Fernando Mello

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This Site O caso principal que inspirou a trama do próximo livro

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http://heritagemission.ca/awards/awards.html Caso Gilmar (Atualmente chamado de Renato Mello Martins)

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O maior caso de vitimização com sobrevivência da América Latina.

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Gilmar era o nome do garoto que sofreu com a violência doméstica desde o nascimento até os 12 anos de idade e que conseguiu sobreviver ao terror: teve seus dentes arrancados e parte do céu da boca com chave de fenda em brasa, o abdômen aberto a pontapés, a orelha esquerda cortada com tesoura, assim como a língua, tinha catarata pela inserção de várias coisas em seus olhos e havia tido duas rupturas do abdômen devido a pontapés. E quem promoveu tudo isso? Sua própria mãe, a quem hoje ele se refere como “genitora”.

 

http://esperia.com.au/?agryst=speed-dating-einslive&5df=5f Motivo das agressões:

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Seu pai tinha um sonho de ter um filho homem, na época sua mãe já tinha duas filhas e estava grávida de Gilmar, porém seu pai estava traindo-a com outras mulheres, o que causou revolta em sua genitora. E ao descobrir as traições, após o nascimento de Gilmar, começou a descontar toda sua raiva em cima da criança já nos seus 8 meses de vida.

 

Köpa Viagra Vallentuna Sobre os abusos:

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Em entrevista[1], Renato Mello (Gilmar) relata que primeiro ela começou as agressões com tentativas de matá-lo sufocado com cobertor, quando ainda bebê. Retirava suas fraldas sujas com beliscões, arrancando pedaços de sua pele. Era obrigado a comer das sobras da comida de seus irmãos – caso sobrasse. Esses irmãos( duas meninas e um irmão mais novo), também compactuavam da violência. Já maior, quando seu pai ia trabalhar, sua mãe o obrigava a ficar sentado na porta do quarto do casal e caso dormisse era acordado com pancadas de cabo de vassoura, e ao sua mãe levantar, ele corria para o banheiro, pelado, pois sabia que ia apanhar sem motivo.

Num grau mais elevado da tortura, sua genitora, com a ajuda dos outros filhos, arrancaram seus dentes e parte do seu céu da boca com uma chave de fenda esquentada no fogo do fogão, perante seu choro de dor ela chutou seu abdômen causando ruptura, logo, ele vomitou sague e fezes.

Ela o “socorria”, porém mentia sobre o motivo para quem fosse atendê-lo no hospital, e claro, quem o atendia sabia que era mentira, que aquilo fazia parte de agressão física. E o que acontecia? Voltava para casa para mais rodadas de torturas. Resultado: Deformação. E ia mais além, porque havia a tortura verbal onde sua genitora o menospreza com palavras.

Agora, você, imagina o que se passava na cabeça dessa criança sem entender os motivos de sofrer e de ser rejeitado.

Seu pai omitia tudo, assim como o hospital que sempre o atendia toda vez em que aparecia com algum ferimento grave, osso quebrado, dente arrancado, etc.

 

dating loser boyfriend Como conseguiu sobreviver:

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Aos 12 anos de idade, por causa de uma denúncia feita pela sua madrinha, conseguiu sair da casa e passou por três lares de menores.

Sua mãe foi processada e presa por um ano.

Ele estava totalmente deformado. Tinha tantas fraturas em seu corpo que não haviam sido tratadas, inclusive no rosto. Não tinha lábios, dentes superiores, tinha catarata nos dois olhos, uma ligação bucal-nasal, sem língua, não conseguia falar de modo que compreendessem. Começou a sofrer bullying, riam dele, causando nele um sentimento de revoltada e desconfiança de todos. Sofreu discriminações e outros tipos de rejeições neste período.

Foi nos seus 14 anos, que conheceu a Marisa Mello a mulher que o adotou e salvou do seu inferno pessoal, tendo bastante paciência e oferendo muito amor e carinho.

 

http://motivationtoday.com/?plivka=opzioni-binarie-meno-costosi&0c5=18 Considerações finais sobre o caso:

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Isso é algo que gera inúmeros traumas que refletem no psicológico da pessoa durante seu desenvolvimento, como foi dito nos capítulos passados, onde ressaltei sobre os danos que casam no comportamento da criança/jovem que passa por isso.

A falta de confiança em pessoas é o sintoma mais comum, o receio de se relacionar com quem estar ao seu redor por achar que todos irão lhe machucar, pois quem deveria amar e proteger lhe destruía, é esse um dos manifestos. Dependendo do psicológico do individuo, pode ser encarado de outra forma: geralmente quem sofre esse tipo de violência, embora doa, a vítima se sente mais segura em casa, no ambiente “família”, do que ir para outro lugar, e muitas vezes quando acontece de a criança crescer em volta disso, ela pode seguir o padrão familiar, cometendo os mesmos erros dos pais, assim tornando-se um ciclo.

Gilmar, que teve a sorte de ser retirado disso e adotado por uma mulher que sabia como lidar com ele, por já ter sido vitima também da violência, aprendeu a lidar com a dor e a superar os males da alma através da fé e da educação que teve.

Atualmente se chama Renato Mello e escreveu um livro onde relata sobre esse caso intitulado de “Escolhas – dirigem seu presente. Redigem seu futuro” editado pela Editora Virtual Books. Também ajuda pessoas que passaram por violência doméstica.

 

 

Está sendo um desafio escrever um livro em cima disso, pois tem momentos em que é difícil não tomar as dores, fica pessoal. Mas estou dando meu máximo para que se torne um livro bom e que os leitores gostem tanto quanto “Sob o domínio do silêncio”.

 

Fontes:

http://renatomellomartins.blogspot.com.br/2009/03/blog-post.html

https://www.youtube.com/watch?v=ISLwt3VCHfk

https://www.youtube.com/watch?v=stwQHfG-IYM

 

[1] https://www.youtube.com/watch?v=stwQHfG-IYM

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376 Para o lançamento do Próximo livro

OS TIPOS DE VIOLÊNCIAS CONTRA AS VÍTIMAS

 

Anteriormente dei a introdução sobre em que problemática será inspirada minha próxima obra: http://ww.modernhomesleamington.co.uk/blog/kitchens-blog/itemlist/category/18-designing-your-bathroom?format=feed Violência doméstica contra Crianças e Adolescentes. Falei sobre alguns pontos de consequências.

Neste irei especificar alguns tipos de violências.

Antes de qualquer coisa, quero ressaltar que semana passada eu tive um sonho onde estava dentro de uma memória do meu personagem principal dessa nova trama. O ambiente era completamente sombrio, em tom preto mesclando com o vermelho. Ele me pediu para segui-lo por uma rua deserta e caminhamos até uma casa, de frente cinza com um portão de alumínio. De repente, já estamos em outro ambiente, agora dentro da casa. E o vi, quando ainda criança, no canto da sala, de joelhos, de cabeça baixa, gemendo. Próximo dele, um homem batia em suas costas nuas com um pedaço de madeira, deixando marcas na pele da criança que era proibida de expressa sua dor com o choro.

http://bassc.org/blog/16/Movie star members! Não faça nenhum barulho!

O homem disse.

Olhei para o rapaz ao meu lado, compreendendo porque ele quer que eu escreva sua história. E me disse:

http://mustangcipowebaruhaz.hu/?sisd=blog-studenti-opzioni-binarie&52d=ff Todos nós somos sobreviventes, porém, alguns desses “sobreviventes” morrem por dentro e levam suas vidas consumidas pelo vazio. Outros simplesmente seguem os passos de quem lhes fez mal. Vamos pôr um ponto final nisso. Dê-me o ponto final que preciso.”

O encarei. E novamente me vejo mergulhado no inferno psicológico de outro personagem, sendo empurrado para o abismo interno dele.

Antes mesmo que eu saiba o que aconteceu após a agressão, o despertado do meu celular me acorda, informando-me que é hora de levantar para mais um dia de trabalho na minha vida real.

Agora sabem como surge o processo de escrita de uma obra minha, necessariamente não crio a história, source site eles me mostram suas histórias e me pedem para expô-las.

Agora, voltando ao assunto do capítulo de hoje.

