insensatez (a primeira versão foi new adult, e a última, comédia romântica picante, escrita com Gisele Galindo);

- Estrela (conto de fadas, nova versão para o mito da Deusa da Lua);

- Trilogia Puro Êxtase (romance erótico/realista, com temática sobre autoestima);

- Coleção Amanhã (romances eróticos/policiais, com temática política, em 5 volumes independentes entre si, com enredos e protagonistas diferentes);

- Eu Nunca (comédia romântica picante, escrita com Mila Wander);

- Mexa Comigo (romance histórico/erótico, que se passa no Século XX, em processo de escrita).

Sobre títulos, às vezes ele surge assim que tenho a ideia, às vezes durante o processo de criação de enredo, ou mesmo durante a escrita. Mas, normalmente, eu já tenho o título antes de começar porque já acumulei uma lista muito grande de projetos a escrever. Sobre os nomes dos personagens, a escolha depende muito da história e o que quero passar através dela.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Pesquiso tudo o que acho que vai influenciar minha história de alguma maneira, seja o cenário, elementos profissionais, ou temas da atualidade. A coleção amanhã, por exemplo, exige que eu leia muito jornal a respeito de política e acontecimentos atuais, como a Copa do Mundo. A ideia é tornar a história tão realista, que ao final da leitura o leitor se pegue questionando se não poderia ser verdade. Quando é fantasia, histórico e distopia, as pesquisas se tornam mais extensas e profundas, sendo necessárias durante todo o processo de escrita.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Não. Eu me inspiro na vida, na minha forma de pensar e no que desejo passar para meu público.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Antes da Amazon, sim. Mas agora que tem a plataforma de autopublicação, está tudo disponível para leitura. A dificuldade se manteve, por alguns anos, para entrar em editoras tradicionais. Mas isso acabou ano passado, com a assinatura de contrato com três casas editoriais.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Maravilhoso! A mudança está gradativamente, mas nítida. Aconteceu um boom de publicações nacionais com a chegada da Amazon ao Brasil tão forte, que as editoras passaram a acompanhar o site como uma vitrine de novos talentos, abrindo, assim, suas portas para que nós pudéssemos entrar, finalmente, nas livrarias.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

O leitor é o editor, nesse caso. Eles que vão dizer se a obra vale a pena ou não. Acho essa participação direta sensacional, um elo se forma entre escritor, obra e leitor. É algo novo, em constante adaptação, porém, acredito que tem sido benéfico para todas as partes. Variedade é uma coisa que não havia antes e agora temos. Não é só aqui no Brasil que obras ruins chegam ao mercado. A autopublicação é coisa antiga lá fora, até têm autores autopublicados, que conseguem contratos com editoras internacionais para serem lançados em outros países. É mais uma porta, uma grande porta, de entrada no mercado e não vejo como isso pode ser ruim.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Não acho que hoje em dia isso seja uma verdade. É certo que a tiragem de livros nacionais continua menor do que dos livros internacionais, portanto, o preço unitário fica mais alto, por consequência. Mas isso já está mudando, principalmente nas livrarias online. O que se vê é uma crise nas livrarias físicas, que possuem custo alto de aluguel e funcionários, e cobram valores mais altos de qualquer livro para cobrir seus gastos exorbitantes. Portanto, com uma boa pesquisa, é possível comprar livros nacionais tão baratos quanto internacionais.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Qualquer um da série Goddess da P.C. Cast.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Cada livro tem sua própria playlist, não dá para citar tudo aqui (risos). Mas vou colocar o mais óbvio.

— Trilogia Puro Êxtase – Puro Êxtase – Barão Vermelho

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Não, não sou dessas. Quando termino um livro bom, parto para outro, então, o anterior fica “esquecido”. Não me apego a histórias desse jeito não. Já li livros demais e ainda tenho uma penca para ler, não sou incapaz de escolher 1 entre tantos.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Muitos!!! Bem, estou escrevendo o romance histórico hot “Mexa Comigo”; tenho 3 livros da Coleção Amanhã para escrever ainda; uma comédia romântica picante, que dá continuidade a um conto, publicado na Amazon (A Bela Perdida e a Fera Devassa); um novo romance erótico e polêmico com Mila Wander; outro sobre um romance entre três pessoas (poliamor); uma distopia erótica (história futurista, que se passa no século XXII); e acabei de incluir na lista um romance erótico de fantasia com sereia, porque tenho fascínio pela criatura mítica, que será um conto de fadas moderno.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Acompanho, claro! Vejo mais como opinião, não crítica. Acredito que dentro de uma opinião pode haver uma crítica construtiva ou destrutiva, depende do intuito do blogueiro. Acho bom, até para saber se a história funciona para um tipo de público ou não. Esse retorno é essencial até mesmo para nosso amadurecimento como autores.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Tenho vários autores que leem minhas obras e são fãs. Para mim já basta. Estou realizada.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Poder ajudar outras pessoas através de meus escritos e transmitir mensagens sobre amor, família, respeito ao próximo e confiança.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Se você ainda não leu nada meu, tenho uma vasta gama de gêneros e histórias para começar. Escolha a que tem mais a ver com seu momento e mergulhe de cabeça. Prometo surpreendê-lo! Muito obrigada pelo apoio, vocês são incríveis e tornam minha carreira possível, pois, um escritor não é ninguém até ser lido. Beijos

Se você está começando na carreira de escritor, saiba que precisa ter vocação, perseverança, autoconfiança, autocrítica, ler muito, revisar incansavelmente e não ter medo de reescrever. Quanto mais você escrever, melhor vai se tornar. Escrever é um exercício diário e precisa ser praticado. Quanto mais histórias escrever, melhor vai se tornar e também vai se encontrar como autor, em seu estilo de narrativa e gênero. Trate como uma profissão e não um passatempo. Boa sorte e trabalhe duro!

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  1. Fale-nos um pouco de você.

R: Nasci em Brasília, sempre fui apaixonada em literatura, sou mãe de um casal, amo ler e escrever nas minhas horas de lazer, também gosto de jogar Fishdom e Criminal Case. Meus livros sempre são inspirados nas situações reais que acontecem ao meu redor e na minha vida. Busco mostrar ao leitor que sempre temos um caminho diferente daquele que tomamos. Não importa o quão fundo estamos atolados em nossos problemas, sempre há uma esperança.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

R: Eu trabalho numa instituição filantrópica que trabalho com homens em situação de rua. São histórias de vida muito tristes, mas muitas delas são maravilhosas porque vemos a verdadeira transformação daqueles homens. Minha inspiração vem de querer mostrar aos leitores que independente do problema que passamos sempre há uma esperança.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

R: Deixar a nossa imaginação ir por caminhos que muitas vezes nós mesmos não temos a coragem de ir.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

R: Sim. No meu quarto, na mesa em que tem meu computador.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

R: O gênero no qual escrevo sempre é romance, mas tenho um livro que é sobre a vida do meu cunhado que faleceu, logo está em drama e nesse momento estou me aventurando no gênero fantasia, pois acordei outro dia com toda uma história na minha mente. Eu sonhei toda ela.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

R: Meus livros em sua maioria falam de superação. Hoje em dia o que mais escutamos são pessoas cansadas da vida e com vontade de desistir. Então pego as situações ao meu redor e faço-as virarem lindas histórias de superação e amor. Quando eu tenho uma história na mente a primeira coisa que defino é o título, pois sem ele eu me perco no desenvolvimento da escrita, pois meus títulos quase são um resumo da história. Quanto aos personagens sempre vou em busca do que cada nome significa e encaixo em cada personagem de acordo com as características de cada um.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

R: Depende de cada história. Para criar Taminah, a Princesa da Pérsia eu pesquisei sobre o Antigo Egito e a Pérsia. Quando eu defino o lugar que se passará a história busco as características do lugar e como seus habitantes vivem. Também observo a reação das pessoas diante de cada situação. Às vezes fico observando meses para começar a criar minha história.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

R: Nunca me inspirei em ninguém. Sempre acho interessante essa pergunta e normalmente reavalio se realmente não me espelhei em ninguém e a resposta é sempre a mesma: Não.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

R: Meus livros são publicados apenas em ebooks. Quanto ao físico já busquei algumas editoras, mas umas estão fora do meu orçamento para investir, outras nem se deram ao trabalho de responder e atualmente estou aguardando uma amiga terminar de documentar sua empresa para vermos se chegamos a um acordo.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

R: Não sei a que novo cenário você se refere, mas se fala de várias autoras surgindo acho legal, porém tenho minhas restrições, pois com a descoberta sexual feminina muito se tem escrito no gênero hot e vejo todos eles serem colocados num patamar superior, todavia nem todos eles são bons e essa generalização é um pouco prejudicial para nossa literatura, pois temos muitos escritores excelentes que não foram reconhecidos ou uma maioria não quer ler por não ser hot. Também tenho visto um protótipo de homens que as leitoras acham perfeitos, mas na vida real seria bastante complicado como Gideon, Grey, Zimmerman… Vejo que a falta ou baixa autoestima tem feito leitoras acharem o máximo se pudessem ter na vida real o homem de seus livros. Isso é perigoso! Penso que nosso universo literário é muito rico e deveria ter outros escritores de gêneros diferentes sendo descobertos. Conheço muitos e são excepcionais. Deixo claro que amo ler hot também. Duas escritoras preferidas minha são: Anne Krause e Paola Scott, porém elas mostram a realidade e são fantásticas no que fazem.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

R: Acho que como tudo na vida, nós temos o modismo também na literatura. Muitas pessoas veem na literatura uma forma de ser reconhecida nacionalmente e porque não dizer internacionalmente. Vejo muito isso em grupos que silenciosamente observo. A carência das pessoas atinge cada dia mais graus elevados e como elas estão ligadas à literatura, esse é o caminho. Escrevem para ter sucesso e não por prazer.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

R: Vejo muitos autores reclamando da falta de apoio de suas respectivas editoras. Acredito que o preço elevado se deva ao fato da maioria das editoras estarem preocupadas apenas com a produção do livro e não com a sua venda. Penso que se trabalhassem em conjunto à comercialização todos sairiam ganhando. Se todos trabalhassem em parceria, desde a gráfica até o autor os preços seriam menores.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

R: Nenhum. Gosto do meu estilo de escrita e das ideias que tenho tido.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

R: Vixe!!! Isso é muito complicado, pois tenho muitos livros e normalmente não penso num tema musical. Apenas quando vou escrevendo vem alguma música, mas isso tem a ver com cada enredo.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

R: Nenhum. Contudo tem uma autora que todos os seus livros falam muito ao meu coração. Seu nome é Lenny Silva e seu mais novo livro que tem falado muito não só ao meu coração como a minha alma é Sempre em Meu Coração.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

R: Tenho três projetos atualmente. Dúvidas do Coração que terá como tema as dificuldades e os preconceitos vividos por mães solteiras, Chances e Escolhas – Livro 3 da Trilogia Chances que mostrará os cinco personagens do livro 2 mostrando do porque eles terem chegado nas suas respectivas situações e a história no gênero da fantasia que ainda será segredo. (risos)

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

R: Acompanho alguns e como em todas as nossas áreas uns levam a tarefa a sério e fazem excelentes trabalhos, outros são apenas os bajuladores que se vendem por qualquer mimo. Contudo, aqueles que fazem corretamente ajudam bastante os escritores que gostam da seriedade no trato das suas obras.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

R: Infelizmente não poderei responder corretamente essa pergunta, pois tenho vários leitores e escritores que admiro. Entre eles: Evando, Domenica, Claudia Misael, Renata, Anne Krause, Numa Ribes, Shay Nuran, Cris Andrade, Lena Rossi, Tamy Oliveira, Paola Scott, Lenny Silva, JM Alvarez… São muitos!!!!

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

R: Para muitos o sucesso, para mim quando vejo que o leitor captou a mensagem do meu livro.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

R: Quero agradecer a cada um de vocês que têm acompanhado meu trabalho e demonstrado seu carinho por mim e pelas minhas obras. Ajudem a divulgar a literatura nacional em suas redes sociais quando lerem algum livro que gostaram. Uma hora nós faremos a diferença.

A você que está iniciando no mundo literário faça por amor e prazer à literatura, não se deixe perder no caminho, pois no final apenas sobrará à mediocridade. Tudo na vida passa, lembre-se disso. Que Deus abençoe a cada um de nós!

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Me chamo Rafael Rosa Dias, tenho 32 anos e escrevo regularmente a seis anos. Publiquei alguns volumes de forma independente e agora tenho uma obra no catálogo da Editora Buriti intitulada Lua de Sangue. Sou acadêmico de Sociologia e participei de algumas organizações não-governamentais, onde também fui palestrante em escolas.

  1. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Desempenhei diversas atividades ao longo da vida, seja em empresas multinacionais da área de tecnologia até pequenos escritórios de advocacia. Trabalhei nos setores de atendimento ao público, financeiro, cobrança, administrativo e outros. A inspiração para começar a escrever veio do constante consumo de literatura que balizou minha vida desde a infância. Desde contos dos Irmãos Grimm, passando por Oscar Wilde em O Príncipe Feliz e Outros Contos, até, mais recentemente, Leonel Caldela, André Vianco, Neil Gaiman, Leonardo Gori, entre inúmeros outros. Minhas preferências sempre oscilaram do realismo fantástico ao terror, e é dentro desse espectro que componho minhas histórias.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Entrar em contato consigo mesmo. Existe um mundo efervescente, fantástico, em nossa mente, e a escrita possibilita, não apenas a entrar em contato com outras pessoas e compartilhar um pouco da fantasia que habita em nós, mas também a dar vida a nossos sonhos mais secretos.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Não. Escrevo onde a inspiração se faz mais presente. Usualmente utilizo um computador para isso, mas também carrego comigo cadernos e um dispositivo portátil para escrever quando a inspiração queima em minha mente. O computador serve mais para dar forma ao texto e corrigi-lo, conforme as necessidades literárias do projeto.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Escrevo no gênero fantasia e terror, voltado mais ao suspense. Mas escrevi uma obra, ainda inédita, em que abordo temas mais contemporâneos, sem qualquer elemento fantástico. Trata-se de um manuscrito intitulado O Ceifador no Campo de Trigo, contando a história de um adolescente de treze anos que sequestra o ônibus escolar durante um passeio de sua turma, decidido a assassinar alguns colegas que o maltrataram. Foi o único livro que escrevi fora do gênero fantasia.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Gosto de pensar nos nomes conforme as personagens vão ganhando forma, vão progredindo. Não parto do nome e daí crio a personagem. Faço o caminho inverso. Deixo minhas personagens mais livres, sem seguir à risca um roteiro preestabelecido, fazendo com que evoluam conforme a história avança, como se tivessem vida própria e eu fosse meramente um espectador.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Para escrever Lua de Sangue eu pesquisei muito sobre mitologia europeia, pois a história se passa na remota região de Ardennes, entre a França e a Bélgica, em uma época igualmente remota. Criei um vilarejo típico da região e uma sombria floresta assombrada por bruxos e lobisomens. Para não ficar no lugar-comum dessas histórias, me aprofundei em pesquisas sobre a mitologia medieval dessas criaturas, alterando conforme a necessidade da minha própria história. Pesquisei também a política e a estrutura jurídica da época, bem como o armamento utilizado pelas forças militares, que desempenham um papel crucial na história. Assim sendo, embora seja um conto sobre um vila perdida no meio do nada e atacada por seres mitológicos, o enredo se diferencia das demais obras do gênero por trazer elementos totalmente novos.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Embora seja um leitor voraz, na hora da composição de minhas histórias, sou somente eu. Não me inspiro em outros autores porque tenho um método próprio de criação e escrita. Modifico a linguagem do livro para se adaptar melhor à história que ele conta. Em Lua de Sangue, adotei uma linguagem mais melancólica, mais pessoal, como se o narrador, mesmo distante, se aproximasse das personagens pela empatia, tomando parte ativa nos acontecimentos.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

O mercado editorial é amplo e, estranhamente, fechado. Em épocas de crise financeira em um país não muito afoito ao prazer da leitura, é natural que as editoras se voltem sobretudo a autores com maior potencial comercial pois, apesar de todo o discurso em contrário, as editoras são empresas e as empresas miram o lucro, o dinheiro. Então temos muitos autores que foram importantes no passado mas que, agora, não conseguem publicar nada novo, apenas livros insossos de crônicas e pensamentos diversos, sobrevivendo pela força do nome que conseguiram criar na época em que ainda faziam literatura. E vendem bem. À nova geração resta a auto publicação, prioritariamente por meios eletrônicos, trabalhando duramente para fazer nome e conseguir contrato com editoras consagradas.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

