Codigo do Apocalipse – Leo Tillman & Heather

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Eis que estão de volta Heather Kennedy e Leo Tillman, em uma aventura eletrizante. Após os eventos do primeiro livro Manuscritos do Mar Morte, onde ambos tomam conhecimento de que existe um povo denominado Povo de Judas, que segundo eles vivem sob uma promessa de que com a Volta do Messias esse povo herdaria o planeta.

Acontece que aparentemente o prazo de três mil anos passou e nada aconteceu, e o Povo de Judas, depois de mudarem mais uma vez de esconderijo ainda tem esperança de que a profecia se cumpra.

Um Elohim chamado Ber Lusim e um ancião, Avra Shekolni, na qualidade de profeta, estão entre os dissidentes do Povo de Judas que querem forçar que a profecia seja cumprida e assim a volta do Messias seja uma realidade e não mais uma espera. Assim, vários acontecimentos e mortes acontecem. Heather Kennedy é jogada sem querer em uma investigação de um aparente furto de um livro antigo. Juntamente com o jovem Benjamin Rush ela vai descobrir que esse livro tem muito a ver com as mortes e acontecimentos em várias partes do mundo. E no meio dessa investigação surge a ajuda de Leo Tillman. Coincidência? Ou partes de uma engrenagem sendo movida para que antigos inimigos se tornem aliados?

Com a morte do Brand (a marca) no primeiro livro, foi nomeado um novo líder para conduzir o povo, e este novo Kuutma elege e nomeia Dimea, filha de Leo, para ser uma mensageira, uma Elohim, que passa três anos se destacando em todos os treinamentos.

Sua missão é acompanhar a investigação de Kennedy e Rush e parar as intenções de ber Lusim, ao mesmo tempo em que suas emoções são testadas ao ser confrontada com seu pai biológico, Leo Tillman.

Adam Blake consegue transformar mais uma vez um livro em um thriller de suspense e a continuação de Manuscritos do Mar Morto nos prende do começo ao fim.

Em minha opinião este livro consegue ser melhor que o primeiro, e apesar de ser mais extenso, a sua linha narrativa é mais delineada e mais densa, inclusive os personagens são mais bem trabalhados.

Recomendo a leitura. Até para quem não gosta do gênero.

Resenha de Antonio H. Fernandes, resenhista do Arca Literária e do Navio Errante

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