Para começar, vou pôr uma citação de Eliane Brum que expressa de forma sucinta o que um adulto representa na vida de uma criança:

“…as crianças confiam nos adultos. Confiam como uma bússola ou um oráculo. Agarram-se a seus atos e palavras como uma boia no oceano ameaçador de uma vida à qual recém foram apresentadas fonte(Brum E. Apresentação. In: : Violência Doméstica. p.5-7.)

Na psicologia é bastante enfatizado o papel dos pais na formação moral de seus filhos. Mostra que o comportamento e os atos dos pais servem como espelhos para suas crianças.

No Artigo “VIOLÊNCIA DENTRO DO LAR” Publicado em 15 de July de 2012 por Leandro de Matos Rodrigues, disponível no link: http://webartigos.com/artigos/violencia-dentro-do-lar/92452#ixzz4sy1y167L

Ele diz que:

Muitas vezes os pais mostram um comportamento contraditório, porque sustentam um padrão para eles próprios e outro para seus filhos, ou porque eles próprios sustentam dois padrões e não reconhecem a contradição entre eles. O adulto que fuma e bebe, mas castiga a criança por assim fazer é um exemplo da categoria “faça como digo, mas não como faço”. Outro exemplo é o pai que repreende o filho por brigas e travessuras, mas faz alarde com seus amigos, violenta os pares de seu lar e se vangloria de seus atos. O filho provavelmente respondera aos sinais do orgulho do pai tanto quanto ao seu desprazer.  Assim fica evidente que a violência domestica é um ciclo vicioso que vai tomando novos aspectos à medida que vai sendo exposta na vida das crianças.

A violência contra crianças e adolescentes pode ser subdividida em:

Violência física

Tida como a mais frequente, o responsável, dependendo de pessoa para pessoa, vai variar desde uma palmada, a espancamento e na pior hipótese o homicídio. Alguns pais consideram a “palmada” uma forma educacional, a questão é “até que ponto uma palma é considerada um ato não doloroso?”. Há países em que a palmada é proibida por lei. Educar um filho com pancada nunca será um método de eficiência, não importa o que os velhos costumes acham, esse nunca foi o caminho certo, no entanto, essa cultura passa entre gerações.

Violência sexual

 Como foi visto no capítulo passado, os dados da shg.gov.br, sobre essa prática, em 2016 teve queda de 0,10% de denúncias,  onde 2015 indicavam 11%  e em 2016 10,90%, o que ainda é considerado alarmante. O abuso sexual inclui desde carícias, olhares perturbadores, até delitos de extrema violência e morte. Geralmente as pessoas mais próximas das vítimas são os agressores: pai, irmão, tio, primo. Pais adotivos apresentam o dobro de chance de cometerem tal crime.

Violência psicológica

É um tipo de agressão que pode ser considerada subjetiva, pois depende de cada ser. Algumas vítimas podem ver uma agressão física, mesmo que errado, como algo do seu cotidiano cultural(“palmada educacional”), já outras podem levar essa agressão como uma marca em sua pele e em sua mente, transformando-se num trauma. O mesmo vale para agressões verbais. São fatores que podem comprometer a personalidade da criança em seu desenvolvimento para fase adulta.

 

Negligência

Trata-se da questão dos pais não cuidarem de seus filhos, deixando-os de lado. Onde a criança sofre com a falta de alimentação, higiene, educação, apoio moral, etc. Mexe com a autoestima da vítima.

Os efeitos da violência doméstica contra crianças e adolescentes não é algo que possa se considerar pouco sério, os impactos não são de curto prazo. Os efeitos são de longo prazo, onde os traumas irão repercutir dentro das vítimas para sempre.

 

Referências:

“VIOLÊNCIA DENTRO DO LAR” Publicado em 15 de July de 2012 por Leandro de Matos Rodrigues, disponível no link: http://webartigos.com/artigos/violencia-dentro-do-lar/92452#ixzz4sy1y167L

Brum E. Apresentação. In: : Violência Doméstica. p.5-7.

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Pesquisa sobre a questão que será abordada no contexto:

Consequência da Violência doméstica na Criança

 

Estou me dando um novo desafio: escrever uma realidade impactante que cause comoção e ódio no leitor, numa trama em que a violência contra a criança pode acarretar em danos psicológicos, fazendo-a se tornar um adulto que seja um perigo para sociedade, ou para quem lhe promoveu o terror interno e externo.

A violência domestica entre casais reflete negativamente em seu relacionamento, e também para seus filhos. Elas sempre sofrem riscos de se machucarem fisicamente quando entram para apartar conflitos entre seus pais, e ao mesmo que sofrem o estresse psicológico, principalmente quando são postas a prestar algum tipo de denuncia às autoridades. Ao lidarem com todo esse terror, elas irão repostar tudo o que vivenciaram durante seu amadurecimento, refletindo em sua fase adulta.

A violência domestica é mais comum em famílias que têm filhos, principalmente quando ainda são pequenos. Crianças que crescem em lares violentos ficam a deriva de ouvir e ver coisas que irão lhe causar também sérios problemas psicossociais.

As consequências:

Segundo Jorge Elói (Psicólogo, com Mestrado em Psicologia da Educação, pós-graduado em Hipnoterapia. Possui ainda curso de Life-Coach e de Consultoria Filosofica, entre outros), “podemos mencionar 9 consequências domésticas nas crianças”:

  1. Retira o sentido de segurança pessoal;
  2. Perde o sentido que o mundo é um lugar seguro;
  3. Identifica-se com o agressor;
  4. A agressão é o único modelo;
  5. Podem-se tornar medrosas ou retraídas;
  6. Podem culpar pelo sucedido;
  7. As crianças podem distanciar-se;
  8. Dificuldades de concentração;
  9. Stress Pós-Traumático

Nem todas as crianças que passam por esse tipo de situação sofrem grandes danos, algumas conseguem se sobressair dos traumas e seguir em frente, porém, ficarão resquícios que refletirão em suas relações interpessoais, nada de muito grave diante de outros problemas que esse trauma pode acarretar.

Resultado de pesquisas recentes:

De acordo com dados da Secretaria de Direitos Humanos disponibilizado em abril de 2017, foi recebido 133.061 mil denúncias de violação de direitos humanos no ano de 2016. Onde o módulo “Crianças e Adolescentes” lidera a quantidade de ligações com 76 mil atendimentos, o que equivale 58% do total. Entre as denuncias estão negligência(com37,6%), violência psicológica(com 23,4%), violência física(com 22,2%) e violência sexual(10,9%)

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Imagem: (http://www.sdh.gov.br/noticias/2017/abrc/disque-100-recebeu-mais-de-131-mil-denuncias-de-violacoes-de-direitos-humanos-em-2016)

O que se pode concluir é que Crianças que estão expostas a violência doméstica são vítimas de uma cultura onde pode ser conveniente a educação ser baseada na violência, exemplo disso sãos os pais que acreditam que para educar um filho(a), em casos isolados, é preciso usar da força física – bater – para mostrar que, se não fizer algo da forma certa, irá apanhar, ao invés de promover um castigo didático. Também há a falta de consideração dos pais, ao discutirem seus problemas internos perto de seus filhos e nos piores casos se agredirem. Outro fator são os pais que descontam suas raivas nos filhos mostrando-lhes um lar ruim. Todas essas questões abordadas são como chaves para que essas vítimas tornem-se pessoas traumatizas, infelizes, inseguras, com problema psicológicos, depressivas e na pior das hipóteses – e é que será abordada no meu novo livro – deixem-se consumir pela dor, optando por deixar a empatia de lado e adquirirem a sociopatia.

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Hoje lhes mostrei uma introdução do assunto que será abordado no meu próximo Suspense Policial/ Terror Realista.

Todo domingo irei postar o desenvolvimento deste livro até o dia de seu lançamento(28/09/2018).

Estão todos convidados a verem o desenrolar.

