Lou Olivier

Lou Olivier

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Entrevista

  1. depot injection mental health Fale-nos um pouco de você.

Sou codici binario pioneira da TV brasileira, no início da década de 60, fui a http://www.youngasianescorts.co.uk/?baletos=%D8%AA%D8%AF%D8%A7%D9%88%D9%84-%D8%A7%D9%84%D8%AE%D9%8A%D8%A7%D8%B1%D8%A7%D8%AA-%D8%A7%D9%84%D8%AB%D9%86%D8%A7%D8%A6%D9%8A%D8%A9-%D9%8A%D9%88%D8%AA%D9%8A%D9%88%D8%A8&646=b2 تداول الخيارات الثنائية يوتيوب primeira criança, no mundo, a gravar um vinil profissional com apenas três anos de idade. Tive meu auge de carreira como Escritora e Pesquisadora em är det säkert att köpa Tadalafil pÃ¥ nätet 2000/2002, ocasião em que köpa online viagra 20 mg ganhei dois troféus/diplomas. opzioni binarie e trend Lancaster House Award, como pesquisadora e account conto demo binario Award Echo of Literature como Escritora, ambos na Inglaterra. Sou Finpecia online prescription Multiterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Bacharel em Artes Cênicas e Artes Visuais. automated binary options signals Detectora do Distúrbio da Dislexia Adquirida/ Acquired Dyslexia, Precursora da Multiterapia. Sou também strategia forex mercato laterale Dramaturga e order Viagra no prescription in Fort Collins Colorado Escritora (vários gêneros), autora de nove livros (impressos) didáticos, dois contendo romances também impressos, uma trilogia, mais de 700 poesias publicadas e tendo duas de minhas dezoito peças teatrais já encenadas em todo o Brasil e em Portugal. Atualmente estou voltando à Literatura, depois de uns dez anos pesquisando e publicando só artigos acadêmicos. Agora em 2016, estou lançando diversos romances, um didático e um autoajuda em formato e-book.  Eu faço filantropia, ajudo cuidadores de animais abandonados e pessoas deficientes e tudo que escrevo é para melhorar o planeta e a vida de todos. Então, nos meus livros, eu ensino sobre alimentação saudável, viver sem preconceitos, amor e paz universais entre outras boas mensagens que vem “de brinde” nos meus enredos.   opzioni binari è pericoloso Minha biografia consta em livros oficiais como binäre optionen heiliger gral Enciclopédia de Literatura Brasileira – Volume I, Livro köpa Viagra i grekland Brasil de todos os povos/São Paulo, sua Historia, seus monumentos – Destaques e Personalidades, Dicionário de Mulheres entre outros.

     2. valutahandel beskattning O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?
Além de escrever eu pesquiso e publico temas de saúde (anoxia perinatal, Dislexia Adquirida, Multiterapia, entre outros), recentemente participei como oradora online do binary options provider Congresso Psicólogos Clínicos Globais que ocorreu na ثنائي تحليل الخيار الرسم البياني Malásia. Também sou Dramaturga (escrevo e, sempre que posso, dirijo peças teatrais), sou vegana e ativista das causas animal/socioambiental. Comecei a escrever aos 16 anos, quando fiquei desmemoriada por um afogamento. Eu escrevia diários para me lembrar das minhas atividades cotidianas. Assim eu iniciei escrevendo poesias, contos e peças teatrais… A primeira peça teatral que escrevi, aos 16 anos foi “Eu inteiro, metade de mim”. Era como eu me sentia: Inteira mas pela metade. Ao seguir estudando e atuando pela área Terapêutica, fui aliando meus conhecimentos terapêuticos aos meus textos teatrais, romances, contos e crônicas. Isso enriqueceu muito meus textos. Tanto que uma das minhas peças teatrais, intitulada “Os alienados” (que é um contraponto entre comédia e abordagem terapêutica) já foi inúmeras vezes encenada no Brasil e em Portugal e por onde passou foi aplaudida e em todos os festivais arrematou todos os prêmios. Tenho esta característica, mesclar diversos gêneros num só texto. E escrever desde contos e romances até artigos acadêmicos. Todos muito bem fundamentados, óbvio!

