Eduardo Silva Francisco

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  1. Fale-nos um pouco de você.

– Tenho 46 anos, sou casado, minha esposa se chama Lilia, tenho quatro filhos, sendo um homem (Breno Rafael) e três mulheres (Lorena, Ester e Tayla), já tenho 4 netos também. Sou professor, gosto muito de ensinar, transmitir conhecimento. Sou praticante de Kung Fu há 25 anos, não é hobby, é paixão.

  1. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

– Sou professor de matemática, ministro aulas na escola Fábio José de Araújo em Aramina, e dou aulas de kung fu na Escola Jesus Maria José, em Igarapava. Minha inspiração vem de filmes e de histórias que ouço as pessoas contarem.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

– Você distrai a mente e entra em um Universo diferente, sempre que escrevo, me imagino no lugar do protagonista principal.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (Envie-nos uma foto)

– Sim, uma casinha nos fundos, tenho uma salinha.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

– Meu gênero favorito é terror e suspense, mas gosto também de escrever contos com fundo moral. Já tentei poemas, mas nunca publiquei nenhum.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu (s) livro (s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

– Até hoje publiquei somente em antologias, tenho um projeto aqui e pretendo publicá-lo no futuro. Minha inspiração vem com muito tempo depois que já escrevi quase metade do conto, então do nada surge o título. Já os nomes vou criando.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

– Eu já trabalhei como segurança de escola, ficava o dia todo sentado. Então eu ia na biblioteca, pegava livros e lia o dia todo. Dai veio meu conhecimento para escrever. Também assisto muitos filmes, penso que primeiro foram para o papel, como um conto, para depois se transformarem em filme.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

– Meu autor preferido é o Paulo Coelho, já li quase todos seus livros, gosto do seu estilo. Mas os livros que mais me inspiraram foram os contos de terror de Edgar Allan Poe, fascinante.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

– Ainda não publiquei nenhum, estou começando agora, mas vou realizar esse sonho ainda.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

– Tem muitos bons escritores surgindo atualmente, mas tem livros que realmente, não dá para ler. Para escrever literatura hoje, deve-se pensar na demanda, o que as pessoas querem ler? Como escrever para transmitir sentimento, emoção, realidade? É isso que as pessoas querem, penso eu, uma literatura assim.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

– Acho que deveria ter uma melhor reflexão, tanto por parte de quem escreve, como de quem faz a publicação. Eu ouço as músicas de hoje e penso que acontece o mesmo. Mas vejo aplausos do povo para as boas e para as ruins, então penso que temos leitores e ouvintes para todos os gostos.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

– Sou leigo nesse assunto, mas acho que tudo hoje em dia está caro por causa da economia do país, onde você paga imposto por tudo.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

– O alquimista. É uma história e tanto, se você entende a mensagem.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da música + cantor)
      – San Francisco – Scott Mckenzie
  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

– A Bíblia Sagrada

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

– Estou escrevendo um livro sobre contos de virtudes e valores moral. Histórias de humildade, respeito, perseverança, coragem entre outros valores.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

– Não tenho acompanhado, preciso me atualizar.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

– Se o Paulo Coelho lesse meu livro, eu ficaria feliz.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

– No meu caso, a satisfação de um trabalho sendo reconhecido.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

– Iniciar no mundo da escrita literária requer disciplina, atenção, dedicação, revisão e muita leitura. Escrever é uma arte, pessoas vão ler seu trabalho. Então, não desistam de seus projetos, coloque no papel, mostre para outros, leia, releia, mude, e tente, hoje em dia, muitas portas estão se abrindo para novos escritores. Sucesso não vem do dia para noite. Então, persevere!

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