Tags Posts tagged with "Autor"

Autor

Com muito carinho, orgulho também, anunciamos a Ro Mierling será nossa colunista. A partir de agora você terá todas as informações sobre o mercado editorial e os bastidores da Literatura no Arca Literária!

Aguardem!!

navigate here Biografia: 

Gaúcha, escritora, roteirista e antologista. Autora de sete livros publicados, incluindo “Diário de uma Escrava” (DarkSideBooks) e “Caça e Caçador” (Mundos Paralelos – Ed. Abril). Convidada especial em diversas coletâneas nacionais e internacionais, organizou e publicou mais de 50 antologias estimulando o desenvolvimento da escrita de novos autores. Publicou junto a editoras na Espanha, Irlanda do Norte, Portugal, França e Argentina. Seu livro Diário de uma Escrava está entre os mais vendidos na literatura nacional e terá seu roteiro adaptado para o cinema. Cronista no jornal paranaense Diário dos Campos e colunista nas revistas internacionais Sotaque (Porto/Portugal) e Resonancias (Argentina/França). Atua junto ao Centro Cultural da Embaixada Brasileira de Buenos Aires, divulgando a literatura brasileira. A autora mora atualmente em Buenos Aires.

0 641

Na parte anterior relatei sobre o caso principal que inspirou a trama do meu próximo Suspense. Desta vez será sobre outro fato real que se encaixa no tema que é o da jovem Lucélia Rodrigues, atualmente com 21 anos de idade. Uma mulher que superou o trauma da violência(tortura) doméstica através da sua fé em Deus, seguindo fielmente sua religião, onde aprendeu sobre o perdão e o seguir em frente.

Lucélia ficou conhecida nacionalmente no dia 17 de março de 2008, onde vários telejornais relatavam sobre o caso da criança achada dentro de um apartamento, amarrada, com marca de tortura. Na época ela estava com 12 anos de idade, e foi após uma ligação anônima feita para a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, de Goiânia, que dois agentes – um homem e uma mulher – foram atender a ocorrência. O local era um apartamento(cobertura duplex) localizado num bairro de classe média alta. Ao entrarem na residência se depararam com a empregada que relatou não saber da existência de nenhuma criança no recinto e durante pressão por parte dos policiais ela acabou por falar a verdade dizendo que a criança estava no andar de cima.

Chegando ao andar superior, onde havia uma porta trancada, bateram, mas ninguém respondeu. Apareceu Tiago, o filho dos donos da casa, que estava de visita(não tinham envolvimento algum de cumplicidade, nem ao menos sabia de tal fato). A empregada não estava com a chave, alegando que a patroa havia levado, com isso, os agentes pediram ao porteiro que trouxesse uma ferramenta para que pudessem arrombar a porta, feito isso, ao entrarem, a policial depara com Lucélia acorrentada pelos braços à escada de ferro que dava acesso para caixa d´água. Praticamente pendura, seus pés mal tocavam no chão, a boca tampada com esparadrapos. Pouco tempo depois a autora do crime chegou, Silvia Calabresi Lima de 42 anos, dona de uma loja de cosméticos. Ela foi autuada em flagrante, assim como sua empregada, essa entregou um caderno em que anotava as práticas de torturas a mando de sua patroa.

Lucélia era filha adotiva de Silvia, uma adoção irregular. Os pais dela não tinham condições de criá-la.

As agressões iniciaram três meses após a criança ir morar com sua mãe adotiva, quando quebrou uma porta de vidro do apartamento.

get link As agressões:

A criança é forçada a beber urina do cachorro, assim como comer das fezes. Era surrada com cinto de fivela, espancada com rodo e vassouradas. Pimenta nos olhos. Dedos presos na porta. A ponta de sua língua foi cortada com uma tesoura, também era apertada com a ponta de alicate.

A empregada, após ser contratada, ficou responsável por vigiar Lucélia.

http://stadsmagasinet.se/blog/tag/mc/ A justiça:

Silvia foi julgada e condenada a 14 anos, 11 meses e cinco dias de prisão. Valnice(a empregada) foi condenada 7 anos e 11 dias, o marido de Silvia teve condenação de 2 anos.

