Play (Stage Dive 2) – Kylie Scott

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Trilha sonora? Guns N’Roses. Bebida? Whisky.

Benvindo ao mundo de Mal Ericson, o baterista da banda Stage Dive. Esse cara é quente, muito quente. Eu que sou muito de visualizar o que leio fiquei com os olhos semicerrados imaginando esse pedaço de paraíso. Alto, forte, braços musculosos, boca safada, carnuda, ele foi feito para ser desejado. Deus ou o diabo sabiam o que estavam fazendo quando o criaram. E o cabelo comprido?  Multiplica Senhor! Eu gritei isso algumas vezes, enquanto me deliciava com as loucuras de Mal.

Estou numa fase Rock realmente, porque enquanto lia Play, da Kylie Scott, mergulhei no melhor da banda Guns N’ Rose. Acordes de guitarra, a voz do Axl Rose, e a bateria estraçalhando meus sentidos me fez devorar o livro.

Li o primeiro livro da série faz uma semana e parti com fome para o segundo, Play, e posso dizer que o titulo é bem colocado. Tudo começa quando Anne Rollins chega em seu apartamento o descobre vazio. Sua colega de quarto partiu e levou tudo, sim, inclusive os móveis.

A situação é critica, ela ganha pouco, gastou as economias e ajuda a irmã que faz faculdade. Triste e abatida é convidada a sair dos seus problemas indo a uma festa. Bem, esse é o ponto de partida. Não por acaso ela era vizinha de Evelyn, aquela que casou em Vegas depois de um porre de tequila. Nada intimo, alguns acenos e bons dias no corredor, mas o suficiente para jogar Anne na montanha russa do mundo da banda.

Sentindo-se deslocada e tensa Anne fica frente a frente com Mal. Ele é doce e sedutor, brincalhão e sexy. O jeans dele é uma loucura! O que posso dizer me apaixonei duas vezes em menos de dez dias. Quem não ficaria?

 As coisas ficam confusas quando Mal faz uma proposta a Anne, ser sua namorada de mentira para ajudá-lo. A coisa todo tem gosto de quero mais. Meio que obrigada ela aceita e ai as páginas do livro ficam bem quentes. Anne é do tipo inteligente e segura e Mal um doidivanas sedutor e aos poucos essa brincadeira vira verdade.  Entre beijos e toques nada inocentes eles se envolvem numa louca paixão.

Adorei as cenas dos dois juntos pela originalidade. O sexo é o mesmo, mas Mal consegue inovar com sensualidade e um toque brincalhão. A história segue um ritmo envolvente e tem uma boa dose de drama, quando conhecemos a vida de Anne e até mesmo a de Mal, que está enfrentando um problema familiar bem doloroso. Tudo fica complicado quando Mal começa a perder o rumo, ele é selvagem, e o amor é algo novo, muito novo para ele entender.

 Entre idas e vindas, fãs malucas, Whisky, baquetas quebradas, brigas, romance e sexo,  Anne e Mal nos oferecem uma boa história e alguns ensinamentos importantes.

A série é bem equilibrada e o legal é que continuamos acompanhando a Evelyn e David. Na verdade estamos entrando para família Stage Dive. Senti-me meio que lendo a Irmandade da Adaga Negra. Os integrantes da banda se cuidam e tentam sobreviver em meio a loucura, que rodeia o mundo do Rock. Vou ler os outros, mas Play é meu preferido, ou melhor, Mal Ericson.

Resenha de Nazarethe Fonseca, resenhista do Arca Literária e do blog Eu Vejo Livros

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