A relação entre editoras e escritores precisa avançar no país. Normalmente a editora compra um manuscrito pronto por um prazo determinado, e o autor cede, por esse tempo, os direitos autorais. O sistema seria melhor para todos se a editora assumisse o autor como um funcionário, dando suporte material e financeiro para que o livro evolua sem que o autor tenha de se preocupar com outras questões. Como pode o autor nacional, que normalmente escreve sozinho, competir com autores estrangeiros, cujos livros são o resultado de uma estrutura muito bem organizada? Então, mesmo que a literatura nacional tenha produzido autores de grande qualidade, ainda é inferior à literatura estrangeira, sobretudo a europeia e americana.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Essa explosão de autores nacionais é resultado direto da facilidade em se produzir e propagar conteúdo digital. O mesmo ocorre na música e em outras artes. Conforme se democratiza o acesso a essas novas ferramentas, mais profissionais surgem em cada área. O próprio mercado e a própria concorrência acabam servindo de niveladores. Não sei avaliar se o que está sendo produzido é bom ou não, mas a verdade é que existe conteúdo para todos os gostos e opções. O melhor mesmo é a profissionalização da escrita, para a produção de conteúdo realmente relevante, mesmo que o fim seja apenas a recreação.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

A literatura teria um alcance proporcionalmente maior conforme uma política de valorização do livro fosse seriamente colocada em prática, e isso passaria por editoras e livrarias diminuindo o percentual de lucro embutido em cada exemplar, e o poder público reduzindo a indecente carga tributária. O correto seria o livro ser isento de tributação, ou ao menos com alíquotas reduzidas. Da forma como está hoje, a literatura continuará a ser um mercado claudicante.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Certamente A Menina Que Roubava Livros, de Markus Zusak. Foi um dos livros que mais me impressionaram, principalmente pela linguagem e pela escolha incomum do narrador, a própria Morte.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Lua de Sangue cai bem com Lobo da Estepe, dos Cascavelletes. O clima da música fecha bem com o clima do livro.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Tolkien e sua mágica trilogia do anel. Uma das melhores coisas que um ser humano foi capaz de conceber.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Diversos projetos, tantos que nem tem como citá-los aqui. Mas trabalho atualmente em uma trilogia que estou gostando muito, com o título provisório de Harlow e O Círculo de Magos Elementais. Assim como Lua de Sangue, esta história trará novos e surpreendentes elementos a um gênero que parece saturado.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Uma crítica literária nada mais é do que opinião de um leitor. Toda opinião é válida. Se o livro não agradou, ele é criticado; se agradou, é elogiado. O importante é saber separar críticas honestas daquelas que parecem advir de escritores frustrados. Ninguém está imune ao erro. A crítica deve ser vista como um elemento a mais na avaliação de uma obra literária, e não como o ponto definitivo.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Minha namorada. Ela tem uma sensibilidade interpretativa de textos simplesmente surpreendente, talvez pelo fato de ser uma poetisa muito competente. Seu talento é algo raro nos dias que correm.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Não há para o escritor alegria maior do que ver alguém lendo seu livro. Tudo o mais desaparece diante desse evento.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

A literatura é a mais apaixonante e a mais completa das artes. Não importa os sacrifícios exigidos ou os percalços que certamente aparecerão, no final, o obra terminada, o livro pronto, compensa tudo. Ver a história saindo de sua mente e ganhando forma definida, e ver essa mesma história sendo compartilhada entre as pessoas, é a maior das glórias reservadas a um escritor, o verdadeiro significado de literatura. O mercado editorial é fechado, procura autores com algum tipo de público já formado, a literatura não remunera adequadamente, e muitos portas são fechadas na procura por meios de publicação. Mas quando o autor segura seu livro impresso na mão, percebe que o caminho que o levou até ali não foi tão ruim assim.

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  1. Fale-nos um pouco de você.

R: Sou uma pessoa tranquila. Que tem um vício muito grande, que é a leitura. Algumas amigas acham que tenho coração peludo kkkkk. Mas sabem que no fundo não é bem assim. Estou sempre disposta a fazer novas amizades. E também pronta pra socorrer os amigos em qualquer ocasião.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

R: Eu trabalho também com a parte financeira de uma empresa. A inspiração, veio do sentimento de querer alguma coisa nova, fazer algo diferente de tudo o que já temos.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

R: A melhor coisa em escrever, é conseguir passar em palavras, os seus sentimentos. Que de uma maneira bem direta, passa a ser o sentimento de cada personagem. Se entregar de corpo e alma há um mundo paralelo que lhe trás uma paz e tranquilidade, que muita vezes não temos no dia a dia.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

R: Não, infelizmente ainda não. Pra ser sincera, eu escrevo em qualquer lugar. Porque uso o celular pra isso. Então quando estou por exemplo no ônibus e vem a ideia da história na cabeça, é la mesmo que dou continuidade.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

R: O meu gênero literário no momento, se divide, entre ação, suspense e romance. Mas tenho muita vontade de me aventurar na fantasia. Porém, como gosto de ser ” Diferente” kkkkk Não quero nada de lobos e Vampiros. Por isso, ainda não achei um que batesse e eu falasse É ESSE. Mas ainda vai aparecer.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

R: O Por trás das grades que é por enquanto meu único livro que irá ser lançado, usei o nome da minha filha Marcela e fiz uma homenagem a uma amiga minha, usando o nome dos três filhos dela, Nicolas, Bianca e Rafhaela. Os outros personagens foram simplesmente surgindo os nomes. Os outros livros: Quando eu vi você que está em fase de correção, foquei a personagem principal com o nome da minha filha ( Marcela), No Por trás das grades ela só apareceu no final. Mas esse também tem nomes de amigas e seus filhos. Enfim, tendo de uma maneira singela, homenagear a todas as pessoas que estiverem sempre comigo, dessa forma.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

R: Geralmente eu uso muito a internet. Ali, você encontra praticamente tudo o que quer. Mas como sempre quero passar para o leitor uma história muito perto da realidade, dependendo do tema. Tenho amigas que são advogadas, médicas etc. E sempre grito elas quando a história pede.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

R: Não necessariamente. As vezes uma cena ou outra do livro que estou lendo, da uma ajuda. Mas a história geralmente sai da minha cabeça mesmo kkk. Como já fale kkk dizem que sou coração peludo, então encaro sem medo kk

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

R: Na verdade, acabei de sair da editora em que estava. E agora pretendo seguir independente mesmo. E esse passo, é mais difícil e demorado, mas prefiro que seja assim.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

R: Acho que a literatura brasileira está crescendo a cada dia. Várias histórias fantásticas aparecem. Mas que infelizmente, não tem a mesma visibilidade, das histórias de autoras mais conhecidas. As pessoas, na minha opinião tem que se dar a chance e deixar que autores novos, apresentem seus trabalhos.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

R: Como citei acima, tem aparecido muitas autoras com histórias fantásticas. Mas, essas mesmas, tem a obrigação de apresentar um conteúdo de qualidade. Se preocupar com a correção e coerência. O Wattpad se transformou uma ótima plataforma para autores novatos, porém, lá já vi algumas história que não tem o menor sentido. Mas que tem várias leituras. Esses leitores, poderiam estar apoiando de fato autores que levam seu trabalho a sério e apresentam um bom trabalho.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

R: Um absurdo. Mas infelizmente aqui no brasil. A literatura estrangeira ainda é a mais valorizada.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

R: Com toda certeza, 50 Tons de cinza kkkkk

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

R: A primeira que vem a cabeça é Iris do Go Go Dolls. Tudo tem a ver.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

R: A cabana, uma história maravilhosa de reflexão

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

R: Tenho alguns kkk. Tenho o primeiro livro de uma série, que já está em fase de revisão, que se chama “Quando eu vi você”. Que aborda temas como opressão e machismo. Dois contos que vão estar na amazon, agora em dezembro. Um deles, vai trazer de volta, alguns personagens de Por trás das grades. E tenho um em andamento, ” Ele é meu”. Que conta a história de um garoto de programa, vai trazer um tema bem polêmico também, como as drogas.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

R: Quando a crítica de alguma maneira é construtiva, eu acho legar. Ouvir a opinião dos outros e tentar absorver o melhor disso é interessante. Mas aquelas que tentam de alguma maneira denegrir a imagem do autor, é totalmente dispensável,

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

R: Tenho algumas amigas que estão comigo desde o começo, que faço total questão que elas leêm a história. Tenho uma escrito que também é muito minha amiga, a V.Totta. Sempre que acabo o livro, mando pra ela. A princípio essas pessoas são meus leitores kkkkkk

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

R: Estar com o seu bebê na mão. E ter a prova que seu sonho virou realidade.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

R: Aos leitores, seria mais uma mensagem em forma de pedido. Deixe que outros autores, mostrem seus trabalhos. Como já disse, temos muitas autoras maravilhosas por ai, que não consegue a visibilidade merecida. Assim, como torcem e admiram autoras já conhecidas, se abram para novas descobertas. O meu está ai, sei que muitos vão se perguntar quem é Cynthia Lopes. Mas se deixem conhecer, se deem uma chance. Tenho certeza que não vão se arrepender. Gostaria de lembrar aqui, que vou estar lançando ele em ebook dia 15/11, pela amazon e mês que vem, provavelmente vou abrir uma pré-venda dele físico se tudo der certo.

Aos autores que assim como eu, estão começando e querendo ganhar o seu espaço. Peço que não desistam. O sol nasceu pra todos. Não desanimem no primeiro não que receberem e nem se prendam tanto a editoras. Busquem seus sonhos, trabalham com qualidade e com calma. Que tudo vai dar certo.

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou um amante das letras. Desde muito cedo vivo muitas vidas através dos livros, e escrevo já há bastante tempo, tendo começado a publicar com mais intensidade recentemente.

  1. O que você faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Ganho o pão em um grande banco. O trabalho burocrático praticamente não me inspira, mas como válvula de escape a escrita é uma terapia interessante.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Deixo aqui um trecho de Mosaicos Urbanos que reflete bem a minha impressão da literatura:

(…) o que mais a encantava na literatura, era que, quando se abria um livro, ninguém sabia onde aquela história poderia nos levar. Era uma surpresa, era colocar a alma nas mãos do autor e deixar-se levar… ”

  1. Você tem um cantinho especial para escrever?

Eu escrevo muito no sofá, de frente para a televisão em minha sala de estar. Quando preciso de um nível maior de concentração, vou para a sala de jantar e coloco algum som nos fones de ouvido. Algo que tenha a ver com o que estou escrevendo. Eu gostaria de ter um local com uma vista legal, para um jardim ou para a rua, acho que seria bem interessante e produtivo, mas por enquanto não tenho um local assim, como o da foto (sonho meu J):

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Eu passeio por vários estilos literários em meus contos, já escrevi ficção científica (Primus AD), literatura policial (Post Mortem, Contos Insólitos, Os Bastidores do Crime, Sombras e Desejos),  fantasia (Sonhos Lúcidos) e terror (O Rei Amarelo em Quadrinhos, Eu me ofereço!, King Edgar Hotel, @medo.com, Demontale). Na categoria conto fui o ganhador do V Concurso de Contos Livrarias Curitiba [2014], como poeta recebi menção honrosa da Associação de Escritores de Bragança Paulista, durante o III Prêmio Cidade Poesia (2014), e esse ano O Rei Amarelo em Quadrinhos foi eleito melhor publicação mix de 2015, levando o Troféu HQ Mix, o oscar dos quadrinhos brasileiros.

Normalmente eu intercalo um trabalho fantástico ou de terror com um trabalho mais realista. Acho que esses gêneros se retroalimentam. Eu terminei Mosaicos Urbanos e iniciei o trabalho para o roteiro do Rei Amarelo. Assim que terminei essa história de terror, que teve bastante pesquisa histórica durante o processo, iniciei a escrita de meu primeiro romance, um policial sem elementos fantásticos, mais realista e contemporâneo, que pretendo publicar em breve no Wattpad.

  1. Fale-nos um pouco sobre Mosaicos Urbanos. Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Mosaicos Urbanos é uma coleção de contos, em vários cenários urbanos diferentes, mas que mantém uma certa estrutura lírica entre si. Os contos compartilham alguns personagens entre si, mas como nem todos os personagens se relacionam, eu acho que não dá para dizer que é um romance fix-up.

Sobre os dois contos mais extensos do livro, que são O Palhaço e No Coração de Macau, o que posso dizer é que O Palhaço é sobre a magia que envolve a folia de reis. Quando eu visitava o interior de São Paulo nas férias, ainda criança, aquele pessoal fantasiado cantando ininteligivelmente exerceu um fascínio que carreguei para o resto da vida. Esse conto é uma homenagem a fé daquelas pessoas simples que encenam aquilo com uma reverência de um tempo que se perdeu. No Coração de Macau é um conto criado em homenagem à cidade mais estranha do planeta. Onde milhares de chineses levam suas vidas em uma antiga colônia portuguesa, e, ao lado de Hong Kong, é a mais ocidental das cidades da antiga China. Mas há uma aura e uma história que diferenciam Macau de qualquer outra cidade no mundo. Arturo de Oliveira, o escritor ficcional que passeia por outros contos dessa antologia encontra uma amante do mundo das letras, mas será que mundos tão distantes podem coexistir?

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Eu pesquiso bastante, estudo a cultura, os costumes, os aspectos profissionais, psicológicos, econômicos, sociais e tudo o mais que eu puder encontrar sobre o assunto em pauta. Para escrever No Coração de Macau, por exemplo, eu fiz o download de músicas locais, assisti alguns filmes, pesquisei no Bing Maps, dei um passeio virtual pela cidade no Google Street View e conversei com alguns locais pelo Skype.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Minhas referências são Ernest Hemingway e Fitzgerald, com certeza. A maior influência que eu trago para o meu trabalho de literatura policial é o sueco Stieg Larsson, autor que sou muito fã. Para histórias fantásticas eu penso em escrever uma história que Alan Moore escreveria. Às vezes passo perto, mas normalmente não, o que por um alado é bom, pois o Alan é o cara mais pirado da face da Terra, e ele já disse que o melhor que escreveu foi sobre influência de drogas pesadas (risos).

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Auto publicação está aí, acessível e grátis. Então qualquer autor hoje tem acesso, já publicar por uma editora é mais difícil, principalmente em tempos de crise como agora. Acredito também que se a editora não der um retorno sobre o trabalho do escritor, nem vale a pena, na verdade pode ser pior, pois você perde o controle sobre o seu material e fica preso a contratos de direitos autorais.

Eu vejo com muito bons olhos a auto publicação, se bem feita, com a contratação de revisores, capistas, etc.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Acho que no Brasil há poucos leitores, mas que melhorou muito desde Harry Potter. Precisamos de outro fenômeno como esse, para despertar os leitores. Quanto a avalanche de escritores que temos hoje, acho isso muito bom, pois é um mercado que está buscando seu equilíbrio.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Hoje é muito fácil publicar um livro, e todos que acreditam em seus sonhos, devem tentar. Já encontrar leitores, aí a coisa muda de figura. É um mercado tão feroz quanto o do mercado financeiro.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Acho que isso desestimula tanto os leitores quanto os autores. Aos leitores que tem que selecionar o que podem comprar a cada ida à livraria, e muitas vezes, menos do que gostariam. Isso gera um problema aos autores nacionais, principalmente aos iniciantes ou independentes, que sem ter o apelo de marketing dos grandes lançamentos acabam, muitas vezes, preteridos. Outro ponto complicado desse mercado é que estimula a pirataria e elitiza a leitura, que deveria ser o mais democrático dos prazeres.

O modelo das livrarias em nosso país também não ajuda. São organizadas como lojas de conveniência, enquanto deveriam ser pontos de cultura. Nos Estados Unidos, as livrarias organizam clubes do livro e patrocinam sessões de discussão sobre literatura, fomentando toda a cadeia. Mas infelizmente ainda estamos longe disso.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Os Homens que não amavam as mulheres, de Stieg Larsson. É um livro que trabalha com algumas premissas simples, mas que formam um quebra-cabeças muito complexo, realmente genial.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria?

