P. J. Cardoso

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1. Fale-nos um pouco de você.
P. J. Cardoso e designer gráfico, natural do Estado do Rio Grande do Norte, Brasil .
Viveu parte de sua infância no Pantanal mato-grossense, chegando a São Paulo em 1969.
No início da década de 90, transferiu-se para Europa, onde ficou por sete anos acompanhando o trabalho do psicanalista e cientista social Brasileiro Norberto Keppe, de quem é cliente há mais de 30 anos.

2. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?
Formou-se em designer gráfico em 91 em Portugal, divulga o jornal STOP da ONG Stop a Destruição do Mundo.
A respiração para escrita vem de longa data através de poemas, mas a conclusão de um livro veio de um grande incentivo de amigos, após a leitura em uma classe de pós-graduação em Gestão de Conflitos sobre uma história infantil em que todos pediram copias.

3. Qual a melhor coisa em escrever?
A melhor coisa em escrever é a de colocar sua alma no texto.

4. Você tem um cantinho especial para escrever? 
Não tenho um canto especial para escrever

5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?
Meu gênero literário e de memorias ao longo do tempo. Também escrevo sonetos.

6. Fale-nos um pouco sobre seu (s) livro (s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?
Este livro tem uma proposta muito simples e objetiva numa visão clara de relatos, os mais fidedignos possíveis, de acontecimentos verídicos ocorridos ao longo de meio século de existência.
Contos da Realidade, que pretendemos continuar em outros volumes, procura fazer do leitor sentir-se presente aos acontecimentos, acompanhando a história junto com quem escreveu.
Os mesmos foram redigidos de forma independente, intercalados por poemas, permitindo assim a quem os lê iniciar com que bem entender, pois não constituem um romance linear e muito menos seguem qualquer ritmo cronológico sendo na verdade historias pontuais com começo, meio e fim.
O título apareceu por tratar-se de histórias verídicas.

7. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?
O livro não e ficção e os relatos são banhados por sentimentos do autor.

8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?
Gosto muito de ler livros científicos, principalmente de N.Keppe.

9. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?
Este e o meu primeiro livro e não tive dificuldade em publica-lo.

10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?
Gosto do novo cenário literário brasileiro pois tem premiados novos autores que compete com autores consagrados.

11. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?
E importante que surjam novos autores brasileiros, independente da qualidade, uma vez que todos possam ter a oportunidade de se expressarem, fazendo um filtro em que os ruins possam se aperfeiçoar.

12. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?
O preço dos livros nacionais ou importados são proibitivos aos que querem ter acesso a um nível cultural mais elevado. É louvável o esforço do Ziraldo em inserir livros na cesta básica para incentivar desde cedo a molecada.

13. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?
A Glorificação de N.Keppe.

14. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da música + cantor)
RAPAZ LATINO-AMERICANO de Belchior.

15. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?
O livro da minha vida é A HISTORIA SECRETA DO BRASIL – O MILLENNIUM E O HOMEM UNIVERSAL de Claudia Pacheco. Editora Proton.

16. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?
Continuar a trilogia de CONTOS DA REALIDADE.

17. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?
Acompanho as críticas de blogueiros na internet e acho de suma importância suas observações pois nos dá uma visão primeira antes de adquirimos os livros.

18. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?
O cantor e compositor brasileiro e LENINE.

19. Qual a maior alegria para um escritor?
A maior alegria para um escritor eu já tive: meu livro foi objeto de uma atividade com idosos que haviam iniciado o processo de Alzheimer, que culminou no verdadeiro frenesi de relatarem suas memorias antes que o processo avançasse.

20. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.
Querido futuro escritor, não tenha medo de se aventurar neste campo literário, suas ideias são maiores do que julga. Deixe que os críticos façam o resto.

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