Tags Posts tagged with "bate-papo"

bate-papo

0 219

  1. Buy Tadalafil Oral Strips Fale-nos um pouco de você.

Me chamo Manoella, sou gaúcha, tenho 19 anos, estudante de Processos Gerenciais e Matemática. Apaixonada por palavras e animais.

  1. http://winevault.ca/?perex=operazioni-binarie-strategie O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou bolsista de Iniciação Cientifica em Ciências Sociais, área que desejo fazer meu mestrado; e fundadora de uma startup com uma solução para animais abandonados não se procriarem e serem encontrados. Eu comecei a escrever aos 12 anos, quando meu pai disse que não poderia ser presidente, é engraçado, mas eu adorava política e fazia diversos estudos sobre ela. Então, eu disse, se não posso ser presidente, vou escrever um livro. E eu escrevi, 90 páginas, mas, claro, não publicaria de jeito algum, com o tempo meu estilo de escrita mudou muito.

  1. http://revedecabane.com/?ower=free-forex-trading-software&d0c=0f Qual a melhor coisa em escrever?

Expressar sentimentos, criar personagens e refletir.

  1. http://ajm-web-designs.co.uk/xmlrpc.php Você tem um cantinho especial para escrever? (Envie-nos uma foto)

Não, qualquer hora, qualquer lugar, não importa onde, é especial para escrever, pois ali, surgiu a ideia.

  1. http://dijitalkss.com/kss-1-0dan-ve-kss-2-0a-gecis-ve-farkliliklar/?�Ä:= Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Historinhas infantis e contos e crônicas juvenis. Acho que por todos, mas esses são os que me adaptei e me encontrei, até por ser muito jovem.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Em Janeiro, é a união de todas as fases de um pré-adolescente, adolescente e quando saímos da adolescência. Navega por contos fictícios curtos e longos. Além de, crônicas com referenciais da literatura, misturadas com poesia e um pouco de escrita criativa. Não fui apegada a regras, me dei a oportunidade de ser livre ao escrever ele. Como dizem as críticas que recebi, é impossível não se identificar com alguma coisa que está escrito ali. Em Janeiro é a realidade, o cotidiano, mas também, puro amor.

O título é o mesmo do meu Tumblr que eu tinha aos 14 anos até os 17, pois eu havia começado meu Tumblr em janeiro de 2011.

A Protetora é uma história infantil para o incentivo a adoção de animais e o não abandono desses. Conta o cotidiano de uma protetora de animais e algumas dificuldades que elas passam, além de, dicas de cuidado com o seu pet, voltado para uma realidade infantil para possível compreensão da importância desse trabalho voluntario. O nome surgiu por inspiração em uma protetora maravilhosa da minha cidade. E o que mais acho legal nesse livro, é que 70% do valor dele é doado para os pets resgatados por protetoras.

Publiquei dentro de uma coletânea, Conte uma Canção vol. 2 da Editora Multifoco – lançado na Bienal de 2016, um conto inspirado na música Lutar pelo que é meu, da banda Charlie Brown Jr – minha banda preferida – é um romance de verão entre Antonella e Pedro Henrique, onde se reflete sobre o primeiro amor, os impactos desse e como as coisas mudam em nossa vida.

E escrevo crônicas semanalmente no blog “Além do Look do dia”.

  1. broker forex terbaik 2017 Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Quando crio personagem, geralmente gosto de ver o significado dos nomes. Geralmente os locais eu não gosto de determinar, gosto de possibilitar que a imaginação do leitor crie eles.

  1. opções binarias ouro Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Não me inspiro para escrever, mas tenho como referência, em alguns aspectos, autores como Paula Pimenta, Carpinejar, Thalita Rebouças e Martha Medeiros.

  1. http://mohsen.ir/?danilov=الخيارات-الثنا؊ية-القمار Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Obviamente, eu tinha 16 anos quando decidi vou efetivamente publicar. Publiquei de forma independente aos 18 após descobrir o Clube de Autores, em julho de 2015, mas logo em outubro recebi uma proposta da Multifoco para publicar o Em janeiro, e aceitei, tendo o lançamento do meu livro em março de 2016 pela editora. Já, A Protetora, mantive independente para poder realizar a doação bem gordinha. Só não publiquei o que realmente não quis até hoje.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Eu fico intrigada com livros de youtuber, mas paciência, hoje, vende. Tirando isso, acho que é um cenário que vem crescendo e com grande potencial, muitos escritores ótimos e cada um com suas peculiaridades.

  1. http://drybonesinthevalley.com/?tyiuds=forex-utv-380-usb-2.0-tv-box-windows-8-driver Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Acho interessante, pois necessitamos construir uma cultura literária em nosso país e incentivar as pessoas que tiveram livros desesperadores a elevarem seu potencial. O importante é não desistir e só crescer interiormente de forma positiva.

  1. http://jojofane.com/?njd=brokers-de-op%C3%A7%C3%B5es-bin%C3%A1rias&9db=37 Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

É muito chato, pois acredito que a leitura deveria ser para todos. Preços altos só afasta de grande parte da população.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Acredito que, Minha vida fora de Série da Paula Pimenta, eu amo ela e os livros dela!

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

É uma variedade de músicas, como a maioria da banda Strike, Charlie Brown Jr, Capital Inicial, Maria Gadu, Demi Lovato, RBD, Katy Perry, Onze20, Simple Plan, Jota Quest, Fresno, NX Zero e um pouco do rock clássico americano. Acredito que é bem variado o meu gosto musical e eles influenciam bastante no que eu escrevo.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Infelizmente, não.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

No momento estou rabiscando papeis, sempre me perguntam “e o próximo?”, geralmente as meninas de 12, 13 e 14 anos, ficam ansiosas esperando algo novo. Mas, como estou no penúltimo semestre da faculdade e faço parte de pesquisas em Ciências sociais, minha escrita está um tanto científica. Mas estou rabiscando, acredito que para o meio do ano que vem, algo esteja se construindo.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Sim, acho um meio muito legal de divulgação, até porque vivemos em função da tecnologia, hoje.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Acredito que, a Paula Pimenta, sim gente eu amo ela e surtaria se ela fosse ler meu livro!

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

O fator de publicar e ouvir que muitos jovens gostam do seu trabalho, te admiram e entram em contato para pedir dicas e mandam seus textos e rascunhos de pequenos livros. Eu amo quando as menininhas de 6° e 7° ano me mandam e-mail, faz eu voltar aos meus 12 anos na 7° série, quando decidi que queria ser escritora.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Não desistam, às vezes, os nãos são necessários, mas a vida sempre reserva coisas melhores. Não mude sua essência e nem sua alma por ninguém, escreva primeiro para você, não se torne comercial. Como digo no texto Inspiração, que está no Em Janeiro: “As melhores coisas vem da simplicidade e naturalidade de deixar a alma falar por si”.

Quer participar de nosso bate papo? envie-nos um email parceria.arca@gmail.com

0 208
  1. Fale-nos um pouco de você.
    R: Me chamo Marlene Passos, nasci em Santo Expedito interior de São Paulo. Sou divorciada e tenho dois filhos. Tenho superior incompleto em Pedagogia e fiz curso de Educação Ambiental. Atualmente moro em Sorocaba.
  2. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?
    R: Sempre gostei de escrever, de 2003 a 2009 escrevi para o jornal de Angatuba, interior de São Paulo. Também gosto de desenho e pintura, ainda quero fazer um livro ilustrado. Tenho 8 eboos publicados no site da Amazona.
  3. Qual a melhor coisa em escrever?
    R: Sentir a liberdade da alma, criar, dar vida a personagens, viver outras vidas, sentir que podemos ajudar muitas vezes com nossas palavras.
  4. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto) R: Não, escrevo no meu quarto, mas a imaginação visita infinitos lugares.
  5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?
    R: Gosto de fantasia, mas já escrevi outros gêneros também.
  6. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?
    R: Meus livros são digitais pois as editoras cobram caro para publicar livros físicos. Vou para os títulos: “Rascunho de Minha Vida”, “Conexão Com Anjos”, “Homem Águia”, 55 Tons de Imaginação”, Mística Sedução”, Uma Eternidade Dentro de Dois Corações, “Odisseia de Juan e seu amigo imaginário”. Os personagens brotam como por encanto, a qualquer hora, de repente me vejo escrevendo.
  7. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?
    R: Se tenho uma inspiração para escrever sobre algo, ou algum lugar que não conheço, vou as pesquisas, depois coloco minha imaginação.
  8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?
    R: Não, difícil, a inspiração vem como vontade própria.
  9. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?
    R: Em 2002 publiquei pela Casa Do Novo Autor um livro de apenas 28 páginas e ficou bem caro, o título é “Seios ao Mar”. Por isso sempre publico no site da Amazon meus ebooks.
  10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional? R: Os leitores estão fugindo da leitura, principalmente no Brasil, é preciso inovação, leituras desenhadas, poéticas, ou seja, faz-se um desenho e cria-se uma história.
  11. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?
    R: Existe gosto para tudo, mas acho que o mistério seduz e a aventura conquista.
  12. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?
    R: Esse é o problema! O mundo está em crise e ainda cobra-se caro! Muitos precisam de ajuda, palavras que se identificam, mas o acesso fica difícil com preços elevados. É preciso nova estratégia para conquistar leitores ou traduzir e enviar para outros países.
  13. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?
    R: Todo livro que envolve aventura, filosofia, espiritualidade e magia me conquista.
  14. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? 
    R: A trilha sonora seria “Imagine”
  15. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?
    Adoro os livros do Padre Fábio de melo, eles mostram diretrizes que ajudam a enxergar novos rumos, até o livro “Rascunho De Minha Vida” que escrevi, foi inspiração ao ler o livro de Fábio de Melo e Gabriel Chalita “Carta Entre Amigos”
  16. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?
    R: Como disse, adoro desenhar e pintar também, meu sonho é lançar um livro e nesse momento também fazer uma exposição de telas pois a pintura também está inserida em minha alma.
  17. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais?
    O que você acha sobre isso? R: Tudo é válido, ajuda a melhorar, mas é preciso manter a personalidade pois cada pessoa é um mundo!
  18. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?
    R: Não tenho um nome específico, gostaria que fossem pessoas que ajudem o próximo, que não veja o mundo só do lado da fama, pois se todos dessem as mãos não existiria miséria no mundo.
  19. Qual a maior alegria para um escritor?
    R: Sem dúvida, conquistar leitores. Que sua imaginação os faça viajar, viver, identificar-se, que escritor e leitor faça parte do mesmo mundo, que tenham a mesma sensação, a mesma expectativa.

   20. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.
R: Minha mensagem: A inspiração é uma joia rara, algo divino que surge no nosso abstrato interior, algo  que vai além da matéria, algo que pode mudar roteiros, se você sente vontade de criar personagens, vá em frente, não os sufoque numa gaveta, gaveta não sabe ler! Invente novas estratégias que que sua imaginação chegue ao leitor, e mesmo que não consiga atingir a conquista necessária para uma surpreendente divulgação, continue, sempre continue, e ai que encontrará um atalho para sua descoberta. Cultivem a humildade sempre e coloque em sua criação situações que podem

Quer participar de nosso bate papo? envie-nos um email parceria.arca@gmail.com

0 218

  1. Fale-nos um pouco de você.

Na verdade, somos duas. Amantes da leitura, apaixonadas por livros, amigas BFF, resolvemos nos arriscar escrevendo nosso primeiro livro e ficamos felizes demais com o resultado.  Moramos no Rio de Janeiro, somos casadas, temos filhos, mas ainda arrumamos um tempinho para dar vida a personagens apaixonantes.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

     Belas, não-recatadas e do lar kkkkk

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

    Gostamos de dar vida aos personagens, viver uma vida nova através deles. Uma outra realidade.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Kiara – No sofá com o note no colo

Luna – eu não tenho, escrevo geralmente no sofá com o note sobre uma mesinha portátil.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

  Romance hot. Ainda é muito cedo para dizer, mas gostamos muito do tema policial, mistério e suspense.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Decidimos tentar escrever, em conjunto, cada uma dando vida a um personagem. Pensamos no enredo, na personalidade deles e voi la. Começamos.

O título veio no decorrer da história, por causa da profissão do protagonista. Os nomes foram escolhidos por eliminação, demos várias sugestões e decidimos por esses.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

    Como a história se passou em New York, tivemos que pesquisar alguns nomes de lugares, mas não focamos muito nisso.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

    Kiara- Eu particularmente gosto muito da escrita da Nora Roberts, mas eu não diria que me inspiro nela. A história simplesmente vem.

Luna- inspiração não, mas tem muitos autores que eu admiro, não só pelas histórias mas também pela qualidade de escrita, como a Ward e Megan Maxwell, por exemplo.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

    Estamos iniciando juntas nesse mundo agora. Não procuramos editora ainda. Depois de conversarmos e entrarmos em um acordo decidimos a autopublicação pela Amazon. Pelo menos por enquanto ainda não pensamos em editora.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Acho muito promissor, desde que todos tenham a consciência que tem leitores pra todo mundo.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

A oportunidade é pra todos, cabe ao público saber escolher. A gente depende muito do boca a boca.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Infelizmente são bem caros, enquanto isso não mudar a literatura nacional vai sofrer muito.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Kiara – O Padre. Foi muito polêmico e inovador, e acredito que o primeiro com esse tema.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Pop Evil –  Torn to pieces.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Kiara – Não o livro da minha vida, mas alguns que me marcaram bastante.

Luna- já li muitos livros maravilhosos, mas nenhum que tenha tanto peso.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Já estamos trabalhando em um livro novo. Prometemos que vai ser ainda mais tenso do que Sob Minha Proteção e tão romântico quanto, com aquela pitada do hot, obviamente.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Algumas. Achamos que alguns blogueiros se perdem na veracidade das suas opiniões.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Walcyr Carrasco, vai que ele decide adaptar o livro pras telinhas? #Sonharnãocustanada

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Achávamos que era terminar o livro, até a gente receber as primeiras qualificações na Amazon. #nãotempreço #amamosmuitotudoisso

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Venham ler Sob Minha Proteção e se apaixonar pelo nosso Henry e nossa Emily.

E se vocês têm uma ideia, sentem vontade, amam esse mundo, apenas escrevam. A única coisa que impede você de escrever é você não começar.

Quer participar de nosso bate papo? envie-nos um email parceria.arca@gmail.com

0 225

  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou sonhadora, pisciana, amo gatos e viciada em livros.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou publicitária formada e trabalhei na área por 10 anos. Escrever sempre fez parte da minha vida, é uma vocação e me sinto realizada por assumir a carreira de escritora definitivamente.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Ser o que eu quiser, estar onde desejar, viver o que puder.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Tenho. É no meu quarto, mas é uma mesa de trabalho, organizada.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Eu escrevo as ideias que se apresentam, por isso, já escrevi histórias do gênero de fantasia, sobrenatural, conto de fadas, romance, policial, drama, erótico, comédia, histórico e até distopia. Porém, eu me encontrei no erótico/realista. Sempre introduzi sexo e realismo nas minhas histórias, de alguma forma, mesmo as de fantasia, por isso, resolvi assumir esse como meu gênero, ainda que o plano de fundo da história possa ser considerado de outro gênero.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Bem, a lista é grande, então, vou citá-los na ordem de escrita:

- Saga Os Qu4tro Elementos (romance de fantasia/sobrenatural em 4 volumes);

- Insensatez (a primeira versão foi new adult, e a última, comédia romântica picante, escrita com Gisele Galindo);

- Estrela (conto de fadas, nova versão para o mito da Deusa da Lua);

- Trilogia Puro Êxtase (romance erótico/realista, com temática sobre autoestima);

- Coleção Amanhã (romances eróticos/policiais, com temática política, em 5 volumes independentes entre si, com enredos e protagonistas diferentes);

- Eu Nunca (comédia romântica picante, escrita com Mila Wander);

- Mexa Comigo (romance histórico/erótico, que se passa no Século XX, em processo de escrita).