No caso de Mosaicos Urbanos a trilha sonora seria algo como:

Unicorn – Apopytgma Berzek

Salzburg – Worakls

Famous Blue Raincoat – Leonard Cohen

Round Here – Counting Crows

The only thing  worth fighting for – Lera Lynn

Whistle – Sporto Kantès

Eu enviei os links, são músicas bem interessantes, que de certa forma me inspiraram a escrevê-lo. Vale a pena mergulhar nessa playlist. Lendo Mosaicos Urbanos, melhor ainda ;-)

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

O livro que mudou minha vida, pois com certeza foi depois de sua leitura que eu decidi me tornar um escritor, foi David Copperfield, de Charles Dickens. David Copperfield é um dos pilares da literatura ocidental moderna e leva o leitor às lágrimas ao narrar as desventuras de um pobre órfão em um mundo sem misericórdia. Mostra também a batalha de um escritor em busca de seu lugar nas prateleiras das livrarias.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Estou organizando duas antologias que serão lançadas na Amazon ainda esse ano. A primeira a ser lançada será uma colaboração de diversos amigos, posso adiantar que serão contos meus, do Gilson Luis da Cunha, Thiago Lee e Marcelo Fernandes em uma homenagem à H.P.Lovecraft. O livro será ilustrado por Samuel Bono, artista muito talentoso, com o qual trabalhei em O Rei Amarelo em Quadrinhos.

Na área de literatura fantástica estou trabalhando junto com o Gilson Luís da Cunha na organização da primeira antologia de Bizarro Fiction do Brasil. Bizarro é um gênero que mistura humor, fantasia e nonsense de um modo novo. Criado no Oregon, Estados Unidos, o gênero vem ganhando novos adeptos pelo mundo e pretendemos apresentá-lo devidamente aos brasileiros.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Acompanho. E esses blogueiros vem fazendo um trabalho formidável na divulgação da literatura nacional. Para os autores independentes ou de pequenas editoras, que não tem acesso aos meios de comunicação de massa, os blogueiros são a ponte pelo qual os pequenos autores conseguem chegar a seu público.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro quem seria?

Charles Bukowski. Gostaria de ver o velho safado ler e me xingar em seguida. Mas tomaríamos uma gelada e ele me ensinaria muitas coisas sobre o mundo e a literatura, depois disso.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Receber um feedback dos leitores. Os autores insistem que o leitor deve postar comentários na Amazon, deixar uma resenha no Skoob, mas não é pelo marketing, aliás, não é só pelo marketing, mas é muito legal saber a opinião e mesmo as impressões dos leitores. Muitas vezes um texto pode suscitar reações completamente diferentes em leitores distintos, mostrando visões que muitas vezes o próprio autor desconhece. Essa é uma das magias que só a literatura proporciona.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Aos iniciantes na arte da escrita, os conselhos que posso dar é que tenham persistência, façam amigos nas antologias que participarem e sejam legais com seus colegas autores. Precisamos somar, não dividir, há mercado para todos.

Deixo aqui meu abraço aos leitores do Arca Literária e espero que deem uma olhada em Mosaicos Urbanos, você pode baixar uma amostra no site da Amazon ou comprar o livro no Clube de Autores.

Um abraço.

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Livro físico:  AGBOOKClube dos Autores

E-book: AGBOOK, AmazonClube dos Autores

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Meu nome é Aretha V. Guedes, sou bióloga e estudante de odontologia. Sempre amei livros, séries, filmes, músicas e jogos. Sou casada há quase nove anos com um homem maravilhoso e tenho um filho lindo com ele. Juntos, compartilhamos mais do que apenas hobbies e sonhos. A escrita, por exemplo, foi um sonho que só recentemente tornou-se real. Publiquei meu primeiro livro no wattpad e conquistei mais de 25 mil seguidores. Hoje sou destaque da categoria romance da plataforma. A série Jack Rock conta, atualmente, com a trilogia Elle e mais um box de contos, todos já disponíveis em ebook na amazon. O livro Elle – música, amor e amizade, primeiro da série, está disponível também no formato físico e pode ser comprado em www.arethavguedes.com.br ou diretamente com a autora, a partir de R$ 25,00 com a promoção de frete grátis.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Eu sou bióloga e graduanda em odontologia, além de mãe e esposa. Meu dia sempre foi corrido, mas nunca deixei de ler. É essencial para mim. Eu sempre amei a literatura desde pequena e me inspiro muito na música, tanto que escrevi uma série de romance com roqueiros.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Quando somos leitores, embarcamos em outro mundo. Vivenciamos experiências que seriam impossíveis para nós. Rimos e choramos com aquele universo como se ele fosse real. Já quando somos autores, nós somos parte ativa do processo criativo. Damos vida e sentimento às vozes que habitam nossas mentes. Às vezes é cansativo e até estressante, mas é recompensador. Imagine a sensação de ler um livro todo e multiplique por mil, ainda não chega perto do sentimento que temos ao finalizarmos um obra.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Eu tinha, mas meu computador de mesa quebrou e agora preciso me virar com o notebook. Sinto falta dele e de todo material de divulgação que estava contido nele.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Escrevo romance, mas amo fantasia também. Eu tenho dois contos no wattpad que são de fantasia e pretendo transformá-los em livros completos. Reich é um romance sobrenatural e Limbo mostra uma nova visão do que aconteceria após um evento apocalíptico.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

A série Jack Rock é formada pela trilogia Elle e dois spin-off: o box de contos e o livro Chris. O primeiro livro da trilogia é destaque na categoria romance do wattpad, e sua versão física está  à venda no meu site www.arethavguedes.com.br e também na livraria leitura de João Pessoa – PB. A versão digital da trilogia completa e do box de contos já estão disponíveis na amazon. Título e sinopse são o terror de todo autor. Bem, pelo menos dos que eu conheço. O título do meu precisava que ser Elle. Eu coloquei isso na cabeça e não tinha quem me fizesse mudar de ideia. Acreditem, meu marido tentou. Já o subtítulo do primeiro resumo bem os três pontos chave da série: música, amor e amizade. Os subtítulos dos outros livros da trilogia foram escolhidos através de uma brincadeira que fiz com os leitores na época que escrevi o livro pelo wattpad. Uma curiosidade sobre a série é que o nome dos personagens não revelam a nacionalidade. Ela pode se passar no Brasil ou no exterior: Helena (Elle), Chris, John (há um motivo para o nome dele e eu já estudei com uma pessoa com este nome), Cassandra (Kim), Alysson, Gabriel, Natasha, Nicole, Wanessa, Michele, Isabel… Eles não tem sobrenome e muito menos é revelado a cidade em que se encontram. Eu gosto de pensar que vivem em um país imaginário.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Eu sempre fui fã da música, então já gostava de conhecer bastidores e ver documentários e entrevistas sobre as bandas que eu gostava. Mesmo assim eu tive que pesquisar sobre detalhes do funcionamento de uma banda. A parte do funcionamento de um hospital e do judô, eu não tive que procurar muito. Meu marido é psicólogo hospitalar e judoca, ele tirou as dúvidas que eu tinha. Tive também que pesquisar alguns tipos de armas e outras coisas que não posso revelar sem ser spoiler.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Eu já li tanto em minha vida! De clássicos ao contemporâneo. Livros de romance, fantasia, policial, terror… Acho que todos me ensinaram um pouquinho.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Publicar é sempre uma dificuldade, principalmente para um autor iniciante que não tenha muito dinheiro sobrando. O autor que não tiver dificuldade em publicar sua primeira obra ou é muito sortudo ou não pesquisou direito e assinou com a primeira editora que ofereceu contrato. Depois de muito pesquisar, eu resolvi tentar a sorte com a publicação independente. Gosto de ter o controle da minha obra.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Ao mesmo tempo que é promissor, sinto uma pontada de desespero. São tantos autores surgindo com a facilidade da auto-publicação na amazon e no wattpad que os limites do bom senso às vezes se perdem. Fico preocupada com dois aspectos: a quantidade de jovens abaixo dos dezesseis anos lendo e/ou escrevendo hots pesados com relações abusivas; E com a quantidade de gráfica disfarçada de editora surgindo e vendendo o sonho do livro físico. Sonho este que pode virar um pesadelo.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Nossa! Fiquei surpresa com esta pergunta, foi exatamente o que respondi na anterior. A literatura erótica existe há muitos anos, mas o 50 tons de cinza trouxe uma evidência para o hot que não existia antes. O que eu percebo é que na tentativa de ser diferente e dar um passo além do Christian Grey, estou fazendo homens cada vez mais dominadores e mulheres que perdoam e aceitam tudo. Nem todos são influenciáveis, mas me preocupo em como as jovens que não tem um censo crítico formado para perceber que por mais que esteja romantizado, alguns não passam de relacionamentos abusivos.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

A maioria das publicações são custeadas pelo próprio autor. O sistema de coparticipação é injusto com o autor e as editoras pequenas também não possuem capital para publicarem sem auxílio. No final, quem paga pelo sistema não é só leitor, mas também o autor que pouco lucra. Eu só fiz o livro físico porque consegui um bom negócio. Estou vendendo a partir de R$ 25,00 com a promoção de frete grátis.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Talvez um dia da Colleen Hoover. Amaria ter a capacidade – e conhecer um compositor maravilhoso – para criar um livro com músicos cheio de músicas originais e com um álbum exclusivo do livro.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Eu tenho uma trilha sonora, a série Jack Rock conta com mais de cem músicas em sua playlist. Se fosse para eu escolher uma banda específica, eu diria 30 seconds to Mars. Principalmente Closer to the edge, The kill, up in the air, hurricane, Alibi, beautiful lie. Tem outras músicas marcantes na trilogia Elle: Demons e Radioactive do Imagine dragons, More than words do Extreme e Yellow do Coldplay… Ops, era para escolher só uma música? É impossível para mim.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

O “livro da minha vida” depende muito do momento que estou vivendo. Muitos me marcaram para determinadas épocas e tenho certeza que muitos outros marcarão.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Tenho os dois contos de fantasia que pretendo transformar em livros e mais alguns que são apenas esboços em minha mente. Nada muito concreto para já comentar.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Eu acho que é muito difícil ser blogueiro hoje em dia. Principalmente se seu foco for o autor nacional. Porque uma crítica negativa é sempre mal vista entre os seguidores e o próprio autor. Quando a crítica é positiva demais, os invejosos podem dizer que é por causa da parceria ou por troca de brindes. Eu desisti de fazer resenhas de autores nacionais por conta disso e porque não quero magoar ou desestimular o autor. Tem muito livro nacional maravilhoso, mas todos – incluindo o meu – precisam de melhorias. Eu adoro o livro Talvez um dia da Colleen Hoover, mas poderia apontar diversos pontos negativos que não gostei do livro. Tanto na história em si, como na tradução e diagramação do mesmo. Não me sinto à vontade de fazer isso com um autor nacional e creio que os blogueiros devem sentir algo parecido, mas o que vale é a divulgação, não é? Toda crítica – seja ela positiva ou negativa – gera frutos. “Falem mal, falem bem, mas falem de mim.”

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Um agente literário ou editor de uma grande editora. Admiro todos, só esperando algum deles me admirarem de volta.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Receber uma opinião sincera do seu livro de alguém que vivenciou a história. É algo que o wattpad possui e sinto falta na amazona e provavelmente sentirei com o livro físico: o feedback instantâneo do leitor. O segundo livro da trilogia Elle é o meu favorito e ele dividiu meus leitores em dois lados. Teve um determinado momento, já próximo ao fim do livro, que eu fiz pipoca e fiquei comendo enquanto lia os comentários chegarem com as discussões entre as leitoras. Foi divertido. Teve uma leitora afirmou ter “chorado de ódio” em um determinado trecho do livro. Eu achei fantástico, tive certeza que alcançara meu objetivo. Afinal, o ódio é uma emoção tão forte, primordial. Causar isto em uma leitora é uma sensação de dever cumprido.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Aos leitores eu gostaria de pedir que leiam e se arrisquem em novos temas. Tenham uma visão crítica para diferenciar o que é realidade da ficção. E sejam ativos com os autores nacionais. Vocês não sabem como é trabalhoso escrever. A gente precisa doar muito do nosso tempo, criando e revisando nossas histórias para entregar um livro pronto. São horas a menos com nossos filhos, maridos, esposas, amigos, estudos e trabalho… Se você gosta de um autor, o divulgue, compartilhe com os amigos, deixe-o saber que é apreciado. Muitas vezes a gente pensa em desistir e sempre aparece um leitor com as palavras que precisávamos ouvir para continuarmos tentando. Aos autores que são iniciantes como eu também sou, tenham cuidado. Leiam o contrato, pesquisem sobre editora, verifiquem o que o pacote de publicação inclui e registrem suas obras. Não entreguem seu trabalho facilmente.

 Para todos aqueles que já leram ou pretendem ler Elle – música, amor e amizade, sejam bem vindos à Jack Rock.

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou nascido no estado do Rio Grande do Sul e criado no estado do Paraná, tenho 43 anos.  Gosto muito de escrever, ler e estudar. Aliás, estudar é algo que eu nunca parei de fazer desde que entrei para a escola. Sou também um apaixonado por animais e pelo meio ambiente, que normalmente compõem os elementos dos meus escritos.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou graduado em Enfermagem e Obstetrícia, graduado em Gestão Pública e Pós-Graduado em Educação Profissional na Área da Saúde, além de vários cursos de capacitação na área da saúde.  Fui por muitos anos professor de Anatomia Humana e Fisiologia Humana e hoje, além de escrever, coordeno uma unidade de saúde. Trabalho também com dependentes químicos de nicotina e sou membro da Academia de Letras, Artes e Ciências do Centro Sul do Paraná. Por influencia da minha família, comecei cedo o hábito da leitura. Tenho um irmão e uma irmã que são escritores, o que possibilitou que fosse iniciado o meu desejo pela escrita. Em 2009 publiquei o Livro Metrópole dos Cães, mas, antes disso, eu já havia publicado diversos contos e artigos em revistas e jornais, a exemplo, o conto “O Desabafo de um Passarinho”, que foi publicado em diversos jornais, sites e revistas. Tenho participação como coautor em outros dois livros e já preparo outros dois de minha autoria. Uma das minhas fontes de inspiração para “Metrópole dos Cães”, foi justamente o amor que tenho pela natureza e pelos animais, mais precisamente pelo convívio com eles, o que rendeu os personagens do livro. Os personagens são de fato baseados em minhas vivências com os bichos ao longo dos anos.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Escrever é tudo de bom. É poder entrar dentro de si mesmo em um mundo só seu, que será moldado por você e, quando lido, remodelado pelo leitor. A autor gera a história, os personagens e os cenários, mas é na cabeça do leitor que tudo isso ganha vida. Escrever é a certeza de que você irá criar e passar para o papel, um mundo que existe na mente do autor, para que o leitor, por sua vez, possa recriar para si uma nova versão desse mundo que estará agora em sua mente. Cada leitor vê em um mesmo texto, um mundo próprio de acordo com a sua imaginação e a sua forma de ver o mundo. Isso ao meu ver é fascinante.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Tenho muitos cantinhos. Minha cama é uma das mais usadas, mas, o que me dá mais criatividade, por incrível que pareça, é estar sentado em uma poltrona de ônibus ou avião. Ao invés de ver as horas passarem na viagem, eu pego minha caneta e meu amontoado de papeis e escrevo. Não sei bem ao certo o porquê disso, se minha mente pega carona na viagem, mas, há uma verdadeira tempestade de ideias, cenas e personagens nessas viagens que faço. É incrível que quando volto a um determinado ponto do texto, eu posso lembrar onde eu estava exatamente quando escrevi esse trecho.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Sou do gênero da ficção, mas escrevo artigos para revistas e jornais. Participo também de oficinas de trovas na Academia de Letras da qual faço parte.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Acho que aquela varinha mágica que transforma a abóbora em uma carruagem, faz com que os bichos que salvei em quatro décadas de vida, se transformassem nos personagens e, os lugares onde os encontrei, fossem transformados nos cenários do livro. O título é fruto do enredo do livro. Mas, o que me dá muita inspiração, é a música clássica. Minha imaginação pega carona nos acordes das músicas e vai para lugares incríveis dentro da minha mente, criando um mundo só meu. Transcrever isso para o leitor, é uma experiência incrível. O que vai acontecer na mente do leitor ao ler o que escrevi, irá depender da criatividade dele, para que ele passe a ter a história transformada em um universo somente dele. Isso é mágico.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Já pesquisei se não existe nome semelhante para o título. Como escrevo ficção, a história passa a ser o que é. Se o autor quiser que as árvores comecem a voar, elas irão voar. No entanto, procuro fazer uma mesclagem entre ficção e realidade, em que os personagens e cenários fictícios sirvam de base aos bons exemplos dados pela história e, para tanto, preciso pesquisar situações e cenas que tragam esses bons exemplos ao leitor dentro de uma certa realidade, sem distorções. Eu trabalho muito as questões ambientais, e, para isso, pesquiso comportamentos que causem danos ambientais e comportamentos que minimizem esses problemas. Esses comportamentos são implantados nos personagens, nos bonzinhos e nos vilões.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Tive muita influência dos livros da coleção Vaga-Lume, que, por influência de professores de língua portuguesa e literatura, li diversos deles. Minha mente viajava e eu entrava dentro das histórias