Livre das torturas, Lucélia foi adotada por uma pastora de Belo Horizonte, um tempo depois a jovem preferiu morar com o pai. Atualmente é casada e prega a palavra de Deus, além de testemunhar sobre essa parte de sua vida, mostrando como superou isso através de sua fé.

 

Depois de mostrar os casos que inspiraram meu novo livro, fico me perguntando “Como meus leitores acham que será o próximo livro? Será que acham que irei retratar agressões contra algum personagem que seja uma criança? Se vai ser pesado demais? Se acham que vai ter um impacto maior que Sob o domínio do silêncio?”.

Apenas digo que esperem para ver o resultado. Só antecipo que é um Suspense Realista e que será diferente de Sob o domínio do silêncio.

DIGA NÃO À VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS A ADOLESCENTES.

Fontes:

https://www.youtube.com/watch?v=3LzpYlbh52s

https://www.youtube.com/watch?v=YuZ4eqWJ4Hc

https://www.youtube.com/watch?v=jQbQWil93gw

 

2 587

dnl trading O caso principal que inspirou a trama do próximo livro

lqoption  

http://lindsaydobsonphotography.com/?kos=bin%C3%A4re-option&f46=7d Caso Gilmar (Atualmente chamado de Renato Mello Martins)

http://davidlilja.se/category/logotypes/  

O maior caso de vitimização com sobrevivência da América Latina.

click here  

Gilmar era o nome do garoto que sofreu com a violência doméstica desde o nascimento até os 12 anos de idade e que conseguiu sobreviver ao terror: teve seus dentes arrancados e parte do céu da boca com chave de fenda em brasa, o abdômen aberto a pontapés, a orelha esquerda cortada com tesoura, assim como a língua, tinha catarata pela inserção de várias coisas em seus olhos e havia tido duas rupturas do abdômen devido a pontapés. E quem promoveu tudo isso? Sua própria mãe, a quem hoje ele se refere como “genitora”.

 

corso strategie opzioni binarie Motivo das agressões:

follow url  

Seu pai tinha um sonho de ter um filho homem, na época sua mãe já tinha duas filhas e estava grávida de Gilmar, porém seu pai estava traindo-a com outras mulheres, o que causou revolta em sua genitora. E ao descobrir as traições, após o nascimento de Gilmar, começou a descontar toda sua raiva em cima da criança já nos seus 8 meses de vida.

 

opcje binarne anyoption Sobre os abusos:

opcje binarne forum  

Em entrevista[1], Renato Mello (Gilmar) relata que primeiro ela começou as agressões com tentativas de matá-lo sufocado com cobertor, quando ainda bebê. Retirava suas fraldas sujas com beliscões, arrancando pedaços de sua pele. Era obrigado a comer das sobras da comida de seus irmãos – caso sobrasse. Esses irmãos( duas meninas e um irmão mais novo), também compactuavam da violência. Já maior, quando seu pai ia trabalhar, sua mãe o obrigava a ficar sentado na porta do quarto do casal e caso dormisse era acordado com pancadas de cabo de vassoura, e ao sua mãe levantar, ele corria para o banheiro, pelado, pois sabia que ia apanhar sem motivo.

Num grau mais elevado da tortura, sua genitora, com a ajuda dos outros filhos, arrancaram seus dentes e parte do seu céu da boca com uma chave de fenda esquentada no fogo do fogão, perante seu choro de dor ela chutou seu abdômen causando ruptura, logo, ele vomitou sague e fezes.

Ela o “socorria”, porém mentia sobre o motivo para quem fosse atendê-lo no hospital, e claro, quem o atendia sabia que era mentira, que aquilo fazia parte de agressão física. E o que acontecia? Voltava para casa para mais rodadas de torturas. Resultado: Deformação. E ia mais além, porque havia a tortura verbal onde sua genitora o menospreza com palavras.

Agora, você, imagina o que se passava na cabeça dessa criança sem entender os motivos de sofrer e de ser rejeitado.

Seu pai omitia tudo, assim como o hospital que sempre o atendia toda vez em que aparecia com algum ferimento grave, osso quebrado, dente arrancado, etc.