     3.  Qual a melhor coisa em escrever?

São duas: a primeira é o próprio ato de escrever, a segunda, assistir o texto sendo lido no caso de livros ou interpretado, no caso de peças teatrais. Em resumo, é criar e dar vida a uma história.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Eu tenho um canto onde ficam meu computador, impressora, etc. Mas é muito “bagunçado”, não vale a pena mostrar fotos rsss. Além disso, eu escrevo em qualquer lugar, já escrevi muita poesia em guardanapo de restaurante, em toalha de trem… quando a inspiração vem, escrevo em qualquer lugar.

     5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?
Como já citei, escrevo, de forma bem fundamentada, desde contos e romances até artigos acadêmicos. E é uma característica minha, mesclar diversos gêneros num só texto. No momento, nesses romances que estou lançando, eu acho que consegui mesclar todo o possível. O “Planos para o passado”, por exemplo, mostra uma Escritora e ativista vegana, que também dança muito bem, dividida entre amores, flertes e lembranças, numa profunda viagem dentro de si mesma e no tempo/espaço em contraponto à realidade do avião que está prestes a cair. É um texto que pode agradar aos policiais, por verem retratada sua rotina de trabalho, mulheres que fazem ou se interessam por dança do ventre, quem conhece ou quer conhecer veganismo, quem curte psicanálise porque tem uma pincelada nisso. Mas informo que é fundamental ter uma mente aberta e fértil porque eu utilizo um básico sobre Física Quântica e viagens no tempo em Ficção Científica. Quem já assistiu filmes como “Quem somos nós” ou “Efeito borboleta” e gostou, vai amar este meu enredo. Quem ainda não tomou contato com estes temas, pode ter neste meu livro uma ótima noção e aprendizado da Física Quântica aplicada na prática. E, para os incrédulos que imaginam que esses enredos são apenas “devaneios” sugiro que se informem melhor porque, no futuro, que para mim já começou, todos serão capazes de realizar este tipo de “viagem”. É como um aparelho celular, há cem anos seria considerado como bruxaria e hoje é super comum todos usarem celular para comunicação

     6. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Eu busco e encontro inspiração para meus textos e títulos deles nas minhas vivências tanto próprias quanto de casos que atendi. Meus livros didáticos que são nove impressos e um em e-book, são fundamentados em pesquisas teóricas e práticas que fiz e casos que atendi em consultório ou clínicas ou mesmo em escolas onde atuei/pesquisei. Meus romances, contos, poesias e peças teatrais são inspirados também em estudos e vivências em diversas áreas de atuação.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Eu escrevo sobre o que eu conheço bem e por isso eu não pesquiso especificamente para um texto. Por exemplo, em  “Tua força é meu destino. Teu destino é minha missão!”, eu abordo relacionamentos desestruturados, toxicomania, coloco em contraponto o desejo da carreira bem-sucedida e a necessidade de amar e ser amada entre outros. Tudo isso eu vivenciei em experiências próprias ou por intermédio de pacientes que atendi durante minha carreira como Multiterapeuta. Quanto aos temas abordados em meu outro lançamento “Planos para o passado”, desde criança, eu sempre amei delegacias. Sempre que viajava para um local novo, a primeira visita que fazia era à delegacia da cidade, para conhecer as dependências e fazer amizades. Então eu conheço delegacias e policiais em todos os lugares por onde eu passei. Dançar  (diversas modalidades) é algo que também faço desde os dois anos de idade, nem andava direito e já me agarrava aos móveis para poder dançar. Aos três anos comecei a estudar balé clássico e moderno e também canto. Aliás, fui a primeira criança no mundo a gravar um vinil com apenas três anos de idade. E sou pioneira da TV brasileira. E, ainda sobre Artes, pratico Dança do Ventre há muitos anos. Sou vegana há seis anos, inclusive sou ativista das causas socioambiental e animal. Atuo em diversas terapias, por isso os conceitos terapêuticos do texto. E o avião arremetendo aconteceu de verdade comigo há alguns anos. Aliás, eu tenho uma particularidade meio estranha com aviões. Aos oito meses de idade, tivemos um pouso forçado que culminou com o incêndio do avião. Aos cinco anos de idade outro acidente aéreo. Já tive um barotrauma horrível durante um voo e mais muitos contratempos em aviões. Esta cena do avião arremetendo sem conseguir pousar aconteceu quando eu voltava de uma palestra em Bienal. Obvio que, durante esta tensão toda eu não relembrei nenhum relacionamento, eu fiquei muito tensa e só pensei em pisar o chão logo. Mas, passado o susto, achei que seria um ótimo argumento para alavancar um romance de ficção científica. E, citando ficção científica, eu estudo em teoria e prática Física Quântica há quase quinze anos e Parapsicologia há mais de vinte anos. Por isso a viagem no tempo e um final inesperado para este romance. Em resumo, eu reuni minhas vivências, estudos e experiências de toda a minha vida e condensei nestes e-books. Aliás, é o que sempre faço, reúno tudo o que já vivi, estudei e experimentei em teoria e prática e transfiro para meus contos, crônicas, romances e até para meus artigos científicos.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Nenhum autor específico. Me inspiro nos meus estudos, pesquisas e no enredo da vida. Naquela base “minha vida é uma novela” então nem preciso assistir as novelas dos outros…

