Antonio H. Fernandes

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binäre optionen forum Sorria!

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Sorria, ou ria, ou melhor ainda, gargalhe.

Quando dizem a você que rir é o melhor remédio, isso não é conversa de botequim. Muitos dizem ainda que rir desopila o fígado, mas existem pesquisas médicas que orientam que rir realmente é muito bom para a saúde.

Uma pessoa que não ri sofre. Sofre de muitos males. Ninguém gosta de quem não sorri. Claro que você não precisa sorrir o tempo inteiro… há o tempo de chorar (que também faz bem à saúde e principalmente acalma) e há o tempo de ficar sério.

Mas convenhamos, o sujeito chega a uma loja, departamento, farmácia, supermercado, ou qualquer outro lugar e é atendido por uma pessoa má humorada. O que vai acontecer? Não vai gostar do atendimento e é muito provável que vá embora sem comprar o que tinha intenção de comprar. No entanto, se é atendido por um grande, imenso sorriso isso muda tudo. Mesmo que a pessoa que vá comprar diga apenas “estou só olhando”.  (Eu vi você sorrindo, ou vai dizer que nunca falou isso em uma loja?)

Falando sério agora (um pouquinho), as pesquisas científicas descobriram que:

1 – Rir libera endorfina, ou seja, alivia as dores, pois esse hormônio é ótimo aliado no combate a depressão, ansiedade e estresse.

2 – Rir combate rugas: já disseram que exercícios fazem a nossa pele ficar menos flácida e isso acontece com o nosso rosto, que tem dezenas de músculos. Não acredita? Quando uma pessoa sorri ela movimenta cerca de 12 músculos faciais, ao gargalhar, movimenta 24 músculos e quando faz as duas coisas, movimenta 84 músculos. Um exercício e tanto não é mesmo?

3 – Rir melhora a sua digestão: dizem que rir muito faz doer a barriga, exatamente porque os músculos do local são estimulados quando se gargalha, o que acarreta uma massagem no sistema gastrointestinal, auxiliando assim a digestão.

Procure rir ou sorrir mais no seu dia a dia. Isso com certeza vai melhorar o seu humor e o de quem o rodeia. No mínimo. Conte piadas. Ria das piadas. Tente ver sempre o lado bom das coisas. Estamos vivendo tempos estranhos onde até fazer uma piada está virando uma coisa de outro mundo.

Sorria se o sol aparece quando você acorda. Mais um dia pleno de energia para trabalhar ou fazer qualquer tipo de atividade. Sorria mesmo que amanheça chovendo. Ótima oportunidade para escrever, ler um livro, tomar um café quente.

Sorria para seu vizinho, seu marido, sua esposa, seus filhos, amigos, no trabalho, na praça, na academia. Eu já disse que rir é bom?

Então vamos rir, sorrir e gargalhar.

Uma piadinha para melhorar o dia:

Verbo Empurrar – conjugação

Eu Empurro

Tu empurras

Ele cai

Nóis ri

Ele levanta

Nóis corre.

 

 

binaire opties verboden Antonio Henrique Fernandes

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opciones binarias legal O ocaso do Romantismo.

 

O Romantismo já era. Será?

Em algum momento nos últimos 20 anos o mundo entrou em uma curva onde as coisas boas passaram a ser coisas raras. Principalmente no Brasil. Uma dessas coisas boas que aparentemente ficou para trás seria o romance. De propósito? Não creio. Mas fico pensando o que nós ganhamos com o desaparecimento do Romantismo (com “R” mesmo).

Quando eu era adolescente e tímido a única maneira de chegar a alguma menina que eu gostava era através de cartas, ou bilhetinhos, e para falar a verdade, nunca deu certo. Mas graças a Deus havia outras maneiras, como os bailes. Nessas festas tocava-se principalmente músicas lentas, românticas e essa era a deixa para eu conseguir me aproximar de alguma garota: convidando-a para dançar. E eu era até bom nisso.

Também dei flores. Muitas.

Meu último texto na coluna foi sobre a corte. E o galanteio tem muito a ver com o Romantismo. Não se faz uma conquista se não tiver romance. E aí é onde entram as flores, os poemas (escritos ou declamados), filmes melosos para se assistir agarradinhos (ou não) no cinema, e bailes.