 

Referências:

http://www.psicologiafree.com/areas-da-psicologia/psicologia_clinica/9-consequencias-da-violencia-domestica-nas-criancas/

 

http://www.sdh.gov.br/noticias/2017/abrc/disque-100-recebeu-mais-de-131-mil-denuncias-de-violacoes-de-direitos-humanos-em-2016

 

O’Leary KD, Barling J, Arias I, Rosenbaum A, Malone J, Tyree A. Prevalence and stability of physical aggression between spouses:  A longitudinal analysis.  Journal of Consulting and Clinical Psychology1989;57(2):263-268.  

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– O APAIXONADO –

(Por Fernando Mello)

Ponho um ponto final na última estrofe do poema que eu estava escrevendo no meu caderno. Deitado nesta rede na varanda desta casa de praia assistindo ao pôr do sol – como se o Sol estivesse mergulhando na água do mar –, você vem em meus pensamentos, e tem sido assim constantemente após lhe rever…

Devo deixar-me consumir por esse sentimento amoroso agora?

A culpa dela! Penso.

A imagem de Sophia é nítida em minha mente e parece que ela estar diante de meus olhos fazendo-me lembrar de toda vez em que ela olha em meus olhos e sinto como se não tivesse saída, totalmente preso ao amor que sinto.

Ontem nos revemos depois de dois meses numa festa de um amigo que temos em comum. Agora sinto-me na missão de ficar perto dela e conquistá-la sem parecer ser pretencioso. Será possível não transparecer pretensão?

O problema será eu ter coragem de me aproximar dela com a condição de ganhar seu amor. Sempre fomos apenas amigos, bem ela sempre me considerou um, enquanto eu… Já ficou na deixa o meu lado da história.

Agora recordando da noite de ontem… Foi difícil tomar coragem de ir falar com Sophia, tive de me preparar psicologicamente para não falar besteira ou transparecer alguma coisa suspeita em relação ao que sinto por ela, e quando falei foi como se eu estivesse flutuando numa nuvem ao mesmo tempo em que meu coração batia forte. Provavelmente essa garota não sentiu o mesmo que eu, mas para mim aquele breve instante foi o suficiente para que minha noite se tornasse perfeita.

Quero evitar grandes expectativas em relação a essa paixão que sinto, pois toda vez que gosto de alguma garota e acabo namorando-a no final de contas sempre acabo decepcionado, no entanto, em Sophia vejo benignidade e caráter, coisas que prezo e que me gera confiança nas pessoas.

Ela é uma garota do bem e que vejo um ótimo futuro para ela – em que eu gostaria de estar junto dela. É uma pena Sophia não saber o que sinto por sua pessoa.

Será que terei coragem de me declarar algum dia?

Caso eu tenha espero que as palavras saiam de minha boca de maneira gentil e natural ao invés de ensaiadas.

Amanhã é o aniversário dela e não sei o que lhe dar de presente. Eu poderia dar este poema que acabei de escrever. Melhor não. Pode assustá-la.

Inspiro profundamente e solto o ar encerando esse pensamento sobre essa garota que está bagunçando tudo dentro de mim – positivamente.

Olho para o poema e o leio:

“Uma chance

Te acho demais sem precisar de muito

Te acho uma graça mesmo sem estar no seu mundo

Será que não poderíamos

Nos conhecer um pouco mais?

Nada demais…

Quando te vejo é como naqueles filmes:

Golpes de olhares, coração batendo forte.

Me sinto vivo, feliz por essa sorte.

Que tal um dia sairmos por aí?

Daí veremos se vai

Dar certo nós dois para algo a mais

Além de papo furado e aperto de mãos.

Quanto te vejo, meu coração acelera

Não tão racional como se espera.

Apenas quero ter uma chance com você.

Te mostrar quem eu sou e o que sinto por você.

Meus pensamento ultimamente resumem-se a você.

Então vamos marcar algo, só eu e você

Em qualquer lugar para melhor ainda nos conhecer

E apenas aproveitar e dar chances ao que rolar.

Só quero um pouco de ti

O bastante para me fazer feliz

Vamos caminhar por aí

Nos divertir, sorrir

Sem nos preocupar

Uma noite dessas

Só você e eu, e mais ninguém

Para nos atrapalhar.”

Fecho o caderno com a caneta dentro e sorrio comigo mesmo imaginando a cara que Sophia faria se lesse isso.

Concluo: se é isso o que quero, então deverei lutar por esse amor.

O máximo que posso ouvir dela será um “não”, porém nunca saberei se eu não tentar.

 

 

É proibida a reprodução total ou parcial deste texto, de qualquer forma ou por qualquer meio sem a autorização prévia e por escrito do autor. A violação dos Direitos Autorais (Lei n.º 9610/98) é crime estabelecido pelo artigo 184 do Código Penal. O conteúdo do livro é de inteira responsabilidade do autor.

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Muita coisa acontecendo ao nosso redor nos traz menos condição de atenção. Essa década, onde o conhecimento evolui gradualmente e rapidamente, nos faz entrar numa bolha de multitarefas, provocando em nós a necessidade de fazer muitas coisas ao mesmo tempo, ao invés de focar em uma realização por vez.

É comum a situação de você, quando em casa, estar vendo Tv, mexendo no celular, respondendo mensagens no Whattsapp, vendo as fotos no Instagram, comer ouvindo música, tudo ao mesmo tempo como se fosse proibido parar para fazer uma coisa ou outra por achar “perder tempo demais podendo fazer tudo de uma só vez”.

Nunca gostei de coisas monótonas, sempre fui – e sou – ativo no que se diz respeito no que quero para minha vida. E acreditem, quero muita coisa, e grande parte ainda não foi realizada. É nesse contexto de procurar realizar tudo, que me via numa bagunça de sentimentos e lutas sem foco de alcance das minhas metas, tentando fazer várias coisas ao mesmo tempo sem dar espaço para cada ação ter o resultado certo. Até que percebi que tudo isso em mim não era foco e sim desespero de não conseguir o que quero no tempo que quero. Foi nesse momento que despertei e parei para focar em cada coisa por vez. Revolvi por não estudar mais em faculdade particular e me preparar para o Enem e conseguir uma bolsa através dele. Revolvi que vou fazer dois cursos de língua estrangeira (Italiano e Inglês Britânico) em instituições renomadas do Estado em que moro. Primeiro foquei em estudar para a prova de seleção do IMPARH (Instituto Municipal de Pesquisa Administração e Recursos Humanos) para conseguir cursar o curso língua Italiana – licenciatura –, foquei, estudei, fiz a prova e passei. Agora o segundo passo, Casa de Cultura Britânica, prova de seleção para língua inglesa, foquei, estudei, e vou fazer a prova, e mesmo que eu não seja aprovado, eu tentei e tentarei novamente seleção posterior. Após isso focar e estudar para o Enem. Depois focar, estudar, fazer pesquisas para um novo livro de suspense para o final de 2018. E assim vai.

Um dos pontos essenciais em se ter Foco é isso: saber que precisará de tempo desde o planejamento até a realização.

O foco serve como ponte para que os melhores resultados apareçam em nossas vidas. É através dele que conseguimos trilhar e concretizar nossos planos e objetivos, isso referente a qualquer área de nossas vidas: pessoal, profissional, estudos, lazer, etc.

Temos de aprender a nos liderar. Analisar tudo ao nosso redor e ver o que queremos concretizar primeiro, ou o que está mais próximo de ser alcançado e a partir disso trabalhar as metas junto às expectativas, sempre com o foco naquilo que é importante priorizar durante cada etapa da execução do seu planejamento, não esquecendo que o tempo é algo que deve se cronometrado e bem estudado para se chegar ao cumprimento de tal ideal.

Permita-se respirar um pouco, focar não significa centralizar toda sua atenção em uma só coisa, a vida está acontecendo ao seu redor e você precisará de um momento de descanso, porém nunca esqueça que o sucesso daquilo que deseja para si é equivalente à eficácia do seu foco e concentração no que é importante para você!

É proibido perder o Foco!

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Fazendo uma faxina nas minhas coisas encontrei meu caderno de, vamos dizer, “poemas”, palavras que eu escrevia quando estava na minha fase de adolescência. Até hoje escrevo coisas do tipo, porém, de maneira controlada.

Daí me deparei com esse:

 

“Estou procurando um caminho que sei que vai ser difícil

Tudo está longe de ser alcançado.