 

http://www.kenyadialogue.com/?selena=sito-trader&d4b=9f sito trader Como conseguiu sobreviver:

Bonuses  

Aos 12 anos de idade, por causa de uma denúncia feita pela sua madrinha, conseguiu sair da casa e passou por três lares de menores.

Sua mãe foi processada e presa por um ano.

Ele estava totalmente deformado. Tinha tantas fraturas em seu corpo que não haviam sido tratadas, inclusive no rosto. Não tinha lábios, dentes superiores, tinha catarata nos dois olhos, uma ligação bucal-nasal, sem língua, não conseguia falar de modo que compreendessem. Começou a sofrer bullying, riam dele, causando nele um sentimento de revoltada e desconfiança de todos. Sofreu discriminações e outros tipos de rejeições neste período.

Foi nos seus 14 anos, que conheceu a Marisa Mello a mulher que o adotou e salvou do seu inferno pessoal, tendo bastante paciência e oferendo muito amor e carinho.

 

http://obat-kutil-dikemaluan.com/?pifpax=binary-options-trading-top-10&706=30 Considerações finais sobre o caso:

more info here  

Isso é algo que gera inúmeros traumas que refletem no psicológico da pessoa durante seu desenvolvimento, como foi dito nos capítulos passados, onde ressaltei sobre os danos que casam no comportamento da criança/jovem que passa por isso.

A falta de confiança em pessoas é o sintoma mais comum, o receio de se relacionar com quem estar ao seu redor por achar que todos irão lhe machucar, pois quem deveria amar e proteger lhe destruía, é esse um dos manifestos. Dependendo do psicológico do individuo, pode ser encarado de outra forma: geralmente quem sofre esse tipo de violência, embora doa, a vítima se sente mais segura em casa, no ambiente “família”, do que ir para outro lugar, e muitas vezes quando acontece de a criança crescer em volta disso, ela pode seguir o padrão familiar, cometendo os mesmos erros dos pais, assim tornando-se um ciclo.

Gilmar, que teve a sorte de ser retirado disso e adotado por uma mulher que sabia como lidar com ele, por já ter sido vitima também da violência, aprendeu a lidar com a dor e a superar os males da alma através da fé e da educação que teve.

Atualmente se chama Renato Mello e escreveu um livro onde relata sobre esse caso intitulado de “Escolhas – dirigem seu presente. Redigem seu futuro” editado pela Editora Virtual Books. Também ajuda pessoas que passaram por violência doméstica.

 

 

Está sendo um desafio escrever um livro em cima disso, pois tem momentos em que é difícil não tomar as dores, fica pessoal. Mas estou dando meu máximo para que se torne um livro bom e que os leitores gostem tanto quanto “Sob o domínio do silêncio”.

 

Fontes:

http://renatomellomartins.blogspot.com.br/2009/03/blog-post.html

https://www.youtube.com/watch?v=ISLwt3VCHfk

https://www.youtube.com/watch?v=stwQHfG-IYM

 

[1] https://www.youtube.com/watch?v=stwQHfG-IYM

0 340

Pesquisa sobre a questão que será abordada no contexto:

http://civilparties.org/ Consequência da Violência doméstica na Criança

 

Estou me dando um novo desafio: escrever uma realidade impactante que cause comoção e ódio no leitor, numa trama em que a violência contra a criança pode acarretar em danos psicológicos, fazendo-a se tornar um adulto que seja um perigo para sociedade, ou para quem lhe promoveu o terror interno e externo.

A violência domestica entre casais reflete negativamente em seu relacionamento, e também para seus filhos. Elas sempre sofrem riscos de se machucarem fisicamente quando entram para apartar conflitos entre seus pais, e ao mesmo que sofrem o estresse psicológico, principalmente quando são postas a prestar algum tipo de denuncia às autoridades. Ao lidarem com todo esse terror, elas irão repostar tudo o que vivenciaram durante seu amadurecimento, refletindo em sua fase adulta.

A violência domestica é mais comum em famílias que têm filhos, principalmente quando ainda são pequenos. Crianças que crescem em lares violentos ficam a deriva de ouvir e ver coisas que irão lhe causar também sérios problemas psicossociais.

