Poesia – Palavra é arte – Alberto Valença Lima e outros autores

Poesia – Palavra é arte – Alberto Valença Lima e outros autores

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see url O autor nos oferece, nas páginas desta coletânea, um dos aspectos do seu ser, cheio de riquezas através de uma impecável correção gramatical, quinze dos seus poemas de uma obra já bem vasta publicada no seu blog buy metformin cod next day delivery Verdades de um Ser e também no sítio http://coleface.com.au/paper-production-adding-recyclable-and-renewable-value-to-marketing-messages/ Recanto das Letras.

http://financeinspired.com/?voskovafigyra=borsa-ikili-opsiyon-nas%C4%B1l-oynan%C4%B1r&c51=a1 Em quase todos esses quinze poemas, ele expõe sua tristeza, que é patente neste excerto. Desde a primeira – Retalhos de vidro atrás da porta à esquerda -, até a penúltima – Soneto da saudade, encontramos vestígios desta tristeza impregnados nos seus versos.

lagligt att köpa Viagra Em Retalhos de vidro…, por exemplo, ele escreve na última estrofe:

bdswiss berichte “Agora, o mar é só e chora em vagas.

binära optioner omx O mar e eu, o verde, a praia triste.

http://big-balloon.nl//fonts.googleapis.com/css?family=Open Sans:400,600 Terra molhada, sem paz, não tenho plagas.

http://uksestukseni.ee/?kamen3=opzioni-digitali-optionfair-quanto-e-il-deposito-minimo&0b2=76 Estou vazio, a praia só, e tu, partiste!”

dig this Note que a tristeza está em todos os versos, em todas as imagens, em todo o seu ser! O mar “chora em vagas”, “a praia triste”, “sem paz, não tenho plagas”, “estou vazio”. Tudo remete a um sentimento de falta, de desolação, de tristeza.

http://davidlilja.se/client/eurovip/kallelse_arsstamma_20140630.docx Contudo, isso não faz  os versos serem menos belos. Nos versos citados mesmo, encontramos imagens bem criativas e belas como o mar chorar, por exemplo, e, em vários outros, as construções poéticas são de uma grandeza singular. Podemos citar também uma estrofe do segundo poema do livro – Intensité, mais uma vez encontramos presente a tristeza, embora projetadas nos sentimentos de outrem.

är det farligt att köpa Viagra på nätet “Onde moram tuas tristezas?

http://blog.uniwatches.dk/?fliper=bin%C3%A4ra-optioner-flashback&5b2=94 Acaso, de intensas vivências, acreditas,

http://www.bdsak.com/?lifter=b-trading-system&174=f6 melancólica, que de luzes, te colherei em cores?”

http://www.soleg.de/?optionende=bdswiss-einzahlen&363=81 bdswiss einzahlen Observe a imagem poética do autor no último verso. “… que de luzes, te colherei em cores”. Ele compara a mulher a uma flor (colherei) mas a flor é feita de luzes, e estas, estão impregnadas de cores. Muito bela a construção.

http://indict.org.uk/?RAND=corsi-di-opzioni-binarie Já na carta publicada junto com os poemas, podemos descobrir o seu romantismo e a maestria com que escreve. São reminiscências do início de sua fase adulta, que ele compartilha com os leitores que quiserem conhecer um pouco mais deste homem, hoje maduro, no arroubo de sua juventude. E, embora a carta tenha sido escrita quando ele estava com mais de cinquenta anos, não sabemos se muito ou pouco mais, mas, certamente antes dos sessenta.

i thought about this É uma carta na qual ele recorda “momentos inesquecíveis e paradisíacos” vividos por ele aos 22 anos, numa época em que, a comunicação à distância, era feita, quase que exclusivamente, por cartas.

Alem das poesias de Alberto Valença, o livro traz também poesias de 9 outros poetas e poetisas. Cinco poetas e quatro poetisas. Cada um deles, à sua maneira, apresentam suas verdades em versos que traduzem os sentimentos de cada um.

Este é um ótimo presente para quem quiser fazer diferente e dar poesia à namorada no próximo dia 12 de junho. Certamente ela irá adorar e você poderá até se inspirar em alguma das poesias do livro para se expressar de maneira poética nesse dia.

Palavra é Arte é um projeto dos editores Gilberto Martins e Carmen Sestari que visa dar oportunidade a novos talentos da literatura nacional como Alberto Valença e os demais. Nas palavras dos editores, “Fazer poesia é garimpar em terreno pedregoso, repleto de seixos ou, às vezes, de abundante oferta. O poeta é, portanto, garimpeiro das palavras e lapidador ao mesmo tempo.” Para Gilberto, “O texto poético é, por isso mesmo, revelação de sentimento que vem da alma, é inspiração e o resultado de uma visão única do mundo. O poeta é o grande mestre das artes.”

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