Tudo o que quero

Eu vou buscar

Acordar agora é o único jeito de caminhar

E ir atrás do que quero encontrar.

 

 

Todo o sofrimento que eu pensei em não conhecer

Todos os meus sonhos quebram-se aos poucos

É melhor eu sair daqui

Antes que eu comece a me perder.

 

Eu não consigo me situar nessa confusão

Devo acordar por dentro e me erguer agora

Eu não estou sendo manipulado

Só estou sendo eu!

Minhas palavras são frias

Não quero que elas magoem ninguém

 

Estou me levando a algum lugar?

Estou indo a algum lugar?

Eu sei que uma hora irei me machucar

Uma hora alguma barreira me derrubará

Pois sempre foi assim.

Mas sem a dor, ou sem o “cair”

Não tem como evoluir”

 

Deu pra notar a confusão que era não é?!

Adolescentes… bah… Porém, mesmo que confuso, expor tais sentimentos de alguma maneira foi bom, pois relendo isso e reviver o momento – o que eu sentia e vivia – e  olhar para o hoje vendo que tudo mudou e que estou inteiro, é notar minha evolução.

Expressem-se da forma como for, na confusão que for, o importante não é o que vão pensar de você ao lerem, mas sim o peso que VOCÊ tirar das suas costas.

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Carla[1] é uma garota de 17 anos, próxima de mim, que tem picos de depressão, dependendo do dia ou de momentos de estresse. Conversando comigo ela relatou “Durante esses picos, ou crises, sei lá como definir isso, eu me isolo, fico trancada no meu quarto e quando não é possível isso, eu me isolo mentalmente, de algum jeito desligo meu cérebro quando estou perto de muita gente. Sinto-me vazia, uma angústia inexplicável, uma vontade de fazer nada. Meus pais não compreendem, ou eu não faço por onde compreende. Isso o que sinto, acham que é uma fase minha e que vai passar. Outras vezes dizem que é frescura minha e que só quero chamar atenção (nesse momento sua voz embargou) às vezes, só queria não sentir essas coisas. Não me sentir anormal por não conseguir interagir com outras meninas da minha idade, e por não conseguir ter o sorriso sincero que elas têm ao tirar fotos, ou conseguir ter um namorado. Geralmente, para não em sentir tão mal, me convenço de que todas  as pessoas, incluindo você, são infelizes e que conseguem sobreviver porque são frios o bastante para conseguirem pôr uma máscara no rosto e fingir que tudo está bem, mesmo quando o mundo de vocês estão desabando. (Alguns segundos de silêncio) Eu me sinto um nada, uma ninguém. Têm dias que quero morrer. Já pensei em várias maneiras de me matar.window-view-1081788_1920                                                  Foto fonte: Pixabay

 

Para entendê-la melhor conversei bastante e fiz perguntas para saber de onde isso iniciou e ela me disse que existe histórico de depressão em sua família e que esses picos de depressão dela começaram logo após de ter passado por um momento de extremo estresse e pressão que sofreu durante sua transição de escolar, sofrendo por causa do impacto cultural que teve ao iniciar os estudos em outra escola que era mais rígida que a anterior.

Além de tudo ela também lida com um histórico de rejeição familiar por parte de alguns de seus parentes.

Não sou psicólogo para poder afirmar que essas foram as causas, porém, com base em pesquisas, tudo o que ela falou engloba a depressão. E decidi fazer esse texto para expor como a depressão está aumentando tanto entre os jovens como no mundo.

Drauzio Varella ressalta que, “Antes da puberdade, o risco de apresentar depressão é o mesmo para meninos ou meninas. Mais tarde, ele se torna duas vezes maior no sexo feminino. A prevalência da enfermidade é alta: depressão está presente em 1% das crianças e em 5% dos adolescentes.”

E destaca os seguintes sintomas:

“Alteração de peso (perda ou ganho de peso não intencional);

Distúrbio de sono (insônia ou sonolência excessiva praticamente diárias);

Problemas psicomotores (agitação ou apatia psicomotora, quase todos os dias);

Fadiga ou perda de energia constante;

Culpa excessiva (sentimento permanente de culpa e inutilidade);

Dificuldade de concentração (habilidade diminuída para pensar ou concentrar-se);

Ideias suicidas (pensamentos recorrentes de suicídio ou morte);

Baixa autoestima.”

Num levantamento feito pela OMS o estudo comprovou que mais de 300 milhões de pessoas vivem com depressão, o que representa um aumento de 18% desde 2005.

“A depressão afeta a todos nós. Não discrimina por idade, raça ou história pessoal. Isso pode prejudicar os relacionamentos, interferir na capacidade das pessoas de ganhar a vida e diminuir seu senso de autoestima”, disse a diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa Etienne, em pronunciamento para o Dia Mundial.

A OMS ressalta que “a depressão é diferente das flutuações de humor usuais e das repostas emocionais de curta duração dadas aos desafios cotidianos”.

Segundo Drauzio Varella, “o tratamento da patologia envolve geralmente psicoterapia ou medicação antidepressiva — os dois métodos também podem ser combinados”.

A doença também é um fator de risco importante para o suicídio, responsável pela morte de centenas de milhares de vidas a cada ano.

Para Shekhar Saxena, diretor do Departamento de Saúde Mental e Abuso de Substâncias da OMS, “uma melhor compreensão da depressão e como ela pode ser tratada, embora essencial, é apenas o começo”. “O que precisa ser seguido é a expansão sustentada dos serviços de saúde mental acessíveis por todos, até mesmo pelas populações mais remotas do mundo”.

Fontes:

https://nacoesunidas.org/depressao-afeta-mais-de-300-milhoes-de-pessoas-e-e-doenca-que-mais-incapacita-pacientes-diz-oms/

https://drauziovarella.com.br/letras/d/depressao/

https://drauziovarella.com.br/drauzio/depressao-na-adolescencia/

[1] O nome real foi substituído para preservar a identidade da jovem.

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Passar muito tempo com alguém partilhando de bons e maus momentos, tendo afeição a cada dia, e ganhando uma quota de amor conquistado diariamente (ou não), são fatores que nos levam a deprê pós termino.

Mas seria realmente um final infeliz ter nossos corações quebrados após perder um amor que era considerado verdadeiro?

É difícil ter de lidar com as lembranças que vão e vem em nossas mentes. A nostalgia a cada manhã quando abrimos os olhos e nos lembramos do que foi bom e não termos mais a pessoa ao nosso lado. Ao mesmo peso em que isso nos levará a uma maturidade.

O sofrer dessa circunstância nos leva a um grau de amadurecimento que carregaremos para o resto de nossas vidas e logo nos fará ter uma perspectiva diferente. Aprendemos a nos amar primeiro antes de embarcar na ideia de amar outra pessoa. Estaremos mais atentos a questões de apego e afeto. Observaremos a reciprocidade.

Chorar, sofrer, se trancar num mundo somente nosso por um período, perder a confiança nas pessoas, ter medo de se relacionar novamente, tudo isso faz parte do período pós termino – do final infeliz –, mas, tudo isso no final de contas torna-se autoconhecimento, maturidade e liberdade.

E é na liberdade que nós encontramos o verdadeiro fim: o final feliz.

É como eu vejo. E você, concorda ou discorda?

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Máscaras cobrem nossos rostos com sorrisos e falsos sentimentos.

Servem para disfarçar a impuridade humana.

São essenciais para quem tem mau caráter.

No final de contas máscaras são usadas para esconder o verdadeiro Eu de cada um de nós.

É tão humilhante essa situação e sensação de necessidade de ter de pôr uma máscara no rosto para fingir que você está bem, assim como é extremamente ridículo usar máscaras para enganar as pessoas criando expectativas falsas nelas e as destruindo só para conseguir algo através delas.

Sim, máscaras são usadas de todas as formas. Algumas vezes para esconder o que se sente, outras vezes para esconder quem você realmente é e usualmente para mostrar uma imagem integra para sociedade.

Porque sem elas, todos nós estaríamos nus, vivendo infelizes, não é verdade?!

O quê?! Você discorda?

É sério?

Então me diga onde estou mentindo, cite-me, comente, Justifique.

Quem nunca usou ou usa mascaras que me atire uma pedra após ler isso.