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Já tive sim essa dificuldade. O mercado editorial é muito difícil. Hoje quem não buscar a técnica da escrita, dificilmente sobreviverá apenas com o dom da escrita.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Muito vasto, com uma enxurrada de novos títulos publicados todos os dias, com livros excelentes, bons e ruins em um país que não está entre os maiores mercados de leitores do mundo. Devemos incentivar mais a leitura entre crianças e jovens, para que não tenhamos apenas excelentes leitores, mas também, excelentes escritores.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Sem saber que haveria essa questão, acabei quase que respondendo isso na questão anterior, mas, o que vejo é que há muitos escritores que sonham em lançar um livro e que se preocupam em lançar um livro e não em escrever uma boa história. No meu ver, um livro é a consequência de uma história escrita e não o contrário. Mas na ânsia de ter um lançamento, uma noite de autógrafos e uma foto mostrando a capa do livro, se esquecem que dentro dele, deverá haver uma história. Eu mesmo já vi pessoas planejando um livro imaginando como seria a capa ou a noite do lançamento sem ainda ter uma história em mente.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Os preços tornam os livros impopulares. Países em que a média de livros lidos por ano é maior, os preços são mais baixos do que no Brasil. Reduza o preço dos livros que teremos mais leitores e uma população mais crítica e preparada.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Eu nunca pensei dessa maneira, da mesma forma com que nunca falei para mim mesmo: “porque nunca havia pensado nisso”? Ao assistir a um filme, cada autor tem sua ideia e sua criatividade que pode influenciar o leitor ou o espectador, e auxiliá-lo em sua criatividade pelo seu estilo. O meu livro tem a história fictícia de cães e outros animais, mas eu jamais poderia ter ciúme de livros como “Marley e Eu” que foi um grande sucesso mundial. Cada livro é um. É essa diversidade que torna a literatura brasileira e mundial tão ricos, seja com livros de sucesso ou com livros de pouquíssimas tiragens.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Sem sombras de dúvidas a música Forrest Gump Theme de Alan Silvestri. Essa música está presa em minha mente quando lembro de cada um dos personagens e dos verdadeiros seres que os inspiraram. Os verdadeiros seres que inspiraram os personagens do meu livro já são falecidos, e quando ouço essa música, sinto um nó na garganta pela falta que sinto de cada um deles. Estou escrevendo agora um livro em que há muitas trilhas sonoras condizentes ao que escrevo, que são músicas tocadas em piano.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Sapo Edegar foi o livro que me carregou para o mundo da leitura ainda quando eu era criança. Tenho muito carinho por ele. Sapo Edegar foi o meu pontapé inicial.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Tenho sim. Por insistência de um amigo escritor, estou fazendo a continuação da história do primeiro livro METRÓPOLE DOS CÃES. Estou escrevendo também um romance, no qual estou parado agora devido à minha carreira profissional que ocupa boa parte do meu tempo, mas, assim que me organizar um pouco mais, vou retomar esse meu projeto que será grandioso para mim, pois muito do que aprendi na minha profissão, estará presente na trama e nos personagens.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Tudo é uma questão de ponto de vista, mas, ao mesmo tempo, toda crítica é válida para o crescimento do autor, desde que não seja de forma pejorativa, pois o autor se empenhou e deu o melhor de si para aquele trabalho. Sabemos que há autores mais preocupados com o lançamento do que com o livro, mas, quando o autor vive a história, seus personagens e tudo passa ser gerado dentro de sua mente. Quando o autor perde noites de sono por esse projeto, esse trabalho merece ganhar as páginas de um livro, ao invés de ser esquecido na gaveta ou no arquivo de um computador.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Maurício de Souza. Mas isso é só um sonho. Ter um livro lido por uma personalidade como ele, seria sonhar demais.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

É ver seu livro comentado por alguém, principalmente de um lugar distante. É emocionante.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Não deixe na sua gaveta, no seu computador ou na sua mente aquilo que criou. O que foi gerado tem que nascer. Como toda a vida que quer ser vivida na sua plenitude, um livro quer viver na mente do leitor. Dê então à sua história, que é a sua criação, a chance de nascer e ganhar o mundo através dos olhos e da mente do leitor. Como a criança que cresce e ganha seu próprio destino, tomando seu rumo, um livro vai parar em lugares que você jamais irá imaginar, e esse passará a percorrer pela mente do leitor, de uma forma que você jamais irá saber, recriado pela mente de quem lê. Escreva e se arrisque a encaram a publicação. Sugiro apenas, que dê muito valor ao que está dentro da capa e não apenas a essa ou a um certo “glamour” do lançamento. A única certeza que eu tenho, é que você não irá se arrepender de publicar aquilo que foi fruto da sua criatividade e de todo o esforço para tornar a história uma realidade, seja para o leitor ou mesmo somente para você. O que foi gerado merece e precisa nascer. Gere sua história que é sua criação, sempre na esperança de que ele irá crescer e ganhar o mundo através da mente do leitor.

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou uma eterna apaixonada pelas palavras. Escrever, prá mim, é como respirar. Escolhi ser jornalista graças a essa paixão, mas é tecer histórias que realmente me dá prazer. Tenho um livro de contos, A Garota da Luz Dourada, publicado por uma editora de livros artesanais, a Scenarium; e um ebook de ficção, Terras dos Encantados – A Jornada do Círculo, publicado na Amazon pela Editora Astronauta, de Tiago Soriano, também responsável pela capa.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Hoje presto serviços editoriais em minha empresa virtual, o Book Page, trabalho como terapeuta floral e quântica, me dedico a trabalhos voluntários e aos meus blogs, o Prosa Encantada e o Valise de Palavras. Também tenho uma coluna no site Contos Cabulosos e atuo como colaboradora na Revista Pense Mais, tanto na versão virtual quanto no veículo impresso. E faço parte de um grupo de Folia de Reis, a Companhia Folia- Bela- Sol.

Quanto à inspiração, acredito que as histórias podem transformar vidas. Isso me inspira, pois sempre quis fazer algo para construir um mundo melhor. Também me inspiro em outros autores, em músicas e em séries de TV, que sempre assisto nas horas vagas.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Escrever me dá prazer, é algo que deixa minha alma mais leve, me embriaga. Eu nem vejo a hora passar. É algo mágico, transformador. E me deixa ainda mais feliz a possibilidade de compartilhar minhas estórias, de imaginar que elas podem ser tijolinhos a mais na construção de um novo mundo, como o que as personagens de Terras dos Encantados se empenham em criar, vencendo obstáculos e desafios que insistem em brotar ao longo da jornada.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? 

Sim, meu quarto, onde sempre me refugio para meditar, trabalhar e criar. Tudo nele me inspira, pois acolhe tudo que amo e me dá prazer.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

É o gênero fantástico. Comecei escrevendo poesia, até me convencer de que era capaz de passar para o papel as estórias que minha mente não cessava de criar. Então escrevi alguns contos e agora parti para a ficção. Estou partindo, agora, para a distopia e pretendo investir um pouco mais no gênero romântico, mas sempre mesclado com a fantasia ou, pelo menos, com uma boa dose de suspense.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

No meu livro, prepondera a presença feminina. E nada é o que aparenta ser. É uma estória sobre duas jovens que vivem em dimensões opostas, herdeiras de um legado sombrio. Elas têm 17 anos e desejam apenas viver seus sonhos, mas a vida lhes reserva uma jornada inesperada, em busca de um artefato, o Livro do Futuro, única esperança de salvar seus mundos. Para isso, elas precisarão superar seus medos e transformar a rebeldia que arde em seus corações num instrumento de transformação, não só de uma era, mas também de si mesmas.

Na hora de criar os nomes, faço uma boa pesquisa. Gosto de ligar os nomes dos personagens as suas personalidades; então, busco sempre o significado dos nomes, e procuro também adaptá-los ao universo onde a estória se passa. O título do livro é bem mais difícil; às vezes, levo um bom tempo para me decidir; outras, ele vêm num insight, enquanto escrevo.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Depende. Em Terras dos Encantados fiz pesquisas no Google, consultei minha irmã, meu primo, troquei ideias com meu consultor literário, busquei inspiração em outras estórias e em letras de músicas que acabaram até se transformando em personagens da estória. E há uma curiosidade sobre esta estória. O Livro do Futuro, objeto misterioso que motiva a jornada das personagens, é transcrito de forma alternada, em capítulos à parte, mais ou menos como no Livro Crônicas de Amor e Ódio, da Mary E. Pearson. Ele exigiu muitas pesquisas, além do esforço de imaginar um mundo completamente novo.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Amo desde Guimarães Rosa, Clarice Lispector, Fernando Pessoa e Jane Austen, até Tolkien, J. K. Rowling, Rick Riordan, Rick Yancey, George R. R. Martin. Estou completamente apaixonada por uma autora nova, Mary E. Pearson, da trilogia Crônicas de Amor e Ódio. A escrita dela é fascinante, poética, sedutora. Meus livros inspiradores são: Grande Sertão: Veredas; Orgulho e Preconceito; Crônicas de Gelo e Fogo; Harry Potter; O Senhor dos Anéis; Divergente – gosto muito das distopias. Eu me inspiro muito nestes livros e autores, principalmente na questão da jornada.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Até agora só publiquei alguns contos em uma antologia, uma experiência um tanto frustrante, pois os autores tiveram muitos problemas com o editor. Por outro lado, tive outra experiência muito positiva, ao publicar A Garota da Luz Dourada, pela Scenarium, uma edição artesanal e limitada. Consegui fazer um lançamento estiloso, de forma independente, em uma hamburgueria bem descolada.

Mas ainda não consegui publicar Terras dos Encantados em uma editora física, pois o mercado editorial se fechou muito desde o início da crise econômica. Encontrei, então, um caminho alternativo, lançar no formato ebook, pela Amazon, incentivada por alguns editores. Mas, ao contrário de minhas expectativas, tenho encontrado uma resistência muito grande dos leitores e dos próprios blogueiros, pois muitos alegam não ler no computador.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Hoje há um boom na nossa literatura, o que é algo muito promissor. A cada dia surgem novos nomes, mas a verdade é que poucos mantêm o seu público cativo. É meio como a questão das celebridades, dos cinco minutos de fama. Para se destacar, e manter essa relevância, além dos modismos, é preciso oferecer algo mais consistente, provar que realmente sabe escrever. E isso demanda não só inspiração, mas também técnica. Nos Estados Unidos e na Inglaterra, por exemplo, os autores aprendem a criar estórias nos bancos da escola, desde cedo. Está na hora de investir nisso também em nosso país.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Pois é. Respeito o gosto de cada autor e leitor, mas eu, particularmente, não gosto desse boom de literatura erótica e de livros de youtubers. Acho muito excessivo. Há coisas boas, claro, mas boa parte acaba sendo repetitiva ou de qualidade inferior. Como você disse, são desesperadores. Isso acontece também entre os ebooks, gerando um contexto contraditório. Muitos alegam não ler ebooks, mas entre os mais vendidos estão inúmeros romances eróticos e obras de youtubers. Como explicar isso?

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Precisamos fazer uma campanha para baixar os impostos, pois é realmente inviável. Há pouco tempo, uma editora me ofereceu uma oportunidade de publicação. Mas eu teria que adquirir um número elevado de exemplares a um preço exorbitante. Teria que vendê-los por um preço ainda maior. Seria totalmente inacessível. Como um autor, principalmente desconhecido, lançando seu primeiro livro, pode vender sua obra por um preço tão elevado?

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Há passagens do livro A Quinta Onda que li e reli várias vezes, desejando ter escrito algo daquela forma. O mesmo acontece com Grande Sertão: Veredas e com um livro que estou lendo agora, The Kiss of Deception: Crônicas de Amor e Ódio. Mas se pensar em um livro como um todo, seria a série Harry Potter.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? 

Ai, meu Deus, são tantas trilhas! Hoje, nesse momento, seria Happy, da banda Marina And The Diamonds.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Sou um pouco volúvel, nesse sentido. Mas amo de paixão O Senhor dos Anéis, Harry Potter e Grande Sertão: Veredas. E, nesse momento, estou considerando Crônicas de Amor e Ódio o livro da minha vida.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Sim, estou escrevendo uma nova estória, uma mistura de fantasia, distopia e ficção científica, A Esfera de Perseu (Título Provisório). Em breve ela estará no Wattpad. Vou explorar um pouco essa plataforma para alcançar mais rápido o meu leitor.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Não acompanho muito, mas as redes sociais, hoje, são plataformas para todo tipo de ação e manifestação. Não seria diferente com a crítica literária, em especial dos blogueiros. Acho que as redes são espaços essenciais, e que requerem muito respeito e ética. Se as críticas se guiarem por esses princípios, não vejo problemas.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Eu escolheria duas pessoas: o Papa Francisco e a ativista paquistanesa Malala Yousafzai.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Ser reconhecido pelo seu público. Eu escrevo para o leitor, para compartilhar uma mensagem na qual acredito, na tentativa de construir pessoas e mundos melhores.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

É preciso ter consciência de que, tanto quanto os personagens, nós também enfrentamos uma longa jornada na luta para alcançar nossos objetivos, realizar nossos sonhos. Portanto, é natural que apareçam obstáculos e desafios. Assim como nossos heróis não desistem e persistem até o fim em suas batalhas e confrontos com monstros, fantasmas e conflitos interiores, é necessário que nós também sigamos em frente, refletindo, enfrentando nossos próprios dilemas e tomando decisões que nos levarão adiante, até o desfecho final. Dessa travessia, com certeza, sairemos sempre transformados.

Isso vale tanto para os leitores quanto para quem está iniciando no universo literário. É nessa crença que me apoio para acreditar que meu ebook ainda será bem sucedido na Amazon e, em breve, será publicado por uma editora física, alcançando um número ainda maior de leitores.

 

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Essa parte é sempre a mais difícil rsrs. Bem, vamos lá. :D
Escrevo desde meus treze, quatorze anos, não com tamanha frequência. Naquela época, eram sonetos, poemas e poesias, frases… A vontade de escrever um livro veio depois que encontrei meus cadernos contendo esses versos onde exprimia meus sentimentos e, foi através deles que decidi montar uma história, depois da faculdade, depois da pós tive mais tempo para me dedicar com intensidade a livros, pesquisas, matérias pelas quais eu necessitava para montar meus personagens e suas tramas. Desde 2013 escrevo, se não todos os dias, pelo menos, toda a semana.

Sou virginiana, 28 anos, casada, tenho um cachorro de nome Boby e trabalho no Registro Civil. Adoro ler, amo escrever, sou detalhista e observadora e uso isso ao meu favor quando quero montar um personagem.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Bem, como citei acima, eu trabalho no Registro Civil da minha cidade a quase cinco anos, e juro, foi dali de dentro que encontrei muita inspiração para escrever.

É no dia a dia que a gente ouve as histórias das pessoas, seus fatos corriqueiros bem como suas lamurias, acredite, já imaginei cada fim para cada situação!

No meu local de trabalho é como um laboratório a céu aberto, você ouve de tudo o tempo todo. Histórias com finais felizes, outros trágicos, outros nem tão felizes, outros tristes, mas que a vida segue, então sim, é no dia a dia que encontro muita inspiração.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Romance. Meus primeiros livros foram romances eróticos, cada livro tem uma pitada de sensualidade, mas acredito piamente em amor, que esse sentimento pode curar uma pessoa desde que ela queria uma mudança, desde que essa pessoa se permita. Creio que o amor seja o único sentimento que quebra os laços de ódio, tristeza e rancor entre as pessoas, permitindo assim uma nova oportunidade para se sentir feliz.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? 

Infelizmente ainda não tenho. Escrevo em qualquer lugar para não esquecer a ideia ou mesmo uma nova história.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Romance. Já tentei, mas achei horrível e desisti.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Bem, tudo depende. Geralmente a inspiração chega num determinado momento, sem hora nem lugar, a ideia surge em minha mente, vai se desenrolando até determinado ponto, então, tento parar o que estou fazendo para anotar e as vezes, como ocorreu com meu livro MARINA, a ideia surgiu e eu ignorei por dias, semanas, até que não consegui mais escrever por um mês e comecei a por a história dela (MARINA) no papel e em oito meses estava pronto, com mais de 300 paginas de word. Eu não tenho um padrão ou uma organização, simplesmente a ideia vem e até que eu não a coloque, não a veja ganhar forma, eu não tenho sossego.