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Todos os livros que escrevi, ao menos os mais importantes, foram ou estão sendo publicados. Alguns por Editoras (como contratada) outros como Autora Independente e alguns foram publicados a convite de colegas ou editores. Mas há um texto meu que, apesar de ter sido publicado em 1978 e republicado em 2014 em e-book, nunca conseguiu ser encenado e isso me intriga e desafia. É o “Eu inteiro, metade de mim” que eu já citei aqui. Eu o chamo de “drama psicológico musicado”. É a história do Chico, que já inicia tentando fugir da polícia por ter participado de um assalto, mas ele nem tem certeza se cometeu mesmo um crime. Ao tentar arrumar a mala para fugir, ele vai abrindo gavetas, encontrando lembranças e se perde nesses devaneios. As personagens vão invadindo o palco e a memória do Chico a cada gaveta que ele abre… O drama vai se inflamando até que mostra o motivo do desespero e do crime dele. Luísa, o grande amor e grande perdição dele… Daí para o final, acontece de tudo, só vendo (ou lendo) mesmo…  Foram vários os elencos que tentaram montar esta peça. Eu mesma tentei produzi-la por duas vezes mas, em algum momento, os atores, principalmente o ator principal, entraram em catarse, vivenciando uma crise existencial e as produções foram interrompidas. Espero ainda encontrar o elenco certo e produzir (e estrear) esta produção.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Sinceramente, um caos! Na recente Bienal de São Paulo, por exemplo, praticamente todas as editoras reclamaram da escassez de público e vendas. Livros didáticos então ficaram às moscas. O preço dos ingressos e estacionamentos afugentou o público mais intelectualizado e o que vendeu bem foi só cultura inútil, ao menos foi o que ouvi de diversos editores desesperados que não conseguiram sequer cobrir os gastos com stands. Noto que tem surgido um novo tipo de “Escritor” para um novo tipo de público. Os leigos não sabem mas há profissionais, geralmente Jornalistas, que escrevem muito bem mas não tem boas ideias ou motivações para escrever suas próprias produções. Ou, às vezes, até tem inspiração mas precisam de dinheiro. Então tornam-se “Gost Writer” (Escritor Fantasma). São estes profissionais que escrevem livros que são assinados pelos “bola da vez”, aquele bonitinho ou bonitinha que não tem conteúdo nenhum, apresenta-se falando (ou fazendo) só bobagens mas, de repente surge tendo escrito um “best seller”. Acho isso bem triste, pelo público que se deixa enganar comprando um livro escrito por um “Escritor Fantasma”, pelo próprio Escritor Fantasma que se sujeita a viver no anonimato para “endeusar” uma pessoa que, sem ele, mal conseguiria escrever um único parágrafo coerente e pelo “mito” que se deixa levar por esta situação. Chamo isso de “tapeação literária”.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Certa vez, em um sarau, um autor comentou que chegaria um dia em que todos teriam escrito um livro e ninguém leria porque todos estariam batalhando para  serem lidos… Nós rimos muito desse autor e dissemos que o comentário dele era insano. Hoje, acho que estamos chegando e este dia que ele previu. Vivemos uma época em que todos acham que tem algo importante a dizer (ou escrever) ao mundo. E não é bem por ai. Meu pai, que foi o homem mais sábio que conheci pessoalmente, sempre dizia que, antes de ler um livro, é preciso analisar qual foi a intenção do autor. Alguns escrevem para desabafar, outros estão em busca de fama, outros buscam ganhar dinheiro, outros querem melhorar o mundo, trazer mais LUZ a todos e assim por diante. E só vale a pena ler os livros que se propõem a trazer mais LUZ, a melhorar o mundo em benefício de todos. Todos os outros beneficiam apenas o ego ou o bolso do autor. Por isso, eu sempre busco escrever sobre o que melhora o mundo, tanto em artigos científicos quanto em ficção. E procuro ler também só o que traz alguma melhoria em benefício de todos. Quando percebo que o autor só quer aparecer ou enriquecer, eu descarto a leitura. Acho que todos devem agir assim. Filtrar o que vem para o bem de todos e o que vem só para o ego ou finanças do autor ou de uma minoria…