O ponto é que estou farto disso em mim. Estou farto de enxergar isso ao meu redor. Estou farto de ter de conviver numa sociedade mascarada, onde é fácil atingir os outros sem ser realmente visto. Onde é fácil fingir ser alguém, sentir coisas que nem é capaz de sentir, mas por questões de querer alcançar objetivos acaba por usar isso passando por cima de pessoas, manipulando situações.

Também estou farto de não mostrar o que sinto, com medo de ser reprimido ou taxado de dramático ou inocente.

Estou cansando de usar minhas máscaras só para dizer que estou inteiro!

Notícia para todos: Ninguém é inteiro, somos apenas sobreviventes tentando mascarar alguma coisa errada em nossas vidas.

Vamos aprender a deixar de usar sorrisos falsos, sentimentos falsos e sermos REAIS.

Mostrar quem realmente somos sem medo de ser feliz.

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Quem me conhece hoje e não sabe do meu passado não conhece bem minha relação inicial com a escrita. E quem me conhece há tempos sabe como isso foi essencial para eu está erguido hoje.

Pois bem, vou dizer a vocês como tudo isso começou…

Soa bem clichê assumir isso, mas tive uma infância e adolescência conturbada, e como eu driblava isso?

Resposta: Escrevendo. Tirando tudo de dentro de mim e expressando em palavras, em cadernos que eu fazia como anotações diárias – que tenho até hoje e faço isso até hoje, mas com menos frequência.

Embora eu já tivesse o hábito de escrever resumos de filmes de terror que eu gostava ou criar sequencias para tais por querer muito que o filme não terminasse sua história por ali, quando vi que também seria uma solução para tirar uma parte da minha alma do fundo do poço, não pensei duas vezes antes de usar esta arte como uma válvula de escape. Um lítio próprio.

O que antigamente um caderno durava seis meses para acabar todas as folhas, hoje em dia ainda tenho um que comecei em 2012 e que não está nem na metade.

O motivo?

O que anos atrás expressava apenas tristezas, mazelas, e dores, hoje em dia, tendo superado boa parte desses traumas e convivendo somente com cicatrizes, expresso alegrias e vitórias, além de desenhos. Sim também desenho, e através desta outra arte é que venço o tédio ou ansiedade, pois envolve tantos detalhes e paciência que o cérebro fica preso ao trabalho de deixar os traços perfeitos, desligando-se do resto do mundo.

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Criar história para mim foi como viver em outros mundos, dá voz àquelas histórias que vemos acontecer que, no entanto, não vemos ser divulgadas para o mundo, sendo elas triste, alegres ou de superação. Gosto de dar voz ao que me traz um sentido emocional.

Posso dizer que a arte da escrita me salvou, claro além de Deus que me proporcionou esse dom. E sou grato por ser abençoado com isso e espero que outras pessoas sejam salvas com essa arte.

E foi assim que começou.

Não guardem as dores de vocês por medo de expressar para pessoas ou por não confiar nelas, expressem-se de alguma forma, exponham de alguma maneira para que isso não lhes consumam. A pior coisa da vida é ficar em total silêncio quando se precisa desabafar.

Expressem-se!

Libertem-se!

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Quando se está bagunçado por dentro, meio a sentimentos incertos, oscilações emocionais, falta de consistência emocional, isso reflete no seu exterior.

Já reparou que quando se está nessa bagunça interna, você perde interesse em organizar sua vida pessoal, além de refletir até na organização do seu lar, do seu trabalho. Você automaticamente se desleixa, pois não vê motivo para manter ordem nas coisas uma vez que você mesmo não está em ordem.

Vários são os fatores que ocasionam isso, que vai desde uma decepção amorosa à profissional; uma perda simbólica que mexe com todo seu ser; a desmotivação que destrói seu ego; entre vários outros fatores.

A chave é saber identificar isso antes que evolua para algo pior, a depressão. É importante remediar este estado psicológico que só trará danos a você, aprenda a administrar o seu Eu e a observar as coisas ao seu redor, notando o que há de diferente e que não estar sendo resolvido por você.

Exemplo: Antônio está passando por um momento de estresse e desmotivação, pois além de terminar a faculdade, perdeu uma oportunidade de trabalho em sua área logo não conseguindo sua ascensão profissional que lhe ajudaria na suas metas pessoais. Isso o perturbar constantemente, pelo fato de fazê-lo sentir-se inútil, não ver mais sentido em continuar se esforçando a conseguir algo, e logo cai num estado de “tanto faz”, refletindo em um todo ao seu redor. Seu rendimento cai, sua organização pessoal perde rumo, seus interesses e metas de vida começam ser descartados. Se Antônio não procurar um plano de contingência isso acabará ganhando força e deixando-o no fundo do poço.

Não se deixe cair nessa bagunça!

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Escrever para mim sempre foi como uma válvula de escape, por eu ser sempre tão tímido não sentia confiança em falar da minha vida – de qualquer área dela – para ninguém, mesmo na alegria ou na tristeza; mesmo nas turbulências e desastres. O que me mantinha integro e sem um mundo inteiro nas costas sempre foram meus cadernos de anotações, eles são meus melhores amigos que me conhecem de corpo e alma – além de Deus.

Agora… Por que estou relatando isso?

Estou rindo agora comigo mesmo galera, é que há exatos quatro anos eu tinha acabado de entrar na faculdade de Administração e me despertaram um interesse incomum – o amoroso. E tímido como sou… adivinhem… corri para meu caderno e relatei sobre, mas a questão é que não foi somente isso, junto do relato acabei escrevendo um poema, que agora relendo esta página de 4 anos atrás – 01/05/2013 – recordo-me claramente daquele dia e fico rindo sozinho aqui porque não deu em nada :). Pobre garoto Estudioso, Recatado e do Lar.

Eis o poema:

“Uma chance”

Te acho demais, sem precisar de muito

Te acho uma graça, mesmo longe do meu mundo

Será que não poderíamos

Nos conhecer um pouco mais?

Nada demais…

Quanto te vejo, é como naqueles filmes…

Um golpe de olhares, coração batendo forte

Sinto-me vivo, feliz, por essa sorte

Então, vamos sair por aí?!

Uma noite dessas, sem pressão

Apenas diversão

Então, veremos se vai

Nós dois dar certo, para algo mais

De apenas papo furado e aperto de mãos

Então, aceitar papear, ou só um aperto de mãos?

Quando te vejo, meu coração acelera

Não tão racional como se espera

Apenas quero ter uma chance com você

Te mostrar minha vida, te conhecer

Meus pensamentos ultimamente são sobre você

São irreversíveis as doses de querer um pouco de você

Então, vamos marcar algo e no perder

Em qualquer lugar, fugir, sorrir

E apenas aproveitar, dar chances ao que vier a rolar

Te vejo e esqueço até de mim

É como um feitiço submetendo-me a ti

Estou lendo Nicholas Sparks,

Um romance assim:

Dois corpos se encontram e se amam

Mas não é tão simples assim

Podemos ser nossos protagonistas aqui

Basta eu criar a coragem e você…

… Você querer…

Mesmo que seja só diversão, mas sendo

Você e eu… é tudo o que importa.

Só quero um pouco de ti

O bastante para sucumbir

Esse meu desejo de ti

Vamos caminhar por aí

Nos divertir e sorrir

Sem nos preocupar

Uma noite dessas,

Só eu e você e ninguém mais

Para atrapalhar o que na noite se faz.

 

Piegas né?! Concordo, pobre garoto inocente. Mas recordar é sempre bom.

Então, se você gostou comenta aí em baixo isso ajuda bastante e deixem também ideias do que querem ver nas próximas postagens :).

Abraços a todos!

Fernando Mello

Para quem quiser me conhecer melhor meus links estão aqui em baixo:

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Ultimamente ando deparando-me com momentos nostálgicos e alguns gatilhos emocionais – não ruins – que me fazem lembrar coisas que foram boas e na minha vida e que não voltará mais.

Pois é, é uma pena tudo o que já foi bom na vida não poder voltar.

Momentos… Coisas únicas que devem ser vividas naquele específico instante de maneira ávida antes que acabe e se torne apenas uma lembrança, uma futura nostalgia.