Sobre títulos, às vezes ele surge assim que tenho a ideia, às vezes durante o processo de criação de enredo, ou mesmo durante a escrita. Mas, normalmente, eu já tenho o título antes de começar porque já acumulei uma lista muito grande de projetos a escrever. Sobre os nomes dos personagens, a escolha depende muito da história e o que quero passar através dela.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Pesquiso tudo o que acho que vai influenciar minha história de alguma maneira, seja o cenário, elementos profissionais, ou temas da atualidade. A coleção amanhã, por exemplo, exige que eu leia muito jornal a respeito de política e acontecimentos atuais, como a Copa do Mundo. A ideia é tornar a história tão realista, que ao final da leitura o leitor se pegue questionando se não poderia ser verdade. Quando é fantasia, histórico e distopia, as pesquisas se tornam mais extensas e profundas, sendo necessárias durante todo o processo de escrita.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Não. Eu me inspiro na vida, na minha forma de pensar e no que desejo passar para meu público.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Antes da Amazon, sim. Mas agora que tem a plataforma de autopublicação, está tudo disponível para leitura. A dificuldade se manteve, por alguns anos, para entrar em editoras tradicionais. Mas isso acabou ano passado, com a assinatura de contrato com três casas editoriais.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Maravilhoso! A mudança está gradativamente, mas nítida. Aconteceu um boom de publicações nacionais com a chegada da Amazon ao Brasil tão forte, que as editoras passaram a acompanhar o site como uma vitrine de novos talentos, abrindo, assim, suas portas para que nós pudéssemos entrar, finalmente, nas livrarias.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

O leitor é o editor, nesse caso. Eles que vão dizer se a obra vale a pena ou não. Acho essa participação direta sensacional, um elo se forma entre escritor, obra e leitor. É algo novo, em constante adaptação, porém, acredito que tem sido benéfico para todas as partes. Variedade é uma coisa que não havia antes e agora temos. Não é só aqui no Brasil que obras ruins chegam ao mercado. A autopublicação é coisa antiga lá fora, até têm autores autopublicados, que conseguem contratos com editoras internacionais para serem lançados em outros países. É mais uma porta, uma grande porta, de entrada no mercado e não vejo como isso pode ser ruim.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Não acho que hoje em dia isso seja uma verdade. É certo que a tiragem de livros nacionais continua menor do que dos livros internacionais, portanto, o preço unitário fica mais alto, por consequência. Mas isso já está mudando, principalmente nas livrarias online. O que se vê é uma crise nas livrarias físicas, que possuem custo alto de aluguel e funcionários, e cobram valores mais altos de qualquer livro para cobrir seus gastos exorbitantes. Portanto, com uma boa pesquisa, é possível comprar livros nacionais tão baratos quanto internacionais.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Qualquer um da série Goddess da P.C. Cast.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Cada livro tem sua própria playlist, não dá para citar tudo aqui (risos). Mas vou colocar o mais óbvio.

— Trilogia Puro Êxtase – Puro Êxtase – Barão Vermelho

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Não, não sou dessas. Quando termino um livro bom, parto para outro, então, o anterior fica “esquecido”. Não me apego a histórias desse jeito não. Já li livros demais e ainda tenho uma penca para ler, não sou incapaz de escolher 1 entre tantos.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Muitos!!! Bem, estou escrevendo o romance histórico hot “Mexa Comigo”; tenho 3 livros da Coleção Amanhã para escrever ainda; uma comédia romântica picante, que dá continuidade a um conto, publicado na Amazon (A Bela Perdida e a Fera Devassa); um novo romance erótico e polêmico com Mila Wander; outro sobre um romance entre três pessoas (poliamor); uma distopia erótica (história futurista, que se passa no século XXII); e acabei de incluir na lista um romance erótico de fantasia com sereia, porque tenho fascínio pela criatura mítica, que será um conto de fadas moderno.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Acompanho, claro! Vejo mais como opinião, não crítica. Acredito que dentro de uma opinião pode haver uma crítica construtiva ou destrutiva, depende do intuito do blogueiro. Acho bom, até para saber se a história funciona para um tipo de público ou não. Esse retorno é essencial até mesmo para nosso amadurecimento como autores.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Tenho vários autores que leem minhas obras e são fãs. Para mim já basta. Estou realizada.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Poder ajudar outras pessoas através de meus escritos e transmitir mensagens sobre amor, família, respeito ao próximo e confiança.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Se você ainda não leu nada meu, tenho uma vasta gama de gêneros e histórias para começar. Escolha a que tem mais a ver com seu momento e mergulhe de cabeça. Prometo surpreendê-lo! Muito obrigada pelo apoio, vocês são incríveis e tornam minha carreira possível, pois, um escritor não é ninguém até ser lido. Beijos

Se você está começando na carreira de escritor, saiba que precisa ter vocação, perseverança, autoconfiança, autocrítica, ler muito, revisar incansavelmente e não ter medo de reescrever. Quanto mais você escrever, melhor vai se tornar. Escrever é um exercício diário e precisa ser praticado. Quanto mais histórias escrever, melhor vai se tornar e também vai se encontrar como autor, em seu estilo de narrativa e gênero. Trate como uma profissão e não um passatempo. Boa sorte e trabalhe duro!

Quer ser entrevistado por nossa equipe? envie-nos um email parceria.arca@gmail.com

0 311
  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou Katherine Laccom´t, 32 anos às portas de completar 33, mãe de duas princesas e casada com um príncipe-sapo. Atualmente moro no Rio de Janeiro e tenho me dedicado a escrita em tempo integral.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou diva do lar… rsrsrsr. A ideia de escrever surgiu de uma conversa entre amigas, que acreditavam que eu poderia me dar bem. Não é que deu?

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Para mim, Katherine, a melhor coisa em escrever é ter o poder de criar um universo só meu, só com a minha história.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? 

Tenho um escritório que deveria ser usado para esse fim, mas ando pela casa com o note a tira colo. E no momento, por dores no braço e na coluna estou reorganizando, mudando móveis. Então, utilizo a mesa de jantar. Uma verdadeira bagunça.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Romance erótico. Já sim, tenho arriscado rabiscar umas linhas de comédia.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Eu queria ter uma resposta bonita para essa pergunta, mas a realidade é que as ideias simplesmente vêm. Não estão ligadas a nada em especial. Your Destiny que veio em minha mente quando meu marido contou sobre sua primeira visita em um clube de strip. Tirando isso, nada mais.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Faço uma vasta pesquisa sobre algo específico da história. Por exemplo, estou me aventurando no mundo da máfia. Eu queria fazer uma história com mafiosos modernos, conceitos modernos. Li artigos e livros sobre a máfia e descobri coisas interessantes. Há pequenos detalhes no livro que ninguém faz ideia de que realmente acontecem dentro desses clãs. Se é que ainda existem!

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Não. Ainda procuro desenvolver a minha identidade, a minha marca literária. Então tento ser o mais fiel possível a minha escrita. Há autores que sou fã, admiro demais, que fazem-me ter orgulho de estar nesse meio.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Não. Até agora tive sorte de poder publicar todos os meus livros em formato digital e impresso. Com muita luta, lágrima e suor. Alguns por editoras, mas a atual tiragem, de todos foram como independente.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Acho promissor apesar de ter gêneros que já estão saturados em matéria de novos escritores. Mas o mercado nacional nunca esteve tão aquecido como agora. As pessoas estão descobrindo o prazer da leitura, de ter livros em suas estantes para ler e não para enfeitar. E o mais importante, querem ler, assumem que leem não importa o gênero. Isso é muito bacana!

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Em tudo há o bônus e o ônus, com a popularização da escrita, o ônus é inevitável.  Mas isso nos dá a oportunidade de escolha, de sabermos o que é bom e o que é extremamente ruim. E logo vem a seleção, o tempo se encarrega de selecionar quem vai e quem permanece. Para escrever não basta ter talento, tem que ter mais, muito mais!

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

É complicado. Eu como autora independente posso afirmar isso com experiência. É muito difícil e caro fazer pequenas tiragens. Nem todo mundo tem dinheiro para bancar a milhagem de um título, como as grandes editoras têm! Eu fiz uma pequena tiragem de A Vitrine, o preço dele só cobra o custo, mais nada. Todos estão procurando um modo de levar o livro mais barato ao leitor, mas em um país que se paga tantos impostos e dá poucas oportunidades, é muito complicado.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Nunca pensei nisso…. agora vou pensar.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

A minha vida é regida por trilhas sonoras. Eu tenho playlist para escrever cenas; de briga é uma, de sexo é outra. Cada livro tem sim uma música que atribuo a ele, são músicas que repeti durante toda a escrita. Exemplo: O Juiz, é Feeling Good da Nina Simone. Também tem minha playlist para cenas de brigas ou tensas, ouço Tango do Mal, música nacional. Para cenas de romance, Il Volo. Cenas de sexo, The Weeknd. E por aí vai.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

A Bíblia.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Mente de escritor nunca para! Dia 11/11 lanço na Amazon o primeiro livro da Trilogia Saints, que é baseado na máfia. E estamos trabalhando pesado para lançar a versão impressa no evento literário no dia 12/11. Evento esse que convido a Arca Literária e à todos para comparecerem na Lapa, Espaço Multifoco às 15 horas.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Acho interessante, mesmo que de vez em quando alguns abusem de tal canal. Tem que ter em mente que é um formador de opiniões e levando isso em consideração, tem que ter cuidado com as palavras, como expõe sua opinião. Mas até aqui não enfrentei problemas e acho que é um canal necessário para leitores e escritores se inteirarem no mundo literário.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Jô Soares ou Danielle Steel.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Alguém chegar e dizer que a nossa história mudou a sua vida ou o ajudou em um momento difícil. Não tem preço saber que podemos ajudar pessoas.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.

Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de colher…”Ecl 3:1,2.

Isso é o melhor conselho para a vida e levo em meu coração. É um mundo difícil, mas não impossível. Perseverem e lutem por aquilo que acreditam, mas jamais percam sua identidade, não deixe de ser quem você é hoje com o objetivo de chegar a algum lugar. De resto, contem suas histórias e sejam felizes!

Quer participar de nosso bate papo? envie-nos um email parceria.arca@gmail.com

6 535
  1. Fale-nos um pouco de você.

R: Nasci em Brasília, sempre fui apaixonada em literatura, sou mãe de um casal, amo ler e escrever nas minhas horas de lazer, também gosto de jogar Fishdom e Criminal Case. Meus livros sempre são inspirados nas situações reais que acontecem ao meu redor e na minha vida. Busco mostrar ao leitor que sempre temos um caminho diferente daquele que tomamos. Não importa o quão fundo estamos atolados em nossos problemas, sempre há uma esperança.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

R: Eu trabalho numa instituição filantrópica que trabalho com homens em situação de rua. São histórias de vida muito tristes, mas muitas delas são maravilhosas porque vemos a verdadeira transformação daqueles homens. Minha inspiração vem de querer mostrar aos leitores que independente do problema que passamos sempre há uma esperança.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

R: Deixar a nossa imaginação ir por caminhos que muitas vezes nós mesmos não temos a coragem de ir.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

R: Sim. No meu quarto, na mesa em que tem meu computador.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

R: O gênero no qual escrevo sempre é romance, mas tenho um livro que é sobre a vida do meu cunhado que faleceu, logo está em drama e nesse momento estou me aventurando no gênero fantasia, pois acordei outro dia com toda uma história na minha mente. Eu sonhei toda ela.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

R: Meus livros em sua maioria falam de superação. Hoje em dia o que mais escutamos são pessoas cansadas da vida e com vontade de desistir. Então pego as situações ao meu redor e faço-as virarem lindas histórias de superação e amor. Quando eu tenho uma história na mente a primeira coisa que defino é o título, pois sem ele eu me perco no desenvolvimento da escrita, pois meus títulos quase são um resumo da história. Quanto aos personagens sempre vou em busca do que cada nome significa e encaixo em cada personagem de acordo com as características de cada um.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

R: Depende de cada história. Para criar Taminah, a Princesa da Pérsia eu pesquisei sobre o Antigo Egito e a Pérsia. Quando eu defino o lugar que se passará a história busco as características do lugar e como seus habitantes vivem. Também observo a reação das pessoas diante de cada situação. Às vezes fico observando meses para começar a criar minha história.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

R: Nunca me inspirei em ninguém. Sempre acho interessante essa pergunta e normalmente reavalio se realmente não me espelhei em ninguém e a resposta é sempre a mesma: Não.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

R: Meus livros são publicados apenas em ebooks. Quanto ao físico já busquei algumas editoras, mas umas estão fora do meu orçamento para investir, outras nem se deram ao trabalho de responder e atualmente estou aguardando uma amiga terminar de documentar sua empresa para vermos se chegamos a um acordo.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

R: Não sei a que novo cenário você se refere, mas se fala de várias autoras surgindo acho legal, porém tenho minhas restrições, pois com a descoberta sexual feminina muito se tem escrito no gênero hot e vejo todos eles serem colocados num patamar superior, todavia nem todos eles são bons e essa generalização é um pouco prejudicial para nossa literatura, pois temos muitos escritores excelentes que não foram reconhecidos ou uma maioria não quer ler por não ser hot. Também tenho visto um protótipo de homens que as leitoras acham perfeitos, mas na vida real seria bastante complicado como Gideon, Grey, Zimmerman… Vejo que a falta ou baixa autoestima tem feito leitoras acharem o máximo se pudessem ter na vida real o homem de seus livros. Isso é perigoso! Penso que nosso universo literário é muito rico e deveria ter outros escritores de gêneros diferentes sendo descobertos. Conheço muitos e são excepcionais. Deixo claro que amo ler hot também. Duas escritoras preferidas minha são: Anne Krause e Paola Scott, porém elas mostram a realidade e são fantásticas no que fazem.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

R: Acho que como tudo na vida, nós temos o modismo também na literatura. Muitas pessoas veem na literatura uma forma de ser reconhecida nacionalmente e porque não dizer internacionalmente. Vejo muito isso em grupos que silenciosamente observo. A carência das pessoas atinge cada dia mais graus elevados e como elas estão ligadas à literatura, esse é o caminho. Escrevem para ter sucesso e não por prazer.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

R: Vejo muitos autores reclamando da falta de apoio de suas respectivas editoras. Acredito que o preço elevado se deva ao fato da maioria das editoras estarem preocupadas apenas com a produção do livro e não com a sua venda. Penso que se trabalhassem em conjunto à comercialização todos sairiam ganhando. Se todos trabalhassem em parceria, desde a gráfica até o autor os preços seriam menores.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

R: Nenhum. Gosto do meu estilo de escrita e das ideias que tenho tido.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

R: Vixe!!! Isso é muito complicado, pois tenho muitos livros e normalmente não penso num tema musical. Apenas quando vou escrevendo vem alguma música, mas isso tem a ver com cada enredo.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

R: Nenhum. Contudo tem uma autora que todos os seus livros falam muito ao meu coração. Seu nome é Lenny Silva e seu mais novo livro que tem falado muito não só ao meu coração como a minha alma é Sempre em Meu Coração.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

R: Tenho três projetos atualmente. Dúvidas do Coração que terá como tema as dificuldades e os preconceitos vividos por mães solteiras, Chances e Escolhas – Livro 3 da Trilogia Chances que mostrará os cinco personagens do livro 2 mostrando do porque eles terem chegado nas suas respectivas situações e a história no gênero da fantasia que ainda será segredo. (risos)

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

R: Acompanho alguns e como em todas as nossas áreas uns levam a tarefa a sério e fazem excelentes trabalhos, outros são apenas os bajuladores que se vendem por qualquer mimo. Contudo, aqueles que fazem corretamente ajudam bastante os escritores que gostam da seriedade no trato das suas obras.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

R: Infelizmente não poderei responder corretamente essa pergunta, pois tenho vários leitores e escritores que admiro. Entre eles: Evando, Domenica, Claudia Misael, Renata, Anne Krause, Numa Ribes, Shay Nuran, Cris Andrade, Lena Rossi, Tamy Oliveira, Paola Scott, Lenny Silva, JM Alvarez… São muitos!!!!

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

R: Para muitos o sucesso, para mim quando vejo que o leitor captou a mensagem do meu livro.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

R: Quero agradecer a cada um de vocês que têm acompanhado meu trabalho e demonstrado seu carinho por mim e pelas minhas obras. Ajudem a divulgar a literatura nacional em suas redes sociais quando lerem algum livro que gostaram. Uma hora nós faremos a diferença.

A você que está iniciando no mundo literário faça por amor e prazer à literatura, não se deixe perder no caminho, pois no final apenas sobrará à mediocridade. Tudo na vida passa, lembre-se disso. Que Deus abençoe a cada um de nós!

Quer ser divulgado por nossa equipe? Clique aqui

0 213
  1. Fale-nos um pouco de você.

Tenho 42 anos, sou estudante de psicologia, moro em São José dos Campos, interior de SP. Além da leitura, sou apaixonada por filmes e séries.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

No momento dedico meu tempo para a escrita e a faculdade. Sempre gostei de escrever e tinha problemas na escola quando os professores colocavam limites de linhas para as redações, mas nunca achei que teria enredo suficiente para um livro e resolvi arriscar e acabei escrevendo um livro de 390 páginas

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Colocar no papel, um mundo paralelo, onde mesmo com todos os percalços, sabemos que tudo termina bem.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Não tenho, escrevo sempre que tiver inspiração, pode ser numa praça, no ônibus, sempre ando com minha agenda e caneta na bolsa.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Escrevo romance, mas tenho rascunhos de um policial, um livro fantasia somente aguardando a vez deles.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Atualmente estou terminando a Série Para Sempre, que inicialmente seria livro único e acabou se transformando em 3 livros e 3 spin-offs. Em Eterno, quis passar uma mensagem sobre amizade verdadeira, aquela que não se perde com o tempo. Em Ao Te Conhecer, o foco foi na importância da família, e em Voltei por Você, o perdão.

A inspiração para os títulos, tento me basear no enredo do livro, para deixar o título como uma mensagem subliminar do que você irá encontrar lendo o livro.  Quanto aos nomes dos personagens, geralmente faço pesquisas como se estivesse procurando nome para um filho, usando livros de nomes e seus significados.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Utilizo muito a internet, o Google é meu companheiro, mas sempre fico atenta a veridicidade dos sites que utilizo, pois sabemos que podemos encontrar de tudo porém algumas coisas são bem fantasiosas e apesar de escrever ficção, procuro sempre estar o mais próximo da realidade possível. Além da internet, sempre converso com pessoas envolvidas com o que quero tratar nos livros, como advogados e médicos.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Amo os livros de Nicholas Sparks, várias coisas me inspiram… um filme, um livro e até mesmo uma música.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicar?

