Diego Medeiros

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Meu nome é Diego Medeiros, sou sargento do Exército Brasileiro, casado, tenho 30 anos e 3 filhos (dois enteados e uma filha)

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Na área artística, eu desenhava antes de escrever. Por muito tempo eu desenhei fanzines de várias coisas, principalmente uma versão jovem da Turma da Mônica antes mesmo da versão oficial sair nas bancas.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

É poder criar seu próprio universo, com suas próprias regras e, se quiser, até mesmo fazer parte dele.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? 

Não. Escrevo onde posso, seja no notebook ou no computador profissional, nos momentos de folga.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Fantasia. Acho que não teria problema em outros gêneros, com exceção de auto-ajuda e romance “comum”

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Luz da Lua é uma série que começa com “A Caçada do Imortal”. Ele conta a história de uma jovem chamada Milena que de repente vê sua vida virar de ponta cabeça quando sobrevive à uma tragédia sangrenta em sua festa de formatura. O título da série simplesmente me veio à cabeça devido à temática de lobisomens, enquanto o subtítulo foi escolhido depois que finalizei o livro. Os nomes dos personagens são bem comuns, e alguns são homenagens a pessoas reais, conhecidos meus.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Meu universo é baseado no RPG que eu jogava bastante, “Vampiro: A Máscara” e “Lobisomem: O Apocalipse”, e também em obras similares, como os livros e filmes sobre vampiros e lobisomens, além de seriados e desenhos.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Muitos deles, mas posso dizer que meus maiores inspiradores foram Eduardo Spohr, J. K. Rwling, George R. R. Martin e Dan Brown

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Tive muita dificuldade no começo. A principio utilizei as plataformas gratuitas “Clube de Autores” e “Amazon”, para depois conseguir um contrato justo com a Editora PenDragon.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Está promissor, apesar da enxurrada de livros de youtubers e outros famosos que não tem qualidade nenhuma, mas conseguem facilmente devido à fama já conquistada.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

A única vantagem é que a leitura está cada vez mais acessível.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Um absurdo, assim como em tudo no Brasil, onde os impostos sugam tudo para nos entregar serviços públicos deficientes.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Saga Harry Potter, com certeza.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Raining Blood, da banda Slayer

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Dificil dizer, mas o melhor livro que já li até o momento foi “Filhos do Éden – Anjos da Morte”, do Eduardo Spohr

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Depois que finalizar a série Luz da Lua, pretendo continuar escrevendo, mas devido ao alto custo dificilmente irei publicar profissionalmente devido ao alto custo.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Umas são muito boas, outras nem tanto. A verdade é que alguns blogueiros nem ao menos sabem escrever.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Eduardo Spohr.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

É ter seu livro lido e de alguma forma inspirado alguém.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Trabalhem. Foco. E nunca desistam. Fecharão milhares de portas até a certa se abrir.

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