Esses momentos não se referem apenas a questões de coisas que foram boas, mas também de tempos em que não era preciso me preocupar muito com a vida e o futuro, de quando meu único dever era estudar, assistir desenho animado e brincar com meus amigos sem preocupações de como seria o amanhã e pelo quê deveria batalhar – responsabilidades que pudessem afetar o emocional.

Era tudo tão simples… Era tudo tão fácil…

Do que sinto falta?

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Sinto falta de quando tudo era bem mais interativo pessoa com pessoa, quando não havia internet e as brincadeiras eram bem mais criativas.

Quem nunca brincou de adedonha, pião, sete pecados, carimã ou queima, entre outros, mesmo sendo adulto? !

Sinto falta de estar junto com meus pais e tê-los por perto.

Quem não gosta de sentir o calor da proteção fraterna?!

Sinto falta de quando minha preocupação era eu conferir meus desenhos animados favoritos e filmes que passavam na TV na década de 1990. Eram os melhores para mim.

Tanto pelo o que ter falta e nada pelo o que ter de volta…

Daí, de repente, você se torna adulto e essas coisas passam e a vida muda, o mundo se transforma em outro tipo de atmosfera, modificando o seu mundo interno e tudo o que se pode fazer é seguir em frente aceitando suas atuais condições e lutando para que não caia em desgraça.

Sinto falta do mundo que eu conhecia em que as pessoas eram menos frias e cegas.

Do mundo em que ninguém sentia a necessidade de usar meios de comunicação como arma para ferir as pessoas. De quando tudo era menos violento e as pessoas não pareciam robôs.

E você… do que você sente falta?

Comenta aí!

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Hoje irei falar sobre a importância de blogs como forma de divulgação para autores e editoras.

O primeiro blog foi criado pelo americano Justin Hall na década de 1994 sob o endereço de www.links.net.

Blogs são páginas da web que possuem conteúdo administrado por pessoas ou empresas e contendo vários temas com texto, imagem, vídeo, gráficos etc.

Podem ser considerados como bibliotecas em formato digital contendo o conteúdo, a experiência e visão dos influenciadores. É visível a situação que diferenciam micromídias de blogs. Como assim? Simples, nas micromídias as ideias são somente e raramente algo mais profundo se é mostrado já nos blogs são desenvolvidas e aprofundadas.

Embora haja um crescimento dos microblogs[1] e outras mídias sociais os blogs continuarão a se desenvolver, pelo fato de a divulgação de conteúdo sempre se expandir. Assim como, novas formas de divulgação já surgem a cada dia mais com o desenvolvimento do marketing digital, ampliando horizontes de quem divulga e de quem é divulgado.

Os principais meios de comunicação utilizados são a televisão e o rádio, apesar expansão da internet.

É notável que livros e a leitura ficam praticamente sem nenhum espaço na TV e em rádios. Ficam relegados a entrevistas esporádicas com escritores, a morte de algum escritor e eventos literários de grande porte como as bienais, e poucos programas de TV em canais abertos que são voltados para essa ala, um deles é o Papo Literário da TV Ceará.

E nesse cenário que surge a importância de Blogs Literários na internet sendo por meio de textos ou vídeos produzidos por leitores e amantes dos livros e até por autores, que servem como o principal meio de divulgação de escritores, resenhas, promoções e discussão sobre os livros.

Para os que querem manter um Blog em pleno funcionamento, é uma tarefa arduamente difícil, pois na maioria das vezes é fruto de trabalhos solitários, onde poucos conseguem algum apoio ou patrocínio, tendo de manter atualizações e muitas vezes arcar com dinheiro do próprio bolso para poder manter um domínio na network.

É graças as divulgações de blogs que autores nacionais conseguem ter seus trabalhos divulgados, assim como editoras terem suas marcas sendo mostradas ao público.

Alguns Blogs Literários, por causa de dificuldades de manter conteúdo, acabaram por ver os seus blogs como um meio de trabalhado para gerar receita, assim, cobrando por serviços de divulgação. Algumas pessoas enxergam como capitalismo, porém, se repararem bem, é um trabalho que merece seu devido valor, por todas as dificuldades que passam na maioria das vezes sem receber nada em troca, nem um feedback de quem está sendo divulgado, mesmo que incentivando as pessoas a descobrirem o prazer da leitura, prestando um serviço de valor inestimável para a cultura e educação.

 

Referências:

http://www.agenciasawi.com.br/blog/a_importancia_dos_blogs/

http://mrnews.com.br/2017/01/22/a-importancia-dos-blogs-para-literatura/

[1] Microblog é uma forma de blog, onde os usuários postam mensagens muito curtas para visualização por meio de uma rede de pessoas. O uso de um blog é considerado “micro” quando permite a inserção de textos de até 200 caracteres ou menos. Fonte: https://www.justaskgemalto.com/br/o-que-e-microblog/

 

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Esta semana o serviço de Streaming Netflix – uma de minhas paixões na terra – disponibilizou em seu catálogo de séries sua nova produção Original “13 Reasons Why”, e claro que eu não poderia deixar de conferir e dizer que… Está demais!!!

A série é baseada no livro “13 Reasons Why” mais conhecido no Brasil como “Os 13 Porquês” lançado pela Ática Editora, do autor Jay Ashe, onde tem como um dos narradores Clay Jensen, um rapaz que encontra na porta de sua casa uma encomenda endereçada a ele. Dentro, ele descobre várias fitas cassetes. Ao ouvir as gravações se dá conta de que foram feitas por Hannah Baker, uma garota que se suicidou semanas antes. Nas fitas, Hannah explica que existem treze motivos que a levaram ao suicídio. E Clay é um desses motivos e precisa descobrir como contribuiu nessa tragédia.

Aparentemente você pensa que será só mais uma série de que trata de dramas adolescentes, onde se encontra inseguranças, romances passageiros, personagens feitos para agradar a ala jovem, e o suicídio sendo usado como tema principal, algo para se chamar atenção… Porém, é muito mais que isso. O Suicídio ali serviu como âncora para pincelar muitos outros assuntos profundos – que pode até parecer algo irrelevante, mas que na sua essência pode ser catastrófico para algumas pessoas que não saibam lidar com certos assuntos – tais como o bullying, depressão, estupro, a auto aceitação, entre outros.

A série mantém o clima do livro e chega a ser melhor – minha opinião –, porque tiveram a preocupação deixar bem mais profundo os dramas internos que a história propõe, exploraram bem mais o contexto, além das boas atuações, não tem muitas reviravoltas, o que achei bacana, pois proporcionou mais tempo para o desenvolvimento dos personagens sem quebrar o ritmo deles. Pode até ser compara com outras tais como The O.C e Gossip Girl, mas tem uma essência singular.

Ela é produzida pela Cantora e Atriz Selena Gomez que comprara os direitos do livro e no elenco principal Dylan Minnette, interpretando “Clay”(e se você achar que o conhece de algum lugar, o mesmo ator interpretou o personagem “Alex” no filme “O homem nas trevas”) e a estreante Katherine Langford como “Hannah Baker”.

É divida em 13 episódios e está sendo um sucesso.

Vale a pena conferir.

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Quem nunca se embriagou com um livro que tivera uma história tão intensa e que ao termino se sentisse sem chão? Ou então incapaz de sair do mundo da obra lida incapacitando que iniciasse outra leitura? Ou até mesmo ler um livro tão ruim que te deixasse com receio de ler outros?

Ela chega e te abraça como um urso e parece não querer largar tão cedo, isso ocorre sempre quando se ler livros com tramas que nos encantam, nos faz apaixonar pelos personagens, pelo contexto, por nos deixar marcados de alguma maneira.

Geralmente essa ressaca causa desinteresse para iniciar outra leitura, uma espécie de bloqueio de leitor. Sabe aquele luto que se tem quando se perde algo?! É praticamente a mesma sensação, onde se tem posteriormente: o impacto inicia, a negação, a raiva, aceitação e por fim o seguir em frente e embarcar em outra história.

Agora, como lidar com isso?

