Hendecágono – Igor Alcantara

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Igor Alcantara: Nascido na pequena cidade de Janaúba-MG em 07 de Maio de 1977, Igor Alcantara mudou-se logo cedo para Brasília-DF, onde viveu a maior parte de sua vida, tendo morado ou visitado quase todas as unidades da federação.

Desde cedo ele foi levado a ler compulsivamente. Como estudava no período da manhã e morava longe, só podendo voltar para casa à noite, gastava suas tardes em uma biblioteca de Brasília.

Por isso, desde seus nove anos de idade, leu diversos clássicos da literatura. Aos dez anos já conhecia a obra de Oscar Wilde, aos onze já havia lido Homero e Dante e aos doze, todas as peças de Shakespeare e boa parte dos livros de Kafka, Dostoievski e Machado de Assis, seus autores preferidos.

Seu primeiro conto, “A Flor de Moscou” foi escrito aos onze anos. Desde então ele nunca parou de escrever. Boa parte do que produziu foi perdido, mas algumas coisas ainda persistem. Outras tantas obras ele simplesmente escreveu como presente a alguns amigos, não guardando cópias das mesmas. Já algumas foram perdidas durante o tempo.

Igor Alcantara é um autor que acredita que escritores precisam se arriscar em terrenos antes não explorados. Por este motivo seus livros são de estilos diferentes entre si. É apenas saindo da “zona de conforto” que se pode realmente evoluir na arte das palavras.

Apenas após os trinta anos de idade publicou algumas de suas obras escritas no passado e textos inéditos. Com as novas tecnologias gráficas, esse antigo sonho tornou-se realidade.

Logo após a publicação, algumas de suas obras foram premiadas em diversos concursos literários, o que representou o início do reconhecimento de seu talento como escritor.

Se quiser saber mais sobre Igor Alcantara, além de obter informações adicionais sobre este e outros livros, visite a página pessoal do autor:
http://www.igoralcantara.com.br

Sinopse: Na matemática, Hendecágono é o nome dado ao polígono com onze lados. Já neste livro, é a conexão entre onze contos sobre o drama de pessoas que, em algum momento de suas vidas, passaram pela experiência da solidão.

Cada história retrata um aspecto diferente da solidão, formando ao final uma imagem complexa a respeito deste sentimento classificado por muitos como o “mal deste século”. Em comum, os personagens não tem apenas o fato de serem solitários. Cada pessoa e conto estão de algum modo interligados. São histórias independentes, mas que se lidas em conjunto garantem ao leitor um entendimento mais profundo das tramas.

Assim como na figura geométrica, cada aspecto da solidão, seja ele positivo ou não, forma um polígono onde suas arestas convergem ao mesmo ponto central: o isolamento que a cada dia se aprofunda nos corações das pessoas.

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