Renato Neres

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Bem, me chamo Renato Neres. Nasci e moro atualmente na cidade de Cruz das Almas, interior da Bahia. Sou uma pessoa bem tranquila, bem caseiro. Não sou chegado à badalações; prefiro as coisas mais simples, ambiente em que possa existir uma boa interação.

  1. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Atualmente não tenho atividade fixa. Trabalhei alguns anos no ramo de livrarias, em algumas lojas na cidade de Salvador. Estou cursando Administração à distância. Desde a adolescência eu escrevo alguma coisa, geralmente textos pequenos sobre alguma coisa que me interesse. A Ceiça Carvalho, do Arca Literária, de sou resenhista, sabendo que eu produzia textos, me convidou para participar de uma antologia de contos e topei. Então aqui estou, rsrsrs.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Colocar para fora os seus sentimentos, visualizar no plano físico algo que lhe veio à mente, dar vida à um personagem.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (Envie-nos uma foto)

Geralmente no quarto ou na sala de casa.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Bem, atualmente só contos, textos críticos sobre esportes ou entretenimento, ou alguma coisa que me afete e queira expressar.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu (s) livro (s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Ainda não tenho livros meus publicados, é um projeto futuro, quem sabe. Nome dos personagens nasce, no meu caso, depois que a ideia da história está mais ou menos formada.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Leio algo sobre o tema, ou acesso à histórias que já conheço.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Não necessariamente.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Como só participei de antologias, não posso responder por mim. Mas percebo pelo contato que tenho no mundo literário que é todo um processo e dificuldades existe, principalmente para quem tá começando.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Temos bons autores, trabalhando temas variados. Mas ainda há muito amadorismo.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Como respondi anteriormente, há coisa boa no mercado. A gente precisa conhecer para filtrar.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Livro é muito caro mesmo. Infelizmente os custos para publicação também são altos, aí o preço final também se eleva.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Fahrenheit 45, do Ray Bradbury.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da música + cantor)

Nossa…difícil. Mas já escrevi um texto inspirado em “Nada pra mim”, da Ana Carolina.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Tenho algumas obras que me impactaram. Uma que sempre menciono (e até preciso ler novamente) é Maravilhosa Graça, do Philip Yancey.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Publicar um livro baseado em um dos meus contos.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Importante ter um feedback daquilo que você produz. Ajuda a corrigir possíveis erros, falhas e produzir algo com mais excelência.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Não tenho alguém específico. Acho que ter variados públicos é o ideal.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Ver o produto final de sua criação. Saber que seu texto ou livro impactou ou inspirou alguém. Receber algum tipo de reconhecimento.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

A leitura liberta. Nunca deixe de ler. Leia de tudo, como quem come peixe: tirando as espinhas. E a quem deseja aventurar-se no mundo da escrita, “se jogue”, rsrsrsrsrs. Pode ser uma estrada árdua, porém “sem dor não há ganho”.

 

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