Estefania Cristina

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Estefania Cristina — ou apenas Fany, para os leitores — é escritora e compositora. Nasceu em 26 de julho de 1993, em Belo Horizonte – MG. Cursou Produção Cultural no SENAC, administração no SENAI e o primeiro período de Teatro no NET. Em setembro de 2013 recebeu do presidente da SKY — durante a festa “Consumidor Moderno” no “Hard Rock Café” — o prêmio literário “Rock Star”. E desde lá tem se dedicado a literatura.

  1. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio à inspiração para a escrita?

Eu sou uma estudiosa do comportamento humano, e o seu reflexo na construção da sociedade. Observar e filosofar os mais diversos aspectos morais e mentais é provavelmente o maior gatilho da minha criatividade. Mas, sinceramente a inspiração não é algo que escolho o motivo que me leva a ter, ela apenas vem a cada profunda reflexão.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Construir um mundo onde as pessoas tem a chance de vivenciar uma experiência manipulada muito real — dependendo da criatividade de cada um, claro —, na qual ela pode aprender algo com os personagens e levar para a vida real. Ou, apenas se divertir mesmo!

É o melhor parque de diversão.24x

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? 

Onde minhas almofadas, xícara de café, notebook e fones estiverem eu escrevo.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Eu escrevo diversos gêneros, porem pode-se afirmar que o romance esta presente em todos eles. Meus livros e seus respectivos gêneros são:

Trilogia Intenso Desejo (ID): erótico/criminal/horror/splatter.

Série O Relicário: ficção fantástica.

Trilogia Apenas 24 Horas: romance/comedia/drama.

Trilogia Crispr: ficção cientifica/fantasia/distopia.

O Segredo de Alexander: mistério/criminal/romance.

Decisões Certas: Alto-ajuda/humor.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu (s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Normalmente eu não escolho o nome dos meus principais personagens. Quando eu escrevo eles automaticamente se apresentam. Agora, dependendo do contesto no qual a historia se ambienta, eu pesquiso os nomes para os personagens secundários. Exemplo, se a historia se passa em uma tribo indígena, ou no Japão, eu pesquiso o nome.

Em relação ao nome dos livros, na maioria das vezes é a ultima coisa que eu escrevo no livro, por que gosto de ter uma visão geral da historia. Mas, quase sempre o primeiro nome que vem a mente é o que predomina, como “O Segredo de Alexander”, onde o leitor é convidado a vir a descobrir o segredo.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Depende do tema.

Muito da minha escrita é intuitiva, mas sempre foco nas pesquisas a critério de qualidade para ter um embasamento solido. Sempre pesquiso online ou convido algum profissional da área necessitada, para tomar um café e me auxiliar tirando duvidas.

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  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Embora eu leia muito para melhorar minha escrita e aprimorar meus conhecimentos, de modo algum me inspiro em outros autores. A minha regra é: quanto mais inusitado e diferente melhor.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Não há dificuldade em entrar em uma editora, desde que você pague ou esteja disposto a levar o seu publico para ela.  Isso é bom, abre porta para todos!

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

 “Não existe uma pessoa que não gosta de ler, existe uma pessoa que não encontrou o livro certo para iniciar a leitura.” E com essa frase, eu sempre e trago alguém para leitura.

Percebo mediante as interações nos últimos tempos, que as pessoas estão descobrindo o precioso mundo escondido atrás das paginas. O cenário vem mudando para melhor.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Eu acho que todos tem o direito de tentar realizar seus sonhos desde pequenos a grandes. Como eu disse antes, desde que pague ou leve publico, qualquer um pode entrar para uma editora, mas isso não significa que você será um sucesso. Não há por parte de muitas editoras um critério de qualidade. Esse critério na verdade e feito pelos leitores. Os leitores são o termômetro que vai indicar se o livro merece se tornar um sucesso.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

É um cenário que muitas vezes não colabora para instrução das pessoas, e nem para o crescimento do escritor. Mas, como eu sou uma pessoa muito positiva eu acredito que isso esta mudando, bem de vagar, mas esta!

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Simplesmente Acontece de Cecília Ahern. Na direção de Christian Ditter. Eu citei o diretor porque eu gostei muito da versão cinematográfica.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da música + cantor)

Apenas 24 Horas (1) – “Don’t – Ed Sheeran”.

Apenas 24 Horas (2) – “Reahab – Rihanna”

Apenas 24 Horas (3) – “Take Me Home – Jess Glynne”

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Já! (risos). O livro “Isso Ninguém Me Tira” de Ana Maria Machado.

Não é o livro da minha vida, é o livro de um pedaço da minha pré-adolescência. Algumas coisas da historia são muito parecidas com a época em que eu e uma amiga nos apaixonamos por um Bruno. Rimos muito com a coincidência.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

 A partir de agora, janeiro, está rolando a campanha “Compre 1 Livro e Concorra a Mil Reais”. Basta entrar no meu site e comprar o BOX 3 em 1 do livro Apenas 24 Horas e você já está participando.

Para saber mais, clique aqui, e boa sorte.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Acompanho, e 90% das vezes são muito positivas. Os outros 5% esta com raiva por que matei algum personagem favorito (risos). E o restante, é o que me alerta para sugestões importantíssimas no qual eu analiso e vejo se faz sentindo, se faz, eu aceito. Se não faz sentindo eu descarto, já que nem tudo é conveniente.

Eu agradeço muito a todos que sempre se prontificam a me ajudar, são essas pessoas lindas que fazem meu trabalho ficar melhor.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Luis Felipe Pondé, Jô Soares, Felipe Neto, Paulo Coelho e Eduardo Spohr.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Saber que seu livro ajudou o leitor de alguma forma.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Primeiro gostaria de agradecer a todos que acompanharam a entrevista, e convidar para ler o meu livro Apenas 24 Horas. Ler é a base fundamental para um escritor. Leia e estudar sempre e desenvolva sua habilidade de escrita.

“Antes de ler o livro que o guru deu, você tem que escrever o seu.” –Raul Seixas.

Cada um tem sua jornada para encontrar seus leitores. Seja criativo e procure todas as formas possíveis de expor seu trabalho e fazer dele um sucesso.

Obrigada pela entrevista Arca Literária, e você ai do outro lado, te vejo na leitura de Apenas 24 Horas.

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