Espaço do Autor Nacional

Romance que narra um dia da vida do caminhante Nonato Cardoso dos Santos em Juazeiro do Norte na celebração de Nossa Senhora das Candeias. Nesse dia Nonato descobrirá que pode ser mais do que um devoto, pode alcançar a santidade. Por qual meios e por quais caminhos isso acontecerá (visões e poderes sobrenaturais) é o tema da aventura do viajante que deixou família com mulher e filho em Exu para viver a sua devoção por Jesus Cristo, Deus e o Espírito Santo.

go site 1. Fale-nos um pouco de você.
R. Eu sou o Manoel, sob o pseudônimo de Maleno Maia em alguns trabalhos. Autor de três livros publicados, formado em Química, mas amante das letras. Tenho interesse por todo tipo de leitura, desde ficção, infanto-juvenis a livros científicos.

go site 2. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?
R. Em se tratando de trabalho artístico, mais escrevo, e de vez em quando pego o meu violão, que sempre está acessível, já que a música é uma das minhas paixões também. Até já compus uma canção com um amigo meu que era músico.

http://www.lahdentaiteilijaseura.fi/?siftifkar=bin%C3%A4ra-optioner-valuta&ddc=2a 3. Qual a melhor coisa em escrever?
R. O sentimento da escrita é vasto. Além de procurar conhecimento, agregá-lo e transferi-lo aos meus trabalhos, de uma forma ou de outra coloco no papel os meus pensamentos e opiniões em diversos assuntos. É aflorar aquilo de que tenho vontade e gana em explorar.

http://acps.cat/wp-content/themes/u-design/sliders/flashmo/grid_slider/load_config_xml.php 4. Você tem um cantinho especial para escrever? 
R. Na verdade não tenho um cantinho especial, vou me encaixando em diversos lugares, como na sala, no quarto, na biblioteca da universidade onde trabalho e na varanda de minha casa.

http://bti-defence.com/language/id/portfolio/let-2/ 5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?
R. O meu gênero preferido é Romance de Ficção, mas digo o Romance como estilo literário e não como uma história romântica, de amor; pois as pessoas confundem as duas coisas. Misturo sempre ficção com realidade, por isso os meus trabalhos geralmente tem um estudo de pesquisa bem elaborado. Até então ainda não pensei em me enveredar em outros gêneros, mas estou aberto a todas as possibilidades.

go to link 6. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?
R. Ás vezes escolher um título é uma das partes mais difíceis. Geralmente eu tenho um título pronto de acordo com o tema que desejo abordar, mas após escrito, percebo que um outro nome se adequaria melhor. Já os nomes dos personagens, dificilmente eu me inspiro em pessoas reais. E eu não costumo repetir nomes mesmo em livros diferentes.

opcje binarne opodatkowanie 7. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?
R. Os cenários das histórias, na maior parte das vezes, quando os descrevo, em sua maioria são em lugares pelos quais passei. Já quando se trata de livro de época, eu busco pesquisa em filmes e em artigos que abordam os costumes das épocas retratadas.

iq option onlin 8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?
R. Muitos dos autores brasileiros clássicos me servem como inspiração. Ainda espero um dia alcançar o esplendor desses belos artistas.

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R. Até então os livros que eu coloquei para apreciação às editoras tiveram boa aceitação. Mas vou aos poucos. Eu levo em média uns dois anos por livro para elaboração e consequentemente a publicação.

get link 10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?
R. Hoje eu acredito que seja mais fácil publicar livros do que antes. Percebo uma vasta lista de editoras que se propõem a publicar mais autores brasileiros, algumas delas são voltadas exclusivamente ao nacional.

dating means in kannada 11. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?
R. Eu acredito que há espaço para todos, independentemente da forma de escrita do autor. Esse boom é como uma faca de dois gumes; da mesma forma que apresenta autores inovadores e de repercussão, com destaque tanto aqui quanto lá fora, permite-nos também analisar tudo que está sendo lançado ao nosso redor, cabendo a nós um maior poder de escolha e de opinião.

http://drybonesinthevalley.com/?tyiuds=thinkforex-zulutrade 12. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?
R. Esse é um problema sempre vigorante no país. Com as baixas tiragens de exemplares é normal que o custo final de capa saia mais alto. Os livros aqui parecem serem encarados como artigos de luxo ao invés de um item essencial para a cultura dos brasileiros. Há a falta de investimentos por conta do publico leitor ser muito seleto, conseqüência de uma educação básica pouco preocupada ao incentivo da leitura.

13. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?
R. Acho que ainda não fui apresentado a esse livro. Rsrs.

14. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)
R. Para o meu livro “Os Malogrados”, por se tratar de um romance histórico ambientado na Europa do século XVIII, eu atribuiria músicas clássicas medievais, daquelas usadas em filmes, e canções celtas conduzidas por instrumentos de sopro como a flauta.

15. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?
Eu já li vários livros que de alguma forma mudou o meu modo de pensar e até me influenciou na escrita. Posso citar a saga O Tempo e o Vento de Érico Veríssimo e O Retrato de Dorian Grey. Mas talvez não sejam os livros da minha vida. Creio que ainda não fui apresentado a ele.

16. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?
R. Sou um autor ávido por escrever. E gosto de trabalhar com temas diferentes a cada livro publicado. Posso adiantar que venho buscando idéias para um livro de fantasia ou ficção científica.

17. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?
R. Sim eu acompanho sempre e comento como um bom leitor que também sou. Acho importante essa interação entre os blogueiros e se acaso o seu livro for lido e apreciado, ele acaba entrando em evidência, sendo discutido.

18. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?
R. Certamente algum escritor famoso ou docentes com que tive aula em minha graduação.

19. Qual a maior alegria para um escritor?
R. Ter o seu livro publicado. Essa etapa final representa um legado deixado, uma referência sua, um registro do autor.

20. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.
R. Aos leitores, continuem lendo muito, para ainda continuarmos com o índice de leitura no Brasil, que sabemos que não é alto.
Aos que estão iniciando, dedique-se com afinco no seu trabalho e procure saber o que busca, o que almeja, e encontre o seu estilo.

1- Nome. Danilo Barbosa

2- Idade. 38

3- Local de nascimento. Ribeirão Preto, interiorrrrrrr de São Paulo

4- Estado civil. À espera do crush (solteiro)

5-Apelido. Algumas amigas me chamam de Ursão (#momentovergonha)

5- Uma cor. Vermelho

6- Sucesso é? Poderoso e Perigoso. Difícil de lidar em muitos momentos. Para o escritor, tocar o coração de muitas pessoas.

7- Autor (a) preferido (a). Não tenho um que amo todos os livros, mas gosto demais do Stephen King.

8- Livro da sua vida. E o vento levou.

9- Seus Leitores são? Meu suporte, essenciais.

10- Gênero que jamais leria? Desenvolvimento Pessoal.

11- Sua maior qualidade? Sinceridade e na maioria das vezes, perdoo fácil demais;

12- Seu maior defeito? Os mesmos citados acima, sem contar o meu lado dramático.

13- Sua atividade favorita é? Viajar, estar com as pessoas que amo.

14- Uma frase. Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.

15- Viagem dos sonhos. Itália ou França

16- Felicidade é? Sentir-se pleno.

17-Campo ou cidade? Cidade

18- Dom que gostaria de ter? despertar o melhor nas pessoas

19- Música preferida Photograph, Ed Sheeran / Beatriz – Chico Buarque

20- Blogueiros são? Apoio para o escritor, amigos

21- Um animal. Gatos

22- Uma mania. Roer unhas

23-Comida preferida. Japonesa

24- Bebida preferida. Vinho

25- Um sonho. Viver da minha escrita

26- Um medo. A falta de compreensão do mundo, a solidão autoimposta.

27- sua maior conquista. Viver a cada dia.

28- uma palavra. Amor

29- um ídolo Não tenho. Os atos mais fantásticos, os que inspiram, vem das pessoas mais simples.

30- quem você gostaria de ser se não fosse você mesmo? Nem imagino

31- qualidade em uma mulher. Força

32- qualidade em um homem. O ato de esquecer com rapidez as coisas da vida

33- Onde gostaria de estar agora? Num café em Paris

34- Religião é? Minha âncora

35- O que mais aprecia nas pessoas? O afeto sincero

36- Inveja é? deprimente

37- Como gostaria de morrer? Dormindo, aos 150 anos

38- Se você tivesse um único pedido a ser realizado, qual seria?  Que todos descobrissem o verdadeiro significado do amor-próprio.

39- Olfato, tato, audição ou paladar? Paladar

40- Comida que jamais comeria. Qualquer coisa com erva doce

41- Um sonho de consumo. Ter a minha casa na beira da praia

42- Dia ou noite? Dia

43- Balada ou filme? Filme

44- Preconceito é? Medo de confrontar-se, de aceitar o que há diferente em si no outro. Uma coisa bem triste que passamos, em vários momentos.

45- Em qual ocasião você mente? Quando quero poupar as pessoas.

46- Já traiu? Não

47- Já foi traído? Sim

48- Perdão é? Um ato de abnegação, algo que poucos fazem de verdade.

49- Como é um beijo bom? O que te faz viajar. Tão bom quanto sexo.

50- A primeira vez foi…? Curiosa

51- Vale tudo entre quatro paredes? Sim, desde que seja de comum acordo.

52- Dinheiro é tudo? Não

53- sexo ou fazer amor? Sexo

54- Filme preferido. Franquia Star Wars

55- esporte, jogos de tabuleiro ou online? online

56- físico ou digital? físico

57- acessórios eróticos, já usou? sim

58- pior cantada recebida? Você mora no céu? Porque parece um ursinho carinhoso.