Hoje é muito difícil publicar no Brasil, quando terminei Eterno, mandei para algumas editoras e não tive retorno de nenhuma, até que decidi publicá-lo independente. Estou aguardando a primeira remessa da gráfica.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Acredito que ainda temos muito que crescer, estamos apenas engatinhando no caminho de ter reconhecimento dentro do cenário, o que ainda falta é um apoio maior de grandes editoras e de grandes livrarias também.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Acredito que temos que ter paciência e dedicação para lançar um livro, tudo tem que ser muito bem pensado, vejo que muitas pessoas hoje em dia, lançar de um dia para o outro, o que algumas vezes pode prejudicar o nome do autor, já vi alguns livros com enredos bons, mas que infelizmente por falta de uma boa revisão, acabaram sendo manchados. Esse boom de lançamentos é bom, mostra que temos pessoas com garra para lutar naquilo que acredita porém, muitas dessas pessoas acreditam que podem fazer tudo sozinha e esquecem de prezar pela qualidade da sua obra.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Infelizmente, esse é um dos nossos maiores desafios, pois é muito complicado competir com livros internacionais e de autores de renome, com preços mais acessíveis. Precisamos de mais apoio governamental, quem sabe abaixando um pouco dos impostos sobre os livros, nos deixaria com a possibilidade de concorrer em pé de igualdade dentro das livrarias.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Perto do coração selvagem, de Clarice Lispector.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Seriam vários, sempre tenho uma música que me inspira para cada capítulo. Tenho play list dos livros no youtube.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Ainda não.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Para o próximo ano, pretendo lançar mais um livro físico e vou começar a escrever o romance policial, porém sem data para lançamento estarei no último ano da faculdade e ela será a minha prioridade.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Para ser sincera, acompanho muito pouco os blogs.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Autor nacional, ficaria honrada de ter Nana Pauvolih e Camila Moreira. Já autor internacional seria Nicholas Sparks ou Cassandra Clare

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Para mim, ver um comentário de um leitor dizendo que seu livro emocionou, esse tipo de comentário não tem preço.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Para quem está iniciando no mundo literário, consigo definir em uma palavra: persistência, o caminhar é árduo e muitas vezes muito dolorido, mas não se deixe abalar com os “nãos” que irá receber, mantenha sempre o pé no chão e seja humilde.

Para os leitores, só tenho a agradecer, pois são graças a eles que temos força para nos manter em pé dia após dia. Quem quiser me conhecer um pouco mais, pode me adicionar no face, sempre que posso gosto de manter contato com os leitores, amo todos!

 Quer ser entrevistado por nossa equipe? Envie-nos um email para parceria.arca@gmail.com

0 259
  1. Fale-nos um pouco de você.

Me chamo Rafael Rosa Dias, tenho 32 anos e escrevo regularmente a seis anos. Publiquei alguns volumes de forma independente e agora tenho uma obra no catálogo da Editora Buriti intitulada Lua de Sangue. Sou acadêmico de Sociologia e participei de algumas organizações não-governamentais, onde também fui palestrante em escolas.

  1. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Desempenhei diversas atividades ao longo da vida, seja em empresas multinacionais da área de tecnologia até pequenos escritórios de advocacia. Trabalhei nos setores de atendimento ao público, financeiro, cobrança, administrativo e outros. A inspiração para começar a escrever veio do constante consumo de literatura que balizou minha vida desde a infância. Desde contos dos Irmãos Grimm, passando por Oscar Wilde em O Príncipe Feliz e Outros Contos, até, mais recentemente, Leonel Caldela, André Vianco, Neil Gaiman, Leonardo Gori, entre inúmeros outros. Minhas preferências sempre oscilaram do realismo fantástico ao terror, e é dentro desse espectro que componho minhas histórias.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Entrar em contato consigo mesmo. Existe um mundo efervescente, fantástico, em nossa mente, e a escrita possibilita, não apenas a entrar em contato com outras pessoas e compartilhar um pouco da fantasia que habita em nós, mas também a dar vida a nossos sonhos mais secretos.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Não. Escrevo onde a inspiração se faz mais presente. Usualmente utilizo um computador para isso, mas também carrego comigo cadernos e um dispositivo portátil para escrever quando a inspiração queima em minha mente. O computador serve mais para dar forma ao texto e corrigi-lo, conforme as necessidades literárias do projeto.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Escrevo no gênero fantasia e terror, voltado mais ao suspense. Mas escrevi uma obra, ainda inédita, em que abordo temas mais contemporâneos, sem qualquer elemento fantástico. Trata-se de um manuscrito intitulado O Ceifador no Campo de Trigo, contando a história de um adolescente de treze anos que sequestra o ônibus escolar durante um passeio de sua turma, decidido a assassinar alguns colegas que o maltrataram. Foi o único livro que escrevi fora do gênero fantasia.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Gosto de pensar nos nomes conforme as personagens vão ganhando forma, vão progredindo. Não parto do nome e daí crio a personagem. Faço o caminho inverso. Deixo minhas personagens mais livres, sem seguir à risca um roteiro preestabelecido, fazendo com que evoluam conforme a história avança, como se tivessem vida própria e eu fosse meramente um espectador.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Para escrever Lua de Sangue eu pesquisei muito sobre mitologia europeia, pois a história se passa na remota região de Ardennes, entre a França e a Bélgica, em uma época igualmente remota. Criei um vilarejo típico da região e uma sombria floresta assombrada por bruxos e lobisomens. Para não ficar no lugar-comum dessas histórias, me aprofundei em pesquisas sobre a mitologia medieval dessas criaturas, alterando conforme a necessidade da minha própria história. Pesquisei também a política e a estrutura jurídica da época, bem como o armamento utilizado pelas forças militares, que desempenham um papel crucial na história. Assim sendo, embora seja um conto sobre um vila perdida no meio do nada e atacada por seres mitológicos, o enredo se diferencia das demais obras do gênero por trazer elementos totalmente novos.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Embora seja um leitor voraz, na hora da composição de minhas histórias, sou somente eu. Não me inspiro em outros autores porque tenho um método próprio de criação e escrita. Modifico a linguagem do livro para se adaptar melhor à história que ele conta. Em Lua de Sangue, adotei uma linguagem mais melancólica, mais pessoal, como se o narrador, mesmo distante, se aproximasse das personagens pela empatia, tomando parte ativa nos acontecimentos.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

O mercado editorial é amplo e, estranhamente, fechado. Em épocas de crise financeira em um país não muito afoito ao prazer da leitura, é natural que as editoras se voltem sobretudo a autores com maior potencial comercial pois, apesar de todo o discurso em contrário, as editoras são empresas e as empresas miram o lucro, o dinheiro. Então temos muitos autores que foram importantes no passado mas que, agora, não conseguem publicar nada novo, apenas livros insossos de crônicas e pensamentos diversos, sobrevivendo pela força do nome que conseguiram criar na época em que ainda faziam literatura. E vendem bem. À nova geração resta a auto publicação, prioritariamente por meios eletrônicos, trabalhando duramente para fazer nome e conseguir contrato com editoras consagradas.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

A relação entre editoras e escritores precisa avançar no país. Normalmente a editora compra um manuscrito pronto por um prazo determinado, e o autor cede, por esse tempo, os direitos autorais. O sistema seria melhor para todos se a editora assumisse o autor como um funcionário, dando suporte material e financeiro para que o livro evolua sem que o autor tenha de se preocupar com outras questões. Como pode o autor nacional, que normalmente escreve sozinho, competir com autores estrangeiros, cujos livros são o resultado de uma estrutura muito bem organizada? Então, mesmo que a literatura nacional tenha produzido autores de grande qualidade, ainda é inferior à literatura estrangeira, sobretudo a europeia e americana.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Essa explosão de autores nacionais é resultado direto da facilidade em se produzir e propagar conteúdo digital. O mesmo ocorre na música e em outras artes. Conforme se democratiza o acesso a essas novas ferramentas, mais profissionais surgem em cada área. O próprio mercado e a própria concorrência acabam servindo de niveladores. Não sei avaliar se o que está sendo produzido é bom ou não, mas a verdade é que existe conteúdo para todos os gostos e opções. O melhor mesmo é a profissionalização da escrita, para a produção de conteúdo realmente relevante, mesmo que o fim seja apenas a recreação.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

A literatura teria um alcance proporcionalmente maior conforme uma política de valorização do livro fosse seriamente colocada em prática, e isso passaria por editoras e livrarias diminuindo o percentual de lucro embutido em cada exemplar, e o poder público reduzindo a indecente carga tributária. O correto seria o livro ser isento de tributação, ou ao menos com alíquotas reduzidas. Da forma como está hoje, a literatura continuará a ser um mercado claudicante.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Certamente A Menina Que Roubava Livros, de Markus Zusak. Foi um dos livros que mais me impressionaram, principalmente pela linguagem e pela escolha incomum do narrador, a própria Morte.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Lua de Sangue cai bem com Lobo da Estepe, dos Cascavelletes. O clima da música fecha bem com o clima do livro.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Tolkien e sua mágica trilogia do anel. Uma das melhores coisas que um ser humano foi capaz de conceber.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Diversos projetos, tantos que nem tem como citá-los aqui. Mas trabalho atualmente em uma trilogia que estou gostando muito, com o título provisório de Harlow e O Círculo de Magos Elementais. Assim como Lua de Sangue, esta história trará novos e surpreendentes elementos a um gênero que parece saturado.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Uma crítica literária nada mais é do que opinião de um leitor. Toda opinião é válida. Se o livro não agradou, ele é criticado; se agradou, é elogiado. O importante é saber separar críticas honestas daquelas que parecem advir de escritores frustrados. Ninguém está imune ao erro. A crítica deve ser vista como um elemento a mais na avaliação de uma obra literária, e não como o ponto definitivo.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Minha namorada. Ela tem uma sensibilidade interpretativa de textos simplesmente surpreendente, talvez pelo fato de ser uma poetisa muito competente. Seu talento é algo raro nos dias que correm.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Não há para o escritor alegria maior do que ver alguém lendo seu livro. Tudo o mais desaparece diante desse evento.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

A literatura é a mais apaixonante e a mais completa das artes. Não importa os sacrifícios exigidos ou os percalços que certamente aparecerão, no final, o obra terminada, o livro pronto, compensa tudo. Ver a história saindo de sua mente e ganhando forma definida, e ver essa mesma história sendo compartilhada entre as pessoas, é a maior das glórias reservadas a um escritor, o verdadeiro significado de literatura. O mercado editorial é fechado, procura autores com algum tipo de público já formado, a literatura não remunera adequadamente, e muitos portas são fechadas na procura por meios de publicação. Mas quando o autor segura seu livro impresso na mão, percebe que o caminho que o levou até ali não foi tão ruim assim.

 Deseja ser entrevistado por nossa equipe? envie-nos um e-mail para parceria.arca@gmail.com

2 1225
  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou carioca, casada tenho dois filhos jovens que me orgulho muito. Sou uma pessoa que gosta de coisas simples e de tranquilidade apesar de morar na agitação da cidade. Sonho morar num interior bem sossegado e escrever meus livros. Faço letras (port./ francês) na UFF e sempre gostei muito da cultura francesa. Minha filosofia de vida é se colocar no lugar dos outros antes de tomar uma decisão, mas não sou perfeita.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou mãe, dona de casa, estudante e escrevo livros, quando tenho tempo. Sempre tive vontade de escrever, mas não acreditava em mim mesma.

Acredito que minha inspiração venha da vida, dos livros que já li. As ideias surgem, não sei explicar bem. Tem dias que levanto no meio da noite e escrevo um monte de capítulos. Tem semanas que não sai nada, tem outras que escrevo todos os dias.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Escrever é como fazer uma catarse. Faz muito bem pra alma. É como por pra fora uma montanha de coisas de ideias que estão girando dentro de você. Quando isso torna-se  realidade, é muito gratificante.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever?

Não. Escreve onde e quando me dá inspiração. Já escrevi até em guardanapo no trabalho por que estava inspirada. Geralmente escrevo no meu note ou no PC da casa.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Sou romancista e acredito que escrever tenha que ser prazeroso.  Agora estou me aventurando num romance mais ficção cientifica no meu quinto livro. Acho que já amadureci para começar uma pequena transição. Acredito que para mudar totalmente de gênero, o autor tenha que ter muito cuidado para não parecer falso. Não sei se estou madura o suficiente para mudar totalmente de gênero e não sei se quero, pois gosto de escrever romances.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

A parte mais difícil para mim é escolher títulos. Sou horrível! Daí peço ajuda aos filhos, aos amigos e vou lapidando até chegar a um consenso que me agrade. Quanto aos personagens, geralmente eu escolho nomes de amigos de conhecidos, ou de nomes de pessoas que passaram pela minha vida.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Geralmente são lugares que conheço, mas já aconteceu de eu pesquisar sobre o lugar exaustivamente na Internet, procurar informações com quem conhece, etc. Trabalho muito com a realidade brasileira. Meus personagens são bem nacionais, daí fica mais fácil e com bastante diversidade para eu escolher.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Acho que não! Mas acho que somos frutos de tudo que lemos e vivenciamos.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?
    Bom, eu só tenho um livro publicado e como minha experiência não foi das melhores, parei com a ideia de publicar e me dediquei só a escrever. Pesquisei muito sobre as editoras depois disso, e só agora é que retomei a ideia de publicar meus livros de novo. Estou aberta à propostas no momento.
  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Acho que melhorou muito, mas ainda precisa mudar muita coisa, criar mais espaços e divulgação para a nossa literatura. Mas estamos caminhando.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Tudo tem o lado bom e o lado ruim. O lado bom foi a visibilidade merecida de autores desconhecidos muito bons que não conhecíamos. Por outro lado, o mercado nacional ficou sobrecarregado de autores que, como você disse, ‘não tão bons’ que acabam servindo de ‘munição’ para aqueles que gostam de falar mal da nossa literatura, baseados num livro apenas.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Não é o único, mas é sem dúvida, um dos grandes motivos pelo qual a população brasileira não tem habito de leitura. Lamentável!

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Nunca pensei nisso, mas gostei muito da ideia do Leonardo Brum em “ Um mundo Perfeito”

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Bom, para o livro que tenho publicado, ”Escolhas o Amor Tem Dois Lados”, eu imagino a música do Luan Santana, amar não é pecado.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Não.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Muitos. Para este ano pretendo lançar meu livro “Em Teus Braços”, até o fim do ano. Depois sonho em lançar os outros a cada dois anos. Continuar estudando e escrevendo muito.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Como não fui muito feliz no processo de publicação do meu livro, deixei a divulgação dele de lado, mas quando o envio para algum blog, leio a resenha e converso com o blogueiro sobre o que ele achou realmente, aproveitando tudo. Aceito bem críticas coerentes e bem fundamentadas. Acredito que as críticas sirvam para amadurecer, refletir. Ninguém agrada todos o tempo todo, pois geralmente um livro alcança um público ‘X’ , e não alcança o público ‘Y’ . Procuro ver as críticas como um outro ponto de vista a ser respeita assim como o meu.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

          Janeth Fontes.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Ouvir de um leitor desconhecido as partes preferidas do seu livro que ele adorou.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Para os que gostam de ler, deem uma chance para a literatura nacional, vocês vão se surpreender como o ‘John’ pode ser tão legal quanto o ‘João’.

 Já para os que querem escrever, tenham paciência e fé pois a caminhada é muito difícil, porém muito revigorante na chegada.

0 484
  1. Fale-nos um pouco de você.

Carioca, jornalista, arquiteta, escrevinhadora. Leonina, criadora de cavalos, leitora voraz.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Além de contribuir com artigos para revistas diversas, trabalho com comércio exterior. Os cavalos me inspiram e a leitura frequente me entusiasma a querer também contar uma historinha.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Poder inventar o mundo, criar formas, cores, cheiros, dar voz a personagens diversos.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? 

