Raphael Prats

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou engenheiro civil, formado pelo Mackenzie e gosto muito de história. Tenho 27 anos e pretendo escrever

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

A inspiração veio da convivência com a temática “histórica” e com minha bagagem de leitura.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Poder imaginar tudo como gostaria que fosse e vislumbrar toda sua história, vivenciá-la realmente além de definir os rumos do enredo.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Não. Não existe lugar especial, costumo escrever muito em aeroportos e em aviões pois são momentos em que o tempo parece passar lentamente.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Ficção histórica, alguns chamam de romance histórico. Não.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Meu livro se passa em meados do século XVII, onde a inquisição é uma ameaça constante às descobertas científicas. O inquisidor Tommaso Tirabosco, auxiliado por seu assistente Giancarlo busca documentos proibidos pela igreja para entregar a alguém que faça bom uso. A partir disso, correm a Europa em busca de tais documentos e fogem da perseguição do Bispo Alexio e do Cardeal Agostino.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Primeiramente em outros livros de história, também busco, através da internet, as imagens dos locais e mapas que possam me servir de apoio. O livro não pode ter “falhas técnicas” históricas. Por exemplo, uma carruagem anda cerca de 15km/h portanto uma viagem normal não pode levar menos tempo que o necessário.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Gosto muito de Dan Brown, de Isaac Asimov, de J.K. Rowling, porém não me inspiro em nenhum autor específico. A escrita é produto de quase todos os autores, sempre misturados pela sua memória.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

A Revolta do Inquisidor foi publicado pela Novo Século, com o selo Novos Talentos da Literatura Nacional. Como foi meu primeiro livro, não tenho experiência de ter um livro recusado, porém tive que arcar com certo risco nesta publicação. Apesar disso, a editora foi muito receptiva e prestativa.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Temos muitos jovens autores que fazem um excelente trabalho. Temos também grandes nomes já consagrados. Acho que o que falta para a literatura nacional é a popularização da leitura, conseguir transformar o público em um público maior e mais qualificado, mais crítico.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Isto é uma evolução. A popularização da publicação não denigre a literatura nacional, pelo contrario, oferece maiores possibilidades aos jovens autores e o tempo, como sempre, fará seu trabalho de selecioná-los.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Isto é um problema que precisamos resolver, quanto mais baixo, teoricamente mais leitores. Muitos livros poderiam custar muito menos. Mas também um preço mais acessível não significa maior volume de vendas. O que acho fundamental é a divulgação e a popularização de autores e obras.

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  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

A Fundação, Isaac Asimov.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor).

A Revolta do Insquisidor casa bem com a música: MASQUERADE WALTZ de Aram Khachaturian

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Não. Tenho apreço por vários livros, como por exemplo: História da minha fuga das prisões de Veneza, escrito no século XVIII pelo Giacomo Casanova, além dos livros do Dan Brown, e vários outros.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Tenho sim. Aqui vai a pequena sinopse: 1678, as obras do palácio de Versailles estão chegando ao fim. A conclusão do magnífico palácio do rei da França determinará um novo rumo para as nações europeias e  para toda a humanidade. Prevendo esta mudança grupos poderosos entram em conflito para defender seus interesses.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Acompanho. Creio que todas são válidas. Já peguei muitas dicas com os comentários dos blogueiros e leitores. Muitas vezes eles tem razão.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Não tenho essa coragem, imagino que grandes nomes da literatura seriam interessantes, mas eu gostaria mesmo que meu falecido professor, a quem agradeci neste livro, pudesse lê-lo algum dia.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Creio que elogios e demonstração de interesse do público pela sua obra são fundamentais. Mas a maior alegria está em concluir uma obra, esmiuçar cada detalhe, viver cada momento, revisá-lo. O trabalho de escrita é muito prazeroso.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Aos que iniciam no mundo da escrita, tenho uma palavra mágica: paciência. Esta é a palavra que mais gosto e a que mais me ensina. Persistam na escrita e revisem sempre, sempre, sempre. Espero que realmente gostem do livro e fiquem a vontade para fazer comentários, me mandar e-mails e o que for.

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