O Romantismo também está em ser cavalheiro. Aquele príncipe encantado que toda moça espera em seu corcel branco. Abrir uma porta para ela entrar, afastar a cadeira para ela se sentar. Abrir uma garrafa ou lata no lugar dela, para não se machucar (é claro, ou acham que seria porque o homem tem mais força?). Ir a um encontro levando um buquê de flores, ou apenas uma rosa. São esses detalhes que fazem o Romantismo.

Muita coisa realmente mudou nesses últimos vinte anos. Não ouvimos mais músicas belas com mais frequência, não há mais bailes para namorados, passeios no parque estão rareando, claro que a violência no país contribui muito, no entanto, ainda assim não há mais festas, se resumindo apenas a um dia no ano. O Dia dos Namorados. É pouco.

O Eu te Amo virou banalidade. Qualquer um diz, a qualquer momento. Eu gosto de ser cavalheiro. Eu gosto de ser romântico. De ter um jantar a dois. De ter uma preparação para aquela noite inesquecível. As mulheres também mudaram. Muitas não fazem mais questão de um homem romântico. Ou melhor, dizem que querem, mas na realidade, na hora do romance, escolhem o cara que é cafajeste. Já vi muitas assim. Se você não se encaixa nesse perfil, meus parabéns, ainda é uma romântica de verdade. Os príncipes viraram ogros. E não é nem o Schrek. Ele é um cara legal.

Digo por experiência própria. Eu mesmo era um cara que mandava flores, fazia bilhetes apaixonados, dedicava músicas e gostava de dançar agarradinho. Levava café na cama. E hoje estou solteiro. E escaldado.

Eu ainda ouço as mesmas músicas que ouvia 20, 30 anos atrás. Porque não há atualmente música com a mesma qualidade. Há músicas românticas ainda? Sim, claro, mas fala a verdade, quando se liga a rádio, espera ouvir alguma? Nos programas só tocam músicas com a qualidade lamentável. Músicas completamente descartáveis. O que resta são os programas com Flashback

É pouco.

Filmes românticos diminuíram, músicas românticas diminuíram, falar sobre amor virou coisa do século passado.

Os homens mudaram também. Estão ficando mais arredios. Sabem que não adianta mais ser românticos. Foram superados pelos “ogros”. E por isso muitos dos casamentos acabaram virando descartáveis. Não há amor, não há romantismo, não há cumplicidade.

Estarei exagerando? Talvez.

Acho que ainda existe o Romantismo, o verdadeiro. Mas é preciso que se traga à superfície novamente. Que veja o sol.

E, mulheres, sejam românticas. Escolham o romântico. E pode ter certeza que seus relacionamentos irão modificar, arrisco a dizer, para melhor.

Não deixem o Romantismo virar uma página amarela do tempo, virada no livro da vida.

come fare trading Antonio Henrique Fernandes

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pzioni binarie simulazioni Ela: a mulher!

E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.

… Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar;

E da costela que o Senhor Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão.
E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada.

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Este fragmento de texto foi tirado da Bíblia, mais exatamente do Livro Genesis. Percebe-se que há uma diferença entre a criação do Homem e a da Mulher.

O Homem veio do barro, mas a mulher, veio da costela, parte do homem, e foi feita carne. Só isso já a torna especial. E sendo carne, a ela foi dada a capacidade de suportar dor maior que o homem. Mas o mais importante, foi-lhe dada a concepção.

Sendo filhos de Deus, criados em sua semelhança, a concepção é o mais próximo que podemos chegar do milagre da vida, perpetrado por Ele. É neste simples ato, onde parte do homem e parte da mulher se unem para gerar uma vida, é que se completam.

O papel da Mulher neste mundo é grande, pois se ao Homem foi dada força, a ela foi dada doçura, paciência e uma capacidade infinita de sorrir, mesmo quando em momentos ruins de sua vida.

Na História tivemos Homens importantes que desempenharam bem sua liderança, mas também é verdade que tivemos Mulheres excepcionais, em vários campos. Política, ciências, esporte, jornalismo, entretenimento e muitos outros.

Em cada uma dessas áreas você encontrará uma mulher de fibra, de coragem e determinação, com inteligência, prudência, mas, sobretudo, conhecimento.

Já perceberam onde quero chegar? Ainda não? Bem, veja que as mulheres além de fazer tudo isso que já mencionei, ainda são mães, donas de casa, irmãs, filhas e esposas. Não é sensacional?