Escrevo na maior parte das vezes em casa, rodeada de livros, com o rádio ligado em música.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Escrevo ficção, romances, quando mais nova arriscava alguns poemas, mas nunca tentei outras fórmulas.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Tenho quatro romances e um conto publicados. “Passo Trote Galope” é a história de uma família às voltas com seus cavalos. “Quer Apostar?” relata como a personagem se apaixona por cavalos e um certo criador. “Sob o Signo de Centauro” fala de duas vidas que nunca se encontraram até que um acaso os coloca como oponentes. “Carrossel” é sobre dois irmãos e suas aventuras. O conto “Goiaba em Calda” foi publicado no livro “Dois em Um”, juntamente com outro conto, de autoria minha irmã Marcia Lustosa, “Travessia”. Espalho bloquinhos e cadernos de anotações por todos os cantos e, se ouço um nome que me agrada, escrevo. Da mesma forma, quando me ocorre uma ideia. Estou finalizando o quinto romance (título provisório: “Vale das Luas”) e queria um nome forte para a heroína. Escolhi Pilar, mas daí veio uma personagem de novela chamada assim, então, mudei para Diana, a deusa caçadora da mitologia da Roma da Antiguidade. Títulos já são mais difíceis, devem ser testados, repensados. “Quer Apostar?” foi “Prova do Ovo”, que é uma competição na qual o cavaleiro tem que carregar um ovo numa colher e ao mesmo tempo dirigir seu cavalo de acordo com pedidos de um juiz. Com isso, eu queria passar a ideia dos desafios e do equilíbrio necessários para o dia a dia. “Sob o Signo de Centauro” foi “De Cabo a Rabo”. Nesse último, a intenção era demonstrar a totalidade de uma vida, do começo ao fim, brincando com a apresentação de um cavalo, que é mostrado com um cabresto e seu cabo e analisado até a ponta do rabo. Em ambos os casos, as editoras desaconselharam esses títulos e acabamos por mudá-los.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

A internet tem sido de muita ajuda, encontra-se de tudo como referência, mas é preciso cuidado e reconfirmar a informação para não cometer gafes. Em “Passo Trote Galope”, no início do livro, ainda não havia a internet ou WhatsApp – tive que me lembrar disto ao escrever. Em “Quer Apostar?” precisei descobrir um local no mar onde um navio poderia se esconder por um período. Uma grande fazenda se transforma em cidade em “Sob o Signo de Centauro” na serra petropolitana (RJ) por força de um português determinado durante o império, procurei a ambientação da época. No “Carrossel” tive que descobrir um cassino próximo à cidade de Nova Iorque (EUA). Pesquisar é essencial para dar veracidade, consistência e substância a uma história!

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

De início, quatro autores me vêm à mente: o brasileiro Monteiro Lobato e a sua fórmula de ensinar o mundo com linguagem infantil. A inglesa Agatha Christie e sua teia de suspense. O inglês Dick Francis e seus relatos diretos, objetivos, juntamente com os cavalos. Por fim, outro brasileiro, Fernando Sabino, também pelos relatos diretos e objetivos e, principalmente, pelo seu humor fino, de fazer rolar de rir.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

A trilha para publicação de um livro é uma tarefa hercúlea, que exige muita dedicação do escritor. Achar uma editora que publique o perfil de seu livro, saber de sua disponibilidade para publicação, convencê-la de que sua história tem valor literário… Tenho três livros com editoras e o último, “Carrossel”, que publiquei através da Amazon. Dependendo desta última experiência, tomarei uma decisão sobre qual o melhor meio para o quinto romance.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Gosto da variedade e da forma como os jovens estão envolvidos, seja como leitores ou escritores.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Esta ebulição é muito importante, as oportunidades para o novo estão mais à mão. É uma pena, no entanto, que não há como separar o joio do trigo.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Triste. Literatura deve ser accessível a todos.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Não sei escolher. Quando leio, me entrego totalmente à história e realmente me deixo surpreender, o que acontece quase sempre. Um exemplo de enredo que me arrebatou foi toda a série do Harry Potter – fantástico, quanta criatividade, quanta novidade, quão inusitado!

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Ouço música o dia inteiro, então é inevitável criar trilhas sonoras para meus livros. As principais canções são:

“Passo Trote Galope” – a música do cantor americano country Mark Willis: I Do.

“Quer Apostar?” – Encara ou Para dos sertanejos Rogério e Fabiano.

“Sob o Signo de Centauro” – Adesso Tu do italiano Eros Ramazzoti.

“Carrossel” – You Lie da americana The Band Perry.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Outro dia, debateu-se num grupo literário este tema. E respondi que, se eu escolhesse, haveria uma revolta entre os livros de minha estante! Juro, não consigo escolher!

  1. .Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Finalizo o quinto romance, “Vale das Luas” e já tenho algumas ideias para o próximo, para o qual estou na fase de anotações.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

As críticas são boas para que o leitor tenha um sentimento do livro, para que ele possa perceber a temperatura da história. Gosto da resenha que começa desapaixonada, ou seja, que traz um relato do conteúdo e que depois parte para a avaliação do blogueiro, seus sentimentos despertados pela leitura, assim, posso decidir se o livro é para mim ou não, sem um impacto inicial positivo ou negativo. Erros crassos e frequentes de Português me fazem sair correndo do blog – não quero desaprender o que sei!

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Lygia Fagundes Telles e Thalita Rebouças.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

É o retorno dado pelos seus leitores – pelo menos assim é para mim!

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Leitores: conversem com seus autores! Autores: Escrevam sobre o que gostam e sabem – paixão e emoção são essenciais. Aprendam a técnica (há ótimos livros sobre o assunto), apliquem-na para delinear a história e depois entreguem-se ao prazer de

  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou um amante das letras. Desde muito cedo vivo muitas vidas através dos livros, e escrevo já há bastante tempo, tendo começado a publicar com mais intensidade recentemente.

  1. O que você faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Ganho o pão em um grande banco. O trabalho burocrático praticamente não me inspira, mas como válvula de escape a escrita é uma terapia interessante.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Deixo aqui um trecho de Mosaicos Urbanos que reflete bem a minha impressão da literatura:

(…) o que mais a encantava na literatura, era que, quando se abria um livro, ninguém sabia onde aquela história poderia nos levar. Era uma surpresa, era colocar a alma nas mãos do autor e deixar-se levar… ”

  1. Você tem um cantinho especial para escrever?

Eu escrevo muito no sofá, de frente para a televisão em minha sala de estar. Quando preciso de um nível maior de concentração, vou para a sala de jantar e coloco algum som nos fones de ouvido. Algo que tenha a ver com o que estou escrevendo. Eu gostaria de ter um local com uma vista legal, para um jardim ou para a rua, acho que seria bem interessante e produtivo, mas por enquanto não tenho um local assim, como o da foto (sonho meu J):

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Eu passeio por vários estilos literários em meus contos, já escrevi ficção científica (Primus AD), literatura policial (Post Mortem, Contos Insólitos, Os Bastidores do Crime, Sombras e Desejos),  fantasia (Sonhos Lúcidos) e terror (O Rei Amarelo em Quadrinhos, Eu me ofereço!, King Edgar Hotel, @medo.com, Demontale). Na categoria conto fui o ganhador do V Concurso de Contos Livrarias Curitiba [2014], como poeta recebi menção honrosa da Associação de Escritores de Bragança Paulista, durante o III Prêmio Cidade Poesia (2014), e esse ano O Rei Amarelo em Quadrinhos foi eleito melhor publicação mix de 2015, levando o Troféu HQ Mix, o oscar dos quadrinhos brasileiros.

Normalmente eu intercalo um trabalho fantástico ou de terror com um trabalho mais realista. Acho que esses gêneros se retroalimentam. Eu terminei Mosaicos Urbanos e iniciei o trabalho para o roteiro do Rei Amarelo. Assim que terminei essa história de terror, que teve bastante pesquisa histórica durante o processo, iniciei a escrita de meu primeiro romance, um policial sem elementos fantásticos, mais realista e contemporâneo, que pretendo publicar em breve no Wattpad.

  1. Fale-nos um pouco sobre Mosaicos Urbanos. Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Mosaicos Urbanos é uma coleção de contos, em vários cenários urbanos diferentes, mas que mantém uma certa estrutura lírica entre si. Os contos compartilham alguns personagens entre si, mas como nem todos os personagens se relacionam, eu acho que não dá para dizer que é um romance fix-up.

Sobre os dois contos mais extensos do livro, que são O Palhaço e No Coração de Macau, o que posso dizer é que O Palhaço é sobre a magia que envolve a folia de reis. Quando eu visitava o interior de São Paulo nas férias, ainda criança, aquele pessoal fantasiado cantando ininteligivelmente exerceu um fascínio que carreguei para o resto da vida. Esse conto é uma homenagem a fé daquelas pessoas simples que encenam aquilo com uma reverência de um tempo que se perdeu. No Coração de Macau é um conto criado em homenagem à cidade mais estranha do planeta. Onde milhares de chineses levam suas vidas em uma antiga colônia portuguesa, e, ao lado de Hong Kong, é a mais ocidental das cidades da antiga China. Mas há uma aura e uma história que diferenciam Macau de qualquer outra cidade no mundo. Arturo de Oliveira, o escritor ficcional que passeia por outros contos dessa antologia encontra uma amante do mundo das letras, mas será que mundos tão distantes podem coexistir?

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Eu pesquiso bastante, estudo a cultura, os costumes, os aspectos profissionais, psicológicos, econômicos, sociais e tudo o mais que eu puder encontrar sobre o assunto em pauta. Para escrever No Coração de Macau, por exemplo, eu fiz o download de músicas locais, assisti alguns filmes, pesquisei no Bing Maps, dei um passeio virtual pela cidade no Google Street View e conversei com alguns locais pelo Skype.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Minhas referências são Ernest Hemingway e Fitzgerald, com certeza. A maior influência que eu trago para o meu trabalho de literatura policial é o sueco Stieg Larsson, autor que sou muito fã. Para histórias fantásticas eu penso em escrever uma história que Alan Moore escreveria. Às vezes passo perto, mas normalmente não, o que por um alado é bom, pois o Alan é o cara mais pirado da face da Terra, e ele já disse que o melhor que escreveu foi sobre influência de drogas pesadas (risos).

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Auto publicação está aí, acessível e grátis. Então qualquer autor hoje tem acesso, já publicar por uma editora é mais difícil, principalmente em tempos de crise como agora. Acredito também que se a editora não der um retorno sobre o trabalho do escritor, nem vale a pena, na verdade pode ser pior, pois você perde o controle sobre o seu material e fica preso a contratos de direitos autorais.

Eu vejo com muito bons olhos a auto publicação, se bem feita, com a contratação de revisores, capistas, etc.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Acho que no Brasil há poucos leitores, mas que melhorou muito desde Harry Potter. Precisamos de outro fenômeno como esse, para despertar os leitores. Quanto a avalanche de escritores que temos hoje, acho isso muito bom, pois é um mercado que está buscando seu equilíbrio.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Hoje é muito fácil publicar um livro, e todos que acreditam em seus sonhos, devem tentar. Já encontrar leitores, aí a coisa muda de figura. É um mercado tão feroz quanto o do mercado financeiro.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Acho que isso desestimula tanto os leitores quanto os autores. Aos leitores que tem que selecionar o que podem comprar a cada ida à livraria, e muitas vezes, menos do que gostariam. Isso gera um problema aos autores nacionais, principalmente aos iniciantes ou independentes, que sem ter o apelo de marketing dos grandes lançamentos acabam, muitas vezes, preteridos. Outro ponto complicado desse mercado é que estimula a pirataria e elitiza a leitura, que deveria ser o mais democrático dos prazeres.

O modelo das livrarias em nosso país também não ajuda. São organizadas como lojas de conveniência, enquanto deveriam ser pontos de cultura. Nos Estados Unidos, as livrarias organizam clubes do livro e patrocinam sessões de discussão sobre literatura, fomentando toda a cadeia. Mas infelizmente ainda estamos longe disso.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Os Homens que não amavam as mulheres, de Stieg Larsson. É um livro que trabalha com algumas premissas simples, mas que formam um quebra-cabeças muito complexo, realmente genial.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria?

No caso de Mosaicos Urbanos a trilha sonora seria algo como:

Unicorn – Apopytgma Berzek

Salzburg – Worakls

Famous Blue Raincoat – Leonard Cohen

Round Here – Counting Crows

The only thing  worth fighting for – Lera Lynn

Whistle – Sporto Kantès

Eu enviei os links, são músicas bem interessantes, que de certa forma me inspiraram a escrevê-lo. Vale a pena mergulhar nessa playlist. Lendo Mosaicos Urbanos, melhor ainda ;-)

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

O livro que mudou minha vida, pois com certeza foi depois de sua leitura que eu decidi me tornar um escritor, foi David Copperfield, de Charles Dickens. David Copperfield é um dos pilares da literatura ocidental moderna e leva o leitor às lágrimas ao narrar as desventuras de um pobre órfão em um mundo sem misericórdia. Mostra também a batalha de um escritor em busca de seu lugar nas prateleiras das livrarias.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Estou organizando duas antologias que serão lançadas na Amazon ainda esse ano. A primeira a ser lançada será uma colaboração de diversos amigos, posso adiantar que serão contos meus, do Gilson Luis da Cunha, Thiago Lee e Marcelo Fernandes em uma homenagem à H.P.Lovecraft. O livro será ilustrado por Samuel Bono, artista muito talentoso, com o qual trabalhei em O Rei Amarelo em Quadrinhos.

Na área de literatura fantástica estou trabalhando junto com o Gilson Luís da Cunha na organização da primeira antologia de Bizarro Fiction do Brasil. Bizarro é um gênero que mistura humor, fantasia e nonsense de um modo novo. Criado no Oregon, Estados Unidos, o gênero vem ganhando novos adeptos pelo mundo e pretendemos apresentá-lo devidamente aos brasileiros.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Acompanho. E esses blogueiros vem fazendo um trabalho formidável na divulgação da literatura nacional. Para os autores independentes ou de pequenas editoras, que não tem acesso aos meios de comunicação de massa, os blogueiros são a ponte pelo qual os pequenos autores conseguem chegar a seu público.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro quem seria?

Charles Bukowski. Gostaria de ver o velho safado ler e me xingar em seguida. Mas tomaríamos uma gelada e ele me ensinaria muitas coisas sobre o mundo e a literatura, depois disso.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Receber um feedback dos leitores. Os autores insistem que o leitor deve postar comentários na Amazon, deixar uma resenha no Skoob, mas não é pelo marketing, aliás, não é só pelo marketing, mas é muito legal saber a opinião e mesmo as impressões dos leitores. Muitas vezes um texto pode suscitar reações completamente diferentes em leitores distintos, mostrando visões que muitas vezes o próprio autor desconhece. Essa é uma das magias que só a literatura proporciona.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Aos iniciantes na arte da escrita, os conselhos que posso dar é que tenham persistência, façam amigos nas antologias que participarem e sejam legais com seus colegas autores. Precisamos somar, não dividir, há mercado para todos.

Deixo aqui meu abraço aos leitores do Arca Literária e espero que deem uma olhada em Mosaicos Urbanos, você pode baixar uma amostra no site da Amazon ou comprar o livro no Clube de Autores.

Um abraço.

Um abraço.

Adquira o livro clicando aqui!

Livro físico:  AGBOOKClube dos Autores

E-book: AGBOOK, AmazonClube dos Autores

Divulgue seu livro!

0 571
  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou nascido no estado do Rio Grande do Sul e criado no estado do Paraná, tenho 43 anos.  Gosto muito de escrever, ler e estudar. Aliás, estudar é algo que eu nunca parei de fazer desde que entrei para a escola. Sou também um apaixonado por animais e pelo meio ambiente, que normalmente compõem os elementos dos meus escritos.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou graduado em Enfermagem e Obstetrícia, graduado em Gestão Pública e Pós-Graduado em Educação Profissional na Área da Saúde, além de vários cursos de capacitação na área da saúde.  Fui por muitos anos professor de Anatomia Humana e Fisiologia Humana e hoje, além de escrever, coordeno uma unidade de saúde. Trabalho também com dependentes químicos de nicotina e sou membro da Academia de Letras, Artes e Ciências do Centro Sul do Paraná. Por influencia da minha família, comecei cedo o hábito da leitura. Tenho um irmão e uma irmã que são escritores, o que possibilitou que fosse iniciado o meu desejo pela escrita. Em 2009 publiquei o Livro Metrópole dos Cães, mas, antes disso, eu já havia publicado diversos contos e artigos em revistas e jornais, a exemplo, o conto “O Desabafo de um Passarinho”, que foi publicado em diversos jornais, sites e revistas. Tenho participação como coautor em outros dois livros e já preparo outros dois de minha autoria. Uma das minhas fontes de inspiração para “Metrópole dos Cães”, foi justamente o amor que tenho pela natureza e pelos animais, mais precisamente pelo convívio com eles, o que rendeu os personagens do livro. Os personagens são de fato baseados em minhas vivências com os bichos ao longo dos anos.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Escrever é tudo de bom. É poder entrar dentro de si mesmo em um mundo só seu, que será moldado por você e, quando lido, remodelado pelo leitor. A autor gera a história, os personagens e os cenários, mas é na cabeça do leitor que tudo isso ganha vida. Escrever é a certeza de que você irá criar e passar para o papel, um mundo que existe na mente do autor, para que o leitor, por sua vez, possa recriar para si uma nova versão desse mundo que estará agora em sua mente. Cada leitor vê em um mesmo texto, um mundo próprio de acordo com a sua imaginação e a sua forma de ver o mundo. Isso ao meu ver é fascinante.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Tenho muitos cantinhos. Minha cama é uma das mais usadas, mas, o que me dá mais criatividade, por incrível que pareça, é estar sentado em uma poltrona de ônibus ou avião. Ao invés de ver as horas passarem na viagem, eu pego minha caneta e meu amontoado de papeis e escrevo. Não sei bem ao certo o porquê disso, se minha mente pega carona na viagem, mas, há uma verdadeira tempestade de ideias, cenas e personagens nessas viagens que faço. É incrível que quando volto a um determinado ponto do texto, eu posso lembrar onde eu estava exatamente quando escrevi esse trecho.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Sou do gênero da ficção, mas escrevo artigos para revistas e jornais. Participo também de oficinas de trovas na Academia de Letras da qual faço parte.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Acho que aquela varinha mágica que transforma a abóbora em uma carruagem, faz com que os bichos que salvei em quatro décadas de vida, se transformassem nos personagens e, os lugares onde os encontrei, fossem transformados nos cenários do livro. O título é fruto do enredo do livro. Mas, o que me dá muita inspiração, é a música clássica. Minha imaginação pega carona nos acordes das músicas e vai para lugares incríveis dentro da minha mente, criando um mundo só meu. Transcrever isso para o leitor, é uma experiência incrível. O que vai acontecer na mente do leitor ao ler o que escrevi, irá depender da criatividade dele, para que ele passe a ter a história transformada em um universo somente dele. Isso é mágico.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Já pesquisei se não existe nome semelhante para o título. Como escrevo ficção, a história passa a ser o que é. Se o autor quiser que as árvores comecem a voar, elas irão voar. No entanto, procuro fazer uma mesclagem entre ficção e realidade, em que os personagens e cenários fictícios sirvam de base aos bons exemplos dados pela história e, para tanto, preciso pesquisar situações e cenas que tragam esses bons exemplos ao leitor dentro de uma certa realidade, sem distorções. Eu trabalho muito as questões ambientais, e, para isso, pesquiso comportamentos que causem danos ambientais e comportamentos que minimizem esses problemas. Esses comportamentos são implantados nos personagens, nos bonzinhos e nos vilões.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Tive muita influência dos livros da coleção Vaga-Lume, que, por influência de professores de língua portuguesa e literatura, li diversos deles. Minha mente viajava e eu entrava dentro das histórias