As consequências:

Segundo Jorge Elói (Psicólogo, com Mestrado em Psicologia da Educação, pós-graduado em Hipnoterapia. Possui ainda curso de Life-Coach e de Consultoria Filosofica, entre outros), “podemos mencionar 9 consequências domésticas nas crianças”:

  1. Retira o sentido de segurança pessoal;
  2. Perde o sentido que o mundo é um lugar seguro;
  3. Identifica-se com o agressor;
  4. A agressão é o único modelo;
  5. Podem-se tornar medrosas ou retraídas;
  6. Podem culpar pelo sucedido;
  7. As crianças podem distanciar-se;
  8. Dificuldades de concentração;
  9. Stress Pós-Traumático

Nem todas as crianças que passam por esse tipo de situação sofrem grandes danos, algumas conseguem se sobressair dos traumas e seguir em frente, porém, ficarão resquícios que refletirão em suas relações interpessoais, nada de muito grave diante de outros problemas que esse trauma pode acarretar.

Resultado de pesquisas recentes:

De acordo com dados da Secretaria de Direitos Humanos disponibilizado em abril de 2017, foi recebido 133.061 mil denúncias de violação de direitos humanos no ano de 2016. Onde o módulo “Crianças e Adolescentes” lidera a quantidade de ligações com 76 mil atendimentos, o que equivale 58% do total. Entre as denuncias estão negligência(com37,6%), violência psicológica(com 23,4%), violência física(com 22,2%) e violência sexual(10,9%)

54449

Imagem: (http://www.sdh.gov.br/noticias/2017/abrc/disque-100-recebeu-mais-de-131-mil-denuncias-de-violacoes-de-direitos-humanos-em-2016)

O que se pode concluir é que Crianças que estão expostas a violência doméstica são vítimas de uma cultura onde pode ser conveniente a educação ser baseada na violência, exemplo disso sãos os pais que acreditam que para educar um filho(a), em casos isolados, é preciso usar da força física – bater – para mostrar que, se não fizer algo da forma certa, irá apanhar, ao invés de promover um castigo didático. Também há a falta de consideração dos pais, ao discutirem seus problemas internos perto de seus filhos e nos piores casos se agredirem. Outro fator são os pais que descontam suas raivas nos filhos mostrando-lhes um lar ruim. Todas essas questões abordadas são como chaves para que essas vítimas tornem-se pessoas traumatizas, infelizes, inseguras, com problema psicológicos, depressivas e na pior das hipóteses – e é que será abordada no meu novo livro – deixem-se consumir pela dor, optando por deixar a empatia de lado e adquirirem a sociopatia.

weapon-424772_1920

Hoje lhes mostrei uma introdução do assunto que será abordado no meu próximo Suspense Policial/ Terror Realista.

Todo domingo irei postar o desenvolvimento deste livro até o dia de seu lançamento(28/09/2018).

Estão todos convidados a verem o desenrolar.

 

Referências:

http://www.psicologiafree.com/areas-da-psicologia/psicologia_clinica/9-consequencias-da-violencia-domestica-nas-criancas/

 

http://www.sdh.gov.br/noticias/2017/abrc/disque-100-recebeu-mais-de-131-mil-denuncias-de-violacoes-de-direitos-humanos-em-2016

 

O’Leary KD, Barling J, Arias I, Rosenbaum A, Malone J, Tyree A. Prevalence and stability of physical aggression between spouses:  A longitudinal analysis.  Journal of Consulting and Clinical Psychology1989;57(2):263-268.  

1 238

Hoje eu sentei em frente ao computador e fiquei olhando para aquela página em branco do processador de texto, há muito tempo não escrevo e a intimidade que desenvolvera com as palavras parece ter desaparecido. Eu ri quando lembrei do tempo em que sentava em frente a uma página de caderno com o coração pulsando de sentimentos que o cérebro não conseguia traduzir em palavras, somente após muitas tentativas fracassadas eu conseguia algo razoável aos meus olhos. Os amigos incentivavam, mas não foi somente por eles que eu continuei, foi por uma razão mais egoísta, uma necessidade de fixar de forma indelével meus sentimentos, focar os sentidos no mundo que se escondia por traz das formas, dos rostos, da ilusão do cotidiano.