E só o que elas querem é igualdade! Não querem ser melhores. Querem os mesmos direitos. Apenas!

É preciso que o Homem abra o olho e perceba, antes que seja tarde demais, que tudo o que ele precisa para suportar qualquer obstáculo e qualquer adversidade, é ter uma mulher AO SEU LADO. E vice-versa.

À mulher, meu mais atencioso MUITO OBRIGADO! Que bom que vocês existem.

Parabéns pelo seu dia!

Antonio Henrique Fernandes

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binär optionen erfahrung O Orvalho da Corte.

 

Fosse eu menestrel das cortes antigas faria uma linda canção para demonstrar como se conquista uma mulher. Com floreios e palavras difíceis cantaria que a mulher (toda mulher) não só merece mais do que o mundo. Merece sua atenção. Merece mais do que uma flor, enfim um jardim inteiro. Merece mais do que as gotas do orvalho que abraçam com serenidade o amanhecer de cada dia.

Não sou poeta, nunca fui, mas tenho que concordar que os poetas enchem de palavras bonitas quando tratam sobre o galanteio e conquista de uma mulher.

Muitos homens procuram justamente poesia, palavras bonitas ou rosas (em detrimento de outras flores tão bonitas e perfumadas quanto). A Corte, como dita antigamente, sempre foi um jogo mais intrincado do que xadrez, em que rolam alguns interesses. Sim, é claro que há interesses. De ambas as partes. Ninguém pode negar isso. Mesmo que o interesse seja apenas o de amar.

No mundo moderno, o galanteio, ou corte, baixou muito de nível, sendo considerado em muitas vezes cantadas baratas. E disso as mulheres estão cheias e cansadas de ouvir. Elas, inclusive, agora também partem para o galanteio, não sendo mais uma coisa totalmente masculina.

Mas, o que pretendo aqui expor é que muitas vezes o galanteio tem um alvo definido e uma meta mais definida ainda. Tal embate pode durar uma eternidade, ao mesmo tempo em que pode durar apenas alguns segundos. Isso varia da tática usada (ou ousada) de quem a pratica. E há um erro que muitos cometem após conseguir o que quer com sua corte.

Qual o erro, podem me perguntar?

Simples. Depois que conseguem o que querem esquecem de continuar fazendo a corte.

Se consideram uma mulher como uma flor ou um jardim inteiro, não percebem que tanto o jardim quanto a mais pura flor dependem de cuidados. Diários.

Ao se conquistar uma mulher, que em um primeiro momento, se quer ter a companhia para sempre, é preciso cultivar, aquecer, regar, e cuidar com todo carinho e amor, para que, como uma flor, ela dure, formosa e linda e que esse amor dure na mesma medida.

Não, não é só em dias especiais que a mulher deve ser lembrada. Dia da Mulher, Dia das Mães, Dia da Avó, Dia dos Namorados e outras datas comemorativas. Para a mulher que foi tão amplamente cantada e glorificada em poemas, bombos e buquês, esse reconhecimento tem que ser diário. Se não diário, mas com uma frequência maior que datas. Para que não reclame depois que a mulher esteja “gorda”, “desajeitada”, “feia”. A mesma mulher que fez você se sentir o homem mais feliz do mundo precisa do mesmo carinho e atenção de quando estava sendo feita a corte.

Não é porque já a conquistou que não deva mais agradá-la. O amor não é amplamente pleno se não a tratar bem a todo o instante. Não é porque agora ela é mãe que virou uma santa a ser posta em um altar. Ela continua sendo uma mulher e, como tal, tem os mesmos desejos de antes da gravidez, talvez até mais.

Claro que tem mulheres que, igual homens têm uns ogros, são um verdadeiro cacto, mais espinhos que flores. Aí cabe ao homem ter a inteligência de lidar.

E à mulher, o conselho é o mesmo, afinal estamos vivendo a modernidade, onde os direitos são iguais e a mulher também luta por aquilo que quer.

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best broker forex in us O que te move? Ou te comove?

 

O que nos faz acordar todos os dias pela manhã, levantar, tomar café e ir, ou ao trabalho, ou à escola?

Mesmo sabendo que o fim de todos é o mesmo: a morte?

Creio que, além de nossa mente estar preparada para isso, há uma coisa chamada VIVER A VIDA. E isso em toda a sua plenitude. Com erros e acertos.

