Mexendo com Gentileza…

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Ou eles estão equivocados ou sou louco!

 

Outro dia eu teci um comentário num ótimo texto de um poeta que publica no “Site de Poesias”, o Vinícius Garcia, e nesse comentário eu o parabenizei pela homenagem à figura real e quase folclórica que perambulou pelo Centro do Rio de Janeiro, o “profeta” Gentileza…

 

Eu disse que era uma homenagem justa e muito mais coerente do que homenagens a gente como Duque de Caxias que foi o responsável direto pela morte de milhares de paraguaios inocentes, especialmente mulheres – que até foram estupradas  – e crianças.

Ora! Eu devo ser anormal porque vejo gente, cuja missão é destruir o perfeito, ganhar notoriedade positivamente, como se não passasse de uma desgraça para o Universo!

Desde criança eu ouvi falar em raça branca, raça negra, raça amarela, mestiços…

A única raça que existe é a raça humana e aí vão dizer que há também raça de cães, gatos e a infinidade de animais não domésticos.

Contudo estou falando acerca de humanos! Portanto, raça humana! Mais óbvio que isso impossível, mas aí tem aquele papo de que somos animais racionais, que, também, é ensinado nas escolas como se fosse Lei!

Eu não sou animal! Fui criado à imagem e semelhança do único e verdadeiro D’us, Criador e Mantenedor do Universo!

“Mas é que Darwin falou e escreveu”; então isso deve ser levado em conta, afinal Darwin cometeu apenas uma centena de erros e seus seguidores são cegos e surdos ou muito orgulhosos para reconhecerem que uma Teoria jamais deveria ser propagada como se fosse Lei!

Outro dia uma criança perguntou por que os macacos de hoje não estão virando humanos…

Até uma criança consegue enxergar o óbvio, mas coitada dela quando começar a “estudar”. Vai começar a acreditar em coisas muito mais ridículas do que o tal papai noel…

Outra me perguntou:

“ – Se no princípio não havia nada depois explodiu tudo… Tudo o que, se não havia nada”?

A Teoria do big bang é vergonhosa mesmo, mas tem professores que têm a insensatez de ensinar uma sandice dessas e se defenderem dizendo que precisam seguir o programa estabelecido…

Bando de covardes!

Há pessoas que me conhecem pessoalmente e me chamam de fundamentalista!

Comparam-me com esse pessoal radical, embora eu não passe de um sujeito simplório, porém racional.

Contudo, o fundamentalismo que defenderia não seria esse defendido pelos homens “traques” – bombinhas de São João – que explodem-se e matam um punhado de pessoas, na maioria das vezes completamente inocentes…

Não! Eu, com meu complexo de Sansão, só explodiria uma bomba se essa não provocasse dor nas pessoas e destruísse todo o planeta de uma só vez! Seria o fim desse câncer que denigre a harmonia do Universo!

Fim da vergonha da fome que, no Século XXI ainda grassa o planeta; fim dessa corja que estupra os cofres públicos…

Eu estou cansado dessa sujeirada toda e de toda essa gente que não faz nada a respeito e prefere ficar sentado de frente para um aparelho de TV recebendo as orientações de como comer, beber, vestir-se, comportar-se, reagir perante as desgraças diuturnas…

Como eu não tenho uma bomba com todo esse poder, faço uso da bomba que está ao meu alcance e derramo amor por aí em verso, prosa…

Já esse texto é só um desabafo verdadeiro. Mais nada!

Ronaldo Rhusso

 

Imagem: Google

2 Comentários

  1. Ronaldo,

    Antes de mais nada, devo dizer que sou ateu. Fui católico praticante até os 19 anos de idade e, desde então, ateu me tornei (tenho 66 anos).
    Mas, se ainda tivesse uma crença em Deus, diria que seu texto contradiz, in totum, a máxima que deveria nortear aqueles que nele creem, ou seja, “Deus é amor”, uma vez que seu escrito destila ódio.
    De todo ele, só concordo com sua muito boa colocação acerca do Duque de Caxias.
    Ronaldo, para explodir bombas de amor, como você declara, faz-se necessário, sobretudo, despir-se de todo sentimento negativo e, acima de tudo, realmente amar seu semelhante (embora, concorde eu, isto muitas vezes se torne difícil) e tentar entendê-lo, assim como respeitar as opiniões alheias, mesmo não concordando com elas (sobre Darwin, por exemplo). Para falar, com admiração, do Profeta Gentileza, é também fundamental tal tipo de sentimento.
    Era o que tinha a dizer acerca de seu escrito.

    Cordialmente,

    Nilton Maia

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