A necessidade de ver o que as pessoas eram realmente, me fez continuar. Escrevi poesia e vi rostos cansados ganharem vigor, descrevi cenas do cotidiano e vi corações pulsarem descompassados, escrevi sobre filosofia e observei olhos se iluminarem… até que, um dia, parei.

Nenhum motivo, medo talvez. Mas algo me chamava e hoje eu cedi ao pedido e encaro a folha em branco. Aonde estão minhas musas? Cadê a minha criatividade? O Que eu quero dizer que mereça ser lido, falado, ouvido, comentado?

Foi somente quando eu comecei que percebi o que queria transmitir para a página em branco, Eu mesmo.

Somente hoje percebi que busquei ver a mim mesmo em cada palavra que escrevia para ser lida por outros. Fiz dos outros o meu espelho de forma a ver meus sentimentos nos sentimentos transmitidos pelas palavras, tornando cada leitor um ator, um artista, um interprete da vida. Pelos olhos deles eu via a mim mesmo e o interior deles, conseguia perceber que não era o único a sentir. A musica refletia nos corações e fazia o meu pulsar diferente, a cada reinterpretação das minhas palavras eu aprendia o que tinha ensinado.

Ao olhar para a página em branco percebi que o futuro é assim, uma página em branco que pode permanecer aguardando eternamente, mas que pode ser preenchida por algo muito importante, eu mesmo.

Ao me colocar nas páginas em branco que a vida me oferece, posso me perceber em cada rosto, porque todos somos semelhantes em nossas diferenças. Você que olha para mim através destas palavras, percebe a si mesmo, esquece que estamos distantes no espaço e eu passo a habitar a sua mente, eu sou você amanhã, o inicio, o fim e o meio, aquele que surpreenderá a todos não por ser exótico mas, por ter sempre estado oculto quando terá sido o óbvio, afinal, fruto do mundo somos os homens, sonhador que acredita estar acordado.

A sua frente está uma página em branco, e você a preenche sem perceber, sem dar-lhe importância, nela você escreve o que é, e alguém a lê.

Cada livro, cada foto, cada paisagem, cada rosto que você vê, é você. Seu passado, seus valores, seus desejos, seus atos, estão em suas interpretações do mundo, e assumem o colorido que você lhes dá. O mundo é o que você quer que ele seja, não importa quem falou o que você agora pensa, foi você que sem perceber escreveu em uma página em branco e alguém leu e ao escutar-se na voz dos outros percebeu-se…

Amanhã, depois de amanhã uma nova página em branco espera que você a preencha, o que vai estar escrito nela?

Eu sei que vai estar escrito… Lá estará escrito: VOCÊ.

0 470

 “Alpha – O Início” é o primeiro livro da série de histórias de Mistério, Ficção, Fantasia, Suspense e Romance sobre Bruxas, Lobisomens e Vampiros.
A saga se inicia contando a história de Tayla e Dimitri como coadjuvantes, onde eles vivem os altos e baixos de uma breve relação amorosa gerando uma linda filha como resultado do amor que um sente pelo outro. No decorrer da história, Dimitri se depara com uma dura realidade e se vê obrigado a tomar a decisão mais difícil de sua vida, após Tayla ter sido infectada por um tipo de vírus para o qual não existe um tratamento específico, ele terá escolher entre salvar a vida de sua filha ou a vida de sua amada esposa. O que Dimitri não sabia é que sua decisão não só mudaria o seu destino, como também interferiria terminantemente no destino de Caleb. A história se prolonga com Lívia e Caleb como protagonistas, os quais se envolvem inocentemente em uma proibida e inelutável paixão, a qual dá vida ao segundo livro da série “Alpha – O Despertar”, onde eles terão que se adaptar a um novo estilo de vida em que Lívia se tornará Vampira e Caleb Lobisomem.

