Thais Caldeira

É interessante falarmos sobre livros nacionais em um período como este que vivemos, a verdade é que com a expansão ainda crescente de novos autores, somado a expansão do mercado editorial, abriu-se muito campo para livros nacionais.

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http://tmpab.com/?semeynaya=beställa-Sildenafil-Citrate-online-flashback A maioria esmagadora das editoras, atualmente, publica livros nacionais sem aquela preocupação quanto a escrita ou conteúdo do livro, se pautando apenas pelo pagamento que o autor fará ao final e durante sua publicação, muitas vezes, deixando de considerar a qualidade do serviço oferecido pelo autor.

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http://www.arcimedia.co.uk/?termostat=straddle-opzioni-binarie-esempi&572=87 Em contrapartida, a maioria dos autores tem que se contentar em pagar um valor elevadíssimo para ter suas obras publicadas, sofrendo diversas irregularidades e quebras contratuais por parte da editora.

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http://www.logielaw.com/?koleps=can-i-buy-cytotec-in-Naperville-Illinois&c33=11 É ai que entra a questão jurídica na acepção do termo, quantos autores vão processar editoras por quebra de contrato e correr o risco de nunca mais ser aceito por qualquer outro grupo editorial? E vejam que as falhas cometidas são imensas, desde o livro não chegar no prazo estipulado ou até mesmo ter problemas de impressão e cor nas capas e conteúdo.

Sem julgamentos exorbitantes que extrapolam minha esfera colunista, gostaria de consignar que tanto o serviço editorial quanto a obra de um autor deveriam ser trabalhos extremamente sérios, levando-se em conta desde o tempo despendido pelas partes até o conteúdo, publicação, divulgação, dentre outros serviços prestados pelas editoras que, via de regra, estariam “inclusos” naqueles valores cobrados do autor.

kvb-speed dating De sua parte, o autor tem a obrigação de escrever uma obra concisa, bem elaborada e, preferencialmente, que não seja confusa aos olhos do revisor, além, evidente de verificar ortografia e concordância antes de submeter seu trabalho à avaliação das editoras.

Por fim, pondero que o incentivo à leitura tem crescido a patamares gigantescos no Brasil, mas o incentivo à literatura nacional tem caído cada vez mais por conseqüência de pequenos detalhes mal trabalhados tanto pelos autores como pelas editoras no geral, claro que nem tudo é uma ciência exata, ainda existem bons autores e boas editoras.

E quem paga por isso? É você, caro leitor. Que terá seus livros nacionais superfaturados e de qualidade inferior aqueles praticados e trabalhados no mercado estrangeiro.

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