Maurício Munhoz

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou paulista, de Piracicaba, sociólogo e economista, e moro em Cuiabá, Mato Grosso.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Trabalho com projetos e pesquisas, mas ler e escrever sempre foram minhas paixões. Enfim quem gosta de ler, sonha em escrever algo que seja lido por outras pessoas, é um ciclo que inspira.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Para mim é poder ser um pouquinho Jorge Luis Borges, Cervantes ou João Guimarães Rosa.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? 

Geralmente no escritório da minha casa, mas Chapada dos Guimarães tem um encanto inspirador que sempre procuro.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

O livro “Rota de Fuga” é um romance histórico, mas me fascina o realismo fantástico.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Antes do “Rota de fuga”, fui organizador de diversos livros sobre economia regional e sistema tributário, portanto a ficção é um gênero novo para mim. Os nomes dos personagens geralmente são derivados de pessoas que conheço.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Há mais de dez anos resolvi reunir informações sobre o nazismo, com a intenção de fazer um mestrado sobre o tema, mas isso estava mexendo muito comigo, num sentido ruim, não sei exatamente por que, então desisti do projeto mas tinha bastante material de pesquisa própria, fruto de viagens a Alemanha, e uma extensa bibliografia, o que me levou a transformar o que seria uma tese de mestrado em uma ficção despretensiosa.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Certamente em diversos escritores, além dos consagrados ficcionistas me inspirei e até usei trechos completos de historiadores sobre o nazismo e a segunda guerra mundial.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Não, felizmente ainda não.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Em termos de mercado, ouço informações de que há um crescimento no consumo de livros no Brasil, o que me surpreende e me anima.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Creio que toda forma de arte vale a pena. Cada qual escolhe o que consumir.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Um velho problema de mercado.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

O Aleph, de Jorge Luis Borges.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Eine kleine Nachtmusik, do Mozart.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Dom Quixote.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Eu gostaria muito de escrever um livro de contos.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Acompanho sim e aprendo muito com isso.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

O Chico Buarque.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Mexer com o leitor.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Viva seus sonhos.

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