Ninguém diz a você que será fácil, que a caminhada será só descida… não! Tem descidas, tem pedras, muros e diversos outros tipos de obstáculo que a vida nos encaminha.

Entretanto, ao caminhar a vida, vamos encontrando e conhecendo pessoas que fazem valer à pena esse andar. Pessoas que preenchem cada vazio de nossa existência. Claro que é preciso lapidar essas pessoas como se fosse uma pedra preciosa, o que na verdade são. E cada pessoa que passa em nossa vida nos deixa um pouco de ensinamento, sabedoria. Basta que saibamos agir como um apanhador de sonhos, pegando e filtrando aquilo que é bom.

Conhecer o que é ruim também é importante. Muitas vezes precisamos estar do outro lado da moeda para dar valor à própria vida, sem criticar aos outros.

Os sábios dizem que para que se tenha uma vida plena e que uma vida seja realmente chamada de VIDA, é preciso fazer uma coisa: AMAR. É o Amor que tem por objetivo ser o Norte de nossas existências. Aquela coisinha que aprendemos dentro de nossas casas e que, por obrigação, podemos e devemos estender a quem não faz parte de nosso círculo familiar.

Isso é o que nos move. Ou devia mover.

Agora, quando alcançamos o Amor, chegamos ao que nos comove.

Se alguém se comove com outra pessoa, ou com algum tipo de situação delicada, mesmo envolvendo o seu animal de estimação (selvagem também vale), é porque até aqui o Amor esteve presente. O contrário não existe. Ninguém que não tenha experimentado o amor consegue se comover.

Particularmente nunca vi quem não tenha amado nesta vida se comover com um simples gesto. Mas posso atestar que se uma pessoa que nunca amou na vida, por algum motivo, comoveu-se com uma situação, a partir daí ela pode dizer que alcançou o amor.

Se comover não é só se debulhar em lágrimas. Não! É deixar que o seu coração seja tocado de maneira delicada por sentimentos bons, que preenchem e te envolvem.

E quando nos comovemos atingimos um dos grandes objetivos da vida.

Tudo é um círculo. Amar é se comover.. Comover-se é Amar. Não há como fugir disso. Na realidade, não devemos fugir desse círculo.

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بيان أطروحة صفي O Patinho Feio

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Acredito que todos nós já fomos como o patinho feio dos contos de fada. Há mais de cem anos ouvimos essa história contada por nossos pais e através de livros.

O patinho que foi largado pela sua família porque era diferente, e só foi feliz quando descobriu os seus iguais. Alguém já ouviu uma história parecida? Não é tão diferente de tantas histórias que acontecem pelo mundo.

O conto de fadas tem a moral final de que todo patinho feio se transforma um dia em um lindo cisne, pois afinal, não era pato.

Ser diferente não é ruim. Não acredito que tenhamos tantos seres humanos iguais. Se assim fosse seríamos uma unidade, o que, na verdade nunca fomos. As pessoas não percebem que a questão de ser igual é muito mais relativa do que pensa… todos somos iguais na medida que somos seres humanos racionais. Todos somos iguais na medida em que temos cabeça, corpo e membros. Mas, ainda assim temos nossas diferenças, e algumas delas são genéticas.

Somos únicos justamente porque somos diferentes. O meu pensamento é diferente.

Mas o que verdadeiramente nos torna diferentes são as nossas impressões digitais. Não há uma, entre mais de 7 bilhões de pessoas, que seja igual à outra.

E ainda assim não toleramos a diferença.

Somos humanos, mas a cor da pele nos faz diferentes. Claro que é diferente; quando estudei na escola aprendi que os seres humanos se adaptam em qualquer tipo de lugar, até mesmo aos mais inóspitos. Evidente que, para aguentar o calor do sol e seus raios solares em um lugar mais deserto, a pele tinha que ser mais escura, pois tudo depende da melanina. O que acontece ao contrário em regiões onde se tem pouca presença do sol. A pele se torna branca.

Geneticamente somos todos iguais. Mas o que comemos, o tempo que passamos ao sol, e outros fatores podem nos tornar diferentes. E isso não nos faz melhor do que qualquer um. Apenas mais preparados, talvez.

Como o Patinho Feio, temos a capacidade de ficar melhor junto aos iguais, e de mesmo modo, nos sentimos desconfortáveis entre aqueles que não são parecidos. O importante é não nos sentirmos melhor ou atacar quem não é parecido. E isso vale para ideias, cores, religião e outros fatores.