Para cada trama que desenvolvo, procuro usar elementos diferentes, cidades diferentes, aspectos e pessoas diferentes, afinal, não somos iguais, então isso eu tenho tentado colocar com mais clareza possível nos meus personagens, quanto mais real, quanto mais verdadeiro for com alguém que existe e não ser apenas fruto da minha imaginação melhor.

Os títulos! Isso me incomoda bastante. Eu tento deixar por último, mas como quero compartilhar com meus leitores na plataforma do Wattpad, isso se torna difícil, então, eu coloco sempre como provisório, porque ao longo da escrita, às vezes o nome que coloquei no titulo não combina mais com o enredo ou na minha opinião, ficou perdido em relação a trama descrita, acho que o título tem que ser sugestivo. Quanto aos nomes… Na maioria das vezes o gênio do personagem condiz com alguém que conheço e uso isso a meu favor.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Gastronomia é o primeiro. Como Santa Catarina é um estado quase que todo turístico isso me ajuda muito. Os elementos básicos que utilizo além da gastronomia como citei anteriormente, cultura, descendência e a personalidade de cada povo, que aqui é muito enraizado, é muito forte essa questão da descendência.

Basicamente uso esses elementos como base para a construção dos meus personagens e onde cada trama vai ocorrer, como ela vai se desenvolver.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Já tive vários, mas como vejo hoje, todos nós falhamos, todos nós deixamos a desejar por vezes, então decidi não tenho um padrão ou autor especifico. Procuro ler nacionais e assim tenho outros pontos de vista.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Já, já tive dificuldade. Acho que todo escritor tem dificuldade em mostrar seu primeiro trabalho. Inevitável, que foi meu primeiro livro, foi lançado em 2014 por minha própria conta e risco e jamais havia imaginado que ele tomaria tamanha proporção e ser lançado em 2ª edição na Bienal!

Todo o autor/escritor tem muita dificuldade, muita duvida em expor seu material e… Até que você prove para um editor que seu texto/livro/enredo é bom, isso leva um considerável tempo. Não tive nem um, tenho agenda para eles, mas não tenho pressa.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

É um cenário bom. Pode ser melhorado e muito. Contudo, não podemos comparar com literaturas internacionais! Tem tantos livros maravilhosos escritos por escritores brasileiros que dão de 10 a 0 em livros internacionais que li. Acho que falta o incentivo a leitura, embora, desde que eu estive no colegial isso mudou muito.

Penso que leitura tem que ser algo prazeroso, algo que nos deixe em sintonia com o que estamos lendo e que, acima disso, também modifique nossa visão e forma como interpretamos determinado texto/livro/história.

Leituras devem nos amarrar de certa forma, fazer com que fiquemos apaixonados pela escrita, pela história, pelos personagens e por o que eles estão tentando nos mostrar. Creio que é nesse sentido que falta o incentivo, cada qual para seu público.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Complicado falar desse assunto. Acho que todos querem seu lugar ao sol, mas convenhamos, alguns são bons e talvez o que lhes falta é um pouco de maturidade para organizar as ideias e adequá-las ao seu texto. Não é apenas pelos votos e comentários no wattpad que você tem que se preocupar, isso é apenas um impulso, uma porta para muitas oportunidades. Creio que com critica e revisão, revisão e revisão o livro tem a ficar muito melhor.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Compro muitos livros e antes disso sempre faço uma pesquisa de preço. Vejo livros que custam acima de 30,00 em uma semana e na outra estão por 15,00 ou mesmo por 9,90.

Essa “gangorra” de preços se dá pelo fato de grandes editoras fazerem tiragens altas e por consequência o custo da tiragem é baixo, ao contrário das pequenas editoras, cujos livros chegam a custar por unidade mais de 20,00, motivo que dificulta a comercialização.

Hoje analiso o que preciso e compro quando posso.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Um livro que me deixou fascinada e indico de olhos fechados por conta da ideia é da Dani Atkins – Uma curva no tempo.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? 

Sou eclética e tudo depende de cada história. Dependendo do que se trata eu ouço as músicas adequadas para cada trama.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Li vários pelos quais me apaixonei e os indico de olhos fechados, livro que falam sobre a luta de cada um e como enfrentam seus medos, me conquistam, mas não encontrei nem um ainda do qual possa dizer que é o livro da minha vida.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Sim, tenho vários. Além dos três livros com compõe a trilogia erótica Inevitável – Inevitável, Inexplicável e Inesquecível – tem mais dois livros prontos, romances apenas, MARINA – que conta a história da Marina, uma estudante de agronomia que mantém um relacionamento desagradável com a mãe e busca a verdade a respeito da família e morte de seu pai, com a ajuda do Leonardo ela não apenas descobre o que acontece mas o que uma simples escolha pode fazer na vida dela e AROMAS DE INVERNO – que conta sobre Camila e Felipe, dois peregrinos do destino que se encontram em circunstancias esquisitas e nasce um amor onde não poderia ocorrer. Ele é um viajante em busca de respostas e ela uma fotografa que perdeu muito na vida e luta para manter sua promessa de não sofrer por ninguém. Ele se apaixona e ela se encanta, para saber mais a respeito desses protagonistas tão antagônicos, o leitor pode conferir no wattpad.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Acompanho, não com a intensidade que gostaria, mas acompanho sempre que possível. Acho importante, pois ali está uma visão de quem está lendo o livro e não de quem o escreveu, contudo é a opinião dele(a) e isso é importantíssimo, pois além de nos mostrar onde podemos melhorar, os blogueiros nos ajudam na divulgação do nosso trabalho, fazendo com que mais leitores nos conheçam.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Patricia Rossi (Patt Rossi) e Elaine Elesbão. Admiro demais os trabalhos delas.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Sem sombra de dúvida quando você lê algo sobre sua história, comentários, duvidas, curiosidades e como a história envolveu o leitor. Isso é… Indescritível!

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Primeiramente, não se iluda com o fato de você escrever um livro e enviar para editora, ser aceito e ficar rico! Calma! Coloca os pés no chão, caminhe firme e aceite as criticas, leia, leia e leia e leia e continue lendo. Envie seu livro para revisores e o leia novamente. Tente ler seu livro como um leitor normal e não como o escritor. É um caminho longo, difícil e nem todo mundo é seu amigo, é um caminho que você pode encontrar parceiros, fora isso é ilusão. Quem escreve não tem a intenção de ficar rico porque sabemos que aqui no Brasil isso não acontece, cada um faz por que ama, sobre isso não há sombras de duvidas.

Não estou aqui para dizer que você tem que parar, não, pelo contrário, estou sendo sincera contigo e acima disso, dizer que vale a pena, pois a gente(escritor) conhece muita gente bacana, muita gente legal, pessoas que vão gostar do seu livro e outras não e que mesmo assim, vão te dizer onde você pode melhorar.

Acredito que tudo é crescimento. Mente aberta. Pés no chão e sorriso no rosto e muita, muitas ideias.

 

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  1. Fale-nos um pouco de você.

 Sou uma pessoa simples e, ao mesmo tempo, complexa. É difícil falar de si próprio mas, sou simples nos meus costumes, gostos, comportamentos. Por exemplo, não sou de rejeitar qualquer comida, não sou exigente nos lugares que frequento, não me considero superior a ninguém mas, por outro lado, também sou uma pessoa complexa pois, sou muito perfeccionista. As coisas que faço sempre têm que estar impecáveis. Os textos que escrevo não devem conter erros de nenhuma espécie. Claro que podem acontecer pois, somos humanos e todos cometemos falhas e, pode passar algum erro sem que eu note mas, logo que descubro, tento corrigir. Gosto muito de música e, nesta questão, sou sofisticado pois não gosto de toda música. Gosto muito de música erudita, ou seja, a música clássica. Gosto também de música popular como as de Vinícius de Moares, Toquinho, Maria Bethânia, Chico Buarque, Djavan e muitas outras desse gênero. Não tolero músicas dessas chamadas “duplas sertanejas”. Gosto da poesia e do cinema.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Bem, como todos que escrevem, eu também leio muito. O que me cai nas mãos estou lendo. Adoro ler, desde criança. Leio muito. Ultimamente tenho registrado através do Skoob, os livros que tenho lido e tenho descoberto que leio muito pouco, embora passe cerca de 40% do meu tempo lendo mas, no ano passado, por exemplo, só li 28 livros e este ano, até agora, só li dez. Alem de ler e escrever, passo cerca de 40%  do meu tempo vendo filmes. Gosto muito de cinema. Quanto a inspiração, ela vem dos mais diversos lugares. Tanto das leituras que faço, como dos filmes aos quais assisto, como do meu dia-a-dia, isto é, das coisas que vivencio ou ouço falar que alguém vivenciou.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Creio que a melhor coisa é poder registrar aquilo que está se passando em sua mente, é deixar uma marca para o futuro. Uma coisa que se escreve é como um filho que geramos. É uma marca, é um pedacinho de nós que tornamos visível.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Não, não tenho um cantinho especial para escrever. Escrevo em qualquer lugar e a qualquer momento.  E, algumas vezes já perdi boas inspirações por não ter como escrever, por estar em algum lugar onde não poderia dispor nem de caneta nem de lápis. Isso já aconteceu algumas vezes na minha vida. Mas nunca precisei de um lugar especial para escrever.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Não tenho um gênero literário que possa dizer: este é o meu gênero literário. Nunca elegi um. Aprecio vários gêneros, um deles é a poesia que, só recentemente, vim produzir de modo mais constante. Mas, na adolescência, compus alguns versos. Cheguei até a compor algumas notas de uma música. Mas na música, nunca fui além dessas poucas notas. Já a poesia, eu passei a criar mais e mais poemas, a ponto de hoje, já ter cerca de duzentas poesias.
Já escrevi em outros gêneros sim. Já enveredei pelos contos, por exemplo. Também já me aventurei nas crônicas mas, nunca me aventurei no romance, embora seja um dos meus futuros projetos.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

É muito difícil para mim falar do meu próprio livro mas, vou começar dizendo como ele aconteceu. No ano passado recebi uma mensagem do editor, Gilberto Martins, no Recanto das Letras onde publico algumas de minhas poesias. Ele dizia ter gostado muito de uma delas  de minhas poesias e falava de um projeto, o Palavra é Arte, para publicação de algumas poesias minhas junto com outros autores. Perguntou se me interessava.  Respondi afirmativamente e comecei a escolher entre dez e quinze poesias que seriam publicadas no livro. Selecionei então umas 20 ou 30 poesias. Pedi ajuda a algumas amigas para quem enviei para elas as poesias que havia selecionado pedindo que, cada uma, escolhesse dez poesias como melhores daquela seleção. As quinze poesias que foram mais escolhidas foram as que selecionei para enviar para editora. Veio então a fase da correção e diagramação e, finalmente, recebi o meu livro publicado.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Esta pergunta não cabe para o meu livro. Não foi feita pesquisa nenhuma pois o universo do meu livro é muito variado, sendo um universo diferente para cada poesia.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Claro, mas nem sempre isso ocorre. Muitas vezes minha inspiração é interna. É claro que aí tem a minha bagagem cultural que, certamente, está impregnada do estilo dos meus autores prediletos.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Não. Pelo contrário. Até tive facilidade. A dificuldade é para divulgar o livro, não para publicar.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Eu não enxergo um novo cenário. Até porque, não conheci o cenário do passado, isto é, não vivenciei as dificuldades que os escritores encontravam. Não creio porem que fosse muito pior do que agora. O cenário da literatura nacional é lamentável.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Sobre esta questão eu tenho péssimas experiências. Já comprei um livro na Amazon, por exemplo, que tive uma verdadeira revolta por tê-lo adquirido. Ele não era só mal escrito. Explorava um assunto inteiramente inexpressivo e tinha tantos erros que era mais difícil encontrar o que não estava errado. Em um conjunto de dez páginas cheguei a encontrar mais de trinta  erros. Erro de todo tipo. De grafia, de gramática, de concordância, etc. Eu considero isso um absurdo. Uma editora só devia aceitar publicar um livro com um revisor confiável, com um bom currículo. Caso contrário, deveria ser responsabilizada por danos morais e materiais juntamente com o autor.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Considero um absurdo que alguém para ler um livro, tenha que dispender 30, 40, 50 reais e, algumas vezes, até mais que isso. Isto é um forte indício do valor da educação para os nossos governantes. Os livros deveriam ter incentivos e serem distribuídos para todos.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Talvez até já tenha acontecido isso mas, não recordo.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

A quinta sinfonia de Beethoven, interpretada pela filarmônica de Berlim.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Sim. O Pequeno Príncipe (Exupéry), Dibs, em busca de si mesmo (Virginia M. Axline) e Fernão Capelo Gaivota (Richard Bach).

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Sim. Estou prestes a lançar um livro de poesias só meu que já está em fase final de edição. Também tenho desejo de escrever um livro de contos e, talvez, até um romance. Mas isso é coisa pra longo prazo.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Acompanho de alguns sim. A maioria escreve muito mal. Comete erros graves de concordância, de sintaxe, de gramática, etc. Mas aqueles que acompanho escrevem um pouco melhor. Mas é lamentável ler algumas coisas que encontramos por aí.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Uma poetisa que admiro muito: Bartyra Soares, acadêmica da Academia Pernambucana de Letras.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Creio que é ver seu livro nas mãos de alguém que não conhece.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Para os leitores, desejo que tenham tantas alegrias quanto já tive na vida lendo os mais variados livros. Para quem desejar um dia escrever um livro, sugiro que leia muito. Muito significa mais do que o normal. Isto é, se você está acostumado a ler 1 livro por mês, leia 10. Se está acostumado a ler 10, leia 20 ou 30. O maior amigo de um escritor é um livro permanente nas mãos para ler.

  1. Fale-nos um pouco de você.

Essa parte é sempre a mais difícil rsrs. Bem, vamos lá. :D
Escrevo desde meus treze, quatorze anos, não com tamanha frequência. Naquela época, eram sonetos, poemas e poesias, frases… A vontade de escrever um livro veio depois que encontrei meus cadernos contendo esses versos onde exprimia meus sentimentos e, foi através deles que decidi montar uma história, depois da faculdade, depois da pós tive mais tempo para me dedicar com intensidade a livros, pesquisas, matérias pelas quais eu necessitava para montar meus personagens e suas tramas. Desde 2013 escrevo, se não todos os dias, pelo menos, toda a semana.

Sou virginiana, 28 anos, casada, tenho um cachorro de nome Boby e trabalho no Registro Civil. Adoro ler, amo escrever, sou detalhista e observadora e uso isso ao meu favor quando quero montar um personagem.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Bem, como citei acima, eu trabalho no Registro Civil da minha cidade a quase cinco anos, e juro, foi dali de dentro que encontrei muita inspiração para escrever.

É no dia a dia que a gente ouve as histórias das pessoas, seus fatos corriqueiros bem como suas lamurias, acredite, já imaginei cada fim para cada situação!

No meu local de trabalho é como um laboratório a céu aberto, você ouve de tudo o tempo todo. Histórias com finais felizes, outros trágicos, outros nem tão felizes, outros tristes, mas que a vida segue, então sim, é no dia a dia que encontro muita inspiração.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Romance. Meus primeiros livros foram romances eróticos, cada livro tem uma pitada de sensualidade, mas acredito piamente em amor, que esse sentimento pode curar uma pessoa desde que ela queria uma mudança, desde que essa pessoa se permita. Creio que o amor seja o único sentimento que quebra os laços de ódio, tristeza e rancor entre as pessoas, permitindo assim uma nova oportunidade para se sentir feliz.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? 

Infelizmente ainda não tenho. Escrevo em qualquer lugar para não esquecer a ideia ou mesmo uma nova história.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Romance. Já tentei, mas achei horrível e desisti.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Bem, tudo depende. Geralmente a inspiração chega num determinado momento, sem hora nem lugar, a ideia surge em minha mente, vai se desenrolando até determinado ponto, então, tento parar o que estou fazendo para anotar e as vezes, como ocorreu com meu livro MARINA, a ideia surgiu e eu ignorei por dias, semanas, até que não consegui mais escrever por um mês e comecei a por a história dela (MARINA) no papel e em oito meses estava pronto, com mais de 300 paginas de word. Eu não tenho um padrão ou uma organização, simplesmente a ideia vem e até que eu não a coloque, não a veja ganhar forma, eu não tenho sossego.