59-dar ou receber? ambos

60-você x por você mesmo – intenso, emocional, pentapolar, verdadeiro e romântico

1- Nome. M.S. Fayes ( Martinha Fagundes, Marta de Sousa Lopes Fagundes)

2- Idade. : 40 anos

3- Local de nascimento. : Brasília

4- Estado civil. : Casada

5-Apelido. : Martinha

5- Uma cor: Preto

6- Sucesso é? : Relativo

7- Autor (a) preferido (a). : Nora Roberts

8- Livro da sua vida. : Bíblia

9- Seus Leitores são? Simplesmente fantásticos

10- Gênero que jamais leria? : Só leio romances…

11- Sua maior qualidade? : Sou muito extrovertida e amiga

12- Seu maior defeito? : Sou ciumenta

13- Sua atividade favorita é? : LER!!!

14- Uma frase. : “Seja sempre você mesma”.

15- Viagem dos sonhos. : Londres e Irlanda

16- Felicidade é? : Ter saúde e família

17-Campo ou cidade? Cidade

18- Dom que gostaria de ter? : Parar o tempo.

19- Música preferida : Nenhuma específica, mas amo o ritmo pop internacional.

20- Blogueiros são? Fofos!

21- Um animal. : Cachorro.

22- Uma mania. : Colecionar coisas.

23-Comida preferida. : Leite com toddy.

24- Bebida preferida. : Leite… hahahah… Mas ponha vinho tinto aí.

25- Um sonho.: Morar um tempo em outro país.

26- Um medo. : Morte

27- sua maior conquista. : Meus filhos.

28- uma palavra. Amor

29- um ídolo: Jesus

30- quem você gostaria de ser se não fosse você mesmo? : Putz… Gisele Bundchen. Hahahah…

31- qualidade em uma mulher. : Ser sábia.

32- qualidade em um homem. : Ser romântico.

33- Onde gostaria de estar agora? Numa geleira.

34- Religião é? A base da nossa crença.

35- O que mais aprecia nas pessoas? Fidelidade

36- Inveja é? : Foda.

37- Como gostaria de morrer? : Mano… que raio de pergunta é essa? Hahahah… em paz. Sei lá.

38- Se você tivesse um único pedido a ser realizado, qual seria? : Ser rycaaaaa ( me senti fútil).

39- Olfato, tato, audição ou paladar? Faltou o que eu mais gosto, VISÃO. Mas escolho audição.

40- Comida que jamais comeria. : Scargot

41- Um sonho de consumo. : Ir para uma Ilha paradisíaca

42- Dia ou noite? Noite.

43- Balada ou filme? Filme.

44- Preconceito é? Horrível.

45- Em qual ocasião você mente? Nas muito necessárias.

46- Já traiu? Não.

47- Já foi traído? Que eu saiba, não. Hahahah.

48- Perdão é? Esquecer e passar uma borracha.

49- Como é um beijo bom? Inesquecível. Daqueles que te fazem relembrar mesmo anos depois.

50- A primeira vez foi…? Instrutiva e prazerosa.

51- Vale tudo entre quatro paredes? Depende do que cada um concordar.

52- Dinheiro é tudo? Não. Mas monta uma base bacana de conforto e sossego.

53- sexo ou fazer amor? Fazer amor.

54- Filme preferido. : Quase não assisto. Daí não lembro.

55- esporte, jogos de tabuleiro ou online? Online.

56- físico ou digital? Os dois. Mas leio muito digital pq gosto de ler de noite.

57- acessórios eróticos, já usou? Sim.

58- pior cantada recebida? “Você parece uma rainha egípcia. Me deixe ser seu Faraó.”

59-dar ou receber? Não é dando que se recebe?

60-você  por você mesmo : Eu sou eu. É assim que me descrevo nas redes. Quem me conhece na internet e me conhece ao vivo, se depara com a mesma pessoa. Posso ser um poço de energia acumulada, posso incomodar muita gente, mas quando amo alguém, vou amar até o fim, até essa pessoa querer receber meu carinho.

Jennifer perdeu a mãe muito cedo e teve que lidar com a incômoda presença de diferentes mulheres que se relacionavam com o pai, dentro de sua casa, desde muito nova. Com isso, a falta de carinho por parte dele sempre foi ausente. Mas esse não foi um empecilhopara a garota desenvolver uma personalidade autêntica e arrogante por conta do dinheiro e principalmente pelo poder. A ameaça não demora muito a surgir, e o firmamento de um relacionamento entre o patriarca da família e uma futura esposa causa a saída da loirinhade casa para se aventurar em um ambiente totalmente diferente do seu com a convivência de nada mais, nada menos, que um Cowboy orgulhoso e sarcástico que fará de tudo para tornar a vida da garota um tanto quanto divertida.

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Ao despertar no leito de um hospital, após semanas desaparecida, Janete não poderia imaginar que sua vida mudaria para sempre. Seus dias de estudante universitária no interior do Rio de Janeiro estavam contados. Agora ela era a futura mãe de um ser metade humano, metade extraterrestre, do qual dependia o destino de toda uma espécie em franco declínio. E para piorar, eles queriam levar a criança para longe dela, muito longe. Será que Janete conseguirá lutar contra as forças alienígenas que invadiram seu presente, fizeram parte de seu passado e querem alterar seu futuro?

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Simas Sigmund está prestes a lançar o seu primeiro livro: O Meu Demônio. Incentivado por sua esposa, Margaret, ele acabou se convencendo a retomar o antigo sonho de juventude.
Mas ser autor de um livro repleto de invocações demoníacas lhe causa um desconforto inexplicável e um arrepio agourento a cada vez que precisa encarar a própria obra.
Não bastasse o nervosismo da estreia, Simas sofre com pesadelos onde o seu demônio o chantageia e ameaça as pessoas que ele ama. Tudo parece não passar de uma mera peça pregada por sua mente doentia, até que os pesadelos se tornam reais.
O demônio precisa de uma vida plena, e somente a pena que o adormeceu para sempre nas últimas páginas do romance poderá trazê-lo de volta.
Para adquirir este livro acesse: Site da Editora Fonzie (livro impresso) e Amazon (ebook)

  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou mineiríssima, da cidade de Governador Valadares. Sou esposa e mãe de quatro filhos lindos. Desde os tempos de colégio, mostrava uma grande paixão por poesias e leituras românticas, aquelas de banca mesmo, tipo Julia, Sabrina e etc. rsrsrs. Nunca guardei nada do que eu rabiscava naquela época. Sou apaixonada por leitura, e descobri na escrita uma nova forma de ser feliz. Me envolvo intensamente com cada personagem meu.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Eu sempre fui vendedora, a alguns anos me tornei técnica em informática e desde então é o que faço. Escrever é um prazer do qual eu disfruto nas minhas horas vagas rsrsrs.

Minha inspiração vem de qualquer coisa que me cerca. Até uma cena que vejo na rua torna-se ideia para uma nova história rsrsrs

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Poder me desligar do mundo real e viajar para um lugar diferente, viver uma vida diferente a cada história. Como eu já disse antes, me envolvo muito com meus personagens.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (Envie-nos uma foto)

Na verdade, não, escrevo em qualquer lugar. Pode ser em meio a uma multidão, se a ideia surge, eu rabisco para não se perder e depois desenvolvo. Procuro fazer isso sempre durante a noite quando a casa está em completo silêncio.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Escrevo romance com uma pegada hot, tenho alguns poemas escritos.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu (s) livro (s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

O primeiro “Uma paixão sem limites”, é uma história bem intensa. Com uma passagem de tempo de seis anos, ela nos conta a trajetória de uma adolescente que se entrega a uma paixão que é marcada por tragédias e desencontros. Sua luta não é fácil, e o leitor vai encontrar uma surpresa a capítulo.

A segunda foi escrita a pedido de um casal de amigos. É uma história da vida real, portanto, há verdade em cada palavra contida lá rsrs. Um amor que não conhecia regras nem se preocupava com as consequências em quebrá-las. A trajetória de Pedro e Isa nos revela nos revela fatos de pedofilia que até então eram desconhecidos por muitos. Claro que em momento algum esse fato foi romantizado, na verdade eles são bem superficiais. É uma linda história de amor!

O terceiro é o meu xodó, minha paixão rsrsrs um devasso que vive perturbando o meu sono rsrsr ele é “ Um devasso nos meus sonhos”, e está sendo postado no aplicativo do wattpad.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

O google é meu pastor e nada me faltará rsrsrs pesquiso muito sobre o assunto principal da obra e deixo fluir. As vezes pergunto a conhecidos, tiro dúvidas e tal sobre um determinado assunto. No caso de “ Uma paixão sem limites”, pedi ajuda a uma prima que é médica.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Inspirar não, mas quando sinto que minha mente está cansada para criar, leio os livros de outros autores para me desligar e me distrair.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Só tenho o primeiro publicado no formato físico, confesso que como todo autor eu sonho com a logo de uma editora grande em minhas capas rsrsrs mas no Brasil esse é um sonho muito caro. Enfrento uma das maiores dificuldades para publicar, dinheiro para pagar o valor exorbitante que as editoras cobram.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Temos que admitir, este cenário vem crescendo mais a cada dia. Mas os livros de fora ainda são prioridade. Falta apoio e incentivo para o nacional, principalmente aos novos autores. É preciso suar a camisa na maratona da divulgação para conseguirmos vender um número maior de livros. As editoras brasileiras não valorizam o trabalho do autor, metem a mão e dificultam muito a chegada desses livros no mercado.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Acho que qualquer pessoa pode denominar-se autor, mas escritor, aquele que tem o dom de escrever e é bom no que faz, não é qualquer um. Tem autor que é mega ” famosinho”, lança livro e é totalmente sem noção. Mas também tem muita gente boa por aí que ninguém nunca ouviu falar. Simplesmente porque não fica fazendo um post por hora nas redes sociais. Conheço autoras talentosíssimas que preferem não se jogar nesse reconhecimento forçado, e conheço outras que não deixam escolhas ás pessoas. É relativo. Esse boom é consequência das facilidades de aplicativos como o wattpad, onde qualquer pessoa pode ser autor ou autora.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Um absurdo, até porque se o preço fosse mais acessível, automaticamente a leitura também seria a um maior número de pessoas. Mas estamos no Brasil, e essa é nossa realidade em todos os sentidos.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

“Enzo” da autora Lilian Freitas. É uma história maravilhosa!

