John K

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Olá a todos! Eu me chamo João Umberto, mas utilizo o pseudônimo John K em minhas obras. Tenho 30 anos e escrevo desde os meus 12 ou 13, porém só a pouco tempo resolvi encarar o mundo editorial participando de diversas antologias e concursos. Sou natural de Santos/SP e moro em Angra dos Reis há 25 anos. Toco guitarra desde os meus 14 anos, gosto de assistir a diversas séries, filmes e animes, jogo bastante vídeo game, leio bastante e tenho um gosto peculiar que passeia entre o terror e a comédia.

  1. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Eu sou formado em Engenharia de Petróleo e trabalho em um estaleiro na cidade de Angra dos Reis. Acredito que a minha inspiração para escrever veio após perceber que eu poderia colocar todas as minhas ideias em um papel, e com isso alcançar as pessoas com as minhas histórias. Eu sempre gostei de inventar, criar e interpretar, de modo que a escrita foi um caminho óbvio para mim.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

A melhor coisa é você poder criar um novo mundo que o leve para um lugar onde os seus problemas reais não conseguem alcançar. Uma fuga da realidade, de um modo seguro.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (Envie-nos uma foto)

Infelizmente, ainda não! Tenho um cantinho, mas não tem nada de especial (incluir aqui algumas risadas). segue a imagem:

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Suspense/Terror. Pretendo fazer algo mais voltado para a Fantasia, gênero que também sou fascinado, e ficção científica.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu (s) livro (s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Com relação aos títulos, eu procuro algum ponto da história mais forte, ou mais chamativo, e faço o título em cima daquela composição, de modo a atrair a atenção do leitor.

Quanto aos nomes dos personagens, eu gosto de utilizar os mesmos nomes nos meus textos, como se fossem os mesmos personagens com uma outra roupagem, ou em um universo paralelo, ou, quem sabe, em outros tempos.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Depende do tema. Dependendo do livro, ou conto, eu procuro me familiarizar com a cidade, os costumes, a vegetação existente, tipos de animais que fazem parte daquele bioma, a forma dos personagens se comunicarem…

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Eu tenho um carinho especial por Stephen King, pois foi, e é, o autor que me mostrou como escrever pode ser tão legal! Também admiro Neil Gaiman, principalmente por causa de Sandman, Dostoiévski, que me deixou um pouquinho mais culto após ler Crime e Castigo, e Alan Moore, por causa de Watchman. Franz Kafka e a sua “metamorfose” também me deixou alucinado!

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Eu, ainda, não publiquei nenhum livro solo com alguma editora, apenas um conto pela Amazon, e não tive dificuldade alguma no processo. Tudo muito bem explicado e sem enrolação. A parte mais difícil é depois, onde é necessário convencer o público de que a sua obra merece ser lida.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Acredito que o cenário ainda está engatinhando, mas existe uma boa expectativa para os próximos anos. Estamos começando a ver grandes editoras investindo no autor nacional, e nós torcemos para que isso só venha a aumentar. Ainda existe um certo preconceito por parte dos consumidores, mas isso só irá mudar quando houver mais investimento e reconhecimento.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Como em qualquer profissão, existem os bons e os maus profissionais. Esse boom só fará transparecer ainda mais esse contraste. A minha torcida é para que a indústria reconheça aqueles autores que querem trazer algo novo, de qualidade, para o mercado.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

A questão do preço é a seguinte: Compare com o preço de uma refeição. Em muitos restaurantes e lanchonetes o consumidor acaba gastando de 20 a 30 reais por refeição/lanche, mas acham caro pagar 30, 35 reais em um livro. O valor não é alto, mas a nossa cultura, ou falta dela, não nos deixa enxergar além.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Harry Potter! É genial!

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da música + cantor)

Welcome to the Jungle – Guns n’ Roses

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

A Bíblia! Meu livro de cabeceira.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Fora as minhas participações em diversas antologias e concursos, estou escrevendo o meu livro de suspense/terror psicológico. Não posso falar muito, mas quando lançá-lo, será um milestone na minha vida de escritor. Todas as minhas influências estão nele e não vejo a hora de finalizá-lo.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Acho muito importante. Essas críticas dão visibilidade para os autores e são muito importantes para que o autor saiba como está a receptividade de sua obra.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Stephen King, sem dúvidas!

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Saber que tudo aquilo que estava em sua mente e coração agora está em um papel, tocando a vida de outras pessoas. E daí vem o reconhecimento.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Bom, pessoal. Espero que tenham gostado da entrevista e não deixem de incentivar o seu amigo escritor! E para você que está iniciando na escrita, ou pretende começar, comece a escrever hoje! Agora! Não deixe para depois e nem se importe se ninguém parecer estar ligando para o que você está fazendo. Não se importe com as críticas não construtivas ou com as pessoas invejosas. É só você e o papel.

Um abraço e me adicionem nas redes sociais! 🙂

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