Quando a ressaca ocorrer procure descansar a mente até que que ela esteja completamente relaxada e pronta para lidar com outras histórias – aberta a novos horizontes literários. Após isso procure, com base na ressaca, equilibrar o seu emocional e sua mente, pois conseguindo manter controle sobre a ressaca, provavelmente na próxima vez ela não se manifeste tão forte evitando que lhe cause desinteresse na próxima leitura.

Procure ler calmamente dando espaço para que você absorva cada capítulo de forma equilibrada nas emoções preparando-se já para o fim, evitando a mesma sensação que na ressaca passada.

Se a sua ressaca for por causa de ter lido algum livro ruim ou vários em sequência, não perca o interesse e procure por livros que estão com maior grau de aprovação de temas que você gosta de ler e tente recomeçar sua rotina de leitura, nunca perca a esperança em encontrar livros bons para ler.

Existe um clico para a ressaca tanto para livros bons como para ruins:

 

Quando é bom:

 

  1. Início de um novo livro
  1. Se apaixonando pela trama e tudo o que há nele
  1. Amando, chorando, expectativa
  1. Termino

 

Quando é ruim:

 

  1. Início da leitura
  1. Tentando se prender a história
  1. Tentando não desistir confiando que pode melhorar
  1. Ódio por não ter sido bom
  1. Pegando outro livro para ler com a esperança que seja bom

Fonte do ciclo: Tirada da imagens do google

 

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Hoje resolvi falar sobre uma das coisas que curto bastante nas minhas horas vagas: Séries de TV.

Quem aí nunca ficou viciado(a) numa série que mexesse com todo seu ser e fazendo com que se identificasse com algum personagem ou com o enredo da trama?!

Abaixo listo as cinco séries que considero favoritas para mim e que indico – e foi bastante difícil mensura, pois são dezenas que considero favoritas e que quero que todos vejam.

 

Número 5:

Buffy a caça vampiros

 

     Série criada por Joss Whedon, que foi aclamada pela crítica sendo considerada uma série cult. Estreou em 1997, no papel principal como Buffy a belíssima Sarah Michelle Gellar.

No contexto Buffy Summers torna-se a mais nova caçadora da linhagem, situação essa que é provocada após a morte da antecessora. Seu dever é combater vampiros, demônios e seres das trevas. Cada caçadora é coordenada e treinada por um instrutor que no caso de Buffy é Giles interpretado pelo ator Anthony Stewart Head, além de seus amigos que se unem para ajuda-la em sua jornada.

 

Sinopse:

     Buffy Anne Summers descobriu, quando ainda era uma adolescente, que não era uma menina comum. Buffy é uma das escolhidas para lutar contra o mal, forte e corajosa que tem um destino a cumprir: proteger o mundo de monstros. Assim, depois de ser treinada por seu Guardião, Giles, ela vai alternar sua vida entre matar vampiros e demônios e curtir sua vida em Sunnydale, uma cidade que abriga a Boca do Inferno, de onde saem os piores seres possíveis. Buffy conta ainda com a ajuda de seus amigos Xander e Willow.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Buffy_the_Vampire_Slayer

 

A série originou o Spin-off “Angel” – personagem que era um vampiro e era par romântico de Buffy

Rendeu 7 temporadas sendo finalizada em 2003.

 

Número 4:

How to get away with murder

(Como se livrar de um assassinato)

 

Estrou em setembro de 2014 pela ABC e criada por Peter Nowalk e tendo como produtora executiva Shonda Rhimes. Estrelada pela talentosíssima Viola Davis

 

Sinopse:

 

A série se desenvolve ao redor da vida pessoal e profissional de Annalise Keating, uma advogada de defesa criminal proeminente. Também professora de direito na Universidade de Middleton, na Filadélfia, Annalise seleciona cinco de seus melhores alunos para trabalharem com ela em seu escritório: Wes Gibbins, Connor Walsh, Michaela Pratt, Laurel Castillo e Asher Millstone. Em sua vida pessoal, Annalise vive com seu marido Sam Keating, um renomado psicólogo, mas também vive um relacionamento às escondidas com Nate Lahey, um detetive de polícia. Quando sua vida pessoal e profissional começa a entrar em colapso, Annalise e seus alunos se veem envolvidos, involuntariamente, em uma trama de assassinatos.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/How_to_Get_Away_with_Murder

 

Atualmente a série está na sua terceira temporada e já foi renovada para a quarta.

 

Número 3:

Game of Thrones

 

Criada por David Benioff e D. B. Weiss,  é baseada na série de livros As Crônicas de Gelo e Fogo, escrita pelo gênio George R. R. Martin.

Essa eu considero uma obra prima que não canso de rever todas as temporadas.

 

Enredo:

 

A série de televisão segue as múltiplas histórias dos livros de A Song of Ice and Fire. Se passando nos Sete Reinos de Westeros, onde “verões duram décadas e os invernos uma vida inteira”, Game of Thrones mostra as violentas lutas dinásticas entre as famílias nobres para ter o controle do Trono de Ferro de Westeros. Enquanto isso, nas regiões desconhecidas ao norte da Muralha e nos continentes ao leste, ameaças adicionais começam a surgir.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Game_of_Thrones

 

Contém um elenco extraordinário que interpretam personagens marcantes durante toda a trama, com belas atuações convincentes.

Atualmente têm 6 temporadas com a sétima prevista para estreia em julho deste ano e com a oitava já aprovada para ser a última.

 

Número 2:

Demolidor

 

É criada para a Netflix por Drew Goddard que baseia-se no personagem de mesmo nome da Marvel e tem como estrela no papel principal  Charlie Cox como Matt Murdock. É a primeira de quatro séries que levarão quatro heróis a se juntarem numa minissérie denominada Os Defensores, onde as outras três são: Jessica Jones, Punho de Ferro e Luke Cage.

 

Sinopse:

 

Advogado durante o dia, Matt Murdock usa à noite seus sentidos aguçados, adquiridos em um acidente na infância que lhe deixou cego, para combater o crime nas ruas de Hell’s Kitchen, bairro onde cresceu em Nova York. A primeira temporada vê Wilson Fisk travando uma guerra de gangues com os russos e procura ascender seu poder político. Mesmo sem recursos, Murdock e seus aliados devem expor a verdadeira identidade de Fisk e derrotá-lo. Na segunda temporada, Murdock continua a equilibrar a vida como advogado e vigilante, enquanto cruza caminhos com Frank Castle, um vigilante com métodos muito mais mortais, assim como o retorno de sua ex-namorada – Elektra Natchios.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Daredevil_(webs%C3%A9rie)

 

Estreou em abril de 2015 na Netflix e está com duas temporadas.

 

Número 1:

Revenge

     Foi criada por Mike Kelley e estrelada por Madeleine Stowe e Emily VanCamp.

 

Sinopse:

 

Quando Amanda Clarke era criança seu pai foi preso sob a acusação falsa e injusta de terrorismo, sendo julgado e condenado à prisão, onde acabou sendo assassinado. Após alguns anos, Amanda – usando o nome Emily Thorne – volta aos Hamptons para se vingar das pessoas que destruíram sua família e causaram a morte de seu pai. Amanda sente que teve a vida destruída por essas pessoas que armaram contra seu pai, fazendo com que ela passasse sua infância no reformatório, uma detenção juvenil. Quando completou 18 anos, ela foi solta, mudou sua identidade e recebeu a herança de seu pai, além de uma caixa contendo detalhes sobre as pessoas que arruinaram a vida deles. Seu principal alvo é Victoria Grayson, matriarca da família Grayson, que amou e traiu seu pai.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Revenge_(s%C3%A9rie_de_TV)

 

Estreou em 2011 sendo finalizada na sua quarta temporada em 2015, é minha série favorita entre todas até que venha surgir outra melhor ainda.

É uma série que sempre revejo do começo ao fim sem pular episódios.

 

Quem me conhece também sabe que gosto de várias outras como: The walking dear, Arrow, The black list, Reing, The following, The vampire diaries, The originals, Sleep Hollow, The 100, Scream, The O.C, Dexter, Under the dome, Lost, Heroes, How a meet your mother, Teen Wolf, Pretty little liars, Prison Break, e assim vai quase que infinitamente…

 

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De quem se distanciar?