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Já tive sim essa dificuldade. O mercado editorial é muito difícil. Hoje quem não buscar a técnica da escrita, dificilmente sobreviverá apenas com o dom da escrita.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Muito vasto, com uma enxurrada de novos títulos publicados todos os dias, com livros excelentes, bons e ruins em um país que não está entre os maiores mercados de leitores do mundo. Devemos incentivar mais a leitura entre crianças e jovens, para que não tenhamos apenas excelentes leitores, mas também, excelentes escritores.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Sem saber que haveria essa questão, acabei quase que respondendo isso na questão anterior, mas, o que vejo é que há muitos escritores que sonham em lançar um livro e que se preocupam em lançar um livro e não em escrever uma boa história. No meu ver, um livro é a consequência de uma história escrita e não o contrário. Mas na ânsia de ter um lançamento, uma noite de autógrafos e uma foto mostrando a capa do livro, se esquecem que dentro dele, deverá haver uma história. Eu mesmo já vi pessoas planejando um livro imaginando como seria a capa ou a noite do lançamento sem ainda ter uma história em mente.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Os preços tornam os livros impopulares. Países em que a média de livros lidos por ano é maior, os preços são mais baixos do que no Brasil. Reduza o preço dos livros que teremos mais leitores e uma população mais crítica e preparada.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Eu nunca pensei dessa maneira, da mesma forma com que nunca falei para mim mesmo: “porque nunca havia pensado nisso”? Ao assistir a um filme, cada autor tem sua ideia e sua criatividade que pode influenciar o leitor ou o espectador, e auxiliá-lo em sua criatividade pelo seu estilo. O meu livro tem a história fictícia de cães e outros animais, mas eu jamais poderia ter ciúme de livros como “Marley e Eu” que foi um grande sucesso mundial. Cada livro é um. É essa diversidade que torna a literatura brasileira e mundial tão ricos, seja com livros de sucesso ou com livros de pouquíssimas tiragens.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Sem sombras de dúvidas a música Forrest Gump Theme de Alan Silvestri. Essa música está presa em minha mente quando lembro de cada um dos personagens e dos verdadeiros seres que os inspiraram. Os verdadeiros seres que inspiraram os personagens do meu livro já são falecidos, e quando ouço essa música, sinto um nó na garganta pela falta que sinto de cada um deles. Estou escrevendo agora um livro em que há muitas trilhas sonoras condizentes ao que escrevo, que são músicas tocadas em piano.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Sapo Edegar foi o livro que me carregou para o mundo da leitura ainda quando eu era criança. Tenho muito carinho por ele. Sapo Edegar foi o meu pontapé inicial.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Tenho sim. Por insistência de um amigo escritor, estou fazendo a continuação da história do primeiro livro METRÓPOLE DOS CÃES. Estou escrevendo também um romance, no qual estou parado agora devido à minha carreira profissional que ocupa boa parte do meu tempo, mas, assim que me organizar um pouco mais, vou retomar esse meu projeto que será grandioso para mim, pois muito do que aprendi na minha profissão, estará presente na trama e nos personagens.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Tudo é uma questão de ponto de vista, mas, ao mesmo tempo, toda crítica é válida para o crescimento do autor, desde que não seja de forma pejorativa, pois o autor se empenhou e deu o melhor de si para aquele trabalho. Sabemos que há autores mais preocupados com o lançamento do que com o livro, mas, quando o autor vive a história, seus personagens e tudo passa ser gerado dentro de sua mente. Quando o autor perde noites de sono por esse projeto, esse trabalho merece ganhar as páginas de um livro, ao invés de ser esquecido na gaveta ou no arquivo de um computador.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Maurício de Souza. Mas isso é só um sonho. Ter um livro lido por uma personalidade como ele, seria sonhar demais.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

É ver seu livro comentado por alguém, principalmente de um lugar distante. É emocionante.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Não deixe na sua gaveta, no seu computador ou na sua mente aquilo que criou. O que foi gerado tem que nascer. Como toda a vida que quer ser vivida na sua plenitude, um livro quer viver na mente do leitor. Dê então à sua história, que é a sua criação, a chance de nascer e ganhar o mundo através dos olhos e da mente do leitor. Como a criança que cresce e ganha seu próprio destino, tomando seu rumo, um livro vai parar em lugares que você jamais irá imaginar, e esse passará a percorrer pela mente do leitor, de uma forma que você jamais irá saber, recriado pela mente de quem lê. Escreva e se arrisque a encaram a publicação. Sugiro apenas, que dê muito valor ao que está dentro da capa e não apenas a essa ou a um certo “glamour” do lançamento. A única certeza que eu tenho, é que você não irá se arrepender de publicar aquilo que foi fruto da sua criatividade e de todo o esforço para tornar a história uma realidade, seja para o leitor ou mesmo somente para você. O que foi gerado merece e precisa nascer. Gere sua história que é sua criação, sempre na esperança de que ele irá crescer e ganhar o mundo através da mente do leitor.

0 453
  1. Fale-nos um pouco de você.

R: Me chamo Leandro Zerbinatti de Oliveira, tenho 33 anos, sou natural de São Paulo/SP.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

R: Sou advogado. A inspiração para a escrita veio desde cedo, consequência da minha paixão pela fantasia e do meu prazer por contar histórias. Foi a escrita que, no fim, me fez escolher a profissão de advogado. Também faço arte digital (HQs, capas de livros, etc.).

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

R: Criar mundos e personagens fantásticos. Desenvolver grandes mistérios, e pouco a pouco desvendá-los para o leitor.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever?

R: Tenho sim. Uma mesa de canto na sala de casa.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

R: Meu gênero é a literatura de fantasia, também chamada de literatura fantástica. Também escrevo horror, embora este gênero, por vezes, acabe adentrando o território da fantasia. Fora isso, há alguns anos tenho trabalhado em um livro jurídico.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

R: Meu primeiro grande trabalho foi uma trilogia intitulada “A Dama Escarlate”.  A história narra a missão de uma assassina – e o modo como ela lida com as consequências das suas ações – em um estranho mundo, resultado da misteriosa junção de outros três mundos, cujas raças que outrora eram completamente desconhecidas umas das outras, agora são obrigadas a conviver, sempre à beira de um confronto global.

Meu livro mais recente é “O Sonhador Deve Morrer”, cuja trama se passa em um mundo que é na verdade o sonho de um garoto em coma. Um dos habitantes desse sonho, um antigo herói amargurado, descobre a verdade e parte em um plano para acabar com o mundo que ele culpa por suas desgraças. Concomitantemente, um grupo de indivíduos faz a mesma descoberta e luta para preservar sua existência, passando por várias situações incríveis e fazendo inúmeras descobertas existenciais.

Também participo de algumas antologias e possuo diversos contos auto publicados na Amazon.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

R: Se eu estiver escrevendo algo ambientado no “nosso mundo”, que aborde eventos históricos e locais reais, costumo pesquisar bastante a história local, costumes dos povos, linguagens, registros históricos, etc.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

R: Embora eu admire muitos autores e obras de fantasia, prefiro não me inspirar naquilo que já foi feito. Tento evitar influências externas o máximo possível, excetuando-se, talvez, alguma referência quase imperceptível a título de homenagem.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

R: Sim. A publicação nas grandes editoras continua sendo uma grande barreira aos autores nacionais. Felizmente hoje em dia a auto publicação é algo extremamente fácil, por isso, diante da negativa das editoras, podemos publicar nosso trabalho de forma independente.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

R: O lado bom: O interesse das pessoas pela literatura parece ter aumentado, talvez graças às facilidades tecnológicas e a simplicidade de se comprar pela internet, embora seja um aumento muito pequeno dentro do que se consideraria ideal. Por essas razões também tem sido mais fácil para autores independentes se lançarem, fazendo o cenário crescer.

O lado ruim: Ainda é um cenário muito modista, prezando mais por se apegar naquilo que virou a febre do momento no exterior, ou então se restringir a um único tema que caiu no gosto popular, ao invés de arriscar mais e explorar novos caminhos.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

R: Creio que isso seja uma consequência natural do avanço tecnológico. Hoje em dia qualquer um pode escrever no seu computador e com um click soltar seus textos na internet (o mesmo ocorre com a música, e outras formas de arte). Aproveitando isso, surgiram várias plataformas que impulsionam a publicação independente. No fim, quem tem o real poder nas mãos é o leitor, pois é a ele que cabe julgar o que possui qualidade ou não. Mas o leitor também tem de ter a mente aberta e se arriscar em obras que não se apeguem aos modismos.

Sempre haverá material bom e também ruim. E sempre haverá o gosto particular de cada um.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

R: São abusivos, sem dúvida, e dificultam o acesso à leitura. Digo por experiência própria, que por vezes sai mais barato comprar livros lá de fora do que aqui. Vários livros que comprei em sites estrangeiros, mesmo com a alta do dólar e o valor do frete internacional saíram mais baratos do que os mesmos livros aqui no mercado nacional. Já comprei boxes de 3 livros, que saíram mais baratos do que um único livro da mesma série no Brasil.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

R: A série “A Roda do Tempo” de Robert Jordan, e “A História Sem Fim” de Michael Ende.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

R: Qualquer música da banda italiana “Rhapsody of Fire”.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

R: Se eu tivesse de escolher um só, escolheria “O Silmarillion” de J.R.R. Tolkien. Mas não seria suficiente, então incluo na lista “A Roda do Tempo” de Robert Jordan (embora seja uma série), e “A História Sem Fim” de Michael Ende.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

R: Sempre. Os projetos fazem fila na minha mente. Tenho um livro sobre vampiros, que acabei de escrever recentemente, e uma série no estilo “Dark Fantasy” que comecei a escrever, além de outro livro que já está pronto há alguns anos, em fase de revisão. Esse último foi um trabalho mais experimental.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

R: Acompanho sim. Acho um trabalho válido e muito importante para a divulgação, desde que feito de forma ética. É claro que em todas as áreas há profissionais bons e ruins. Há blogueiros sérios que realmente possuem a paixão pela literatura e querem divulgar os autores nacionais, porém, sabemos que nem todos possuem esse intuito, utilizando-se da posição em benefício próprio e, por vezes, sem muito conhecimento de causa.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

R: Infelizmente ele não está mais entre nós, mas seria uma honra ser lido por Sir Christopher Lee, grande ator que, dentre os inúmeros papéis marcantes, interpretou Saruman na trilogia “O Senhor dos Anéis”.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

R: Ser lido, em primeiro lugar. Ter seu trabalho valorizado, em segundo.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

R: Aos leitores em geral: Leiam. Mas mantenham a mente aberta, deem chance a novos estilos e a novos escritores, pois ainda existe muito preconceito para com as obras nacionais.

Aos escritores: Escrevam! E leiam também; não para copiar estilos, mas para descobrir e aperfeiçoar o seu próprio. Escrevam por gostarem. Escrevam sobre temas que lhes interessem, aliás, escrevam aquilo que vocês mais gostariam de ler, pelo prazer de fazê-lo e não pela ocasional chance de lucro. E, acima de tudo, não desista. Fique feliz com os elogios, mas não se considere incensurável, e aprenda com as críticas construtivas.

0 469

  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou mineira, mas fui criada na cidade de Vitória ES, onde estudei, fiz universidade, me casei e tive o primeiro filho. Em 2002 por questões de trabalho do marido, voltei para Ipatinga, Minas Gerais, onde resido até a presente data.  Mãe de dois lindos meninos: um de 17 e o outro de 10 anos, casada com um homem maravilhoso há dezenove anos. Meu marido sempre me apoia e embarca em meus sonhos. Gosto das coisas simples da vida. Amo minha família, um bom papo, sou extremamente carinhosa e apaixonada. Romântica de carteirinha. Acredito sempre no amor. Odeio injustiças, intolerância e arrogância. Meu lema: conhecimento é para ser compartilhado, não guardado em sete chaves. Por este motivo, adoro ajudar as pessoas. Se descobrir algo legal que pode ajudar, divulgo na hora. Adoro chupar limão rs, só durmo com travesseiro no rosto e morro de vergonha de chorar em público. 

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Além de autora, sou graduada em serviço social pela Universidade Federal do Espírito Santo e graduada em gênero pela Universidade Federal de Ouro Preto. Sou assistente social efetiva da Prefeitura de minha cidade, trabalho na Saúde atendendo vítimas de violência sexual e pacientes de HIV/AIDS. Amo minha profissão. Minha inspiração vem de fatos do cotidiano, de músicas, filmes e de observação. Adoro sentar em uma praça de alimentação e observar as pessoas. Desde o momento em que iniciei minha escrita de forma profissional, desejei colocar em meus livros assuntos polêmicos e muitas vezes invisíveis aos olhos da sociedade. Então, por meio do entretenimento, do romance, do drama, da comédia, resolvi trazer para meu leitor situações que o fizessem refletir sobre assuntos que não são tratados de forma clara, ou com informações necessárias. Desta forma, venho abordando violência sexual, violência doméstica, acessibilidade, adoção tardia, preconceito contra deficientes, adoção por casais homoafetivos e disputa judicial pela guarda dos filhos. Nos dois primeiros livros, os protagonistas são advogados, que atuam com estas questões. Ressalto ainda, que todos os casos citados são baseados em minhas experiências profissionais.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Poder levar minha mensagem ao leitor em vários lugares do Brasil e também do mundo. Lembro-me da emoção em ver no gráfico do aplicativo wattpad que tinha leitores em Moçambique, Angola, Alemanha, Itália, Portugal, Espanha, Canadá, EUA e México. Inclusive mantenho contato com alguns. Além disto, receber o amor do leitor é muito gratificante. Eles vibram, torcem, sofrem com a história e com você.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Tenho um cantinho lindo que foi todo feito pelo meu marido. Ele desenhou, comprou o material e fez para mim. Coisa mais linda.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Eu escrevo romances, com foco em drama. Estou arriscando no gênero fantasia infanto-juvenil.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Em meus livros os leitores sempre irão encontrar amor, drama, superação, comédia e uma pitada de erotismo. Outro ingrediente que não pode faltar são temas nos quais atuo em minha profissão e insiro nas obras como forma de prestar um serviço de utilidade pública. Para os títulos faço uma ampla pesquisa para tentar ficar o mais distante possível de outros já existentes. Para nomear os personagens, geralmente uso de pessoas queridas ou pesquiso na internet.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Faço pesquisas nas áreas de saber dos personagens. Por exemplo, no caso dos advogados, uso dicionário de Direito, li muito o código penal e pesquisas em sites jurídicos. No caso do arquiteto, fiz extensa pesquisa na internet sobre tendências do mercado e também sobre o que há de mais moderno na área de acessibilidade a deficientes físicos.  Pesquiso ainda cidades, locais de turismo, comércio local, costumes dentre outros.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Não me inspiro em nenhum autor para escrever, tampouco em livros.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Eu ainda sou autora independente, então publico os livros primeiro na amazon em e-book para depois colocar em venda no físico. As dificuldades encontradas são referentes ao investimento financeiro, que são bastante alto e também a divulgação que é um processo bastante complicado.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Ainda estou tentando entender melhor este cenário. Acredito que a literatura nacional está passando por um momento equivocado. Por exemplo, a Bienal de São Paulo que deveria estar focada em literatura, a meu ver está mais interessada em youtuber e celebridade, que em explorar novas possibilidades da escrita. Infelizmente, tudo girando em torno de dinheiro, a qualquer custo.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Bom, acredito que todo este alvoroço, onde todos pensam que são escritores, vá passar, porque escrever de verdade é trabalhoso, cansativo e precisa ser feito por amor à escrita. Como toda moda, esta também vai passar. Vão ficar os que escrevem por Dom, por amor a profissão e por missão. Quem pensa em ficar rico ou ter glamour com a escrita, vai perceber que não é tão fácil assim. Infelizmente, me preocupa muito alguns autores que não tem responsabilidade com a mensagem deixada, pois um livro se eterniza, cada autor vai deixar um legado, positivo ou negativo. Nós autores, somos formadores de opinião, pessoas públicas, então precisamos ter muita atenção ao transmitir nossas ideias aos leitores. Não sabemos quem está do outro lado, quais seus fantasmas, anseios, então determinados livros tem me preocupado muito, principalmente aqueles que romantizam a violência. Até por que, trabalho com violência há quatorze anos e posso garantir que não tem nada de romântico neste ato repulsivo.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Infelizmente, os preços elevados dos livros nos prejudicam imensamente. Aumentam e muito a pirataria, além de prejudicar a disseminação da literatura, pois sabemos da condição financeira de grande parte da população brasileira.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Diário de uma paixão. Na universidade participei durante doze meses de um projeto de pesquisa voltado aos familiares de pessoas acometidas por Alzheimer, e o autor foi esplendido em mostrar o drama das famílias que convivem com a doença e principalmente, em evidenciar o amor.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Andança de Beth Carvalho