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (Nome da musica + cantor)

Para cada história um tipo de música, mas o que ouço e me ajuda a ficar inspirada é “Gun´s in rose”. Todas deles.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Não, leio muito. Difícil escolher. Meu queridinho é a trilogia 50 tons, mas dos meus é “De corpo, alma & coração”. Amo essa história.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Tenho projetos de escrever mais dois livros da série devassos, inicialmente. Um romance indígena e um faroeste rsrsrs, mas são só ideias que estão bem guardadas para o futuro.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Acho que toda crítica é válida, deve-se absorver o melhor de cada uma e ignorar o resto.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Nossa, difícil escolher uma pessoa. Mas gostaria de ver meu marido lendo uma de minhas obras por completo rsrsrs OBS: Ele não gosta de ler.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Passar em frente a uma grande livraria e ver seu livro na vitrine em destaque, entre os mais vendidos!

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Aos leitores minha eterna gratidão, sem vocês nada faz sentido. Aos novos autores, acreditem na capacidade de vocês e nunca desistam diante de um obstáculo. Se não puder vencê-lo, contorne-o, mas siga sempre em frente. Acima de tudo, escrevam primeiramente para vocês e sempre com o coração.

Divulgue seu livro em nosso site!!

 1. Fale-nos um pouco de você.
Gosto de deixar essa mensagem quando perguntam quem eu sou, pois vamos falar a verdade, é uma pergunta bem difícil de se responder: “Ignoro o jeito que sou, minhas palavras são meros contos, histórias supérfluas que humanos jamais entenderiam. Para eles o mundo nunca acaba, nunca está a beira da destruição, isso serve somente para o entretenimento deles… Ah! Se eu fosse como eles, como meus dias seriam felizes. Mas para eles acreditarem que o mundo jamais pode acabar precisa existir alguém que faça com que ele não acabe. E esse alguém não sou eu… eu sou somente o mequiatã que narra o que esses “alguéns” fazem, para que “nós” tenhamos um futuro.

Eu sou as estrelas!”

2. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?
Bom, além de escritor, sou contador, professor, secretário e estudante, tenho uma vida meio acelerada, mas isso nunca me impediu de escrever (e nunca irá impedir). A inspiração não é algo normal, na verdade essa história realmente vem acontecendo em Ântares, eu, apenas escrevo o que acontece por lá. Então, inspiração, talvez, tem sido uma maneira de avisar a todos sem que eu seja pego. Claro, tenho o controle sobre isso, então, às vezes dou uma ajuda no pessoal. ;)

3. Qual a melhor coisa em escrever?
Primeiramente é ouvir o feedback dos leitores e a ansiedade em saberem da continuação. Em segundo lugar é o poder que a escrita exerce no escritor, uma vez que não sou eu quem domina os personagens, são eles que traçam seus próprios destinos, eu… apenas escrevo.

4. Você tem um cantinho especial para escrever? (Envie-nos uma foto)
Eu, particularmente, não tenho um lugar definido para escrever, tenho meu caderninho de escrita, onde posso escrever em qualquer lugar, quando as coisas acontecem. Porém, onde eu mais escrevo é (obviamente) no meu quarto.

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5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?
Meu gênero literário é fantasia, amo esse gênero, e adoro escrever dessa forma. Descendentes é a obra mais fantástica que escrevi, contudo, dou minhas escapadas pelo romance e terror, tenho um conto de terror que está sendo publicado pela Editora Selo Jovem, e estou num momento de inspiração para um romance, que, claro, tem suas pitadas de fantasia (risos).

6. Fale-nos um pouco sobre seu (s) livro (s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?
Descendentes (não é o Descendentes da Disney) passou por vários títulos antes de se tornar o nosso Descendentes. Falando um pouco sobre ele… Narro a história que procede uma grande guerra e antecede uma guerra maior ainda, mas tudo começa acelerado, começa com Kaya, a última de sua espécie, no seu trabalho de ladra, roubando algo antigo e valioso, o que não termina muito bem causando um acidente que quase tira sua vida, mas tira completamente suas memórias. O que acontece depois é sua vida na dimensão terrestre (onde é mais seguro), mas por ela ser ‘rara’, ela é perseguida e acaba voltando para Ântares, dessa forma ela tem que entender tudo o que já viveu uma vez, sobreviver àquele lugar horrível, descobrir que sua vida se destina à uma profecia, e, não morrer por causa disso. E tudo isso antecede uma guerra, numa dimensão fantástica, com poderes elementais, com paisagens incríveis e… Espera, Kaya tem poderes também, ela é uma Descendente… A última mequiatã da Luz!

7. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro? 15645613_1169767883119188_1063727904_n
Como foi proibido livros e a biblioteca do castelo foi totalmente (ou quase) incendiada, não sobraram muita coisa para pesquisar por lá. Mas ainda tenho minhas memórias, por mais que eu esteja na Terra, ainda lembro bem de Ântares, e sempre tenho informantes por lá, precisamos recrutar todos os mequiatãs possíveis, inclusive os que vivem na Terra.

8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?
Aqui na Terra conheci um escritor que me chamou a atenção, ele se chama Pittacus Lore, seu método de narrar os acontecimentos de seu mundo são incríveis e reais, assim como em Ântares. Mas não é o único, Eduardo Spohr e seu universo de anjos, Camila Deus Dará e seus dragões, A. Wood e seus vampiros, fadas e zumbis. Todos contribuíram em Ântares, instigando a coragem em mim para narrar a guerra.

9. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?
Creio que todo escritor já passou por isso, já fui recusado no mercado literário, mas isso apenas me incentivou, e, sempre agradeci por esses nãos, se não fosse eles jamais teria conhecido a Selo Jovem que hoje, são minha segunda família.

10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?
Percebo que hoje a literatura nacional vem tomando espaço, os leitores estão percebendo que o nosso país tem tanta cultura quanto os outros, temos nossas próprias histórias, nossas próprias aventuras e isso está aqui, pertinho de cada leitor. Acho muito lindo quando eles passam por lugares que estavam escritos nos livros e se sentem dentro do universo que leram. Sei que é por isso que deram uma chance de ler os nacionais, sei que depois que leram um perceberam que o Brasil tem potencial no mercado literário e isso tem a tendência de crescer com o futuro.

11. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?
Melhor Boom que se poderia ter, como disse, o Brasil tem muito potencial literário, são autores que conheço, que estão aqui, do meu lado, moram na minha cidade e isso é fantástico, pois é algo daqui, lugares daqui, monstros daqui, que todos conhecem (ou deveriam conhecer). Em questão de classificação de bom ou ruim, na minha opinião é uma coisa particular de cada um, pois cada um tem um gosto literário, um jeito de narrar ou um autor preferido, então, bom ou ruim é algo individual, que não pode ser classificado de maneira abrangente.

12. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?
Preços elevados sobre livros nacionais eu raramente vejo, sempre compro pelo site da editora (onde é mais barato) e sempre fico feliz com os preços que elas oferecem por lá. Acho que a questão é apenas onde procurar. Na Selo Jovem, por exemplo, a faixa de preço não ultrapassa R$30,00 ou R$35,00 reais, e começa a partir dos R$20,00. OBS: já tenho quase todos os livros da Selo Jovem depois que voltei da Bienal do Rio.

13. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?
Pergunta complexa, acho que se o autor não tivesse escrito aquele livro, ninguém poderia ter tido essa ideia, pelo fato de que: escrever um livro é algo muito particular de cada autor. Então, se tornaria meio difícil ter tido a ideia, por exemplo, de escrever Harry Potter, se a J.K Rowling não houvesse escrito eles. Acho que confundi mais ainda, mas é esse meu ponto (risos).

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14. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da música + cantor)
Adorei a pergunta, Luz e Sombra de Scalene, vou confessar uma coisa, depois que escrevi o livro todo e mandei para a editora Selo Jovem, eu ouvi essa música e ela encaixa perfeitamente com o que foi escrito, é algo surreal que aconteceu nessa trajetória. Mas também outra música que pode encaixar, e que eu adoro, é Demons de Imagine Dragons.

15. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?
Cada livro que eu leio eu me apaixono, quando se lê, você vive naquele mundo e faz parte de tudo o que existe lá. Então, todos os livros que li são “os livros da minha vida”.

16. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?
Sempre, os acontecimentos de Ântares ainda estão acontecendo, tenho a missão de recrutar mais e mais mequiatãs e quem sabe alguns Descendentes para lutar do nosso lado nessa guerra. Entretanto, a profissão de escritor me cativou e, além do registro da guerra que está por vir, estou escrevendo um romance em particular, se chamará AbraCadabra está disponível no Wattpad e conta a história de um romance LGBT do qual é atormentado por misteriosas sombras, pelo medo do fracasso e por um governo corrupto. A questão é, o que um ilusionista tem a ver contudo isso? E por que um jovem intelectual não demonstra o quanto gosta desse ilusionista logo?

Sinopse: “O que há por trás da vida de um ilusionista?

            Renné é famoso, encantador e bem de vida. Suas apresentações arrancam suspiros e inundam a vida das pessoas de magia, seus shows atraem todos da região… ele esconde segredos… sua vida é uma ilusão…

            Aos desencontros com seu antigo inimigo de palco, Renné acaba por entrar em uma conspiração que envolve o governo e drásticas consequências para o país, tudo isso para que seu segredo esteja a salvo da realidade.

            Vale o esforço para esconder algo que destruiria seu coração e acabaria com sua carreira?”

Esses são meus projetos em andamento para 2017.

17. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?
EU ADORO FEEDBACKS <3 Sempre estou acompanhando resenhas, comentários, e todas as críticas feitas pelos leitores. Eu sempre digo: “São com as críticas que movem um escritor”.

18. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?
Adoraria que Eduardo Spohr lesse meus livros, mas não é o único, então, se torna difícil escolher, Renata Ventura, Rick Riordan, J.K. Rowling… são tantos que tenho que organizar em ordem alfabética.

19. Qual a maior alegria para um escritor?
Como todos sabem, a maior alegria em um escritor é matar um personagem (risos de novo). Brincadeira, acredito que seja a consciência em controlar um mundo, isso faz o autor se sentir poderoso. Mas tenho plena certeza, que a maior alegria de um escritor é encontrar com um leitor e ver seus olhos brilhando, ouvir suas perguntas sobre os personagens e se segurar para não contar spoilers do livro. Aqueles olhos me fazem sorris instantaneamente.

20. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.
Para quem está começando digo as seguintes palavras: Use os nãos como degraus, são o material mais forte para se fazer de base. Use o céu como inspiração, a infinidade dele te dará forças. Você não estará sozinho em momento algum, há uma legião do seu lado. E, o mais importante, escreva, escreva não para agradar a si, escreva não para alguém… Escreva pela história, pelo amor em escrever. Apenas escreva.

E para os leitores deixo algo especial: Descendentes não é apenas uma fantasia ou algo irreal, é um livro que traz acontecimentos que realmente aconteceram e estão acontecendo, é o princípio de uma guerra enorme que está por vir, é um manual de sobrevivência para o futuro… É o fim! Só deixo um recado antes de lerem o livro: Escolha sua arma, descubra seu elemento e jamais… JAMAIS deixe as Néias te alcançarem.

  1. Fale-nos um pouco de você.

Meu nome é Geovani Silva, tenho 39 anos, sou casado e tenho uma filha.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Durante boa parte da minha vida me dediquei às artes plásticas e ao desenho artístico. Desde bem cedo fui um leitor voraz, tanto de quadrinhos, quanto de livros. Acho que daí veio o desejo de me expressar através da escrita.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Criar um mundo imaginário e dar vida a personagens e ver como as coisas vão se complicando cada vez mais.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Não especificamente, mas desde que tenha silencio e seja agradável…

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Escrevo desde romance, distopia e suspense. Além de contos e crônicas. Já tentei a poesia, mas não nasci com esse dom.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Segunda Chance é um suspense onde um pai luta para salvar o filho de sequestradores enquanto tenta consertar seus erros do passado.

Com relação a títulos e personagens, estes vão surgindo à medida que vou criando a historia.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Faço principalmente a pesquisa sobre o cenário e tudo quilo que vai fazer a historia se mover.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Sim e não.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Ainda não. Segunda Chance teve a aprovação de três editoras.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Tem muita gente escrevendo e lançando livros e mais gente lendo. Isso é bom.IMG-20170710-WA0019

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Acho que por causa desse boom alguns autores muito bons acabam  sendo pouco vistos ou mal vistos.  Infelizmente tem muitas pessoas julgando o autor nacional por causa de alguns livros que estão sendo lançados desesperadamente.  O fato de ter muitos seguidores nas redes sociais não faz um bom livro.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Em um país onde de fato o ato de ler não é ensinado de forma adequada nas escolas nem estimulado na mídia, os preços elevados só fazem as pessoas a se afastarem ainda mais da literatura. E quando você fala de livro é como estivesse usando uma linguagem desconhecida.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

É verdade que há livros que jamais haverá melhores, ou de igual para igual. Há quem diga que não fala isso, de que queria ter tido aquela ideia, mas com certeza sente. Mas, no meu caso existem alguns.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Hey you, Pink Floyd.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Não se resume em apenas um único livro, mas há vários livros que de alguma forma mudou a nossa maneira de ver as coisas ou de pensar.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Sim, claro. Estou trabalhando em uma trilogia e um romance policial. Em relação à trilogia, Já estou escrevendo o segundo livro. Mas enfim continuar escrevendo e publicando para alcançar o maior numero de leitores possíveis.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Sim. Ótimo, porem algumas criticas estão mais para destrutivas que construtivas. Este tipo de critica não serve para ninguém, a não ser para inflar o próprio ego de quem as escreve e publica.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Stephen King.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Ter um retorno de seu trabalho. Quando digo, retorno, falo tanto espiritual quanto de ordem material. Além do mais, escrever é um trabalho e merece ser devidamente recompensado.  Também é bom ter pessoas falando dele. Melhor ainda se forem coisas positivas.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Que não desistam de seus sonhos. Leiam muito e de tudo que puderem. E escrevam todos os dias!

1. Fale-nos um pouco de você.

Resp: Sou paulista, nasci em 03/10/1960 e aos dez anos me mudei definitivo para o Rio de Janeiro, onde moro até hoje. Então, sou carioca de coração. Sou formada em Enfermagem e exerci minha profissão até pouco tempo atrás, mas a minha vida é escrever, o que faço desde os meus dez anos. Tenho três livros publicados partindo para o quarto, e alguns no Clube dos Autores, Amazon e Wattpad.

2. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Resp: Como havia dito, sou Enfermeira. Não sei lhe dizer isto, pois desde que me entendo por gente, já contava histórias aos meus amigos e brinquedos. Mais tarde, já alfabetizada, fazia cineminha com meus amigos de foguetos, com histórias mirabolantes e cobrava sempre um doce (rsrsrsrsrsrs). A minha primeira vez com a escrita foi no colégio, uma poesia sobre o dia da bandeira. Tinha oito anos. Mas somente aos dez, comecei a escrever uma história, acrescentando, a um filme que havia visto, algumas ideias só minhas. A partir deste momento, não parei mais de escrever.

3. Qual a melhor coisa em escrever?

Resp: Liberdade, emoção e milhões de outros sentimentos.

4. Você tem um cantinho especial para escrever? 

Resp: Sim, um canto em meu quarto. Meu santuário!

cantinho
5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Resp: Sempre escrevi ficção/fantasia. Em 2011 iniciei o meu primeiro romance/drama. E agora, 2017, estou partindo, para incluir no meu mundo imaginário, contos (fantasia e terror – por enquanto) e poemas (voltando às origens).

6. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Resp: Em relação à fantasia, tenho vários. Alguns publicados e outros, ainda, engavetado. No total são sete livros publicados em editoras, Clube dos Autores, Amazon e Wattpad.
São eles:
– A luz e a Escuridão (Clube dos Autores, Amazon e Wattpad); Rino, o guerreiro alado (Amazon e Editora Biblioteca 24×7); Um Mistério na Serra do Mar (Amazon e Clube dos Autores); Lolita (conto no Amazon); Uma Lágrima pela vida (Amazon e Clube dos Autores) e O Cavaleiro das Sombras (Clube dos Autores). Em 2011 comecei a escrever um romance dramático, A Saga de um Pintor. São quatro volumes, e o primeiro publicado em 2016 pela Drago Editorial. O nome do livro é Inocência Perdida e o segundo volume, Doce Ilusão, já está em processo de publicação para a Bienal do Rio (2017). Também estou participando de uma Antologia de Contos de Terror
–  “Quem tem medo do lobo mau?
–  Todo mal que existe no mundo (Lendas Urbanas)”, e uma Antologia de poesias
–  “Acolha o Pólen da Vida 1”. Quanto à inspiração para os Titulo dos livros, ela vem em meio ao próprio livro. Surgi do nada ou de uma palavra que se encaixa no contexto. E os nomes dos personagens, relacionados a livros de fantasia, são inventados na hora. Quanto ao meu romance, tirei os nomes de listas da internet, incluindo os nomes de família. São todos fictícios.

7. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Resp: Em fantasia, quase nenhuma. Quando a história se situa na Terra, registro lugares e nomes e fatos. Mas quando o livro é totalmente fictício, tudo é inventado, como no caso de Rino, o guerreiro alado que se passar em outra galáxia e outros planetas. Em relação ao romance, já é outro esquema: mesmo sendo de ficção, procuro saber tudo do que vou usar na história, pois preciso dar alguma realidade aos fatos. A internet é um grande aliado do escritor.

8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Resp: Não, minhas histórias são diferentes do que tenho lido e apreciado.

9. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Resp: O problema maior que já passei em publicar um livro é o preço exorbitante que eles
dão no orçamento. Meus livros, aqueles que mandei para a avaliação, sempre receberam respostas afirmativas. Infelizmente, fora do meu orçamento.

10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Resp: Bem, sou uma pessoa antiga nesta luta. Se for pensar no passado, hoje está muito melhor com a internet, com os sites de publicação e variedades de editoras que estão surgindo a cada instante, é só ter cuidado e pesquisar bem. E as editoras maiores que são o sonho de qualquer escritor, ainda demoram nas respostas, quando respondem. Tenho visto muitos escritores publicarem por conta própria, sem se vincular a qualquer editora e se saírem muito bem. No entanto, o ponto crucial é ainda o leitor. Eles se focam em livros estrangeiros e poucos dão oportunidade aos nacionais, mas se for pensar no passado, até isto esta melhorando. Um dia vamos chegar ao ponto de que não haverá diferença entre livros nacionais e estrangeiros.

11. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Resp: Vi muitos iniciantes se saindo muito bem, tendo um bom livro no mercado. Li vários livros nacionais que são ótimos, bem escritos e as ideias são fenomenais. Infelizmente, nem todos foram feitos para desenvolver uma trama, uma ação e, portanto, não tem uma boa aceitação do publico, principalmente, se o livro não está bem desenvolvido, cheios de erros. É importante uma boa revisão, um crítico e um leitor que não vá esconder o que realmente acha do livro. Necessário se faça uma boa pesquisa e desenvolva a temática com certeza do que realmente quer escrever. Principalmente, quando é não ficção, o escritor tem que vasculhar tudo, até mesmo os costumes de cada povo que se envolve na trama. Não é fácil ser escritor.

12. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Resp: Caros! Infelizmente, é a realidade no Brasil, principalmente, com a crise que está a todo vapor. O papel é caro, a impressão é o olho da cara, um capista deve ser pago, uma revisão e a diagramação não são de graça. No final, o livro tende a ter um preço que o leitor não consegue pagar. E isso que falo não está vinculado apenas às editoras, até mesmo aquele que faz a sua própria publicação tem no final o mesmo problema. Fora o marketing…

13. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Resp: Já li muito, mas o livro que me marcou e até me imaginei escrevendo algo parecido, foi “O Médico de Homens e de Almas”, de Taylor Caldwell.

14. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Resp: Não tenho ideia…

15. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Resp: “Meu Pé de Laranja Lima” Nem preciso comentar… Fantástico!

16. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Resp: Sim, estou terminando um livro de fantasia, cujo tema é referente a uma guerra entre os mundos e dimensões, e está guerra chega finalmente a Terra. Tem vários personagens, entre humanos e alienígenas. Seu nome é “Guerra entre Mundos”.

17. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Resp: Acompanho e acho muito importante, não só para os escritores como para os leitores. As criticas são necessárias para que possamos ver a evolução de nossa escrita. Adoro criticas ou comentários, inclusive os negativos, pois através deles descobrimos as nossas falhas, lapsos. Só não aceito criticas destrutivas que levam abaixo o escritor.

18. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Resp: Seria um escritor – Pedro Bandeira.

19. Qual a maior alegria para um escritor?

Resp: Ser lido, pois é a parte mais importante e esperada de um escritor.

20. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Resp: Para o leitor – O que eu posso dizer aos meus leitores é que eles são a força que faz com que o escritor cresça, se inspire e transforme seus sonhos em realidade. São muito importantes, na verdade, cruciais a nossa criação. Sem vocês para nos levar avante, não haveria tantos livros no mundo. Digo também que não fiquem apenas com livros estrangeiros, mas leiam os nacionais, principalmente, àqueles que estão começando agora. Dê-lhes a oportunidade de se fazerem conhecer. Existem livros nacionais de alto valor… Aos Escritores – Perseverem e não desistam diante de tantos obstáculos. Lembrem-se que escrevermos antes de tudo, para nós mesmos.

No dia 09 de setembro de 2017 ocorreu o II Festival de Poesia de Lisboa no Centro Cultural de Belém, em Portugal, por iniciativa da Helvetia Edições e conforme previa o regulamento o 1º lugar foi agraciado com a publicação de um livro-solo de poesias. A autora JackMichel foi a grande vencedora do II Festival de Poesia de Lisboa com o poema “Alma Simbolista” que consta na antologia internacional A vida em poesia II lançada neste evento e agora lança Sixties, um livro de poesias escrito à moda 60.

Capa livro Sixties

  Livro: Sixties

Autora: JackMichel
Editora: Helvetia Edições
Ano: 2017
Páginas: 95
ISBN: 978-85-698529-32-2

Release livro “Sixties”

 Não é necessário ir muito longe ou perscrutar a fundo os andurriais das opiniões expendidas pelo sentido particular das pessoas em maioria, para descobrir o que foram os 60’s; pois rigoristas insossos, enleados na dissimetria de suas mais sutis inclinações, são peremptórios e taxativos em repetir o axiomático refrão: sexo, drogas e rock’roll. Mas a geração Baby Boomer que viveu esta época que revolucionou o século XX com sua moda, jargão, estereótipos e cores acusa muito mais que isso: festivais de música, protestos vigentes pelas guerras da ordem geral, ideário do psicodelismo saído pela boca sem preconceito da liberdade e, sobretudo a ruptura no modo de pensar com o advento do Flower Power ligado a culturaunderground e a ideologia hippie da não violência, haja vista criar um mundo para a juventude onde o lema maior era “paz e amor”. Neste contexto, Sixties traz 65 poemas como 7438 O Copo De Leite De Bruce Brown, FlakerBakerWaterlooSábado Interestelar Sorvete De MorangoAbraços Bolha De Sabão, Disque Sam Maconha Blá-Blá-Blá, Quem É Jack Ship?, Na Rua Da Calça Jeans, Seja Como Os Mágicos Olhos Da Papoula!A Tarde É AzulEcos Da Swinging London, cujos tem por meta retratar os bastidores destes anos deitando-os num divã de terapia para tratar suas anomalias patogênicas e íntimas, pois para compreender a psicologia de algo não basta ouvir suas palavras, é preciso entender seu pensamento.

 okok

1. Fale-nos um pouco de você.
R. Eu sou o Manoel, sob o pseudônimo de Maleno Maia em alguns trabalhos. Autor de três livros publicados, formado em Química, mas amante das letras. Tenho interesse por todo tipo de leitura, desde ficção, infanto-juvenis a livros científicos.

2. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?
R. Em se tratando de trabalho artístico, mais escrevo, e de vez em quando pego o meu violão, que sempre está acessível, já que a música é uma das minhas paixões também. Até já compus uma canção com um amigo meu que era músico.

3. Qual a melhor coisa em escrever?
R. O sentimento da escrita é vasto. Além de procurar conhecimento, agregá-lo e transferi-lo aos meus trabalhos, de uma forma ou de outra coloco no papel os meus pensamentos e opiniões em diversos assuntos. É aflorar aquilo de que tenho vontade e gana em explorar.

4. Você tem um cantinho especial para escrever? 
R. Na verdade não tenho um cantinho especial, vou me encaixando em diversos lugares, como na sala, no quarto, na biblioteca da universidade onde trabalho e na varanda de minha casa.

5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?
R. O meu gênero preferido é Romance de Ficção, mas digo o Romance como estilo literário e não como uma história romântica, de amor; pois as pessoas confundem as duas coisas. Misturo sempre ficção com realidade, por isso os meus trabalhos geralmente tem um estudo de pesquisa bem elaborado. Até então ainda não pensei em me enveredar em outros gêneros, mas estou aberto a todas as possibilidades.

6. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?
R. Ás vezes escolher um título é uma das partes mais difíceis. Geralmente eu tenho um título pronto de acordo com o tema que desejo abordar, mas após escrito, percebo que um outro nome se adequaria melhor. Já os nomes dos personagens, dificilmente eu me inspiro em pessoas reais. E eu não costumo repetir nomes mesmo em livros diferentes.

7. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?
R. Os cenários das histórias, na maior parte das vezes, quando os descrevo, em sua maioria são em lugares pelos quais passei. Já quando se trata de livro de época, eu busco pesquisa em filmes e em artigos que abordam os costumes das épocas retratadas.

8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?
R. Muitos dos autores brasileiros clássicos me servem como inspiração. Ainda espero um dia alcançar o esplendor desses belos artistas.

9. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?
R. Até então os livros que eu coloquei para apreciação às editoras tiveram boa aceitação. Mas vou aos poucos. Eu levo em média uns dois anos por livro para elaboração e consequentemente a publicação.

10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?
R. Hoje eu acredito que seja mais fácil publicar livros do que antes. Percebo uma vasta lista de editoras que se propõem a publicar mais autores brasileiros, algumas delas são voltadas exclusivamente ao nacional.

11. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?
R. Eu acredito que há espaço para todos, independentemente da forma de escrita do autor. Esse boom é como uma faca de dois gumes; da mesma forma que apresenta autores inovadores e de repercussão, com destaque tanto aqui quanto lá fora, permite-nos também analisar tudo que está sendo lançado ao nosso redor, cabendo a nós um maior poder de escolha e de opinião.

12. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?
R. Esse é um problema sempre vigorante no país. Com as baixas tiragens de exemplares é normal que o custo final de capa saia mais alto. Os livros aqui parecem serem encarados como artigos de luxo ao invés de um item essencial para a cultura dos brasileiros. Há a falta de investimentos por conta do publico leitor ser muito seleto, conseqüência de uma educação básica pouco preocupada ao incentivo da leitura.

13. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?
R. Acho que ainda não fui apresentado a esse livro. Rsrs.

14. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)
R. Para o meu livro “Os Malogrados”, por se tratar de um romance histórico ambientado na Europa do século XVIII, eu atribuiria músicas clássicas medievais, daquelas usadas em filmes, e canções celtas conduzidas por instrumentos de sopro como a flauta.

15. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?
Eu já li vários livros que de alguma forma mudou o meu modo de pensar e até me influenciou na escrita. Posso citar a saga O Tempo e o Vento de Érico Veríssimo e O Retrato de Dorian Grey. Mas talvez não sejam os livros da minha vida. Creio que ainda não fui apresentado a ele.

16. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?
R. Sou um autor ávido por escrever. E gosto de trabalhar com temas diferentes a cada livro publicado. Posso adiantar que venho buscando idéias para um livro de fantasia ou ficção científica.

17. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?
R. Sim eu acompanho sempre e comento como um bom leitor que também sou. Acho importante essa interação entre os blogueiros e se acaso o seu livro for lido e apreciado, ele acaba entrando em evidência, sendo discutido.

18. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?
R. Certamente algum escritor famoso ou docentes com que tive aula em minha graduação.

19. Qual a maior alegria para um escritor?
R. Ter o seu livro publicado. Essa etapa final representa um legado deixado, uma referência sua, um registro do autor.

20. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.
R. Aos leitores, continuem lendo muito, para ainda continuarmos com o índice de leitura no Brasil, que sabemos que não é alto.
Aos que estão iniciando, dedique-se com afinco no seu trabalho e procure saber o que busca, o que almeja, e encontre o seu estilo.

 1. Fale-nos um pouco de você.

Eu sou Telma Brites, tenho 54 anos e moro fora do Brasil desde os meus 26 anos.

Agora moro na Alemanha desde de 2001 e antes morava na França. Sou casada com um Alemão e tenho três filhos .

Desde adolescente sonhei escrever um livro e só 38 anos depois tive coragem de realizá-lo.