Para cada trama que desenvolvo, procuro usar elementos diferentes, cidades diferentes, aspectos e pessoas diferentes, afinal, não somos iguais, então isso eu tenho tentado colocar com mais clareza possível nos meus personagens, quanto mais real, quanto mais verdadeiro for com alguém que existe e não ser apenas fruto da minha imaginação melhor.

Os títulos! Isso me incomoda bastante. Eu tento deixar por último, mas como quero compartilhar com meus leitores na plataforma do Wattpad, isso se torna difícil, então, eu coloco sempre como provisório, porque ao longo da escrita, às vezes o nome que coloquei no titulo não combina mais com o enredo ou na minha opinião, ficou perdido em relação a trama descrita, acho que o título tem que ser sugestivo. Quanto aos nomes… Na maioria das vezes o gênio do personagem condiz com alguém que conheço e uso isso a meu favor.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Gastronomia é o primeiro. Como Santa Catarina é um estado quase que todo turístico isso me ajuda muito. Os elementos básicos que utilizo além da gastronomia como citei anteriormente, cultura, descendência e a personalidade de cada povo, que aqui é muito enraizado, é muito forte essa questão da descendência.

Basicamente uso esses elementos como base para a construção dos meus personagens e onde cada trama vai ocorrer, como ela vai se desenvolver.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Já tive vários, mas como vejo hoje, todos nós falhamos, todos nós deixamos a desejar por vezes, então decidi não tenho um padrão ou autor especifico. Procuro ler nacionais e assim tenho outros pontos de vista.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Já, já tive dificuldade. Acho que todo escritor tem dificuldade em mostrar seu primeiro trabalho. Inevitável, que foi meu primeiro livro, foi lançado em 2014 por minha própria conta e risco e jamais havia imaginado que ele tomaria tamanha proporção e ser lançado em 2ª edição na Bienal!

Todo o autor/escritor tem muita dificuldade, muita duvida em expor seu material e… Até que você prove para um editor que seu texto/livro/enredo é bom, isso leva um considerável tempo. Não tive nem um, tenho agenda para eles, mas não tenho pressa.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

É um cenário bom. Pode ser melhorado e muito. Contudo, não podemos comparar com literaturas internacionais! Tem tantos livros maravilhosos escritos por escritores brasileiros que dão de 10 a 0 em livros internacionais que li. Acho que falta o incentivo a leitura, embora, desde que eu estive no colegial isso mudou muito.

Penso que leitura tem que ser algo prazeroso, algo que nos deixe em sintonia com o que estamos lendo e que, acima disso, também modifique nossa visão e forma como interpretamos determinado texto/livro/história.

Leituras devem nos amarrar de certa forma, fazer com que fiquemos apaixonados pela escrita, pela história, pelos personagens e por o que eles estão tentando nos mostrar. Creio que é nesse sentido que falta o incentivo, cada qual para seu público.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Complicado falar desse assunto. Acho que todos querem seu lugar ao sol, mas convenhamos, alguns são bons e talvez o que lhes falta é um pouco de maturidade para organizar as ideias e adequá-las ao seu texto. Não é apenas pelos votos e comentários no wattpad que você tem que se preocupar, isso é apenas um impulso, uma porta para muitas oportunidades. Creio que com critica e revisão, revisão e revisão o livro tem a ficar muito melhor.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Compro muitos livros e antes disso sempre faço uma pesquisa de preço. Vejo livros que custam acima de 30,00 em uma semana e na outra estão por 15,00 ou mesmo por 9,90.

Essa “gangorra” de preços se dá pelo fato de grandes editoras fazerem tiragens altas e por consequência o custo da tiragem é baixo, ao contrário das pequenas editoras, cujos livros chegam a custar por unidade mais de 20,00, motivo que dificulta a comercialização.

Hoje analiso o que preciso e compro quando posso.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Um livro que me deixou fascinada e indico de olhos fechados por conta da ideia é da Dani Atkins – Uma curva no tempo.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? 

Sou eclética e tudo depende de cada história. Dependendo do que se trata eu ouço as músicas adequadas para cada trama.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Li vários pelos quais me apaixonei e os indico de olhos fechados, livro que falam sobre a luta de cada um e como enfrentam seus medos, me conquistam, mas não encontrei nem um ainda do qual possa dizer que é o livro da minha vida.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Sim, tenho vários. Além dos três livros com compõe a trilogia erótica Inevitável – Inevitável, Inexplicável e Inesquecível – tem mais dois livros prontos, romances apenas, MARINA – que conta a história da Marina, uma estudante de agronomia que mantém um relacionamento desagradável com a mãe e busca a verdade a respeito da família e morte de seu pai, com a ajuda do Leonardo ela não apenas descobre o que acontece mas o que uma simples escolha pode fazer na vida dela e AROMAS DE INVERNO – que conta sobre Camila e Felipe, dois peregrinos do destino que se encontram em circunstancias esquisitas e nasce um amor onde não poderia ocorrer. Ele é um viajante em busca de respostas e ela uma fotografa que perdeu muito na vida e luta para manter sua promessa de não sofrer por ninguém. Ele se apaixona e ela se encanta, para saber mais a respeito desses protagonistas tão antagônicos, o leitor pode conferir no wattpad.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Acompanho, não com a intensidade que gostaria, mas acompanho sempre que possível. Acho importante, pois ali está uma visão de quem está lendo o livro e não de quem o escreveu, contudo é a opinião dele(a) e isso é importantíssimo, pois além de nos mostrar onde podemos melhorar, os blogueiros nos ajudam na divulgação do nosso trabalho, fazendo com que mais leitores nos conheçam.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Patricia Rossi (Patt Rossi) e Elaine Elesbão. Admiro demais os trabalhos delas.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Sem sombra de dúvida quando você lê algo sobre sua história, comentários, duvidas, curiosidades e como a história envolveu o leitor. Isso é… Indescritível!

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Primeiramente, não se iluda com o fato de você escrever um livro e enviar para editora, ser aceito e ficar rico! Calma! Coloca os pés no chão, caminhe firme e aceite as criticas, leia, leia e leia e leia e continue lendo. Envie seu livro para revisores e o leia novamente. Tente ler seu livro como um leitor normal e não como o escritor. É um caminho longo, difícil e nem todo mundo é seu amigo, é um caminho que você pode encontrar parceiros, fora isso é ilusão. Quem escreve não tem a intenção de ficar rico porque sabemos que aqui no Brasil isso não acontece, cada um faz por que ama, sobre isso não há sombras de duvidas.

Não estou aqui para dizer que você tem que parar, não, pelo contrário, estou sendo sincera contigo e acima disso, dizer que vale a pena, pois a gente(escritor) conhece muita gente bacana, muita gente legal, pessoas que vão gostar do seu livro e outras não e que mesmo assim, vão te dizer onde você pode melhorar.

Acredito que tudo é crescimento. Mente aberta. Pés no chão e sorriso no rosto e muita, muitas ideias.

 

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Tenho 24 anos, nasci no Rio de Janeiro, mas moro em João Pessoa. Me formei recentemente em direito só que não pretendo entrar nesse mundo das leis, não me identifiquei com o curso, só ano passado descobri que meu amor pelo design gráfico era muito grande por isso pretendo enfrentar novamente a faculdade. Além disto, amo também ler e principalmente escrever. Para mim os melhores momentos do meu dia são quando estou sentada em frente ao meu PC escrevendo, colocando para fora tudo o que os meus personagens passaram o dia gritando em minha cabeça.

  1. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou capista, então durante o dia eu trabalho fazendo capas e apenas à noite escrevo.

A inspiração para Confie em Mim… Bem, minhas histórias apenas vem até mim, elas não surgem quando estou lendo algo nem nada do tipo, elas apenas surgem do nada. Posso está andando no ônibus ou conversando, quando um personagem precisa que sua história seja contada ele começa a chamar minha atenção gritando constantemente na minha cabeça.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

É colocar tudo que está preso na minha cabeça para fora e depois receber as mensagens dos meus leitores dizendo o quanto estão gostando da história, assim como também o quanto estão odiando certo personagem. Me divirto muito quando elas ficam irritadas e querendo matar alguns personagens.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? 

No silêncio do meu quarto. Já tentei escrever em outros lugares, mas sempre perco a concentração, no meu quarto consigo todo o silêncio que preciso para ficar focada na história.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Romance/Drama. Sim, gostaria muito escrever erótico, mas infelizmente nenhum personagem ainda veio me pedir para contar sua história. Estou aguardando.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

O título é a parte em que mais tenho dificuldade, normalmente ou ele vem junto com o enredo ou apenas no final do livro quando eu paro e me dedico apenas a isso. Confie em Mim tinha outro título, mas eu não gostava dele, ele não parecia se encaixar na história. Uma vez quando eu estava assistindo um filme um dos personagens falou isso e de repente eu sabia que esse era o título que eu precisava para meu livro.

Quando meus personagens vem conversar comigo eles já tem seus nomes, eu não fico procurando apenas alguns que aparecem rapidamente que às vezes eu tenho que pensar um pouco.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Os enredos dos meus livros normalmente se passam nos EUA então eu sempre tenho que pesquisar alguma coisa ou outra, o fato de que eu passei quase um mês em Miami ajudou bastante a ter uma noção de como os americanos são, assim como também os seriados que assisto são uma boa fonte de pesquisa. Claro que nada se compara a pesquisas na internet.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Sempre que estou sem inspiração ou desanimada eu corro para ler um livro nacional de autor independente e do nada eu desbloqueio. Ver esses autores contato as histórias que escreveram para outras pessoas e ver como essas pessoas gostam me impulsionar. Agora quando preciso de um incentivo vou até o wattpad e leio os comentários dos meus leitores.

Os autores que mais me inspiram são: Thais Lopes, Graci Rocha, Helena Stein, Aline Sant Ana, Adrielli Almeida, Mari Scotti e Maribell Azevedo. Ainda que algumas dessas autoras não escrevam o mesmo gênero que eu, elas conseguem me inspirar de tal forma que preciso me segurar para não escrever capítulos gigantes.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Ainda não fui atrás disso, pois pretendo publicar na amazon primeiro.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Estou feliz que cada vez mais tenham surgido novos autores, isso mostra que mais e mais pessoas andam se interessando pela literatura. A única coisa que não me agrada são essas brigas bobas entre alguns autores ou mesmo alguns leitores que acham que as pessoas só podem ler o seu autor favorito. Acho que se todos se ajudassem o mundo literário cresceria mais. Eu mesma sempre que posso indico algum autor nacional que leio, não tenho medo que meus leitores me abandonem por ele, pois como leitora sei que posso ler vários livros.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Acho que essas pessoas que não são tão boas lançam os livros, pois recebem muitos comentários e votos no Wattpad então se eles agradam aos leitores que o acompanham acham que o livro está bom. De qualquer forma acho importante que qualquer autor passe por uma leitura critica e principalmente revisão, isso vai ajudar a fazer com que seu livro fique melhor e mais trabalhado, pois o leitor critico vai ver pontos que você por está acostumado a história não viu.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Os livros das grandes editoras às vezes tem uma queda de preço enorme, não é? Vemos livros que eram R$ 30,00 por R$ 9,90, mas eles podem fazer isso, pois fazem grandes pedidos as gráficas e o preço sai barato, então mesmo cobrando esse pouquinho eles ainda ganham algo. Já os autores nacionais ou as editoras pequenas eles não fazem em grande quantidade e a unidade acaba saindo por até R$ 20,00 dependendo do tamanho do livro. Eu queria que os livros saíssem mais baratos. Quem não queria? Só que não é possível ou o autor não vai lucrar e escrever para alguns é uma formar de ganhar a vida ou completar a renda. Antigamente quando eu não tinha noção de como funcionava a impressão dos livros eu reclamava dos preços altos, mas desde que descobri que era dessa forma agora só aceito e compro quando posso.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

O Professor da Tatiana Amaral e Amor no Ninho da Maribell Azevedo. Gosto muito dos enredos e é bem a cara do que eu escreveria.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

In Pieces – Link Park

By Your Side – Tokio Hotel

 Attention – Tokio Hotel

Beside You – 5 Secondes Of Summer

 Sake of Falling in Love – Austin Jones

We Fell Apart Together – Austin Jones

Essas são algumas das músicas que me inspiram enquanto escrevo Confie em Mim. Cada livro tem uma trilha sonora diferente.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

A estrela que nunca vai se apagar. Sempre que me lembro desse livro sinto uma enorme vontade de chorar como se eu tivesse perdido uma amiga. Esse foi o primeiro e único livro que me deixou dessa forma. Existem livros que chorei com o final por ser triste, mas nunca me fizeram sentir tanto essa falta por alguém que eu nem ao menos conheci. A Esther teve uma vida difícil, mas também tinha muito amor ao redor dela, a biografia dela me mostrou todos os caminhos que ela percorreu, todos os momentos bons e ruins e de alguma forma isso me ligou a ela tanto que terminar o livro foi muito difícil e até hoje tenho esse vazio como se faltasse algo. Queria muito tê-la conhecido.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Sim, tenho. Chama-se Abra seu Coração e também tem um conto sobre Confie em Mim que vai se chamar Confie em Nós. Ainda não posso falar sobre eles, mas assim que eu puder irei postar na minha page, basta me acompanhar e vai saber tudo sobre meus projetos.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Sim, inclusive eu era blogueira, mas agora minha vida está tão corrida com meus livros e as capas que simplesmente não consigo arranjar espaço para fazer resenhas nem para ler o tanto quanto gostaria.
Bem, eu acho importante as criticas feitas pelos blogueiros, pois é través das resenhas deles que nós, autores, poderemos melhorar pontos que deixamos passar, assim como também eles nos ajudam com as divulgações dos livros e isso é muito importante para que os leitores conheçam e se interessem pelos livros.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Maribell Azevedo e Mari Scotti, sem sombra de duvidas. Eu as acompanho desde o tempo de fanfics, vi o crescimento delas, assim como eu cresci junto ao ler suas obras. Seria um honra se qualquer uma das duas pudesse ler minhas histórias.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Para mim é sem sombra de duvidas ver meus leitores acompanhando minhas histórias e as indicando. Quando estou triste ou desanimada só preciso ler um dos comentários deles que isso faz meu dia melhor.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

O caminho é difícil, muito. Você vai encontra várias pedras. Não entre nesse “mundo” achando que você vai escrever um livro e mandar para a editora e eles vão te aceitar. Não. E nem ache que você vai ficar rico com isso. Quem escreve é porque ama isso, às vezes você consegue se destacar mais do que outros autores e se dá bem, mas às vezes não e por isso precisa ser mais forte, precisa enfrentar todo o desanimo e persistir com seu sonho uma hora seu momento vai chegar.

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Já plantei muitas árvores; já escrevi alguns livros. Mas, o que fiz de melhor foi me tornar mãe da eduarda.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Já fui professora; hoje sou funcionária do Banco do Brasil. Sempre fui uma leitora voraz e meus primeiros poemas surgiram ainda na adolescência.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Escrever é terapeutico.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? 

Não tenho. Escrevo a qualquer hora e em qualquer lugar.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Escrevo poemas, microcontos e crônicas. Nos últimos tempos tenho me aventurado pela prosa mais longa. Escrevi um livro de memórias e estou trabalhando em um romance no Wattpad: Confissões de uma Trintona descolada.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Meus poemas surgem em qualquer situação, a qualquer momento. São puro resultado da inspiração. As crônicas e microcontos expressam situações do cotidiano, fatos que presencio ou dos quais participo.

“#AFelicidadeNãoEstáAVenda!” surgiu como uma estratégia terapeutica. Nele faço um relato da experiência de ter minha filha única sequestrada por ladrões de banco. Em troca da vida de minha menina, a quadrilha exigiu a entrega de todo o dinheiro existente na agência da qual eu era tesoureira. Mas, para isso eu precisei convencer meu colega a colaborar, o que significava contrariar as normas da instituição bancária, que em casos como esse, determina que se chame a polícia e não entregue o dinheiro.

Falo do meu sentimento de culpa e fracasso; afinal, falhara naqueles que eram os dois mais importantes papeis da minha vida: o de mãe e de profissional.

