Estilhaça – Me – Tahereh Mafi

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Olá galerinha!

Hoje vim trazer pra vocês a resenha da maravilhosa distopia de Tahereh MafiEstilhaça- Me; Obra lançada pela editora Novo Conceito, primeiro livro da trilogia Estilhaça- Me.

Esta obra me conquistou pelo nome (julguem-me, mas o que me chamou a atenção para ler esse livro foi o título) comecei a ler e nem sabia do que se tratava ou que tipo de literatura era, não havia lido sinopse ou qualquer coisa relacionado a essa saga, apenas apareceu na lista de leitura e eu disse “Quero ler essa saga”. kkk.

 Quando comecei a ler eu realmente não estava entendendo nada,parecia que faltava letras e algumas frases não parecia fazer sentido, cheguei ate questiona as meninas que me mandaram os livros, até que eu entendi; A obra é narrada em primeira pessoa por Juliette Ferrars, Juliette esta confinada a uma cela a 264 dias, sem contato nenhum com nenhum ser humano, pois é considerada uma ameaça a humanidade, a partir dai, eu percebi que o livro era confuso, porque creio eu, que era isso que Tahereh queria passar aos leitores, a confusão da mente da nossa protagonista, a narrativa mostra exatamente como a protagonista pensa, adorei também a ideia das palavras riscada, é outro modo de demostra a força do pensamento de Juliette. Esses pequenos detalhes fez uma grande diferença na obra,pois com o decorrer da estoria, você percebe a mudança e amadurecimento da personagem principal.

 Juliette passará por por muitas provações, pois o Restabelecimento quer usar seu dom para beneficio próprio, Restabelecimento é um governo autoritário, seu proposito é criar um novo mundo totalmente diferente e melhor, porém para isso eles visam destruir tudo que existi (costumes, economia, idiomas, artes, livros…) para começar um mundo do zero e assim fazer tudo “certo”; O povo acredita em todas as promessa desse novo governo, pois estão desesperado por uma melhoria, a escassez de água, alimento e energia, são isentivo suficiente para fazerem confiar nas promessas.

 “Mas é quase impossivel superar a gravidade quando ninguém está disposto a lhe dar a mão”

 Nossa protagonista considera-se amaldiçoada por ter o dom que tem, e não sabe o que é o calor do colo de uma mãe, de um carinho de um pai, pois ninguém ousa toca- lá, a última vez que ela tocou alguém essa pessoa morreu.

 “Meu toque é letal. Meu toque é poder”

 Quando Adam Kent entra em cena é ai que eu me apaixono, kkkk, acho que eu me apaixono por todos os personagens literários,kkkk, Adam é o tipo de personagem que toda estoria tem, o bonito, sexy, carinhoso, atencioso, em outras palavras tudo de bom. Adam entra na historia como companheiro de cela de Juliette, porém na verdade ele é…tcham tcham tcham, desculpa pessoal vão ter que ler para descobrir, e não estou sendo mal apenas colocando a semente da curiosidade. kkkkk. continuando com os personagens, o que falar do gato Warner? Warner é nosso vilão sexy da historia, e sim pessoal eu me apaixonei por ele também, como não amar-lo? Ele pode ter feito muitas coisas ruins mas ninguém sabe pelo que ele passou para se torna o que é. Kenji Kishimoto outro sonho de consumo de toda mulher, (cara acho que Tahereh queria matar os leitores com seus personagens top), Kenji a principio é apenas um soldado, ele é praticamento um personagem secundário, porém isso muda nos próximos livros, saberão mais sobre esse personagem no segundo livro Liberta- Me. Já ia me esquecendo do fofo do James, James Kent é irmão de Adam, ele tem 10 anos mas se acha um homem já, kkk, ele realmente é muito fofo, James aparece também mais para o final da estoria.

 – Quantos anos você tem?

– Faço onze ano que vem.

Sorrio.

– Então você tem dez anos?

Ele cruza os braços. Fecha a cara.

-terei doze daqui dois anos.

Acho que já amo este garoto.

Juliette Ferrars e James Kent

 Essa obra é realmente ótima, esta mais que recomendado, a narrativa é fácil de entender, depois que você percebe o que a autora quer passar, a leitura flui facilmente te deixando com gostinho de quero mais. Da capa preciso nem fala né? é linda e de novo vemos as palavras tachadas, kkk. Esta distopia é melhor que divergente e jogos vorazes na minha opinião. kkk

Bom é isso galera, até a próxima.

Beijokas  :*

Resenha de Tatally Almeida, resenhista parceira do Arca literária e integrante do blog Paraíso das Ideias

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