Mauro Plastina

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou natural de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Jornalista formado pela PUCRS. Empreendedor na Plastina Comunicação. Apaixonado por comunicação e storytelling.

  1. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Trabalho com comunicação na minha empresa prestando serviços de assessoria de imprensa, marketing digital e design gráfico. Eu sempre gostei de escrever, mas só para mim. Fiz um curso de roteiro e storyteling e em 2018 publiquei um microconto online e amigos e desconhecidos parabenizaram e começaram a me encorajar a escrever mais. Desde lá comecei a escrever para seleção em antologias.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Desenvolver todas as tramas e situações que surgem na mente. Poder dar vida a pequenas centelhas de ideias que clareiam a mente em situações inusitadas durante o dia.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (Envie-nos uma foto)

Na verdade não. Já escrevi no ônibus pelo celular, na mesa de trabalho, no sofá. Para manter a rotina o que fiz foi tentar regularizar um horário para escrita e assim manter a prática diária como uma profissão e não um hobby que se faz quando pode.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros? 

Escrevo contos de terror e suspense. Já tentei escrever ficção científica, já pensei em tentar fantasia também. Mas gosto de desenvolver mesmo as situações que acontecem no nosso mundo, por isso ainda não parti para estes outros gêneros que me cativam.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu (s) livro (s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Eu não tenho livros publicados. Única publicação própria por enquanto é meu conto Forca Social que está disponível na Amazon. Alguns microcontos estão disponíveis no meu site www.mauroplastina.com. A maioria de meus contos são produzidos para antologias. Em meu site pode-se achar ao link para cada uma delas.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Minhas histórias se passam principalmente no nosso cotidiano. E eu tento sempre trazer pequenos detalhes de Porto Alegre e costumes que vejo no brasileiro.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

A maior inspiração é Stephen King pela maneira como ele dá vida e transmite as sensações nas histórias dele de maneira universal.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Ainda não escrevi livros ou tive contato com editoras desta maneira.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Hoje o escritor não precisa só saber escrever. Precisamos ser um empreendedor completo, como qualquer outro profissional autônomo. Precisamos fazer o nosso trabalho primordial muito bem, mas também precisamos saber administrar carreira, fazer marketing, entender contratos e ter um panorama geral do cenário literário nacional para estarmos sempre nos adequando.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Publicar hoje é muito fácil com as plataformas online. Vemos bons e maus profissionais em todas as áreas de atuação. Não seria a literária que estaria livre de maus escritores. O importante é o escritor sempre se desenvolver. O primeiro livro dele é ruim não é um problema. O problema é ele achar que ficar naquele nível é satisfatório e reclamar que não é lido.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

-/-

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Não lembro de algum que tenha me deixado com este pensamento, mas a Torre Negra me cativou muito. Talvez pudesse ser ela.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da música + cantor)

-/-

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

A Torre Negra, de Stephen King.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Estou com projeto para uma história a ser distribuída em capítulos. Ela ainda está em fase de pesquisa, mas é sobre um serial killer.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Não acompanho muito, mas apoio o trabalho de crítica de blogueiros e outros formatos de resenhas. Isto ajuda os escritores a chegar até seu público. O escritor deve sempre saber como aproveitar estes canais, mas sabendo que a crítica nem sempre virá a seu favor.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Stephen King.

Cativar o público.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Mostre seu trabalho. Não deixem paradas suas histórias em uma pasta perdida no computador. Publique ela online, use um pseudônimo se quiser. Mas aproveite para fazer o que ama sem se importar com que os outros falarão. Tu pode estar deixando de ganhar incentivo e eles podem estar perdendo incríveis histórias guardadas em uma gaveta digital.

 

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