 

De tudo aquilo que ti oprime, que lhe faz ficar na zona de desconforto, que põem em risco seu bem físico, mental e social; tudo o que pode ser descartável ou de papel, pessoas indesejáveis, lugares indesejáveis, situações indesejáveis.

 

Quem evitar?

 

A lista está na sua cabeça

Defina bem todos que você deve manter na geladeira.

 

O que evitar?

 

Pensamentos depressivos, desistência, opressão, baixo autoestima, fraqueza, soberba, autodestruição, orgulho, medo de lutar, tristeza sem motivo, autoconfiança demais, arrogância, ansiedade, palavrões, diálogos vazios, impaciência.

 

 

Para onde ir quando a onda de destruição vem?

 

Para um local ao que te transmita paz, ou conversar com quem te transmita confiança e conforto, mas nunca se trancar internamente. O que tiver de ruim dentro de ti tem de sair.

 

O que pôr na cabeça quando tudo parecer embaraçoso e difícil demais para suportar?

 

Deus. Fé. Procurar enxergar a beleza que há na vida, embora tudo se mostre cair na sua frente, mesmo que todos os obstáculos surjam diante de você.

 

Ao que se apegar?

 

A tudo e todos que querem ti ver bem, que ti amem, que eu ame, que você admire, e que ti admire. Ao que lhe edifica e a quem você edifica.

 

Em quem confiar?

 

Somente, unicamente em Deus e Jesus.

 

Quem amar?

 

Nesta Terra primeiramente a você.

Posteriormente ainda você.

E quando se sentir confiante permitir-se amar as pessoas ao seu redor.

 

O que fazer na presença de obstáculo?

 

Vencê-los sem deixar de ser humilde.

 

Onde pôr pessoas que deve evitar?

 

Não excluí-las, apenas deixá-las isoladas de você mesmo que perto. Não deixar de torcer pelo bem delas, ou pelo sucesso. Desejar sempre o bem.

 

Como lidar com pessoas que estão em último plano?

 

Não interagindo totalmente, com o tempo essas pessoas verão que você não precisa ter vínculo com elas.

 

Onde encontrar a força?

 

Na fé, na vida, na luta diária, no desejo das coisas que quero conquistar no futuro, na segurança das suas escolhas.

 

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Hoje o assunto abordado será algo que várias pessoas do ramo do bloguer, autores, resenhista, acadêmicos, compositores, etc., já foram vitimas: O Plágio.

Como autor e resenhista ponho uma enorme pressão em criar algo 100% original do qual eu não venha a ter problemas futuros, procurando sempre averiguar assuntos que eu venha a abordar ou pontos de vista, para ver se não tem algo igual pela rede ou já existente em outros meios de comunicação, é o mínimo que posso fazer sendo um profissional da área.

Agora: o que é Plágio?

Segundo disponibilizado no site Wikipedia na fonte https://pt.wikipedia.org/wiki/Pl%C3%A1gio): “O plágio (diz-se também plagiarismo ou plagiato) é o ato de assinar ou apresentar uma obra intelectual de qualquer natureza (textomúsica, obra pictóricafotografia, obra audiovisual, etc) contendo partes de uma obra que pertença a outra pessoa sem colocar os créditos para o autor original. No ato de plágio, o plagiador apropria-se indevidamente da obra intelectual de outra pessoa, assumindo a autoria.”

E para complementar, segundo o Dicionário Aurélio, plagiar é “Assinar ou apresentar como seu (obra artística ou científica de outrem).”

É um roubo de ideia original do criador, em que tal autor é lesado pelo plagiador que toma para si sua ideia e todo seu ponto de vista, sendo desde uma obra literária a cientifica, artística, ou obra intelectual, ou seja, uma copia não autorizada que é considerado crime federal previsto no código Penal Brasileiro, lei 9610 de 19 de fevereiro de 1998.

É um ato de má conduta e falta de ética, além de falta de criatividade.

Na Lei de Direito Autoral n. 9.610, de 1998, art. 108. Diz que: “Quem, na utilização, por qualquer modalidade, de obra intelectual, deixar de indicar ou de anunciar, como tal, o nome, pseudônimo ou sinal convencional do autor e do intérprete, além de responder por danos morais, está obrigado a divulgar-lhes a identidade da seguinte forma: I – tratando-se de empresa de radiodifusão, no mesmo horário em que tiver ocorrido a infração, por três dias consecutivos; II – tratando-se de publicação gráfica ou fonográfica, mediante inclusão de errata nos exemplares ainda não distribuídos, sem prejuízo de comunicação, com destaque, por três vezes consecutivas em jornal de grande circulação, dos domicílios do autor, do intérprete e do editor ou produtor; III – tratando-se de outra forma de utilização, por intermédio da imprensa, na forma a que se refere o inciso anterior”.

Irei abordar abaixo alguns meios de plágios:

O plágio de obra literária consiste em quando uma obra com autoria é copiada sem autorização por uma terceira pessoa mal intencionada visando beneficio próprio usufruindo da ideia do real autor, omitindo os créditos dele, geralmente ocorre mais em plataformas digitais onde autores expõem seus textos originais, muitas vezes ainda não registrados na BN – o que é muito importante de se fazer para ter em mãos o documento que comprova sua real autoria sobre a obra.

O plágio artístico ocorre quando alguma música, letra ou melodia, ou obras artísticas, desde fotos a pinturas, sejam copiados por terceiros também sem autorização.

O plágio acadêmico é mais comum, ainda numa geração imediatista que quer resultados rápidos e coisas fáceis, o que acaba por fazer esses formandos, optar pelo plágio de teses no ato de desespero para conseguir concluir o curso, exemplo disso foi o caso do secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, que se demitiu em 2014, após ser descoberto um caso de plágio praticado pelo próprio em 2007. Este tipo de ato acaba por causar a cassação do diploma do plagiador além de ter que arcar com a justiça.

No artigo disponível no link (www.puc-rio.br/sobrepuc/admin/vrac/plagio.html) é ressaltado que segundo o professor Lécio Ramos, citado por Garschagen (2006), existem, pelo menos, três tipos de plágio:

Integral, onde a cópia de um trabalho inteiro, sem citar a fonte.

Parcial, onde a ‘colagem’ resultante da seleção de parágrafos ou frases de um ou diversos autores, sem menção às obras.

Conceitual, onde a utilização da essência da obra do autor expressa de forma distinta da original.

Esse tipo de crime também ocorre no meio dos blogs em que Resenhistas sem originalidade, ou que tenham pressa em mostrar serviço acabam por copiarem alguma resenha já pronta – e antes postada e assinada por outro resenhista – assinando como autoria própria, ou seja, alegando ser o seu ponto de vista, sendo que não consegue nem sequer conseguir expressar a perspectiva do que leu.

Para quem tiver duvidas sobre o assunto ou querer saber mais sobre direito autoral aconselho a pesquisar sobre a lei 1910 no Google, ou acesse o link http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9610.htm, onde a lei se encontra detalhada.

 

 

Fontes:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9610.htm

https://www.publico.pt/2014/10/17/politica/noticia/secretario-de-estado-demitese-apos-noticia-do-publico-sobre-plagio-1673296

 

 

 

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Criar um muro na frente de nossos sentimentos nem sempre é a melhor forma de se esquivar de sofrimentos prováveis e nem de dores inevitáveis.

Deixar-se calar, ou não deixar que ninguém alcance você além desse muro, é deixar-se à parte das pessoas ao seu redor, criando uma bolha de “mantenham distância em qualquer circunstância”.

Não seja radical a tal ponto, assim como também não é preciso abrir-se de modo amplo. Saiba medir as coisas dentro de você para que não acabe afogando-se em sua introspecção.

Aprenda a medir sentimentos que precisa compartilha, sorrisos que são necessários soltar. Deixe essa parede à altura do pescoço de vez em quando para que possam ver seu rosto e admirar a beleza que existe dentro de você – nas profundezas de seus olhos.

Aprender a deixar sentir as coisas e deixar que outros apreciem um pouco de você é essencial para que não se prenda a uma vida solitária.

Sinta a vida.

Sinta a sintonia ao seu redor e deixe-se equalizar-se aos outros.

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