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Entendo Literatura de forma ampla. Esta palavra vem do Latim  “litteris” que significa “Letras”, sendo uma instrução ou um conjunto de habilidades para Leitura e Escrita. Sendo assim, analisarei Literatura incluindo também os didáticos e acadêmicos. Os livros impressos passam por muitos profissionais até chegarem ao leitor final. Então, justifica-se o preço. Os e-books eliminam as distribuidoras e, em alguns casos, até as editoras e livrarias, por isso podem ser mais baratos. Mas eu penso que, quando um livro é bom e útil, nunca é caro demais. Por exemplo, entre os meus livros didáticos há um que foi publicado pela primeira vez em 2003 “Distúrbios de Aprendizagem/comportamento – Verdades que ninguém publicou”. Nele eu trouxe revelações de pesquisas que fiz por mais de vinte anos, descrevi sintomas e tratamentos que ninguém tinha abordado. Este livro mudou o rumo das pesquisas especialmente em Dislexia e Dislexia Adquirida. Tanto que despertou o interesse da Editora que passou a publicá-lo sob contrato, a partir de 2005/2006. Hoje está em sexta edição. Muitos leitores me escrevem, felizes, porque, lendo este livro, conseguiram detectar ou identificar um distúrbio que não estavam entendendo. Então eu pergunto: Qual o preço desse conhecimento? E, como este meu livro, há diversos que também trazem esta LUZ ao mundo. Nestes casos, nada é caro, tudo é justo.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Nenhum. Escrevi todos os livros que poderia/deveria. Acho até que já escrevi demais…

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros, qual seria? (nome da música + cantor)