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Amo o livro O Alquimista de Paulo Coelho

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Estou terminando de escrever a Serie Sonhos que é formada por cinco livros, quatro deles com personagens masculinos como protagonistas e o quinto com uma mulher como protagonista. Estou desenvolvendo um livro baseado em um conto meu que está na Amazon e que recebi vários pedidos para se tornar um romance. O conto chama-se Imperdoável – Do pensamento ao ato. Estou ainda trabalhando timidamente em um livro de fantasia para o público infanto-juvenil.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Acompanho algumas críticas. Observo que infelizmente, alguns blogs não dão abertura a autores iniciantes, evidenciando sempre os autores nacionais de maior fama. Porém, em contrapartida existem aqueles que dão abertura a todos. Tenho feito boas parcerias. Acredito, que para nós autores, o trabalho dos blogueiros é de suma importância.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Com certeza meu Divo Nicholas Sparks.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Para mim, com certeza o reconhecimento do leitor e seu carinho. Este amor não tem preço e é o que me estimula a continuar no meu caminho.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Quero agradecer aos leitores por todo amor e pedir que leiam de tudo um pouco, diversifique, escolham outros gêneros, ouse mais. Livros tem o poder mágico de te levar a qualquer lugar. Valorize a literatura nacional, ela não deixa nada a desejar em relação à estrangeira. Divulgue seu autor, você é a único incentivo que ele tem para continuar. Convido todos a conhecer um pouco da minha vida em meu site www.autoravalentinafernandes.com.br

Aos iniciantes, estude muito. Tenha responsabilidade com seu leitor, com a mensagem que deseja passar. Não tenha pressa, tudo que vem rápido demais, acaba na mesma velocidade. Pesquise as editoras, não aceite o primeiro contrato que aparecer, infelizmente há muitas ruins no mercado. Busque opinião de outros autores, consulte um advogado de sua confiança. E por último, mas não menos importante, fuja das intrigas desde meio, seja honesto, transparente e parceiro. Há lugar para todos, não precisa disputar de forma desleal. Talvez se os autores brasileiros fossem efetivamente mais parceiros, a literatura nacional estaria em um patamar maior a que se encontra.

 

0 383

  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou uma leonina, natural de Caxias do Sul, RS, onde vivo até hoje com minha família (marido e dois filhos). Apaixonada por leitura, desde que aprendi a ler, descobri no Direito a minha vocação, tendo me formado e prestado concurso para o Poder Judiciário, onde trabalho desde 1990. Minhas paixões são livros, viagens e cachorros.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Eu trabalho como Escrivã no Foro de Caxias do Sul. A inspiração para a escrita veio de muitas histórias maravilhosas que li e me marcaram, além de alguns momentos do meu passado.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

É a possibilidade de nos transportar para outros mundos, viver outros amores e dar vida a personagens.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Eu costumo escrever na sala da minha casa, porém instalada em mesa e com boa postura para evitar problemas de cervical e preservar meus braços, porque tenho tendinite funcional.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Sou uma romântica incurável, embora goste de ler vários gêneros. Ainda não pensei em escrever em outros gêneros além do romance.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Tenho dois livros:  Sempre Foi Você e Um Amor Inesperado. O primeiro teve inspiração em alguns fatos do meu passado e também do meu ambiente de trabalho. O segundo veio como uma sequência, pois os personagens principais já haviam sido criados no primeiro livro. Os nomes foram escolhidos por representar o cerne da história contada em cada um deles. Alguns dos personagens possuem inspiração em pessoas conhecidas, do meu cotidiano ou que passaram por minha vida, enquanto que outros são criações para compor a história.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Eu pesquiso alguns locais específicos que vou descrever com mais detalhes no livro, e o restante fica por conta da imaginação e da criação. A história dos meus dois livros se passa em Nova Iorque, que é uma cidade que já visitei algumas vezes e que eu adoro, pela diversidade cultural e pela sua beleza.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Acredito que qualquer autor carrega como bagagem tudo aquilo que leu e que lhe marcou. Eu tenho meus autores e livros favoritos e, com certeza, em algum momento a marca que eles me deixaram estará nas minhas histórias.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Costumo dizer que sou uma novata que teve sorte. Eu comecei a escrever no wattpad em 2014 e foi lá que minha história ficou conhecida e estourou em leituras. Depois disso ficou fácil conseguir meu primeiro contrato com a editora Novo Século e, posteriormente, a segunda edição do Sempre Foi Você e o lançamento de Um Amor Inesperado com a editora Pandorga.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

A literatura nacional ganhou muita visibilidade nos últimos anos, mas temos um longo caminho a percorrer. Muitos autores excelentes não possuem condições de arcar com os custos da publicação do livro físico e acabam optando pelo livro digital, o qual vem sendo alvo de pirataria. Esse cenário acaba desestimulando muita gente e isso é triste de se ver.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Não gosto muito de falar sobre isso, porque sempre se corre o risco de ser mal interpretada, mas lá vai… Por exemplo, eu gosto de romances eróticos. Sim, já fui muito criticada por dizer que gostei da trilogia Cinquenta Tons, que alguns odiaram. Para mim, esses livros abriram caminho para um olhar diferente sobre o desejo que permeia as relações amorosas ou meramente sexuais, despertando um público feminino que estava sedento por histórias mais picantes. Alguns autores/autoras são mestres em descrever tais relações e despertar a curiosidade e a sensualidade de muitas mulheres. Acontece que todo mundo achou que poderia começar a escrever romance erótico e muitas pessoas perderam a mão, passaram do sensual para o vulgar, o grotesco. Já abandonei diversos livros  por não possuírem história/enredo, apenas uma sucessão de cenas de sexo, com palavras chulas e de mau gosto. Acredito que com o tempo o próprio mercado vai selecionar o que dá para ser lido e o que não presta, e isso em todos os gêneros.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

O grande problema é que no nosso País se paga muito por tudo e se ganha pouco. Apesar desse cenário, os leitores brasileiros buscam alternativas para comprar seus livros. A gente aperta daqui, estica dali e acaba encontrando uma promoção ou um parcelamento que nos permita comprar pelo menos os livros mais desejados. Deveria ser diferente? Claro que sim, mas há interesse de quem poderia mudar esse cenário em disponibilizar cultura para o povo?

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Muitos!!!  Cada vez que leio Nora Roberts fico espantada com a mente privilegiada dessa mulher. E o mesmo acontece com vários outros autores que amo.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Eu sempre termino um livro com sua playlist, porque gosto muito de escutar música enquanto escrevo e também de encontrar músicas que possa incorporar na vida de determinado personagem. Então, várias músicas e cantores estão na trilha dos meus livros.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Vários livros me deixaram marcas muito profundas em determinadas épocas da minha vida, por isso não tenho um só livro, mas várias fases e vários livros muito importantes.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Meu projeto é terminar a trilogia Amores Traçados a partir para algo novo, é um ciclo que preciso encerrar para começar novas histórias.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Este ano em função do meu trabalho estou um pouco afastada das redes sociais. Tive pouco tempo para escrever, um  bom período sem poder escrever por causa da tendinite, mas posso dizer por experiência própria que os blogueiros representam um papel super importante na vida dos autores. Tenho mais de 100 parceiros de blogs, tive pouquíssimos problemas e uma divulgação ótima.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Nora Roberts.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Saber que as pessoas gostaram da sua história, que riram, choraram ou se emocionaram com aquilo que você criou.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Se você ama ler e escrever, aventure-se.  Criar uma história e vários personagens é dar vida aos sonhos. Ler é viver a vida em outros personagens, cenários e amores.

0 705
  1. Fale-nos um pouco de você.

Meu nome é Naianna Nascimento, sou da Bahia, e meu primeiro romance – Proposta Indecente – está sendo publicado pela Editora Hope. Sou uma das apostas da editora para a 24ª Bienal Internacional do livro de São Paulo, e estou muito feliz com toda a repercussão que o livro já está tendo. Recentemente levei outra obra para a Amazon, chamada “Os segredos de Labella”, que é uma mistura de erotismo e ocultismo, dois subgêneros que eu, particularmente, adoro escrever. Também tenho duas obras no Wattpad: “Obsessiva” e “Se eu te pedir para ficar”.

  1. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Além de escrever, estou no sexto período da faculdade de Direito. Comecei a escrever fanfics aos 13 anos, e, com o passar do tempo, me aventurei a escrever romances.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Dar vida a personagens que antes só existiam em seus pensamentos, sem sombra alguma de dúvida. Além do carinho do público, que é a maior recompensa para um escritor.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? 

Não tenho um lugar específico para escrever, pois não costumo seguir um roteiro pré-determinado, apenas deixo a coisa fluir. Quando me sinto inspirada, escrevo, independente da hora ou do lugar.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Sou escritora de romances. Dentro do gênero, não me delimito, estou aberta para tentar de tudo um pouco. Já passei pelo horror, pela fantasia e pelo drama, mas sem dúvidas o erótico se sobressai. Estou firmando meu público nesse subgênero e pretendo permanecer nele durante um longo tempo.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

“Proposta Indecente” conta a quente e improvável história de amor de dois trapaceiros rivais que se conhecem em um cassino de Las Vegas e acabam se envolvendo por um golpe do destino. “Os segredos de Labella”, apesar de erótico, é um livro voltado para o ocultismo, onde Zachary Prescott se vê em uma sociedade secreta formada apenas por mulheres. O título e os nomes costumam fluir de forma natural assim que penso no enredo.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Toda pesquisa pertinente ao tema que quero escrever. Como geralmente ambiento as histórias em território estrangeiro, procuro saber sobre as costumes do lugar, sua constituição geográfica e curiosidades em geral, além de pesquisar pontos específicos quando algumas informações de áreas que não domino se fazem necessárias.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Tento ao máximo criar meu próprio estilo, para não correr o risco de me tornar clichê e repetitiva. Mas algumas influências são inevitáveis, como é o caso de Nora Roberts e Barbara Delinsky, duas autoras que possuem as narrativas mais divertidas e cativantes que já li quando o assunto é romance.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Confesso que sempre tive uma resistência para enviar meus originais para as editoras, porque tinha receio de que os escritos pelos quais eu nutria tanto carinho fossem alvos de várias rejeições consecutivas. Até que um dia criei coragem e me convenci de que as rejeições fazem parte da vida de qualquer escritor. Para minha felicidade, o original que enviei foi aceito de primeira e o sonho de publicar Proposta Indecente se tornou realidade. Ainda assim, mantenho os pés no chão, e sei que se um próximo romance vier a ser rejeitado, estarei mais preparada para lidar com a recusa, e não irei desanimar.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

O cenário é receptivo e extremamente promissor. A popularização de plataformas como o Wattpad proporcionou aos autores a possibilidade de publicar suas obras e interagir com seus leitores instantaneamente, algo que é espetacular. Através desses serviços online, o público está tendo mais acesso às obras nacionais e os autores estão tendo a oportunidade única de mostrar seu trabalho de maneira fácil, rápida e pouco onerosa, o que é simplesmente maravilhoso.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Devemos levar em conta que o mesmo cenário que tornou a publicação mais rápida e fácil, cheia de pontos altos, trouxe consigo os seus malefícios. A facilidade em mostrar seu trabalho de forma autônoma excluiu alguns filtros que em outros tempos eram necessários para uma publicação. O ponto de partida para a correção desse problema é uma via de mão dupla, composta por autores e leitores. Perguntas como “eu dei o meu melhor?”, “estou realmente satisfeito com o resultado?”, “posso melhorar em algo?” devem fazer parte da rotina dos autores. Assim como os leitores, quando possível, podem se posicionar diante daquilo que não os agradam, fazendo críticas construtivas ou apontando formas de melhoria para aquele escritor que deixa a desejar.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

O preço elevado muitas vezes impossibilita que as obras cheguem às mãos dos leitores, mas, na maior parte das vezes, após revisão, diagramação e impressão, ele é inevitável. Em um país com o Brasil, onde existem tributos em demasia e pouco apoio à cultura, infelizmente, as editoras sofrem severamente para colocar um livro em circulação, e isso acaba refletindo no bolso dos leitores.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

“Se houver amanhã”, do Sidney Sheldon. Eu gostaria muito de ter criado um enredo fabuloso como aquele!

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

É difícil citar uma música só para todos! Para Proposta Indecente seria Drunk on Love da Rihanna.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Pollyanna, de Eleanor H. Porter. Foi um dos primeiros livros que li, ainda criança, e um dos que mais marcaram a minha vida.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Minha mente já está fervilhando de novas ideias. Comecei a escrever um spin-off de Proposta Indecente, que contará a história da apimentada Genviève, umas das personagens secundárias do livro.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Sim, acompanho, e até agora elas tem sido bastante positivas. Acho que leitores e blogueiros tem todos os requisitos para caminharem juntos e em parceria, respeitando-se mutuamente e auxiliando um no trabalho do outro.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Minha mãe. Espero que isso aconteça.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

O carinho e a receptividade do público, com certeza. Não há nada melhor do que saber que sua história está cativando e emocionando outras pessoas.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Não deixem de conferir Proposta Indecente, pois o livro está uma lindeza sem tamanho! Tenho certeza de que o Doug e a Minnie irão conquistar vocês! Quanto àqueles que escrevem, não desanimem com as críticas ou com as rejeições, porque tudo isso faz parte e os ajudará a aperfeiçoar seu trabalho! Se é a escrita que os impulsiona, sejam confiantes e persistentes!

1. Fale-nos um pouco de você.
Meu nome é Aldivan Teixeira Torres mas também sou conhecido como vidente,filho de Deus e pequeno sonhador.Tenho 32 anos e sou do interior de Pernambuco duma pequena vila que fica perto da divisa entre o sertão e o agreste.Sou um cara bacana,otimista e cheio de valores sólidos que aprendi com meus pais e com Deus.Quero através da minha arte encantar corações e ensinar boas lições morais para um mundo tão necessitado.Enfim,o objetivo maior é conquistar o mundo.

2. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?
Sou filho de agricultores,cresci num mundo de opressão,miséria e desamparo.Em meio a tantas dificuldades,eu perguntava-me se meu sonho seria possível.Esta impossibilidade foi o combustível para que eu estudasse e alcançasse minhas metas.Tenho nível superior e especialização,o único da minha família.Eu participei de concursos públicos e fui subindo na escala da hierarquia pública.Nunca foi problema para mim conciliar trabalho,estudos e meu sonhos.Quando nós queremos muito uma coisa,abre-se um leque de possibilidades.Atualmente,sou funcionário público federal e amo o que faço.A literatura é minha segunda atividade principal e tudo o que eu vivo serve de inspiração para meus livros:Conversas,fatos importantes,visões,pesquisa,lapsos mentais. A experiência em si é muito importante para que eu escreva.Se eu tivesse que dar um conselho a meus colegas escritores eu diria que escreva sobre o que mais você tem afinidade encontrando nossa própria verdade e somente ela é quem nos liberta e nos faz autênticos.

3. Qual a melhor coisa em escrever?
A minha escrita é um desabafo e uma aventura no tempo e no espaço.Escrever é um ato de coragem e é necessário para minha alma sedenta de mudanças.Entrar neste mundinho especial nem que seja por breves momentos por dia me faz sentir livre e feliz.Eu sou um contador de histórias.

4. Você tem um cantinho especial para escrever? 

No momento minha casa está em reformas e estou ocupando um quarto do fundos que transformei em escritório.Este é o local atual da minha escrita,longe de tudo e de todos,em que estou rendendo mais.

5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?
Eu sou um escritor eclético.Escrevo romances,contos curtos,gênero auto ajuda,poesias,religiosos,ligados a sabedoria entre outros.Posso escrever qualquer gênero a exceção de livros de terror e eróticos.

6. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?
Se não me engano eu já tenho mais de vinte títulos somente em português.Além da Língua Portuguesa,já tenho títulos em inglês,espanhol,francês e italiano.A maioria ainda não foi publicado o que deve ser feito este ano.A minha série principal chama-se o vidente é uma série que já tem seis livros prontos.O título de um livro é o principal e é a primeira coisa que me vem a mente.Já os personagens não tem um rito especial de escolha de nomes,simplesmente acontece e tento não repeti-los.

7. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?
Bem,dependendo do tema abordado,faço pesquisas básicas para orientar-me.Também costumo fazer o esqueleto das cenas e dos capítulos antes de começar a escrever.Quando o livro é longo, o que estou tentando evitar a todo custo nas últimas oportunidades,também delimito aspectos psicológicos e físicos dos personagens para não entrar em contradição.

8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?
Desde cedo,eu sempre tive o hábito da leitura e busco ler os clássicos nacionais e internacionais.Faço isso por questão de estudo do estilo de outros autores.Admiro no Brasil as figuras de Jorge amado,Machado de Assis,José de Alencar e Paulo coelho.

9. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?
Eu entrei no mercado editorial sem nenhuma idéia de como ele funcionava.Assinei alguns contratos que me deram dor de cabeça e que me frustraram bastante.A minha opinião atual é que o autor deve assumir o comando de sua própria produção literária e valorizar seu próprio trabalho.É tremendamente injusto o autor esforçar-se tanto para ganhar dez por cento de comissão como é oferecido na maioria das editoras.É preferível ganhar menos e ter a liberdade e controle do processo.Hoje,temos as plataformas on lines gratuitas.Então não há o que se falar em dificuldades de publicar um livro,o difícil é alcançar as pessoas.

10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?
Nós temos uma diversidade de cultura maravilhosa mas pouco explorada.O Brasileiro ainda lê pouco e as grandes editoras simplesmente desprezam os autores desconhecidos nacionais e preferem investir em Best Sellers estrangeiros.Então um conselho seria aprender pelo menos o inglês para tentar novos horizontes lá fora.Em relação aos agentes literários,esta é uma cultura que praticamente só funciona lá fora.

11. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?
Quanto mais pessoas escrevendo,vai ser melhor.Ninguém nasce pronto e a arte da escrita é algo que pode ser trabalhada ao longo do tempo.O que devemos é incentivar estes novos valores para que produzam cada vez mais.

12. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Isto acontece na maioria das vezes pela baixa tiragem que a maioria das editoras médias e pequenas fazem.Além disso,Os preços da matéria prima subiram este ano devido a uma inflação galopante.Aliado a uma crise estrutural interna,revela-se um cenário pouco prometedor para o mercado livreiro este ano.

13. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?
Nunca me passou isso pela minha cabeça.Se uma coisa eu não tenho é a inveja.Também sou confiante o bastante para entender a qualidade do meu trabalho.Eu estou muito satisfeito com meus livros e para meu olhar de criador eles são os melhores.

14. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria?
Bem,cada livro tem sua especificidade e em conseqüência sua trilha sonora.Mas em geral gosto muito das músicas das cantoras Paula Fernandes e Laura Pausini.Em especial a música “Eu sem você” que retrata como eu me sinto em relação a uma certa pessoa.Talvez eu nunca tenha uma chance de viver esta felicidade mas vou vivendo minha vida com fé em Deus e esperanças.Sei que o futuro o qual me espera é glorioso.

15. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?
O livro que vem a minha mente é a bíblia,fonte de toda inspiração.

16. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?
Estou sempre em atividade.O que posso dizer é que estou trabalhando no sétimo livro da minha série principal.

17. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?
Eu acho que todo mundo tem o livre arbítrio de opinar.No entanto,é preciso manter o respeito com o trabalho do outro.

18. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?
Escolheria minha tia,Josefa Teixeira de carvalho,pois foi primeira leitora.

19. Qual a maior alegria para um escritor?

Ter seu trabalho reconhecido de alguma forma mesmo que isso demore.

20. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.
Eu diria para nunca desistirem dos seus sonhos.Se for do seu merecimento,o sucesso e a felicidade chegarão.Obrigado pela oportunidade de expor um pouco da minha alma e do meu trabalho.Um abraço,paz e sorte a todos!

  1. Fale-nos um pouco de você.

Olá. Em primeiro lugar, obrigada pela oportunidade de conversar com vocês do Arca Literária. Meu nome é Heloisa, sou casada, tenho 49 anos, moro com meu marido no interior de São Paulo.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou formada em Letras pela PUC e tenho Pós-Graduação em Tradução Técnica pela USP. Há 18 anos trabalho como tradutora, traduzo livros e manuais técnicos do inglês para o português. Antes de ser tradutora, fui secretária executiva em multinacionais. Hoje sei que estou na profissão certa, tenho paixão por escrever, desde que era pequena. Minha mãe lia muito. Ela comprou, uma vez, uma coleção completa dos “Clássicos da Literatura Juvenil”, da Editora Abril, e eu passava as férias lendo. Eram mais de 30 livros, entre eles: Dom Quixote, Mil Léguas Submarinas, A Ilha do Tesouro, Mulherzinhas, Ivanhoé. Eu tinha um caderninho onde escrevia meus “livros”, que eram pequenas histórias.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

É colocar seus sonhos no papel!

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? 

Sim, meu escritório. Como trabalho em casa, passo o dia todo nele.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Romances de época são os meus preferidos. Sim, já escrevi um pequeno romance policial, tenho mais dois projetos de romances modernos, e também já iniciei um livro de auto-ajuda.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Em todos os meus livros, procuro passar mensagens espiritualmente positivas para os leitores. Os personagens são ternos, e, muitas vezes, tímidos. Estão em busca do amor verdadeiro. Para os nomes dos personagens, procuro sempre um que seja fácil de pronunciar e conhecido em qualquer idioma. Quanto aos títulos dos livros, bem, essa parte é realmente difícil. Mas geralmente tenho um “insight”, um sentimento inexplicável, e, de repente, o título “brota” na cabeça! Rsss.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Se for um romance de época, procuro informações na Internet sobre a época, claro. O que vestiam, fotos das roupas, costumes da época. Por exemplo, no meu livro “A Jovem Alessia”, que se passa no século XVIII, há um grande piano de cauda. Mas será que existiam pianos de cauda naquela época? Então pesquiso na Internet para ter certeza.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Sim, eu me inspiro naqueles livros que li na juventude. Eles sempre serão minhas grandes inspirações!

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Não, este é meu primeiro livro, é a segunda edição.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Em relação a autores consagrados ou a novos autores? Eu acredito que os autores consagrados sempre terão seu espaço garantido, mesmo porque nossas escolas incentivam a leitura dos grandes mestres da literatura brasileira. Perguntas sobre literatura brasileira são constantes em nossos vestibulares e no ENEM. Então, autores como Carlos Drummond de Andrade, Jorge Amado, Machado de Assis sempre venderão muito.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Com o desenvolvimento dos sistemas de impressão, principalmente a impressão sob demanda, que permite imprimir tiragens pequenas a um preço acessível, muitos autores têm tirado seus originais da gaveta e tentado obter um lugarzinho ao sol, seja vendendo em livrarias ou vendendo para amigos e parentes. Na minha opinião, é muito saudável termos essa possibilidade no Brasil, pois abre as portas, indistintamente, aos iniciantes de qualquer idade. Acredito que o próprio público se encarregará de filtrar os novos autores que chegam ao mercado. É como qualquer produto: se for um bom produto, ele se manterá no mercado. Se for ruim, não. Nos Estados Unidos sempre foi muito fácil publicar um livro, principalmente devido aos baixos custos de impressão. A literatura de entretenimento é muito vasta naquele país. Antes, editoras brasileiras preferiam investir na tradução de obras já consagradas lá fora, e não davam apoio aos autores nacionais que escreviam ficção. Hoje em dia, há ótimos livros de ficção, ficção científica e fantasia escritos por autores nacionais, então não é mais preciso buscar tudo lá fora.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Infelizmente, os preços são elevados devido aos atravessadores. Editora, distribuidora e livraria ficam com praticamente 90% do valor de capa, quando não mais. Para o autor, sobra quase nada. Então, para poder diminuir os custos de seus livros e vender a um preço mais baixo, o autor tem se tornado, ele mesmo, o editor e o distribuidor. É claro que isso diminui o alcance e a visibilidade dos livros do novo autor, que dificilmente chegam a todas as livrarias, a não ser que ele faça um grande investimento.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

(Risos). Nunca pensei nisso.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

A trilha sonora do desenho animado do filme “Cinderella” da Disney, principalmente a música “So this is love”. É uma valsa. Minha canção preferida.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Sim, mas foram muitos, não apenas um! Um dos mais marcantes foi “Beleza Negra”, a história de um cavalo. Era um dos livros da coleção de minha mãe. Lembro que, no início, não queria ler, achei que a história de um cavalo seria chata, mas quando finalmente comecei a ler, não conseguia largar! Maravilhoso! Mas triste.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Sim! Estou escrevendo o segundo romance, que irá se chamar “O Capitão e o Paraíso”. Novamente, um romance de época, ambientado no Caribe, na época dos piratas.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Não acompanhava, estou começando a acompanhar agora.

clique na imagem para ler a resenha
  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Meus amigos.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Sem sombra de dúvida, o contato com o público! Alguém escrever ou ligar para você dizendo que adorou seu livro, que sonhou com a heroína, que torceu por ela e até chorou! Isso é muito importante, pois demonstra que você provocou uma reação no leitor. É tudo o que o escritor deseja.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Leitores: muito obrigada pela força que tenho recebido de vocês esses anos todos, é o que me impulsiona e me faz querer escrever sempre! Novos autores: já me perguntaram várias vezes como fazer para ser um escritor. Minha principal dica é: LER! Sim, ler, ler muito, o que você quiser, jornal, revista, livros. Só fique de olho para ler um livro que tenha sido bem revisado. Ah, e anote suas ideias. Guarde um caderninho só pra isso. Se tiver um sonho e achar que daria um bom livro, anote também. E como fazer pra escrever o livro? Pense em todas as “cenas” do livro e as anote, na ordem. Desenvolva a narrativa, cena por cena. Depois, é só juntar as cenas e seu livro estará pronto!

Muito obrigada!

  1. Fale-nos um pouco de você.

 Sou alguém que se propõe  levar às pessoas alegria e felicidade, sou apaixonado por literatura, viajar através da imaginação para novos horizontes e descobrir-se nos relacionamentos interpessoais sempre numa via de mão dupla dando e recebendo o melhor de si, este sou eu em meu dia a dia e também no mundo literário.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

 Sou farmacêutico de profissão, e escrevo nas horas vagas, tenho por missão manipular formulas para restabelecer a saúde das pessoas como complemento manipulo palavras para oferecer um remédio às almas. A inspiração para escrita nasceu comigo, desde muito cedo descrevia por exemplo a viajem de uma mesa desde sua semente até servir para reunir famílias em seu entorno.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

 “Pare tudo que esta fazendo e preste bastante atenção, tenho uma novidade que vai abalar suas extremidades, vai fazer você explodir de alegria, vai tirar seu fôlego e… (cenas do próximo capitulo)” A melhor coisa em escrever é oferecer um óculos para que as pessoas vejam um fato real ou imaginário de vários ângulos, e deem suas próprias conclusões.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? 

 Meu cantinho especial não dá para ser capturado em imagens, pois ele reside dentro de meu coração, carrego comigo sempre um pedaço de papel e uma caneta, as vezes observando a natureza vem uma inspiração, e logo escrevo as palavras chaves para em seguida desenrolar uma nova aventura.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

 Esoterismo., Psicologia  e Autoajuda, gosto muito de literatura infantil, pretendo muito em breve me aventurar por esse gênero.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

R= Meu livro foi elaborado em formato de aula, como sou estudante de esoterismo e ocultismo há mais de 15 anos, tive facilidade em expor com clareza os pontos do eneagrama.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

 Estudei exaustivamente a vida de George Ivanovich Gurdijef , fiz varias pesquisas sobre alguns autores que escrevem sobre o assunto, utilizei varias obras onde menciono sempre ao final de cada capitulo/aula na referência bibliográfica, e também complementei com um pouco de mim mesmo, compartilhando meu universo interno de fácil compreensão para que o maior numero possível de pessoas utilizem essa maravilhosa ferramenta.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

 É importante ter alguém para referenciar, facilita partir de uma referência para desenrolar uma obra literária, o autor que mais me inspirou para esta obra foi o próprio criador do eneagrama George I. Gudijief .

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

R= Há alguns anos atrás era mais trabalhoso para fazer uma publicação, com o advento da internet facilitou muito para novos autores, tenho vários escritos poesias e rascunhos de livros que estão no forno, prontos para crescer como um delicioso pão e encher de vida o coração de quem os ler.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

 Assim como a musica, a literatura ganhou vários gêneros e segmentos e esta sempre em crescimento e com espaço para quem quiser entrar, vejo a literatura como um grande coração de mãe, sempre cabe mais um e haverá um publico esperando por sua nova obra.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

 Tem espaço para todos, para os letrados que gostam de uma boa obra e para os nem tanto letrados, como cultura acho que é bom apenas para livros de histórias no futuro, sem dúvida é bem melhor ler um bom trabalho que tem algo para acrescentar na vida de quem os lê, sinto que este deve ser o trabalho que os autores devem aprimorar-se para oferecer ao seu publico.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

 Isso dificulta o acesso para grande massa, a internet melhorou isso com os e-books que contribuem para o meio ambiente e barateiam os custos. Em minha opinião os impostos em nosso pais são elevados, se a lei de tributação fiscal fosse revista melhoraria para todos os segmentos.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

R= Posso citar uma lista dos que já li, mais, escolho a série Harry Potter da Joanne Rowling, a série Operação Cavalo de Tróia do Juan José Benítez Lopez, e uma ideia que acredito que muitos gostariam de ter dito é dos personagens Disney que encantou e encantará  gerações, os autores geralmente tem dentro de si o desejo da imortalidade e o Disney conseguiu isso com sua obra.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

 O que é o que é do Gonzaguinha.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

 A Bíblia Sagrada.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

 Muito em breve devo me aventurar na literatura infantil, e haverá um desdobramento de minha obra atual em uma série de nove livros e estou trabalhando duro para que o primeiro deles seja lançado ainda este ano.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

 Sinceramente não tenho muito tempo para isso, muito raramente acompanho alguma coisa, as criticas quando construtivas são muito úteis para aprimorar a qualidade das obras literárias, então, acho muito importante esse trabalho.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

 Gosto muito do Khristian Paterhan, o considero conhecedor do eneagrama, se pudesse gostaria de uma critica dele a respeito de meu livro.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

 Receber um FeedBack de seus leitores com certeza deixa o autor feliz com uma sensação de ter levado alegria e uma nova visão de mundo à quem teve contato com a obra.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

 Para os leitos digo muito obrigado por permitirem que entre em sua imaginação e em sua vida, obrigado por me darem um grande cômodo em seu interior para que deposite uma gota de meu conhecimento e perfume sua existência com muita alegria e sucesso. Para os colegas que estão iniciando, digo bem vindos ao grande mundo literário, permitam-se serem preenchidos por muito conhecimento para compartilhar com nossos amados leitores.

Paz e Sucesso e até breve.

 Saiba como participar de nossas entrevista aqui!

Arca Literária: Fale-nos um pouco de você.

Isaque Ribeiro: Nasci em São José dos Campos – SP, mas fui criado por minha mãe em São Sebastião – Litoral Norte de São Paulo desde os meus seis meses de idade, quando houve a separação de meus pais.

Sou casado há sete anos com Silvania Duarte, a qual gerou e deu a mim dois Lindos Filhos “Isaque Filho e Mykhael Ribeiro”, mas tenho outro Lindo Filho “Dereck Duarte”, fruto de meu primeiro casamento. Sou compositor desde 1998, mas por ser de uma família “simples” (e quando digo simples, me refiro a questões financeiras – de baixa renda) nunca tive oportunidade de divulgar meu talento como compositor e viver da música (oque para mim sempre foi um grande sonho), também amo cantar, mas nada profissional. Acho que tenho que estudar muito para me considerar um cantor. Rsrsrsrsrsrs… Atualmente moro em Navegantes – SC e trabalho como autônomo.

 Arca Literária: O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio à inspiração para a escrita?

Isaque Ribeiro: *Antes de começar a escrever eu trabalhava como autônomo em dois serviços. Durante o dia fazia móveis sob medidas e a noite trabalhava como motoboy entregando lanches e porções.

*Sempre tive vontade de escrever, mas não digo nem que tenha sido inspiração e sim falta do que fazer. Calma que eu já vou explicar! Rsrsrsrsrsrs…

No dia 26/09/2015 chovia na cidade onde moro e ao retornar de uma entrega, um imprudente motoqueiro “tentando economizar combustível” (digo isso com sarcasmo, pois até hoje não sei o motivo da ação dele), ao invés de fazer a volta em uma rótula à sua frente, resolveu cortar a rótula pela esquerda, vindo à contramão em minha direção. Para evitar algo mais grave eu não pensei duas vezes… Freei imediatamente!

O problema é que moto e chuva não são uma das melhores duplas, aí já viu né? Fui ao chão ralando braço, perna e por fim fraturando a clavícula direita. Não me pergunte mais nada sobre o infeliz que causou o acidente, porque ele não parou para prestar socorro e acho que está fugindo até hoje.

Como tive que ficar de molho em casa sem poder fazer praticamente nada, eu passava o dia todinho na frente do notebook, quando não era no Facebook, era assistindo vídeos ou filmes.

Um dia, eu já estava entediado de sempre fazer as mesmas coisas todos os dias, eu acabei comentando com minha esposa que eu tinha vontade de escrever um livro, e ela como sempre acreditou em mim e em meus talentos, mais do que eu mesmo, me incentivou de imediato.