“Confissões de uma Trintona Descolada” é totalmente inspirado em uma amiga minha. Daí o motivo pelo qual sequer nomeio os personagens. Trata-se de um história real da qual só tenho conhecimento porque sou confidente dela.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Apenas leio muito. Todo tipo e formato de texto.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Não.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Sim. Tenho muita dificuldade. Até hoje, tudo o que publiquei foi através da autopublicação. Mas, a dificuldade maior que encontro é na divulgação. Eu mesma cuido de toda a publicidade de minhas obras, mas, não tem sido fácil alcançar os leitores.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Acho muito promissor. Apesar das inúmeras dificuldades, temos muito mais estrutura hoje do que há dez anos. Deve-se tudo isso à popularização da Internet e das redes sociais, mas, sobretudo, à mobiliação dos escritores.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Acho muito positivo. Quando a pessoa se propõe a escrever, acaba por se familiarizar com a Língua. Se persiste nesta atividade, vai se aperfeiçoando com a prática.

Por outro lado, em qualquer ramo artístico é assim. Veja o caso da música: quando um estilo musical começa a fazer sucesso, muita gente resolve gravar, fazer shows, etc. Alguns conseguem se destacar e fazer uma carreira musical consistente. Outros, por não serem tão bons ou não terem uma estratégia adequada, acabam sucumbindo.  Acredito que o mesmo acontecerá com a literatura nacional.

Tenho prestado algum auxílio à escritoras novatas na plataforma Wattpad. Leio suas obras, dou sugestões. Apesar de não ser especialista em Língua Portuguesa, tenho noção de estilo, de forma e de gramática, uma vez que leio bastante. Encho-me de esperança quando vejo mais e mais pessoas querendo se tornar escritor, especialmente os adolescentes.

Quando eu atuava como professora e desenvolvia programas de incentivo à leitura, essa parecia uma atividade com os dias contados, tinha-se a impressão de que as pessoas leriam cada vez menos. No entanto, o que se tem observado é exatamente o contrário. E isso me deixa muito feliz.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Penso que uma redução da carga tributária sobre o setor seria de grande ajuda. Mas, já foi pior. Hoje, existem opções em conta.

Quando deixei as salas de aula e me tornei bancária, minha justificativa era essa: precisava comprar livros. O meu salário de professora não me permitia comprar livros. Eu não me conformo com o fato de o professor brasileiro não poder comprar livros. Livros sao caros e professor ganha pouco; pode isso?

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Gostaria muito de ter escrito qualquer texto da Adélia Prado.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

“#AFelicidadeNãoEstáAVenda!” é um livro sobre o amor de uma mãe pela sua filha. Então, a música seria “Filha”, que foi gravada pela dupla Rick&Renner

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

“Joaquina, a filha de Tiradentes”, de Maria José de Queiróz. Eu o li quando tinha 14 anos, em 1989, pouco antes de ir a Ouro Preto pela primeira vez. Foi uma viagem inequecível, na qual eu me sentia a própria Joaquina, andando por aqueles sítios tão bem descritos pela autora.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Sim. Vou escrever sobre o que aprendi na terapia nesses três últimos anos de tantas mudanças em minha vida. Quero compartilhar minhas vivências e, assim, ajudar a outras pessoas a encarar a vida com mais leveza.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Acompanho sim. Algumas são consistentes e coerentes e isso é muito bom. Outras, nem tanto. Algumas chegam a ser imparciais. Há ainda aquelas que são claramente tendenciosas.  Em meu blog (meltanque.blogspot.com.br) faço post sobre livros (em todos os formatos) os quais leio e gosto. Não costumo fazer parcerias com autores, então se está ali é porque considero bom ou promissor. Compro e leio. Ou leio nas plataformas virtuais. E dou minha opinião isenta.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Todo e qualquer leitor é especial para mim. Todo aquele qe se dispõe a conhecer minha escrita é, para mim, admirável.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Ser lido, ser comentado e poder viver de sua escrita.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Alimento para a alma, luz para o espírito, guia para o caminho, alarga os horizontes, amplia o campo de visão; são inúmeros os benefícios da leitura. Ainda que seja por puro deleite, nunca deixe de ler!

Já aos escritores iniciantes, dou as boas vindas! Digo-lhes que fizeram uma boa escolha e aconselho-os a  buscarem informações, formação e desenvolverem um espírito colaborativo. Dá certo em qualquer profissão. E não seria diferente na nossa.

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Bom, eu me chamo Luciana. Mas os amigos e familiares costumam me chamar de Lu. Tenho 35 anos. Moro na capital do estado da Paraíba (João Pessoa). Sou pernambucana e capricorniana. Adoro cachorros. Tenho uma vida muito simples (baseada no princípio do minimalismo, onde o “menos” muitas vezes pode ser “mais”). Adoro tocar violão, acompanhar canais do YouTube, assistir a filmes e seriados. Não gosto muito de televisão e sempre estou de posse de livros ou de meu kindle em qualquer lugar onde vou. Amo muito mais escrever do que advogar e, algum dia, penso em viver apenas trabalhando meio expediente como servidora pública e o outro expediente escrevendo. Esse é meu grande sonho: aprender o árduo ofício de escrever (através de muito estudo) e passar muitas horas de minha existência dedicadas a essa arte tão linda: a literatura.

  1. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Como já disse, sou servidora pública e advogada. Escrevo nas horas livres. Nunca tive um sonho de ser escritora, mas há dois anos, devido a um sério problema familiar, comecei a escrever meu primeiro livro (Marcas do Passado) para fugir da tristeza que sentia na época. Foi como se fosse uma válvula de escape.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

A melhor coisa em escrever é poder transferir os diálogos das minhas personagens da minha cabeça para o papel (ou melhor, para meu editor de texto). Como a Clarice Lispector disse certa vez, “Eu escrevo como se fosse salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida.” E isso, eu e a estupenda escritora temos em comum: escrevo para salvar a minha vida do não entendimento do que ela representa. Escrevo porque isso me traz um absoluto e inexplicável bem-estar.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever?

Tenho sim. É simples, mas é bastante confortável e calmo.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Escrevo romances de drama com uma pitadinha leve de erotismo. Meus livros não podem ser considerados “hots”, embora meu novo livro (A Razão de Todo Meu Amor) esteja um pouco mais apimentado. Pretendo escrever romances policiais, um livro sobre filosofia e espiritualidade, e um livro infantil. Porém, meu foco sempre será os romances de drama e romances policiais.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Meus livros falam sobre situações comuns. Gosto de retratar grandes amores (daqueles bem verdadeiros mesmo, sabe? Que duram a vida toda). Meu livro MARCAS DO PASSADO fala sobre uma mulher que vive um romance com um homem cinco anos mais novo. Após uma separação traumática, Sophia Medeiros e Fábio Torres terão que vencer vários ressentimentos para deixar que o amor que um dia os uniu volte a reaproximá-los. O livro CANTE PARA MIM fala sobre um casal que se conheceu quando tocavam numa banda de Rock aos 23 anos. Um dia, em meio à felicidade do casal, Eva Martins some da vida de seu namorado Lucca Baroni. Após o abandono que culmina em terríveis acontecimentos para a vida dele, Lucca vira um homem muito amargurado. A história retrata o reencontro deles depois de nove anos. É um enredo repleto de amor, perdão, suspense e muita música. Por fim, o meu terceiro livro (e o primeiro da Trilogia Amores Eternos) chamado A RAZÃO DE TODO MEU AMOR conta a história de um produtor musical brasileiro que se apaixona por uma repórter australiana radicada nos Estados Unidos. Quando ela se vê em perigo, fugindo de um erotomaníaco e serial killer, a Susan Miller procura a ajuda de seu amigo Arthur Baroni – SIM, O FILHO DO CASAL EVA E LUCCA. A história do Arthur e da Susan é muito sofrida e cheia de dramas, mas tem um lindo final feliz.

De onde encontro inspiração para os enredos e nomes das personagens? No dia a dia. Como dizem por aí, a “arte imita a vida” – OBS.: frase modificada a partir da clássica citação de Aristóteles: “a arte imita a natureza”.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Minhas pesquisas se restringem a buscas feitas por meio da internet ou de lugares que visitei, ou ainda, de situações que vivi ou presenciei. Para escrever o livro “Cante para Mim”, fui fazer uma pesquisa “in loco” num haras próximo a Belo Horizonte porque queria conhecer a raça de cavalos Campolina. Peguei um avião e parti para longe de casa. Foi uma experiência singular em minha vida.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Não me inspiro em nenhum grande escritor em particular, embora seja fã de vários.

  1. . Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Dificuldades para publicar livros físicos no Brasil é uma constante para 99,999999% de qualquer escritor nacional. É muito angustiante perceber que a maioria das pequenas e médias editoras estão se tornando, cada vez mais, meras “gráficas”. Não são poucos os casos em que as editoras não se preocupam com o que lançam no mercado. Quando a qualidade da capa e do papel não é ruim, a revisão do texto é sofrível. E aí vem os problemas para garantir uma eficaz distribuição e marketing dos livros. Sei que editoras são empresas e precisam ter lucro, mas o que tenho visto por aí são editores só no nome, que não editam os livros e apenas os lançam com preços ABSURDOS. Não passam de empresários querendo faturar em cima dos sonhos de escritores iniciantes. Publiquei meus dois primeiros livros através de um editora do Rio de Janeiro. Meu contrato acabou recentemente e agora estou buscando uma nova casa minha TRILOGIA AMORES ETERNOS. O livro 1 (A Razão de Todo Meu Amor) está em pré-venda na Amazon. O livro 2 será lançado no fim do ano. O livro 3 tem previsão de lançamento para março de 2017. Mas até achar uma editora que tenha respeito pelo meu trabalho, resta-me a autopublicação.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

A literatura nacional está crescendo muito. Vários escritores de sucesso têm saído de plataformas como Wattpad e Amazon. Só acho que, assim como as editoras, os próprios escritores precisam melhorar e se dedicar com mais acuidade a esse ofício. Escrever não é simplesmente jogar uma ideia no papel. O ato de escrever demanda muito estudo e disciplina. É preciso ter respeito pela Língua Portuguesa e pelo leitor, que não pode se satisfazer com livros/autores que mal conhecem o uso correto da vírgula e nem sabem o que é um aposto. Ainda será necessário um longo caminho pela frente para o amadurecimento desses jovens autores. Agora, um fato incontestável é que os escritores brasileiros precisam de mais espaço nas editoras brasileiras. Só assim teremos, daqui a vinte anos, escritores e livros nacionais consolidados no Mercado Editorial. Focar 70% dos lançamentos nos “grandes sucessos gringos” atrapalha o crescimento dos nossos talentos. Deve haver espaço para todos, igualmente.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

 O que falta a essas pessoas é mais HUMILDADE, MATURIDADE E ESTUDO/DEDICAÇÃO/ZELO. Ter uma boa história na cabeça, colocá-la num editor de texto e depois lançá-la no Wattpad, Amazon, etc. não faz de alguém um escritor. Errar, todo mundo erra. Escrever bem é um processo natural que acontece com o passar do tempo. Eu mesma tenho procurado me capacitar para ir melhorando meu processo de escrita (porque olho para meus livros e enxergo neles enormes possibilidades de melhorias). No entanto, há jovens com milhões de visualizações de seus escritos na internet que mal sabem escrever direito e já se acham os melhores escritores do país.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Um grande desrespeito ao leitor brasileiro que paga suas contas básicas com dificuldades. Como uma pessoa que ganha um ou dois salários mínimos pode se dar ao luxo de comprar um livro por 40 reais? Esses preços que o mercado está aplicando não são justos. E quem perde? A literatura nacional.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

São tantos. Não posso escolher apenas um. Citarei alguns, sem ordem de preferência: A Senhora, de José de Alencar; 1984, de George Orwell; As Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift; Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez; O Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien; O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, de C. S. Lewis; Laranja Mecânica, de Anthony Burgess; Travessuras da Menina Má, de Mário Vargas Llosa; O Sol é Para Todos, de Harper Lee; Se Houver Amanhã, de Sidney Sheldon; Assassinato no Expresso Oriente, de Agatha Chistie;  Ensaio Sobre a Cegueira, de José Saramago; Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski; Capitães da Areia, de Jorge Amado.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Quem me conhece sabe que em meus livros há dezenas de canções. Adoro unir essas duas artes tão lindas: literatura e música. Assim como ocorreu no item acima, fica praticamente impossível escolher uma única música. Só que agora, acabei de me recordar de uma que eu simplesmente amo: Somewhere Only We Know (Keane). É a minha cara.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Li um livro há uns dois ou três anos chamado o PODER DO AGORA, de um escritor espiritualista alemão chamado Eckhart Tolle. Os escritos desse cara mudaram a minha forma de enxergar o mundo. Quando crescer, quero ter a mente desse sujeito. Ele me passa calma, humildade e uma sabedoria fascinantes. Então, posso afirmar que, em vários aspectos, esse pequeno livro mudou a minha vida.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Quando finalizar minha trilogia AMORES ETERNOS, penso em parar de escrever para voltar a dedicar mais tempo à advocacia. Mas tenho projetos engavetados sim. Pretendo escrever romances policiais, um livro sobre filosofia e espiritualidade, e um livro infantil. Meu foco, no entanto, sempre serão romances (de drama e policiais).

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Acompanho alguns blogueiros. Acho um trabalho muito importante para permitir ao leitor comum gastar sua grana em algo de qualidade. A resenha de um blogueiro influencia, e muito, as pessoas que acompanham seu trabalho. Isso demanda muita responsabilidade. Vejo alguns blogueiros fazendo críticas positivas de livros ruins (ou péssimos) só porque ganharam o livro do próprio escritor ou das editoras (nas chamadas “parcerias”). Claro que um leitor pode amar um livro e esse mesmo livro ser odiado por outro leitor. No entanto, não é possível falar bem de uma obra com enredo medíocre, mau uso da gramática ou personagens chatos/sem noção. Já vi esse tipo de coisa acontecer no pouco tempo que estou nesse “mundinho das redes sociais de escritores/leitores/blogueiros”. No entanto, o mundo da literatura representa o MUNDO COMO UM TODO. E em todos os meios, há pessoas que se vendem por muito pouco. Apesar dessa realidade, ainda existem blogueiros comprometidos com a verdade e com a qualidade de suas resenhas. Ou seja, não têm “rabo preso”.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Eu escolheria a minha mãe, Maria Betânia, que tem 59 anos e sofre com uma demência em estágio avançado (Alzheimer) tão rara em pessoas que ainda não são idosas. Minha mãe nunca pôde ler meus três livros. Eu daria tudo para tê-la como minha maior leitora e fã. Hoje, ela não fala; não come sozinha; não toma banho sem supervisão; não sabe escovar os dentes; não faz nada sem auxílio de um cuidador, pois precisa de atenção o tempo todo. Peço que orem por minha mãe, Dona Betânia, que eu tanto amo e que tanto já fez por mim. Apesar de não mais saber ler ou escrever, ela compreende o quanto eu gosto do que faço. E ela fica feliz por mim, a seu modo, dentro de suas limitações. E nós sabemos o quanto nos amamos… porque como diz uma das minhas personagens: “amor de mãe não morre nunca!”. Amor de filha também não!

 

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Ler ou escutar um leitor dizendo que amou seu livro e que aquele tempo despendido ao lê-lo não foi em vão porque foram horas de puro encantamento e fuga dos problemas de sua vida. Isso faz nós, escritores, esquecermos de todas as dificuldades e seguirmos caminhando nessa luta difícil que é escrever no Brasil. É muito gratificante para o nosso “ego”. Kkkkkk.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

LEITOR: Procure ler alguns livros diferentes. Procure sair de sua zona de conforto de vez em quando. Abra-se para novas possibilidades. Se você leu quatro romances de CEOs, “HOTs” OU DE DRAMA CONTEMPORÂNEO, busque um clássico da literatura nacional ou estrangeira para ser o quinto livro da lista. Dê-se a chance de ler uma biografia, um livro histórico ou um livro de aventura. Arrisque-se um pouco em algo diferente e depois retome para as suas predileções literárias. Não leia uma coisa só o tempo todo!

ESCRITORES INICIANTES (como eu): Vamos estudar! Apenas criarmos uma boa história não é suficiente. Precisamos focar no uso correto da gramática. Isso é o mínimo que se espera de um escritor. Temos, também, que ler mais. Quanto mais se lê, melhor se escreve. Façamos cursos on line, faculdades, especializações. Vamos procurar melhorar nossos escritos. O leitor agradece nossa disciplina, nosso estudo e nosso cuidado com o que colocamos no papel. Olhemos para nossos livros como obras inacabadas e necessitadas de melhorias constantes. E, por fim: vamos sempre ter cuidado para não deixar que a ansiedade de publicar nossos livros nos coloque em enrascadas ao assinarmos contratos ruins com editoras ruins. Ah, e agora um conselho como advogada: LEIA E RELEIA AS CLÁUSULAS DOS SEUS CONTRATOS LITERÁRIOS, COM BASTANTE ATENÇÃO.