Como são muitos livros impressos e em e-book, não seria capaz de escolher uma música para cada um. Quanto ao e-book “Planos para o passado”, ele  já tem uma trilha sonora. Como a Arine, personagem principal, faz diversas apresentações de dança do ventre, eu cito, no texto, músicas em estilo oriental porque há diversas opções de músicas e sons para esta dança. Em geral, as pessoas limitam-se ao repertório árabe, por ser mais divulgado, mas há músicas belíssimas em hebraico, em Inglês, instrumentais, há sons apenas de percussão, há formas de dançar apenas utilizando um instrumento chamado snujs. Citei alguns desses tipos, no texto, mas sem dar nome às músicas para evitar questões de Direito Autoral. Faço parte da comissão de Direitos Autorais então sou obrigada a respeitar os direitos dos músicos também.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Na minha adolescência, dos dez aos quinze anos, eu gostava de ler dois livros. Um era intitulado “Boy”, era um grande cafajeste, mas era descrito pela sobrinha de sete anos que o via como um herói. O outro tinha o título “Ela ainda respira”, era a história de uma mulher em estado de coma, perdida em suas lembranças de quase morte. Ela oscilava como numa semiconsciência, via a si mesma movendo-se ou flutuando em uma outra dimensão da realidade ao mesmo tempo em que acreditava estar morta. Estes livros ficavam no meu apartamento da praia e eu os lia todas as vezes que ia para lá. Durante anos eu os li. Até que decorei as histórias em cada detalhe. Quando, aos dezesseis anos, eu me afoguei e perdi a memória, eu não conseguia ler mais nada. Então eu levava estes dois livros para a esteira e ficava fingindo ler, mas eu só os folheava. Um dia, folheando e relembrando o enredo de “Ela ainda respira” percebi a semelhança do que tinha ocorrido comigo. Eu não estava em coma, mas eu tinha a sensação de estar fora do meu corpo, de ter morrido no afogamento e não ser mais eu. Passava longos períodos olhando o mar, as ondas indo e vindo e tentando perceber onde eu tinha ficado dentro do mar, porque esta que estava sentada no murinho ou na esteira, definitivamente, não era eu. Isso em Terapia é chamado de “Dissociação”, É o que mais se aproxima do que me aconteceu. Enfim, nesta época percebi a grande semelhança da história da mulher em coma e o que eu vivia. Ou, de tanto ler a história, eu atrai esta realidade ou foi uma coincidência mas fato é que, naquela época, este livro passou a ser o livro da minha vida. Atualmente não há nenhum livro que eu considere como sendo “da minha vida”.  Acho que há um pouco de mim em cada um dos livros, e-books e peças teatrais que já escrevi, E este que descrevi, sem dúvida, foi uma boa parte da minha vida.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Diversos. Alguns já em andamento, outros ainda em fase de planejamento. Dos que já estão acontecendo. o mais importante é  uma  mega  apresentação teatral do “Solua, o vampirinho vegano” que ensina veganismo de forma didática e artística a crianças e adultos. Esta apresentação ocorrerá no Brasil todo e em alguns países de idioma português. E, entre os que ainda estão em planejamento, destaco a reconstrução do Teatro Escola que eu e minha família mantivemos na década de 80 e início da década de 90, com cursos, treinamento e apresentação de espetáculos com crianças e adolescentes carentes. Com a morte dos meus pais, pela má assessoria de nossos advogados, nós perdemos toda a herança e o teatro escola foi também fechado. Agora eu quero reconstruir tudo que perdemos. Para executar este projeto eu preciso de patrocínio ou então disparar as vendas dos meus e-books porque necessita de muita verba. Mas acredito que conseguirei realizar.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Não acompanho, sou muito ocupada e não tenho tempo para acompanhar. Mas acho que, de uma forma geral, toda crítica, construtiva, é valida. Ajuda o criticado a melhorar sua escrita, postura, enfim, o alvo ou motivo pelo qual ele  foi criticado.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Gostaria que meus pais, que morreram há quase trinta anos, com a impressão de que eu era apenas uma maluca a mais no mundo, lessem tudo que eu escrevi e vissem tudo que eu produzi de bom e útil para a humanidade nestes anos todos. Aliás, foi justamente a morte deles que me fez amadurecer e mudar minha postura diante do mundo. Desengavetar diplomas, voltar a estudar e começar a ser, de fato, útil ao Universo. Gostaria que meus pais me vissem hoje e tivessem orgulho de terem me colocado neste mundo…

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Ser lido e entendido. E, se possível, também, ser recomendado.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Agradeço pela atenção dos leitores e aos editores da revista. Convido-os a acessarem meu portal em http://www.loudeolivier.com e minha loja virtual em

 http://www.loudeolivier.com.br frisando que a loja fica no domínio br e o portal no internacional. Lembrando que estou fazendo uma super promoção, farei um sorteio de um e-book de poesias (Lou Blue) entre os leitores do romance  “Planos para o passado”. Para concorrer, é só acessar o link da minha loja ou de outro local que esteja vendendo meu e-book, adquiri-lo e enviar a cópia do e-mail de confirmação de compra para louevoce@terra.com.br. Esta promoção se encerrará em 06/01/2017. O resultado será divulgado no dia 19/01/2017 no meu portal e/ou comunicado na Imprensa. Para saber mais sobre o sorteio e/ou ler grátis alguns capítulos dos meus e-books, acessem: http://loudeolivier.com/ebooks-gratis.php

A, aos que estão iniciando, só posso desejar sorte e aconselhar que estudem muito, leiam muito, especialmente livros e e-books de autores mais experientes, para que possam adquirir uma boa técnica e possam destacar-se no amplo mercado literário.

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