Então no dia 13/10/15 eu comecei a escrever o meu primeiro livro “Alpha O Início” e o terminei no dia 27/11/15, já com sede de dar sequência a Série.

Arca Literária: Qual a melhor coisa em escrever?

Isaque Ribeiro: Primeiro. É a Liberdade de Expressão e o Tempo para a Reflexão que a Escrita nos proporciona. Você simplesmente poder se Expressar do jeito que bem intender, imprimindo suas ideias, pensamentos e até mesmo sentimentos numa folha de papel, ou num programa de texto do computador, tendo a possibilidade de revelar ao “mundo” suas histórias e antes de mostra-las ao mundo, você ter a possibilidade de analisa-las e escolher a melhor forma de expressa-las. Não como um debate, que você tem que dar sua opinião de imediato e por não ter esse tempo de reflexão que a escrita nos proporciona, muitas das vezes acabamos usando as palavras de forma errada e passamos algo totalmente oposto ao que queríamos passar.

Segundo. É Ler o que você escreveu e perceber que você conseguiu passar realmente o que queria que as pessoas entendessem. Você entregar o seu Original aos seus conhecidos para uma breve análise e os ouvir te perguntando em tom de “Deboche”:

- Não foi você que escreveu esse livro não né? Você o copiou da onde?

- “Cara”, ficou muito bom! Se não soubesse que foi você que escreveu… Eu acharia que fosse um livro de um Escritor Famoso e Experiente! (Palavras de meu amigo Thiago Vagner). (Obrigado pela força mano, todo seu esforço e apoio serão Recompensados! “Tamo Juntos”!)

“Espero que ele tenha sido sincero”! Rsrsrsrsrsrs…

Isso é a melhor coisa. A Satisfação de “Dever Cumprido”!

Arca Literária: Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Isaque Ribeiro: Infelizmente, ainda não tenho um Cantinho Especial e por esse motivo escrevi parte do livro sentado em minha cama e parte sentado no sofá. Minha esposa e meu amigo Thiago até me questionavam de vez em quando:

- Como é que você consegue se concentrar com as crianças gritando, correndo, brigando e a TV ligada?

Eu só dava risada, afinal… Temos que nos virar do jeito que dá!

Mas ainda quero ter uma bela e espaçosa casa onde eu possa ir para o quintal com meu notebook, sentar-me em uma confortável cadeira e escrever meus livros, apreciando a beleza do mar e da natureza com meus pés descalços sentindo a areia da praia sob os meus pés.

Arca Literária: Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Isaque Ribeiro: *Bom! Este livro tem um pouco de cada coisa… Mistério, Romance, Paixão, Fantasia, Ficção, Suspense e até um pouco de Ação, mas, contudo posso afirmar que meu Gênero Literário é uma mistura de Gênero Narrativo & Dramático.

*Ainda não tentei passear por outros gêneros, pois este é o primeiro livro que escrevi, mas já tenho uma ideia em mente para escrever uma Biografia.

Arca Literária: Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Isaque Ribeiro: * “Alpha – O Início” é o primeiro livro da série de histórias de Mistério, Ficção, Fantasia, Suspense e Romance sobre Bruxas, Lobisomens e Vampiros, o qual traz em si uma emocionante história de Amor, Inveja, Ódio, Perdas, Ganhos, Segredos, Conquistas e Suspense que irá deixar os Leitores Compenetrados do começo ao fim, com um Gostinho de Quero Mais. Como eu não sou uma “Pessoa Má”, já estou me empenhando para escrever o segundo livro da série que já está em andamento e se chamará “Alpha – O Despertar”, a fim de não deixar os Leitores na mão. A Série será composta por três livros, pois já tenho em mente sobre o que escrever no terceiro livro da Série, mas como Ficção é um Gênero Evolutivo, de ideias infindáveis, pode ser que surjam outros livros para a Série no futuro.

*A princípio o livro se chamaria “Uma Escolha, Dois Destinos”. Seria um Livro apenas de Romance, no qual os Protagonistas seriam Dimitri e Tayla, mas conforme a história foi se desenrolando surgiu a ideia de incluir Vampiros e Lobisomens na história e decidi criar a série Alpha, mudando o nome do livro para “Alpha – O Início”.

Quanto aos nomes, eu pesquisei muiiiiitooooooooo… Rsrsrsrsrs… E dei os nomes aos personagens de acordo com seus significados, assim cada personagem representa o significado de seu próprio nome dentro da história.

No final do livro eu fiz questão de mencionar os nomes de todos os personagens com seus respectivos significados para que os leitores possam entender o porquê de cada nome.

Já os sobrenomes eu busquei por sobrenomes Europeus e Tchecos, dos lugares onde ocorre a história. Com exceção aos sobrenomes “Dobreva” (Sobrenome Búlgaro), dos Personagens da Família Dobreva (Caleb, Jéssika e Lavínia), que por ser fã da “Série Diários De Um Vampiro” e da talentosa atriz “Nikolina Konstantinova Dobreva” ou “Nina Dobrev” (a Protagonista Elena Gilbert) coloquei este sobrenome no Livro, e “Irwin” (Sobrenome Australiano), do Personagem “John Irwin” (professor de Biologia) o qual fiz questão de colocar em homenagem (in-memoriam) a “Stephen Robert Irwin” (Famoso Naturalista Australiano – O Caçador de Crocodilos), que faleceu no dia 4 de setembro de 2006, tendo seu peito perfurado por um aguilhão de uma raia quando mergulhava na região nordeste da Austrália para filmar um documentário sobre animais marinhos.

Arca Literária: Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Isaque Ribeiro: Todas possíveis. No caso deste livro, por exemplo, eu o escrevi pensando em torna-lo em filme lá na frente, então eu pesquisei melindrosamente, nomes das ruas, endereços, distâncias de lugares, comidas típicas da Europa, esporte mais popular da Europa e até mesmo algumas músicas (músicas para as cenas), as quais são citadas em determinados momentos do livro. Enfim… Tentei fazer de tudo para ser o mais autêntico e fiel possível, a fim de facilitar a possível gravação de um… Longa metragem num futuro nem tão distante. Rsrsrsrsrs…

Arca Literária: Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Isaque Ribeiro: Com certeza!

Os Fenômenos, “Stephenie Meyer” (Autora dos Best-Sellers: Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse, Amanhecer entre outros) e “Nicholas Sparks” (Autor de Diário de Uma Paixão, Um Amor Para Recordar, Querido John entre outros), inclusive “A Última Música”, livro e filme dos quais também faço menção em meu livro “Alpha – O Início”.

Todo Escritor/Autor deseja ser lido e se tornar um Best-Seller, e para alcançar tal sucesso devemos seguir os passos de que já o alcançou com Maestria. “Stephenie Meyer & Nicholas Sparks são Excepcionalmente Extraordinários”!

Arca Literária: Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Isaque Ribeiro: Na verdade eu recém terminei de escrever meu primeiro livro e ao enviar meu Original para a Editora, ela demonstrou um grande interesse em publicá-lo dizendo ter reconhecido potencial Editorial em minha sua obra, e sendo assim enviou-me a seguinte Proposta: A Editora publicaria 1000 Exemplares, porém eu teria que comprometer-me a adquirir e vender 250 exemplares e ela se encarregaria da distribuição dos 750 exemplares restantes, e para isso eu teria que desembolsar na assinatura do contrato uma simples bagatela de R$ 7.250,00, sei que para muitos, isso não é nada, mas para quem está acidentando sem poder trabalhar, é um valor “Milionário”. Rsrsrsrsr… Onde & como é que eu iria arrumar tantas “Garoupas” assim? Rsrsrsrsrsrs…

Por encontrar esta dificuldade que eu resolvi publicar o e-book no site da Amazon, o que me fez passar horas e horas pesquisando, baixando programas e me virando para conseguir converter o arquivo em formato MOBI. Confesso que quase desisti, oh coisa difícil de fazer quando se é Leigo no assunto viu! Com a venda dos e-books pretendo ajuntar verba para publicar o “Livro Físico” (“o pior” é que já tem muitos Leitores me cobrando). Oh my God what to do? (Oh meu Deus o que fazer?). Rsrsrsrsrsrs…

Arca Literária: O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Isaque Ribeiro: Percebo que o número de pessoas com interesse por literatura no Brasil tem aumentado de forma abrangente, mas, no quesito “Novos Escritores”, pois no quesito leitores, não se percebe crescimento expressivo.

O fator que dificulta a ascensão Literária Brasileira é o alto custo dos livros, pois vivemos em tempo de crise e boas partes dos brasileiros não gostam ou não tem o hábito de ler.  O Brasileiro não investe em Cultura e Conhecimento. Se um livro de 200 páginas custa R$ 40,00, ele acha absurdo de caro (e o que não é caro no Brasil não é mesmo?), e pensa… Eu não vou gastar R$ 40,00 num livro! Mas, compra quatro lanches e gasta quase R$ 50,00 ou até mais que isso e está tudo certo… Acho que o País precisa apoiar mais os “Novos Escritores”, baixando a inflação e investindo em programas e propagandas que incentivam a Leitura, aumentando assim o número de “Leitores”, pois os preços dos livros realmente não são baratos.

Arca Literária: Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros
nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Isaque Ribeiro: Eu acho que o “brasileiro” é muito oportunista! Tudo o que se destaca, ele também quer tentar fazer, talvez para melhorar sua vida financeira, talvez apenas para alcançar popularidade ou por prazer, mas com todo o respeito… Sabemos que escrever um livro não é uma tarefa fácil, então eu acho que quem o faz deve fazê-lo com consciência e muita cautela, no mínimo sabendo para qual público ele está escrevendo aquele determinado livro. Ter um Boom Literário no Brasil é Excelente, mas se esse Boom (independente do Gênero) for infundado, inconsciente e sem qualidade não vejo Vantagens para que ele aconteça, pois de que adianta este Boom Momentâneo de má qualidade, se ele só servirá para desacreditar os “Novos Escritores” que realmente se dedicam se aprofundando em pesquisas para escrever seus livros. Já acho tão difícil para nós (Novos Escritores) encontrarmos espaço no Mercado Literário e ganharmos Credibilidade com nossas Obras e nossos Nomes Desconhecidos, que deixo aqui o meu apelo a todos àqueles que desejam se tornar Escritores… Pesquisem, Dediquem-se e Empenhem-se ao máximo para fazer uma Excelente Obra, pois estes “Livros Desesperadores” citados na pergunta só vem para dificultar ainda mais a nossa ascensão.

Arca Literária: Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Isaque Ribeiro: Quanto a isso acho até difícil comentar, haja visto que no Brasil “Nada é Barato”, mas acho Lamentável os investimentos Bilionários que se faz todos os anos no “Carnaval” por exemplo, onde muitas pessoas se “Divertem”, porém acredito que muitas mais, assinam suas sentenças de morte contraindo diversos tipos de doenças, enquanto muitas Escolas Públicas e muitos Hospitais Públicos do País estão em ruínas sem as mínimas condições de Usos e Atendimentos.

Falta verba o ano inteiro para investir em Saúde, Segurança e Educação, mas para investir no carnaval sempre tem. Acho que cada Novo Escritor que criasse uma Obra Literária de Qualidade deveria passar a receber um Auxílio Mensal do Governo, se fosse assim eu tenho Absoluta certeza de que muitos brasileiros se dedicariam mais a Literatura e menos a Criminalidade.

Arca Literária: Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Isaque Ribeiro: São muitos, e prefiro não comentar os nomes dos livros e sim os nomes dos Autores, pois acho que sem os Autores os Livros não seriam escritos, e como todos os livros destes autores são de “Ideias Invejáveis” (no sentido de Admiração), prefiro citar os dois Autores que mais Admiro no momento. “Stephenie Meyer & Nicholas Sparks”.

Comprei recentemente três livros só por causa de suas “Sinopses”, porém ainda não os li por falta de tempo, mas ainda assim quero fazer menção deles e de seus Autores.

  • Sombras da Noite – A Vingança de Angelique – de Lara Parker.
  • Strange Angels – de Lili St. Crow.
  • Despertar – da Série Watersong – de Amanda Hocking.

Arca Literária: Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Isaque Ribeiro: Na verdade eu faço menção de duas músicas em meu Livro.

“Marry Me” – de Jason Derulo (Dimitri Bennett a escuta enquanto está dirigindo seu carro em direção à casa de Tayla Corvin para o Primeiro encontro dos dois) e “I Look to You” – de Whitney Houston (In memoriam) (Lívia canta tocando piano depois que seu pai a deixa de castigo e a proíbe sair de casa e ver Caleb), mas tenho algumas músicas em mente para algumas “cenas”. Rsrsrsrsrs… Eu me refiro a “cenas”, pois enquanto escrevia eu viajava imaginando as cenas acontecendo como em um filme.

Como trilha sonora? Acho que escolheria “Two Is Better than One” – de Boys like Girls. “Dois é melhor que um” é uma Linda música Romântica e acho que combinaria muito bem com a história.

Arca Literária: Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Isaque Ribeiro: Adorei os livros que li, mas tenho que confessar que o livro da minha vida é o meu livro “Alpha – O Início”. Não sei se isso deve ao fato de ser o meu primeiro Livro, mas o Prazer e a Sensação de ler a sua própria Obra são simplesmente Incomparáveis. Rsrsrsrsrs… Pelo menos para mim, é como se a cada capítulo eu me surpreendesse comigo mesmo, não acreditando na minha capacidade de escrever aquela Obra.

Arca Literária: Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Isaque Ribeiro: Sim! Como já respondi anteriormente, estou escrevendo o meu segundo Livro “Alpha – O Despertar” que dará sequência a “Série Alpha”, tenho em mente como proceder na história do terceiro livro da “Série Alpha”, mas é Segredo (Rsrsrsrsrs…). Provavelmente irei escrever a Biografia de uma “Mãe Guerreira” que fez de tudo para criar e proteger seus filhos, mas teve a infelicidade de se envolver com um homem mais novo sem saber que ele era usuário de drogas e acabou sendo infectada com “Vírus do HIV”, passando muito sofrimento em seus últimos anos de vida. Mas…

Também irei escrever livro adolescente de história fictícia de minha família onde meu filho “Isaque Filho” será um dos Protagonistas, e além deste livro, também irei escrever outro livro de Ficção Científica sobre Zumbis.

Obs.: Já tenho o enredo de ambas as histórias e já tenho-as em mente, mas haja tempo para escrever né? Rsrsrsrsrsrs…

Arca Literária: Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Isaque Ribeiro: Infelizmente não! Depois que comecei a escrever, passei a empenhar maior parte do meu tempo em pesquisas a fim concluir uma boa Obra, e como eu terminei de escrever o primeiro livro dia 27/11/15 e comecei a escrever o segundo já no dia 28/11/15, eu ainda continuo empenhando a maior parte do meu tempo em pesquisas.

Acho muito bom e pretendo separar um tempinho para acompanhar as críticas dos blogueiros sim, acho que toda crítica deve ser analisada, pois muitas vezes o Leitor vê as coisas de um ângulo diferente ao do Escritor e dependendo da crítica, nós passemos a enxergar as coisas por um ângulo diferente também, mas se for o caso de o Leitor não ter compreendido direito o que o Escritor quis dizer, nós possamos esclarecer tirando-lhes as dúvidas.

Arca Literária: Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Isaque Ribeiro: “Stephenie Meyer & Nicholas Sparks”. Rsrsrsrsrsrs…

Arca Literária: Qual a maior alegria para um escritor?

Isaque Ribeiro: Concluir uma Obra, Ser Publicado, Ler e ser Lido pelo maior número de Leitores possíveis, tudo isso nos deixam muito felizes, mas eu acho que o mais gratificante, deva ser seus Leitores te dando um retorno fazendo menção de sua Obra como um bom Livro.

Arca Literária: Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Isaque Ribeiro: Queridos Leitores, por maior que sejam as dificuldades, creiam no potencial de vocês, pois todos vocês são capazes de concluir uma boa Obra, mas minha dica é:

Pesquisem muito, e não tenham medo de arriscar a expor ao mundo as suas ideias, pois a melhor coisa que a Escrita nos proporciona é a “Liberdade de Expressão”, dando-nos a possibilidade de criarmos um mundo mágico e transferi-lo para o Papel ou Computador. Rsrsrsrsr…

Deixo aqui um trecho de meu Livro “Alpha – O início”, que ao mesmo tempo fala sobre minha história.

“Aprendi a ser forte vencendo o medo com coragem, sorrindo na tristeza, estimulando no cansaço o vigor da força outrora perdida, dizendo adeus à quem partiu sem nunca deixá-lo ir embora dos meus pensamentos, usando a tormenta como incentivo para voar cada vez mais alto e os desafios como oportunidades para vencer, fazendo dos meus erros um mapa inverso para o meu sucesso e entendendo que ser livre se resume a ser um eterno prisioneiro de um único sentimento chamado AMOR!”

“Isaque Ribeiro”

Conheça um pouco mais o autor e seu livro nos links: Amazon, Série Alpha, Fanpage, Facebook do autor, Instagram, Twitter, Email do autor isaqueribeiro_@hotmail.com

Quer divulgar seu livro também? Clique aqui!

Copy Protected by Chetan's WP-Copyprotect.
%d blogueiros gostam disto: