Maria da Paz Guerreiro

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  1. Fale-nos um pouco de você.
    Bem, eu sou Maria da Paz, tenho 47, quase 48 anos, nasci em Limoeiro do Norte, CE e comecei a escrever em maio passado.
  2. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?
    Eu fui professora de Língua Inglesa, hoje sou Agente Comunitário da Saúde. A inspiração foi meu psiquiatra, João Bosco Sobreira. Psiquiatra e formado em Letras pela UECE, ele dizia que eu parecia um personagem machadiano
  3. Qual a melhor coisa em escrever?
    Viajar… Eu viajo pelos Alpes Bávaros, pela Ucrânia, São Paulo e viajei de Norte a Sul com A Viagem de Lucas.
  4. Você tem um cantinho especial para escrever?
    Hum..Tenho…Mas é feio..Moro numa casa centenária, o computador é velhinho também. A escritora é feia kkk. Sem fotos.
  5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?
    Ficção histórica. Já escrevi de infanto juvenil a erótico e haikai.
  6. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?
    Lilith: misteriosa inspiração, que até hoje não entendi. Escrevi após me torcerem o nariz na Academia de Letras de minha cidade. Meu primeiro pseudônimo era Lilith Luanegra. Road Woman, minha vida, é auto biografia. Bia & Nika: um desafio LGBT. Contos Sombrios: os contos que escrevo e selecionei em um livro. A Viagem de Lucas: o mundo virtual em que as nossas crianças vivem. Traumas: minha vida e de meus filhos e aos problemas psíquicos de cada um. Esquizofrenia e As Universitárias: a psicopatia, as doenças mentais.
  7. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?
    A vida real, costurada à pesquisa em sites confiáveis, confrontando informações.
  8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?
    Dizem que eu pareci com Sheldon, em Traumas..Quem dera… Penso que tenho correntes naturalistas. Gosto de Aluízio Azevedo, Émile Zola e Patrick Süskind.
  9. Você já teve dificuldade em publicar algum livro?
    Teve algum livro que não conseguiu ser publicado? Sim, tive. Procurei editras em todo o Estado, encontrei uma de preço acessível no Rio de Janeiro. Porém não gostei do serviço. Tenho dois físicos. Os demais publicarei, se Deus quiser. A dificuldade é que todos serão publicações independentes. A dificuldade é a falta de dinheiro.
  10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?
    Eu sempre sou totalmente sincera. Não tenho muito a dizer, é um mundo novo e quase desconhecido para mim.
  11. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?
    Eu comparo às pessoas que compram uma roupa pela etiqueta. Creio que tem quem compre livros de fulano X, que é famoso, somente para ter aquele exemplar..Eu já li livros péssimos, que são best sellers nacionais.
  12. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?
    Talvez esse preço exorbitante dificulte a venda…Se não se é famoso, então, fica-se fora do mercado.
  13. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?
    O Nome da Rosa.
  14. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor) Reborn- grupo Era
  15. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?
    Sim. O Perfume, História de um Assassino.
  16. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?
    Sempre tenho. Gostaria de publicar os livros que escrevi..Também de ser reconhecida.
  17. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?
    Voltando à sinceridade..Não. É tudo muito novo para mim.
  18. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?
    André Vianco. Pela história que ele mesmo conta nos webnários que eu assisto. Um escritor independente, que deu certo.
  19. Qual a maior alegria para um escritor?
    Ser reconhecido. Vender o que produziu. Nessa ordem.
  20. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária
    Escrevam. Apenas. Pela alegria, pela tristeza. Para viver e acima de tudo, para ser imortal. Um dia partiremos. Os escritos ficarão.

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