Um abraço a todos.

Luciana Ramos

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1. Fale-nos um pouco de você.
Meu nome é , tenho 22 anos, nasci e moro em Santa Catarina e sou formada em Pedagogia, área onde atuo há quase cinco anos. Assim como a Ari, minha protagonista, gosto de ter os meus momentos de silêncio e não costumo confiar muito nas pessoas, mas quando eu confio me entrego de coração.

2. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?
Trabalho durante meio período como professora de educação infantil e no outro eu me dedico à escrita. Comecei a escrever ainda muito cedo, por volta dos doze anos, e sempre gostei de me expressar através do que eu escrevia, já que sou muito tímida e não consigo me expressar tão bem oralmente.

3. Qual a melhor coisa em escrever?
A melhor coisa é poder me colocar no papel e não ter medo do que as pessoas vão pensar ou se vão julgar as coisas que eu sinto. Através das palavras eu posso realmente ser livre.

4. Você tem um cantinho especial para escrever? 
Não, eu escrevo em qualquer lugar da minha casa e até mesmo quando estou fora. Não tenho um lugar específico para produzir.

5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?
Eu sou apaixonada por fantasia e é por isso que o meu primeiro livro se trata justamente desse gênero, porém não me sinto apegada a só ele. Assim que a série A Escolhida estiver finalizada (serão quatro volumes), eu já estou com um novo romance para ser escrito e ele será uma mistura de policial com drama, além de se tratar de um new adult. Pretendo me arriscar em outros gêneros além desses também.

6. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?
A inspiração para o título foi bem definida desde o princípio porque conversava totalmente com a mensagem que eu queria passar no desfecho da história. Muitos ficam supondo para que afinal ela foi escolhida, e só vão descobrir mesmo assim que o último ponto final for colocado. Já o nome dos personagens acabou sendo algo mais aleatório, sem muitos significados, apenas foram surgindo na cabeça e eu fui colocando aqueles que eu ia achando que combinariam. Alguns deles eu mesma criei (Egran, Edlun, Ariali), outros eu já havia visto em outros lugares.

7. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?
A pesquisa para A Escolhida aconteceu sem tanta cobrança quanto vou ter com o próximo livro que eu pretendo escrever, onde a protagonista será uma estande de Psicologia que perdeu os pais em uma acidente. Por se tratar de um livro de fantasia, com a Ari eu tive mais liberdade para criar o que eu bem entendesse, sem ter que me apegar tanto a regras já estipuladas (fosse de local, espécies, clima, vestimentas). A cidade no livro é fictícia, portanto não tem como ser comparada a nenhum lugar já existente, e as espécies encontradas na história, algumas foram mescladas e também acabaram ganhando uma nova visão acerca dessas criaturas.

8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?
Uma grande inspiração na literatura pra mim é o Carlos Ruiz Zafón.

9. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?
Nunca tive dificuldade em publicar um livro, porque eu mesma fui atrás da publicação quando achei que a história estava pronta para ser exposta para mais pessoas. Fui autora independente durante pouco mais de seis meses antes de receber uma proposta e fechar um contrato com a Editora Arwen (em 2015). Acho que a determinação de um autor é o que faz ele publicar um livro ou não, afinal, existem muitas ferramentas de autopublicação e que dão abertura para no futuro uma boa editora se interessar pelo que você escreve.

10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?
Vejo a literatura nacional ganhando novos rumos, avançando mais a cada dia, e acredito que ainda iremos conquistar mais leitores com o passar dos anos. A luta não é fácil, mas tenho esperança de que haverá muito espaço nas livrarias para o material literário nacional.

11. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?
O que define um livro ser bom ou ruim é o seu público, e cada história tem o seu. A questão de gostos não se discute e acho bom que há esse espaço para todos os tipos de histórias estarem inseridas no mercado, conquistando e formando mais leitores. Acho que toda publicação é válida desde que tenha alguma função delimitada: seja entreter, para refletir, para informar, ou para estimular a criticidade e também criatividade.

12. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?
Acredito que a visão sobre valores ainda não é vista da forma que acontece, quando se entende que varia muito da editora pelo qual se publica, da quantidade de exemplares que também são rodados e tudo mais. Como autora que já foi independente, eu sei da luta e dos preços altos que as gráficas cobram em tiragens menores de livros. Infelizmente, se compararmos uma tiragem de 15 mil livros e colocarmos ao lado de uma de 500, o valor nunca será o mesmo. Os livros nacionais não são caros, são apenas pouco explorados. Quanto mais saída eles tiverem, menor será o seu custo.

13. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?
Acho que “Métrica”, da Colleen Hoover. Acho um livro muito tocante e toda essa questão da poesia, da expressão de sentimentos, é sensacional. É um livro que eu gostaria de ter escrito.

14. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)
Lost in Paradise, da Evanescence.

15. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?
“A Sombra do Vento”, do Carlos Ruiz Zafón. É um livro que se infiltrou na minha mente e no meu coração.

16. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?
O meu próximo projeto, como eu havia comentado anteriormente, será um livro com uma pegada mais policial, voltado para um acidente que ninguém soube ao certo como aconteceu e a sobrevivente vai tentar descobrir o que realmente houve com os pais dela. Será um livro mais dramático do que A Escolhida, terá uma carga emocional bem alta, além do romance que será mais intenso e apimentado por se tratar de um new adult.

17. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?
Acompanho tudo o que é dito sobre o meu livro e o meu trabalho em particular, e sempre apoio os blogueiros nesse processo. É essencial para o autor contar com o trabalho dos blogs, pois assim mais pessoas acabam conhecendo o que você tem a oferecer como escritora. Críticas, sejam elas negativas ou positivas, servem para ver onde se está acertando e onde está errando, para tentar sempre melhorar.

18. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?
Talvez a Rebecca Fitzpatrick por também escrever sobre anjos ou a Cassandra Clare.

19. Qual a maior alegria para um escritor?
Saber que sua história ganhou um espaço no coração de mais alguém além do próprio. Mesmo quando não se agrada tanto assim, alguma mínima lição sempre se tira daquele livro, e é essa a maior alegria que um escritor pode vivenciar.

20. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.
Aos leitores do Arca, deixo meu agradecimento por tentarem conhecer melhor o meu trabalho e quem sabe também se interessarem por minhas histórias. Sou escritora por que quero alcançar as pessoas com o que eu escrevo, e nada disso seria possível sem o carinho que todos me oferecem. A Ari tem muito a confidenciar se vocês deixarem, e eu sei que muitos estão deixando. Obrigada mesmo! Agora, a melhor mensagem que eu posso deixar para aqueles que estão iniciando como autores, é que coloquem a alma no papel, transbordem tudo o que há em vocês através das palavras e não desistam, mesmo quando os obstáculos parecerem grandes demais. Acreditar no potencial do seu trabalho e lutar diariamente é que faz a diferença. Grande beijo!

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  1. Fale-nos um pouco de você.
    Sou solteira, libriana, tenho 39 anos, moro em Linhares, região norte do – ES. Amo ler, escrever e passar horas debaixo da TV assistindo séries e filmes. Adoro animais e sinto-me muito bem quando estou em contato com a natureza. Fui escoteira e sempre gostei de aventura e esportes radicais. Nas horas vagas sempre separo um tempinho para passar com a minha família.
  2. O que vc fazia/faz além de escrever?
    Bom, ainda não consigo viver só da escrita, quem sabe no futuro. Eu sou gerente de compras de uma grande loja de iluminação. Todos os anos visito feiras de iluminação e design para conhecer as últimas tendências em iluminação e decoração de ambientes. É uma delícia e gosto muito. De onde veio a inspiração para a escrita? Veio do meu espírito de aventuras, do meu amor por séries de TV, teatro e cinema. Sempre gostei de criar histórias e fingir ser algum personagem emocionante. Na adolescência escrevia e atuava em peças teatrais na cidade e sentia-me realizada quando as pessoas aplaudiam no final de cada espetáculo. Era a confirmação que meu trabalho havia sido aprovado.
  3. Qual a melhor coisa em escrever?
    Para mim é mágico. Poder criar estórias e viajar na imaginação por lugares nunca antes imaginados é minha principal ligação com a escrita. E saber que pessoas sonharão, vibrarão e se emocionarão com as estórias e personagens que você criou, isso sem dúvida nenhuma é a melhor coisa em escrever.
  4. Você tem um cantinho especial para escrever?
    Não tenho um cantinho especial. Sempre levo meu notebook comigo e escrevo quando viajo ou nas horas vagas. Boa parte do meu livro foi escrita nas salas de espera de aeroportos e quarto de hotéis. Todo lugar me traz uma inspiração. Mas tenho um cantinho especial na lagoa do meu avô, onde sento debaixo das árvores e viajo na imaginação. O lugar é lindo e é aonde eu vou para relaxar e conversar comigo mesma.
  5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?
    Meu gênero literário é romance, especialmente de aventuras, suspense e policiais. Escrevo geralmente o que gosto e gostaria de ler. Não sei se me vejo escrevendo outro gênero, mas quem sabe.
  6. Fale-nos um pouco sobre seu livro. Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens? O que dizer do meu livro…
    É a primeira vez que lanço um livro por uma editora. Foi uma experiência única e muito prazerosa. Meu livro foi escrito aos poucos e sem pressa. A princípio foi feito só para mim, como um hobby. Não havia pretensão de minha parte em publicá-lo até que alguns amigos leram e me estimularam a fazê-lo. Pensei em uma estória que gostaria de ler e fui colocando a ideia no papel. Bom, meu livro conta a estória de duas jovens amigas que num certo momento da vida perdem a confiança uma na outra, mas que precisam se unir para sobreviver a um episódio traumático que marcou suas vidas. A estória é narrada pela personagem Kris, jovem advogada que acredita que na vida “Nada é por Acaso”, e que tudo que nos acontece tem um porque e nos faz evoluir. Ela tenta fazer com que a amiga Isabella, uma jovem médica, se liberte do trauma e volte a ser feliz. O trauma da vida delas chama-se Ruivo, e para ele não há limites para vingança. Além de ação e superação, o livro retrata escolhas entre a ração e a emoção e a força do amor quando gostamos de alguém. Ele também nos mostra que a diferença entre o certo e o errado pode estar em um ponto de vista. O nome do livro veio no final, quando estava quase terminando o livro. Como eu disse, a personagem que narra à estória acredita que nada na vida acontece por acaso, e que tudo tem um por quê. Achei que o título “Nada é por Acaso” combinava com o livro e assim o batizei. Para os personagens, fui escolhendo os nomes que eu achava que combinava com suas características e alguns troquei várias vezes até chegar aos definitivos.
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  • Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?
    Faço muita pesquisa, até para não escrever abobrinhas, rsrs. No caso do meu livro, ele engloba vários assuntos como a medicina, o direito, a psicopatia, e a espiritualidade. Procurei estudar os assuntos em livros, na internet, com profissionais da área… Essa é a parte que eu mais gosto na escrita, conhecer novos assuntos e aprender mais. Acho essencial a pesquisa para tornar a obra interessante e verdadeira.
  • Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?
    Sim, nos autores que sempre amei ler, como Sidney Sheldon, Agatha Christye, Tess Gerritsen… Adoro romances policiais e livros de suspense que me envolvem e que fazem pensar em quem poderá ser o culpado no final do livro. Esses livros me estimulavam a ler cada vez mais. Quando comecei a escrever meu livro, queria que o leitor tivesse esse mesmo gosto e apreço pelo meu trabalho.
  • Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?
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    Não tive. Esse é meu primeiro livro e foi aceito por uma das quatro editoras que enviei o original. Pouco antes de receber a resposta li em um blog que era muito difícil ter seu original lido por uma editora, e que a maioria delas prefere editar livros de autores já consagrados. Desanimei a princípio, mas logo depois recebi o e-mail da editora dizendo que meu livro tinha grande potencial e queriam editá-lo. Foi uma surpresa enorme para mim e logo depois assinamos o contrato.

  • O que você acha do novo cenário da literatura nacional?
    Acho bom, porém ainda fraco, no que diz respeito a divulgação, apoio e aceitação do mercado. Na minha opinião há certa relutância por parte dos brasileiros com os autores nacionais. A maioria prefere ler livros de autores estrangeiros. Talvez porque os autores nacionais sejam pouco conhecidos e seus trabalhos pouco divulgados. Muitos são bons e merecem uma oportunidade. Mas também acho que precisamos de livros com assuntos mais intrigantes e emocionantes para competirmos com os autores internacionais e cativarmos o público nacional.
  • Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?
    Concordo com você, já li livros bons e outros que não consegui passar do primeiro capítulo, mas é um assunto bastante complicado. Por um lado esse boom é bom, pois existem mais obras brasileiras no mercado, o que pode aumentar o interesse dos leitores por produtos nacionais. Por outro lado, andei reparando que muitos autores lançam seus livros sozinhos, como autores independentes, sem revisões e um bom crítico para avaliar o mesmo. Isso é ruim, pois torna o produto de má qualidade. Acho que mercado tem para todos, mas nem tudo é para o mercado. Tinha essa preocupação quando pensei em lançar meu livro. Tinha dúvidas se iria agradar ao público e se estava bem escrito. Minha primeira opção foi procurar uma editora. Se ela aceitasse publicá-lo, é porque era bom. Assim o fiz e deu certo.
  • Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?
    Poderiam ser mais baratos para que mais pessoas tivessem acesso a eles. O problema é que os custos elevados de produção e a alta tributação tornam o produto caro. Falta apoio para a cultura em nosso país e o apoio que tem é para poucos.
  • Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?
    50 tons de cinza ou Harry Porter, com certeza.
  • Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria?
    Eu escolheria 93 Million Miles de Jason Mras. Ouvi esta música várias vezes enquanto escrevia meu livro e acho que tem tudo a ver com a estória. Ela diz que; não importa onde estejamos, ou o que façamos, nunca estaremos sozinhos e sempre poderemos voltar para a segurança do nosso lar.
  • Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?
    Não que me lembre. Já li vários que gostei muito, mas nenhum para dizer que foi o “livro da minha vida”. Quer dizer, me apaixonei pelo meu livro e posso dizer com certeza que ele é o livro da minha vida, pois me proporcionou momentos maravilhosos que nunca imaginei vivenciar.

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  • Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?
    Sim. Pretendo escrever outro livro, e até já comecei a rascunhá-lo. Será no mesmo estilo, mas não será uma continuação do primeiro. Eu adoro escrever e faço por hobby, então sempre estarei escrevendo algo para me distrair.
  • Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?
    Sim, com certeza. Acho muito importante ouvir a opinião das pessoas a respeito do meu trabalho e de outros. Acho válido o trabalho deles em divulgar novas obras e autores. Ajuda muito quem está começando. Alguns blogueiros que conheci recentemente fazem um trabalho sério e muito profissional. A melhor crítica é a sincera, independente do resultado. Existem alguns grupos de livros na rede que também fazem um trabalho maravilhoso em relação a crítica, divulgação de livros e apoio aos autores. Não há como não acompanhar e se apaixonar pelo trabalho deles.
  • Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?
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    No Brasil seria Glória Perez. Gosto muito de seus trabalhos e seria uma honra se ela lesse o meu livro. Lá fora, gostaria muito que Sidney Sheldon tivesse lido meu livro, mas já que ele faleceu, escolheria Tess Geritsen. Adoro seus livros e o seriado baseado neles.

  • Qual a maior alegria para um escritor?
    Com certeza é ter seu trabalho reconhecido. Alguém chegar para você e dizer “Li seu livro e adorei. Parabéns!”, é bom demais. Se o livro for um sucesso então, é melhor ainda.
  • Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.
    Obstáculos vão sempre existir, pessoas para te desmotivarem também. Mas o sol sempre aparece, mesmo depois da pior tempestade. Se você desistir dos seus sonhos sem tentar, nunca saberá se teriam dado certo. Coloquei uma frase no final do meu livro que descreve muito bem o que desejo passar para os que estão iniciando a caminhada no mundo da escrita e para meus leitores. “Voe sempre, siga em frente e não pare no primeiro obstáculo. Você vai perceber que a vida não é como escrevemos e que nada nela, nada mesmo, acontece por acaso.
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