Temos que aceitar que não somos iguais. Somos um tipo de ser e cada um tem a sua individualidade.

Acima de tudo, somos seres humanos e todos nós somos como o patinho feio. E também somos o cisne da história.

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opcje binarne podatek A Arte de Inspirar.

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Nos dias atuais é muito complicado encontrar algo ou alguém que possa nos inspirar a fazer alguma coisa grande, alguma coisa que faça quebrar paradigmas dentro de nossa própria existência.

Ao mesmo tempo em que esperamos muito das pessoas, pretendendo nos sentirmos inspirados, acontece exatamente o contrário: acabamos nos decepcionando. Infelizmente com uma certa frequência.

É certo que os ídolos atuais não inspiram muitas coisas boas às pessoas que os seguem. Muitos são péssimos exemplos. E nem vou muito longe. Antigamente tínhamos essa inspiração para coisas grandes e belas dentro de nossas próprias casas. Vivemos tempo em que os pais não são mais inspiração para ninguém. Nem para os próprios filhos.

O que é inspirar? É fazer com que outras pessoas vejam, através de exemplos (bons exemplos), e façam o mesmo. Um dos exemplos: Quando Gustavo Kuerten ganhou em Roland Garros, na França, ele inspirou várias crianças a praticarem o esporte, o tênis.

O esporte ainda é uma das poucas coisas que realmente inspiram crianças e jovens.

Mas e aos adultos, no que eles se inspiram?

Em bons exemplos, de caráter, de honestidade, de integridade.

Coisas que estão se rareando ultimamente. Não vemos mais atos de bondade com tanta frequência. Não tanto quanto gostaríamos. Exemplos a serem seguidos estão diminuindo. Todos nós gostamos de nos inspirar, mesmo no menor dos gestos, como ver uma pessoa ajudando uma pessoa com dificuldades a atravessar a rua.

Um senhor desempregado que acha uma carteira cheia de dinheiro e, mesmo necessitando muito, a devolve para o seu legítimo dono. Isso é inspirador. Nos inspira a ser honestos e acreditar na honestidade. Na educação que recebemos em casa.

No mundo de hoje, precisamos de mais pessoas que nos inspirem a sermos grandes. E bons.

Lendo um livro sobre uma moça que, aos 16 anos, conseguiu dar a volta ao mundo em um barco. Ela mesma inspirada por outros navegantes, tão jovens quanto elas e com certeza será inspiração para outros que virão. Pode soar um pouco maluco o que ela fez? Sim, mas quando temos um sonho, o que precisamos não é de pessoas que nos prenda, e sim de pessoas que inspirem a acreditar que o nosso sonho é possível.

Inspirar é isso.

 

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A vida é sempre um eterno recomeço. Há fases em nossas vidas que permitem esses recomeços. Muita gente acha que a vida começa quando nascemos, mas vou um pouco além e aqui me permito divagar, não tornando essa conversa em algo mais etéreo ou de fundo religioso, afinal, falo de recomeços.

A forma como nós conhecemos, de viver a vida, nos dá essa certeza que podemos mudar quando quisermos aquilo que não gostamos. Muitas vezes não temos esse controle total, mas temos ainda assim a liberdade de escolher o caminho pelo qual iremos andar por algum tempo. Por que digo algum tempo? Porque nem todo caminho é perene. Nem reto. Há muitas curvas e encruzilhadas.

É nessas encruzilhadas que temos que tomar decisões. Essas decisões espelham uma nova vida.

Quando saímos da nossa tenra infância, onde o que se pode e deve é apenas brincar, entramos na vida escolar. Não porque queremos, mas porque é uma necessidade intrínseca do ser humano. Quanto mais aprendemos, mais temos condições de tratar bem o ser humano (aqui divaguei, pois nem sempre isso acontece). E aí saímos do ensino fundamental para o ensino médio.

Nessa etapa da vida escolhemos até mesmo se queremos namorar. Se bem que não é uma questão de querer. Muitos querem, mas botar isso em prática é diferente de pessoa para pessoa (eu mesmo, enquanto aluno, nunca namorei, apesar de ter minhas paixões juvenis).

Mas é na fase adulta que podemos dizer que é o grande recomeço de uma vida. Onde suas escolhas determinarão o seu futuro.

Um casal se conhece, namora, casa, tem filhos, constitui um lar… e depois se separa. Fim? Não! Para mim só existe um fim. A morte. Mesmo separado há um recomeço e para isso basta fazer o que tenho dito nesse texto: escolher.

Do mesmo modo quando perdemos um emprego. Podemos recomeçar em outro emprego, estudar e fazer um concurso.

Simplificando tudo, o que quero dizer é que para haver recomeços, é necessário que se faça algumas escolhas. Uma coisa depende muito da outra.

E nunca é tarde demais para se fazer uma escolha e recomeçar, mesmo que do zero, uma nova vida.

Pense, reflita e, finalmente, escolha!

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Li um texto esta semana em que Neil Gayman dizia sobre editoras e autores. A relação entre os dois tem que ser de somente ida para o autor. Se ele realmente falou isso ou não, não sei, mas tem muita verdade.

É mais ou menos assim: o autor está vendendo o seu produto, que é um livro, seja de crônicas, poesia, ou romance e como qualquer vendedor, é claro que ele quer ganhar sobre o produto que está vendendo. O problema é que o produto nunca é vendido da forma como ele quer. Ao menos aqui no Brasil.

Não tenho pleno conhecimento de como é feito fora do Brasil, mas nos Estados Unidos, até onde sei, todo escritor tem um agente e um editor. A editora só pega para publicar pelo potencial de venda do livro, que é o nosso produto. Nesse caso negociam os valores dos direitos e o autor recebe um adiantamento do contrato e das vendas. O escritor é um vendedor de produto, ele pode ter ou não um agente, mas normalmente não perde. Aliás, ele ganha, e muito à medida que o livro vai vendendo.

Aqui no Brasil, talvez seja um dos países em que o escritor ao invés de ser pago pelo seu produto, ele paga para que o produto seja vendido, com promessas de vendas. E paga caro. E ainda temos a imensa concorrência com os livros de autores internacionais. Como competir, por exemplo, contra 50 tons de Cinza? A saga Harry Potter? Não deveria haver competição. Até porque temos os nossos produtos, que são tão bons quanto.

As editoras brasileiras, ainda não confiam nos escritores tupiniquins, só o que posso pensar. Mas também não posso deixar de pensar que as editoras vivem de autores que pagam para publicar, e não das vendas dos livros.

O mercado editorial nacional é muito deficiente.

Apenas são selecionados para grandes editoras aqueles que atualmente estão em primeiro lugar nas plataformas grátis. Que são livros com muitas leituras e muitos seguidores. Não digo best seller porque a tradução seria melhor vendido e nessas plataformas não se vendem livros. Somente divulgação de autor e obra.

Um escritor em início de carreira nunca vai chegar a uma grande editora, a não ser que seja algo surreal o que esteja escrevendo. Nesse caso ele vai pagar caro para ter seu produto publicado. E ainda assim tem que tirar mais do bolso para que esse produto seja vendido nas melhores livrarias do país.

Como diria Neil Gayman, isso está errado. Porque o autor só perde dinheiro. Não recebe, não ganha, e muitas das vezes, não vende.

É por isso que existem muitos autores independentes, porque deve ser a única forma de se conseguir ganhar algum dinheiro com venda de livros, e mesmo assim não está isento de ter prejuízos.

Isso precisa mudar no país. Infelizmente não vejo mudanças a curto prazo.

Nosso país não tem o costume de ler, a média nacional de livros lidos por ano é uma brincadeira de mau gosto. Precisamos mudar a mentalidade do brasileiro, para que ele passe a ler mais, a gostar de ler e principalmente, que compre livros.

Além de tudo isso ainda tem que brigar para que o livro não seja pirateado e livremente passado pela internet.

Esse tipo de situação só muda com muita educação. Do estado, da união, dos pais.

Editoras têm que confiar no autor, acreditar no produto. Se confiar em ambos o livro será bem recebido por quem gosta de ler. Não temos divulgação.

O que ainda salva são as parcerias com os blogueiros. Muito pouco.

Digo isso porque sou um escritor, já com livro publicado, mas a editora pouco ou nada fez com publicidade do livro, a divulgação foi praticamente nula. Talvez no início, mas depois nem sequer uma lembrança.

E paguei para publicar… e paguei por livros em demanda. Já que estou vendendo o certo não seria eu receber pelo meu produto?

Enfim, isso precisa mudar.

binära optioner ordlista Antonio Henrique Fernandes

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