Gosto de ler, escrever, ir ao cinema, rir e vivo sempre correndo em busca da realizações dos meus sonhos  do meu bem estar e da minha felicidade. Faço esporte, como saudável, muito legumes e frutas e raramente carne. Não digo que sou vegetariana pois não gosto de slogans e ouço o meu corpo. Se um dia sinto vontade de comer carne, como. Certamente meu corpo estava precisando.

Gosto de praia, mar e sol. Sinto muita falta desses três elementos na Alemanha. Mas a vida é feito de escolhas e adaptações,logo…

2. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou professora de português em uma escola particular de línguas. Faço teatro, figuração e pequenos papéis para a televisão alemã e sou modelo fotográfico.

3. Qual a melhor coisa em escrever?

Escrever é magnifico. É a extravasar por palavras a linguagem do coração.

4. Você tem um cantinho especial para escrever?

Adoro escrever nos cafés, onde tem barulho de música com o sussurrar das pessoas. Um lugar que soa vida. Starbucks é um dos meus preferidos pelo tipo de música, jazz, bossa nova.

 5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?
Adoro fantasia. Ultrapassar o nível da realidade, mas conservando o lado real. Só nas minhas poesias.

6. Fale-nos um pouco sobre seu (s) livro (s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?
Gaia a roda da vida é um pouco de mim em todos os personagens. Essa jovem milionária( não sou eu) super protegida que perdeu seus pais cedo demais, vai procurar se adaptar em uma nova família de parentes que só conhecera na infância. Esse processo é doloroso mas rico de experiências e vivências no plano real e no plano invisível aos olhos humanos. A recusa de aceitar seu papel como personagem principal de uma profecia a acompanha até o fim do livro, onde ela deve tomar uma decisão que poderá ser fatal para a sua sobrevivência. O livro é uma trilogia. O primeiro é a porta que se abre, o segundo é o corredor  a seguir e o terceiro é o ponto a se chegar. A história se formou na minha cabeça, no último dia de viagem de férias pela Grécia. Me despedindo da natureza sobe um monte que dava para o mar, olhei a montanha rochosa ao lado e ela era a forma de uma pessoa deitada. Dai veio a ideia o gigante adormecido, parte integrante do livro e cenário no segundo.

7. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?
Quando tenho uma dúvida sobre um tema ou uma teoria, vou nos livros ou na internet. Ou converso com amigos.

8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Acho Harry Potter um prato cheio de imaginação e ligação entre os fios, mas gosto muito de Ártemis fohl. Adoro o estilo de Gordan, com a série que começa com o Físico, e de Zafón com a que inicia A sombra do vento. E me inspirei muito em um autor francês Musso.

 9. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?
Meu livro foi inicialmente uma publicação independente, não tive paciência para tentar uma editora. Seis meses depois de ser lançado fui chamada para fazer parte da editora Ascension. Que está lançando-o na bienal do Rio de Janeiro.

10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Estou completamente por fora.

11. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Estou um pouco distante da realidade brasileira.

12. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?
Acho um pena. Se ver que motivar a leitura e o campo literário não é a prioridade no país. Os livros na Europa, França e Alemanha são bem acessíveis a população. 

13. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Não tenho um preciso.

14. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da música + cantor)
Difícil, mas penso que algo do tipo clássico. Beethoven tem algumas partituras muito interessante, forte e com suspense. Ou por ex. Two steps from hell de Heart of courage

15. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?
Adoro a sombra do vento de Safón

16. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Claro, a tradução do meu livro em alemão que ja está em andamento. E continuar a escritura de vol. 2 de Gaia

17. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Muito recentemente. Acho interessante pois eles representam o público. Algumas são válidas outras nao.

18. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Meu professor português de um curso de escritura live Prof Luis Carmelo

19. Qual a maior alegria para um escritor?

Chegar o momento que não sente mais necessidade de escrever mais linhas e sim a palavra FIM. Foi o momento mais feliz do processo.

20. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Gaia é uma leitura fácil, cativante e emocionante, é humana e viva. Por isso convido vocês a fazer essa viagem entre o tempo passado, presente e dimensional da personagem. E se voce tem um sonho de um dia escrever um livro, pare de adiar. Adiar é só o medo de realizar. Então vai em frente não deixe para amanhã o que pode começar AGORA.

1. Fale-nos um pouco de você.

Resp: Sou paulista, nasci em 03/10/1960 e aos dez anos me mudei definitivo para o Rio de Janeiro, onde moro até hoje. Então, sou carioca de coração. Sou formada em Enfermagem e exerci minha profissão até pouco tempo atrás, mas a minha vida é escrever, o que faço desde os meus dez anos. Tenho três livros publicados partindo para o quarto, e alguns no Clube dos Autores, Amazon e Wattpad.

2. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Resp: Como havia dito, sou Enfermeira. Não sei lhe dizer isto, pois desde que me entendo por gente, já contava histórias aos meus amigos e brinquedos. Mais tarde, já alfabetizada, fazia cineminha com meus amigos de foguetos, com histórias mirabolantes e cobrava sempre um doce (rsrsrsrsrsrs). A minha primeira vez com a escrita foi no colégio, uma poesia sobre o dia da bandeira. Tinha oito anos. Mas somente aos dez, comecei a escrever uma história, acrescentando, a um filme que havia visto, algumas ideias só minhas. A partir deste momento, não parei mais de escrever.

3. Qual a melhor coisa em escrever?

Resp: Liberdade, emoção e milhões de outros sentimentos.

4. Você tem um cantinho especial para escrever? 

Resp: Sim, um canto em meu quarto. Meu santuário!

cantinho
5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Resp: Sempre escrevi ficção/fantasia. Em 2011 iniciei o meu primeiro romance/drama. E agora, 2017, estou partindo, para incluir no meu mundo imaginário, contos (fantasia e terror – por enquanto) e poemas (voltando às origens).

6. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Resp: Em relação à fantasia, tenho vários. Alguns publicados e outros, ainda, engavetado. No total são sete livros publicados em editoras, Clube dos Autores, Amazon e Wattpad.
São eles:
– A luz e a Escuridão (Clube dos Autores, Amazon e Wattpad); Rino, o guerreiro alado (Amazon e Editora Biblioteca 24×7); Um Mistério na Serra do Mar (Amazon e Clube dos Autores); Lolita (conto no Amazon); Uma Lágrima pela vida (Amazon e Clube dos Autores) e O Cavaleiro das Sombras (Clube dos Autores). Em 2011 comecei a escrever um romance dramático, A Saga de um Pintor. São quatro volumes, e o primeiro publicado em 2016 pela Drago Editorial. O nome do livro é Inocência Perdida e o segundo volume, Doce Ilusão, já está em processo de publicação para a Bienal do Rio (2017). Também estou participando de uma Antologia de Contos de Terror
–  “Quem tem medo do lobo mau?
–  Todo mal que existe no mundo (Lendas Urbanas)”, e uma Antologia de poesias
–  “Acolha o Pólen da Vida 1”. Quanto à inspiração para os Titulo dos livros, ela vem em meio ao próprio livro. Surgi do nada ou de uma palavra que se encaixa no contexto. E os nomes dos personagens, relacionados a livros de fantasia, são inventados na hora. Quanto ao meu romance, tirei os nomes de listas da internet, incluindo os nomes de família. São todos fictícios.

7. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Resp: Em fantasia, quase nenhuma. Quando a história se situa na Terra, registro lugares e nomes e fatos. Mas quando o livro é totalmente fictício, tudo é inventado, como no caso de Rino, o guerreiro alado que se passar em outra galáxia e outros planetas. Em relação ao romance, já é outro esquema: mesmo sendo de ficção, procuro saber tudo do que vou usar na história, pois preciso dar alguma realidade aos fatos. A internet é um grande aliado do escritor.

8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Resp: Não, minhas histórias são diferentes do que tenho lido e apreciado.

9. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Resp: O problema maior que já passei em publicar um livro é o preço exorbitante que eles
dão no orçamento. Meus livros, aqueles que mandei para a avaliação, sempre receberam respostas afirmativas. Infelizmente, fora do meu orçamento.

10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Resp: Bem, sou uma pessoa antiga nesta luta. Se for pensar no passado, hoje está muito melhor com a internet, com os sites de publicação e variedades de editoras que estão surgindo a cada instante, é só ter cuidado e pesquisar bem. E as editoras maiores que são o sonho de qualquer escritor, ainda demoram nas respostas, quando respondem. Tenho visto muitos escritores publicarem por conta própria, sem se vincular a qualquer editora e se saírem muito bem. No entanto, o ponto crucial é ainda o leitor. Eles se focam em livros estrangeiros e poucos dão oportunidade aos nacionais, mas se for pensar no passado, até isto esta melhorando. Um dia vamos chegar ao ponto de que não haverá diferença entre livros nacionais e estrangeiros.

11. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Resp: Vi muitos iniciantes se saindo muito bem, tendo um bom livro no mercado. Li vários livros nacionais que são ótimos, bem escritos e as ideias são fenomenais. Infelizmente, nem todos foram feitos para desenvolver uma trama, uma ação e, portanto, não tem uma boa aceitação do publico, principalmente, se o livro não está bem desenvolvido, cheios de erros. É importante uma boa revisão, um crítico e um leitor que não vá esconder o que realmente acha do livro. Necessário se faça uma boa pesquisa e desenvolva a temática com certeza do que realmente quer escrever. Principalmente, quando é não ficção, o escritor tem que vasculhar tudo, até mesmo os costumes de cada povo que se envolve na trama. Não é fácil ser escritor.

12. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Resp: Caros! Infelizmente, é a realidade no Brasil, principalmente, com a crise que está a todo vapor. O papel é caro, a impressão é o olho da cara, um capista deve ser pago, uma revisão e a diagramação não são de graça. No final, o livro tende a ter um preço que o leitor não consegue pagar. E isso que falo não está vinculado apenas às editoras, até mesmo aquele que faz a sua própria publicação tem no final o mesmo problema. Fora o marketing…

13. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Resp: Já li muito, mas o livro que me marcou e até me imaginei escrevendo algo parecido, foi “O Médico de Homens e de Almas”, de Taylor Caldwell.

14. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Resp: Não tenho ideia…

15. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Resp: “Meu Pé de Laranja Lima” Nem preciso comentar… Fantástico!

16. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Resp: Sim, estou terminando um livro de fantasia, cujo tema é referente a uma guerra entre os mundos e dimensões, e está guerra chega finalmente a Terra. Tem vários personagens, entre humanos e alienígenas. Seu nome é “Guerra entre Mundos”.

17. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Resp: Acompanho e acho muito importante, não só para os escritores como para os leitores. As criticas são necessárias para que possamos ver a evolução de nossa escrita. Adoro criticas ou comentários, inclusive os negativos, pois através deles descobrimos as nossas falhas, lapsos. Só não aceito criticas destrutivas que levam abaixo o escritor.

18. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Resp: Seria um escritor – Pedro Bandeira.

19. Qual a maior alegria para um escritor?

Resp: Ser lido, pois é a parte mais importante e esperada de um escritor.

20. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Resp: Para o leitor – O que eu posso dizer aos meus leitores é que eles são a força que faz com que o escritor cresça, se inspire e transforme seus sonhos em realidade. São muito importantes, na verdade, cruciais a nossa criação. Sem vocês para nos levar avante, não haveria tantos livros no mundo. Digo também que não fiquem apenas com livros estrangeiros, mas leiam os nacionais, principalmente, àqueles que estão começando agora. Dê-lhes a oportunidade de se fazerem conhecer. Existem livros nacionais de alto valor… Aos Escritores – Perseverem e não desistam diante de tantos obstáculos. Lembrem-se que escrevermos antes de tudo, para nós mesmos.

  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou matador e vigilante da paz, violento e incapaz de ferir alguém, agressivo e manso, chegadão no mulheriu e tímido, atacante nato que joga na defesa, pronto para e em condições dê, só não sei do quê; não me pergunte se sou capaz, não saberei responder, apenas me dê a missão, grite e se jogue no chão que já virei em seu socorro.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou funcionário público, pertenço aos quadros da guarda portuária federal, no ministério dos transportes. Tenho vícios em ler, consigo facilmente viver as histórias que leio e ao escrever crio mundos, aventuras, dramas, amores impossíveis e etc.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Brinco de ser Deus, faço o que quero, vou onde quero, falo com quem quero, decido quem vive e quem morre, experimento os sentimentos mais diversos, do mais puro prazer ao ódio mais mortal, sem nem se quer levantar da cadeira.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Sim, a foto está de ponta a cabeça. Rsrsrsrsrsgil vas

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Leio de tudo, mas tenho grande afinidade por ficção geral e aventura; se bem que em minha obra, “Desafiadores de Deus”, experimento um pouco de terror cristão.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

O Livro “A Fórmula do Sorteio” passeou pela minha mente por três anos, queria falar da dificuldade que o mundo possui em aceitar mudanças pertinentes à evolução humana, questões que estão acima de mentes comuns, como a sinestesia e o autismo.

O Livro “Desafiadores de Deus” surgiu como um desafio em expor o fracasso, as dificuldades que as pessoas possuem em aceitar a derrota, em aceitar a morte como algo necessário. Além da preocupação a respeito da distância entre mundos paralelos.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

A mais completa possível, leio diversos livros que abordem o assunto, reportagens, vídeos, entrevisto pessoas informalmente. Busco histórias insanas, impossíveis de serem contadas, exploro ao máximo o quesito surpresa, quando o leitor pensa que vou seguir um caminho, eu pego outro. Busco o novo, o velho todos já conhecem.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Dan Brown, José Saramago, George R.R. Martin, Sthepen King, Gabriel Garcia Marquez, Augusto Cury, Ursula K. Le Guin, Machado de Assis, Clarisse Linspector, Ariano Suassuna, Graciliano Ramos, Jorge Amado, Paulo Coelho.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Sempre há dificuldade; vivemos em um país onde a leitura não faz parte do dia a dia do cidadão. Praticamente não há programas de incentivo à leitura e, consequentemente, as dificuldades de publicação são bem maiores.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Acho fraco, muito fraco, fraquíssimo, terrívelmente fraco; as pessoas não lêem, preferem pedir informações, basicamente, esperam por filmes e notícias; não “mergulham” nos livros, são preguiçosas e impacientes.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Prefiro esperar pra ver no que vai dar, não é comum pessoas que não lêem conseguir escrever bons livros, também tem o fato de algumas “editoras” que cobram para publicar e assim acabam publicando qualquer coisa.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Não acho os preços elevados, uma calça jeans pode custar 200 reais, uma camisa de futebol 150 reais; talvez um programa de incentivo, por parte do governo, pudesse equilibrar a competitividade, mas não os considero caros.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

O Código Da Vinci, A Divina Comédia, Petrus Logus

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Para “A Fórmula do Sorteio” – Até o fim / Engenheiros do Hawaii

Para “Desafiadores de Deus” – Eu Te Amo Tanto / Lázaro

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Não; acredito que o homem pensa de forma bem diferenciada da mulher, mas, recentemente, li um livro que me ajudou a entender melhor o mundo feminino: Casamento blindado / Renato & Cristiane Cardoso.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Tenho projetos para escrever mais seis livros, no momento, não posso citá-los.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Tenho acompanhado muito e acho super válidos, como são pessoas da área é difícil surpreendê-los, mas acredito que consegui atingir esta meta nos dois livros supra citados. Fiquei super feliz com as diversas resenhas expostas.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Há algumas pessoas que admiro muito, são elas: Alexandre Coslei, Wlange Keindé, Camila Deus Dará, Michelle Paranhos e J. Height.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Terminar um livro, conseguir colocar em papel tudo o que se imaginou, todos os lugares, todas as pessoas, tudo.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Sejam bem vindos; preparem-se para estar em diversos lugares ao mesmo tempo, tendo acesso a diversas culturas, mudanças de clima, mudanças de sentimento; preparem-se pra chorar, para ter ódio, para matar e ressuscitar; vocês poderão voar, ter visão além do alcance, ficarem feridos, poderão resolver a parada toda ou não, tudo dependerá de vocês, ou não, aqui a decisão é de vocês…

1. Fale-nos um pouco de você.
R. Eu sou o Manoel, sob o pseudônimo de Maleno Maia em alguns trabalhos. Autor de três livros publicados, formado em Química, mas amante das letras. Tenho interesse por todo tipo de leitura, desde ficção, infanto-juvenis a livros científicos.

2. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?
R. Em se tratando de trabalho artístico, mais escrevo, e de vez em quando pego o meu violão, que sempre está acessível, já que a música é uma das minhas paixões também. Até já compus uma canção com um amigo meu que era músico.

3. Qual a melhor coisa em escrever?
R. O sentimento da escrita é vasto. Além de procurar conhecimento, agregá-lo e transferi-lo aos meus trabalhos, de uma forma ou de outra coloco no papel os meus pensamentos e opiniões em diversos assuntos. É aflorar aquilo de que tenho vontade e gana em explorar.

4. Você tem um cantinho especial para escrever? 
R. Na verdade não tenho um cantinho especial, vou me encaixando em diversos lugares, como na sala, no quarto, na biblioteca da universidade onde trabalho e na varanda de minha casa.

5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?
R. O meu gênero preferido é Romance de Ficção, mas digo o Romance como estilo literário e não como uma história romântica, de amor; pois as pessoas confundem as duas coisas. Misturo sempre ficção com realidade, por isso os meus trabalhos geralmente tem um estudo de pesquisa bem elaborado. Até então ainda não pensei em me enveredar em outros gêneros, mas estou aberto a todas as possibilidades.

6. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?
R. Ás vezes escolher um título é uma das partes mais difíceis. Geralmente eu tenho um título pronto de acordo com o tema que desejo abordar, mas após escrito, percebo que um outro nome se adequaria melhor. Já os nomes dos personagens, dificilmente eu me inspiro em pessoas reais. E eu não costumo repetir nomes mesmo em livros diferentes.

7. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?
R. Os cenários das histórias, na maior parte das vezes, quando os descrevo, em sua maioria são em lugares pelos quais passei. Já quando se trata de livro de época, eu busco pesquisa em filmes e em artigos que abordam os costumes das épocas retratadas.

8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?
R. Muitos dos autores brasileiros clássicos me servem como inspiração. Ainda espero um dia alcançar o esplendor desses belos artistas.

9. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?
R. Até então os livros que eu coloquei para apreciação às editoras tiveram boa aceitação. Mas vou aos poucos. Eu levo em média uns dois anos por livro para elaboração e consequentemente a publicação.

10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?
R. Hoje eu acredito que seja mais fácil publicar livros do que antes. Percebo uma vasta lista de editoras que se propõem a publicar mais autores brasileiros, algumas delas são voltadas exclusivamente ao nacional.

11. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?
R. Eu acredito que há espaço para todos, independentemente da forma de escrita do autor. Esse boom é como uma faca de dois gumes; da mesma forma que apresenta autores inovadores e de repercussão, com destaque tanto aqui quanto lá fora, permite-nos também analisar tudo que está sendo lançado ao nosso redor, cabendo a nós um maior poder de escolha e de opinião.

12. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?
R. Esse é um problema sempre vigorante no país. Com as baixas tiragens de exemplares é normal que o custo final de capa saia mais alto. Os livros aqui parecem serem encarados como artigos de luxo ao invés de um item essencial para a cultura dos brasileiros. Há a falta de investimentos por conta do publico leitor ser muito seleto, conseqüência de uma educação básica pouco preocupada ao incentivo da leitura.

13. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?
R. Acho que ainda não fui apresentado a esse livro. Rsrs.

14. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)
R. Para o meu livro “Os Malogrados”, por se tratar de um romance histórico ambientado na Europa do século XVIII, eu atribuiria músicas clássicas medievais, daquelas usadas em filmes, e canções celtas conduzidas por instrumentos de sopro como a flauta.

15. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?
Eu já li vários livros que de alguma forma mudou o meu modo de pensar e até me influenciou na escrita. Posso citar a saga O Tempo e o Vento de Érico Veríssimo e O Retrato de Dorian Grey. Mas talvez não sejam os livros da minha vida. Creio que ainda não fui apresentado a ele.

16. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?
R. Sou um autor ávido por escrever. E gosto de trabalhar com temas diferentes a cada livro publicado. Posso adiantar que venho buscando idéias para um livro de fantasia ou ficção científica.

17. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?
R. Sim eu acompanho sempre e comento como um bom leitor que também sou. Acho importante essa interação entre os blogueiros e se acaso o seu livro for lido e apreciado, ele acaba entrando em evidência, sendo discutido.

18. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?
R. Certamente algum escritor famoso ou docentes com que tive aula em minha graduação.

19. Qual a maior alegria para um escritor?
R. Ter o seu livro publicado. Essa etapa final representa um legado deixado, uma referência sua, um registro do autor.

20. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.
R. Aos leitores, continuem lendo muito, para ainda continuarmos com o índice de leitura no Brasil, que sabemos que não é alto.
Aos que estão iniciando, dedique-se com afinco no seu trabalho e procure saber o que busca, o que almeja, e encontre o seu estilo.

1. Fale-nos um pouco de você.
Nasci em Itatiba – São Paulo. Aos 09 de abril de uma quarta -feira. “Aries com ascendente em gêmeos” Sou psicóloga e artista plástica , artes plásticas não conclui,mas pinto o sete em óleo sobre tela. Tenho um filho só,um presente de Deus para minha vida, por ele lutei muito e venci, meu premio é o caráter irrepreensível dele, é ver que se tornou um adulto do bem…

2. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?
Amo poesias desde a adolescência,onde passei em colégio de freiras interna,dos 10 aos 17 anos.
Lá a leitura era muito estimulada,aprendi a ler tudo,gostava mesmo de poesias , lia as que não eram proibidas e desde então comecei a escrever timidamente e não parei mais. Me chamam poeta,embora eu me ache uma escrevinhadora de emoções e sentimentos

3. Qual a melhor coisa em escrever?
É deixar a mente viajar ,fantasiar,ir para lugares que nunca sonhei ir.

4. Você tem um cantinho especial para escrever? 
Não tenho lugar especial,escrevo até em guardanapos de papel de lugares que paro pra comer. A inspiração vem e escrevo para não esquecer.

5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?
Poesias de amor. Já escrevi crônicas e contos.

6. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?
Esse livro “Ode ao amor” Nome dado pela querida Delasnieve Daspet ,é um livro de poesias de amor verdadeiro ,escrita para um homem especial.

7. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?
Nenhuma

8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?
Não

9. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?
Não

10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?
Acho que está em franco crescimento. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?Acho ótimo,quem sabe havendo essa diversidade o povo lê mais.

11. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?
O custo deles é absurdo.

12. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?
Não me ocorre nenhum .

13. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria?
Love is a many splendored things, Frank Sinatra.

14. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?
Alguns,sempre achei que era aquele que estava a ler,mas vinha outro que o superava.

15. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?
Tenho mais um livro de poesias quase pronto .

16. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?
Não acompanho por falta de tempo ,mas acho que as opiniões são importantes.

17. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?
Alguém que goste de poesias, alguém especial.

18. Qual a maior alegria para um escritor?
Ser lido.

19. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.
Leia,leia muito ,leia tudo que passar por suas mãos,mas ao ler uma poesia de amor,leia com a alma e com o coração.

  1. Fale-nos um pouco de você.

Eu sou filosofa de formação, mas não exerço a profissão. Só que a Filosofia na minha vida foi um divisor de águas, ela me deu o start para um novo horizonte. Comecei a escrever coisas maiores e mais profundas. Percebi não só uma vontade, mas um dom ainda desconhecido.

Me parece que não foi surpresa só para mim, a minha família também se surpreendeu com minha ousadia, pois fiz tudo em segredo até publicar independente na Amazon e depois transformar o sonho em livro impresso.

  1. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Eu sou dona de casa, cuido de marido, filhos e cachorros que também são meus filhotes amados.

A vida nos inspira o tempo todo, de repente um fato corriqueiro pode virar um conto ou livro.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

É emocionar as pessoas, é possibilitar a elas diversão, reflexão sobre vários temas. Procuro deixar sempre nos meus livros uma mensagem positiva.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (Envie-nos uma foto)

Ainda não preparei um cantinho especial, mas estou pensando em algo bem legal, por enquanto escrevo na mesa de jantar mesmo.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Não tenho um gênero especifico, mas posso dizer que tem um preferido que são as comédias românticas, adoro me divertir escrevendo.

Mas já escrevi um erótico, um de época e um drama. Os outros dois são comédias românticas.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu (s) livro (s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Clara como a luz da lua (Comédia romântica), foi o primeiro livro ele nasceu de uma situação que eu vivi e resolvi que daria um livro.

Quando o amor acontece (Época) foi o segundo e me desafiei a ambientar um livro no Brasil na época da independência.

Coração adestrado (Erótico) foi um desafio maior, tive medos absurdos por retratar cenas de sexo, mas acho que me saí bem. Ele me levou a assinar contrato com a Editora Bezz , esse livro ficou entre os sete na classificação da Veja e me levou também a alcançar o sonho de ir a  Bienal de 2015 no Rio.

Ela é Bárbara (Comédia romântica) resolvi abordar temas como auto estima e relacionamento abusivo, apesar de temas tristes o livro é leve.

Ponto cego (Drama) é um livro com um perfil psicológico mais denso, o protagonista te faz ama-lo e odiá-lo na mesma intensidade.

Esse último foi publicado pela Editora Bezz e fui lançar recentemente na Bienal do Rio.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Sempre minha primeira preocupação é o lugar que será ambientado, cidade, país.  Depois o que os personagens centrais fazem, qual profissão, suas áreas de interesse. Os nomes são um verdadeiro parto, pois tenho obsessão por alguns e teimo em querer repetir, mas me policio e não repito.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Todos os autores que gosto deixam uma marca em mim, sou uma apaixonada por livros de época e com certeza elas me inspiram muito.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

A gente sempre encontra algumas dificuldades para publicação, mas a Amazon está aí para nos ajudar com a auto publicação. Isso funciona como uma janela, inclusive o Wattpad também é uma possibilidade de ser reconhecido as editoras também observam essas mídias. É de lá que saem muitos fenômenos.

Tem cinco livros dois com editora e três independentes, tive algumas propostas para o Ela é Bárbara, mas estou esperando por uma proposta que realmente alha a pena.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Quanto mais autores nacionais se destacarem melhor para o mercado, sou do tipo que acha que a união faz a força.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Livro bom ou ruim é muito relativo, muitos livros que uns amam outros odeiam, então para mim gosto cada um tem o seu, não sou do tipo que julga o gosto de ninguém. Tem espaço para todos os gêneros.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Além dos preços serem exorbitantes, ainda tem o frete que está pela hora da morte, fica difícil competir com livros gringos, mas a gente vai sobrevivendo.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Se é para escolher uma ideia, eu queria ter criado Cristhian Grey, algumas não gostam, mas umas amam e ele vai ser lembrado por muito tempo.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da música + cantor)

Photograph- Ed Sheeran

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Um só não, vários. Antes de ser escritora sou uma leitora compulsiva e tem livros que entraram no meu coração, não consigo escolher entre eles. Mas vou falar alguns: Poliana, O pequeno príncipe, Orgulho e preconceito, Como eu era antes de você

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Sim, estou escrevendo um livro que envolve suspense, sobrenatural. Com certeza até agora o mais difícil que já escrevi, por isso está demorando um pouco.

Tem dois contos em revisão que logo estarão na Amazon. E tenho um projeto em conjunto com a Academia de letras da minha cidade na qual faço parte. O livro terá uma crônica e dois contos meus.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Sempre acompanho sim, leio as resenhas e se tem uma crítica construtiva eu absorvo e agradeço, mas se for algo grosseiro ou que me coloque para baixo procuro abstrair e ficar na minha, pois ninguém é obrigado a gostar do que eu escrevo. Não sou do tipo que fica polemizando crítica, cada um tem sua opinião e pronto.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Tem algumas que se lessem e dissessem que gostaram eu teria uma síncope, kkkk

Vou citar uma que eu adoraria: Juliana Parrini

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Ver um leitor dizendo que o seu livro fez ela feliz. Eu tive essa alegria na minha vida, uma leitora em tratamento de câncer disse que enquanto estava lendo Clara como a luz da lua ela esqueceu a doença e que seus familiares correram para ver do que tanto ela sorria. Esse foi um dos maiores presentes que já recebi.

Mal sabia ela que quando comecei a escrever esse livro eu estava acompanhando uma tia com a mesma doença. O livro nasceu de um momento ruim, que eu quis transformar em algo bom.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Insista, persista e não desista!

Um livro não se faz sozinho, procure ajuda vá até escritores mais experientes e peça conselhos, sobre capa, revisão, diagramação e principalmente sobre editoras. Ás vezes temos pressa para tudo e isso não é uma boa ajuda, embarcamos em canoas furadas, preste atenção a tudo, aprenda um pouco de cada coisa. Seja grato a quem te deu a mão, graças a Deus eu encontrei muitos anjos que me aconselharam, me deram força, me impulsionaram e ainda hoje peço conselhos.

Acima de tudo seja humilde, pois nunca ninguém está tão alto que não possa tropeçar e cair, não queira o mal de ninguém, pois um dia ele volta para você.

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