Conheça um pouco mais o autor e seu livro nos links: Amazon, Série Alpha, Fanpage, Facebook do autor, Instagram, Twitter, Email do autor isaqueribeiro_@hotmail.com

2 931
  1. Sergio, para nós é um grande prazer entrevistá-lo. Conte-nos quem é Sergio Carmach:

Olá, Ceiça. O prazer é todo meu. Obrigado pela oportunidade de falar um pouco de mim e de minha obra no Arca Literária. Bem… Eu diria que sou uma pessoa com espírito idealista e meio desconectada do senso comum; tenho certa falta de tato e pouca sintonia com o mundo, mas, mesmo assim, estou sempre aberto a ajudar quem precisa.

  1. Qual seu estilo literário?

Escrevo ficção, mas prefiro não me rotular além disso.

  1. Qual seu público-alvo?

Também não me preocupo com isso. Imagino apenas quem não seja meu público-alvo: os amantes da literatura de mero entretenimento.

  1. Quais seus autores e estilo favoritos?

Gosto do inusitado, do ousado, de tudo o que foge do lugar-comum, de profundidade intelectual… Sendo assim, admiro escritores que me proporcionem prazer de forma criativa e inteligente e que me façam pensar, independentemente do estilo. Dentre os grandes autores, cito Camus, Márquez, Saramago e Brontë.

  1. O que motivou você a escrever “Para Sempre Ana”? Quando sentiu que o livro estava pronto para ser publicado? Alguém o incentivou? Como foi essa iniciativa?

Na verdade, nada me motivou. Em 2000, comecei a escrever o livro do nada. Depois de 80 páginas, larguei o texto por oito anos. Em 2008, também sem razão, resolvi retomar a história, já pensando em publicá-la. Reformulei a trama, dei-lhe complexidade e estipulei um prazo para finalizar o livro: maio de 2009. Segui meu plano de trabalho à risca. Em 2011, o livro estava à disposição dos leitores nas grandes livrarias virtuais. Nesse processo, fui incentivado por minha esposa, Luzia, que – além de tudo – atuou como beta reader.

  1. Fale-nos um pouco sobre “Para Sempre Ana”.

Para Sempre Ana é um livro que merece ser lido. Mesmo não tendo características comerciais, foi indicado em 2013 ao Prêmio Literário Codex de Ouro na categoria Melhor Romance. Existem mais de 120 resenhas positivas da obra espalhadas por aí (através das quais se pode ter uma ideia a respeito da trama), prova de que uma história não precisa seguir fórmulas prontas para atrair certa atenção. Uma dica: pesquise as tags “surpreendente” e “Para Sempre Ana” no Google e veja o resultado.

  1. Sergio, o que mais o inspira a escrever?

Não escrevo para encantar, mas para atiçar. O encantamento, quando acontece, é mero efeito colateral.

  1. Fale-nos sobre o atual momento literário do Brasil.

A literatura está aberta a todos. Atualmente, qualquer um pode publicar um livro bem diagramado e com uma linda capa; e depois vendê-lo em boas livrarias virtuais. O problema é que beleza não põe mesa. É triste ver que parte do mercado literário independente, além de chafurdar na mediocridade, torna-se paulatinamente uma cópia mal-acabada do mercado dominado pelas grandes editoras comerciais.

  1. Quais são seus projetos literários? Teremos novidades para 2015? Quais?

Pretendo lançar a segunda edição de Para Sempre Ana, com alterações que abrem novos horizontes interpretativos para o leitor sem, no entanto, modificar a história. O “livro das baratas” – ou O Estranho Inferno da Felicidade – ainda está sendo escrito. Também tenho a intenção de lançar um livro de poesias “escrotas”, já que estou tomando gosto por fazer versos – digamos – “malcriados”. Além disso, faço parte de um projeto em que autores debatem a literatura atual, obra que deve ser lançada em 2015 pela editora Caligo.

  1. Quais os maiores problemas encontrados pelo autor na publicação de seu livro?

O problema não está na publicação. As dificuldades enfrentadas pelo autor independente dizem respeito à distribuição dos exemplares e à divulgação.

  1. Dê uma dica para os jovens escritores nacionais que querem ter seus livros publicados.

Seria mais razoável os jovens escritores me darem dicas. Eles estão mais antenados nas novidades do que eu.

Copy Protected by Chetan's WP-Copyprotect.
%d blogueiros gostam disto: