biografia

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Nascido em Juiz de Fora, Minas Gerais, em 11 de maio de 1925, José Rubem Fonseca é formado em Direito, tendo exercido várias atividades antes de dedicar-se inteiramente à literatura. Em 31 de dezembro de 1952 iniciou sua carreira na polícia, como comissário, no 16º Distrito Policial, em São Cristóvão, no Rio de Janeiro. Muitos dos fatos vividos naquela época e dos seus companheiros de trabalho estão imortalizados em seus livros. Aluno brilhante da Escola de Polícia, não demonstrava, então, pendores literários. Ficou pouco tempo nas ruas. Foi, na maior parte do tempo em que trabalhou, até ser exonerado em 06 de fevereiro de 1958, um policial de gabinete. Cuidava do serviço de relações públicas da polícia. Em julho de 1954 recebeu uma licença para estudar e depois dar aulas sobre esse assunto.

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Marçal Aquino nasceu em 1958 na cidade de Amparo (SP). Jornalista, trabalhou como revisor, repórter e redator nos jornais “O Estado de S.Paulo” e “Jornal da Tarde”. Atualmente, trabalha como jornalista free-lancer. Escreve ficção adulta e juvenil, faz roteiros para o cinema, tendo atuado como consultor no IV Laboratório de Roteiros Sundance/RioFilme, a convite do Sundance Institute, dos E.U.A., em 2002.

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Escritor pernambucano, mora em São Paulo desde 1991. Despontando como um dos grandes escritores da chamada geração 90, Marcelino é o idealizador e organizador da Balada Literária, evento que reúne diversos ecritores no bairro da Vila Madalena, na capital paulista.

Publicou os livros de contos “Angu de Sangue” (2000), “BaléRalé (2003), “Contos Negreiros” (2005) e “RASIF – Mar que arrebenta” (2008), e o livro de aforismos “eraOdito” (1998-2002).

iq options brtan Com “Contos Negreiros”, Marcelino ganhou o Prêmio Jabuti, na categoria “melhor livro de Contos e Crônicas”. Tem textos publicados em vários países e antologias. É também editor.

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george steiner essays Luiz Ruffato (Cataguases, fevereiro de 1961) é um escritor brasileiro. Formado em Comunicação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, exerceu jornalismo em São Paulo. Publicou Histórias de Remorsos e Rancores (1998) e Os sobreviventes em 2000, ambos coletâneas de contos. Ganhou os prêmios APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) e Machado de Assis da Fundação Biblioteca Nacional com o romance Eles Eram Muitos Cavalos, de 2001. Este livro foi publicado também em:

buch für binäre optionen Itália (Milão, Bevino Editore, 2003),
França (Paris, Métailié, 2005),
Portugal (Espinho, Quadrante, 2006).
Em 2002, publicou As máscaras singulares (poemas) e Os Ases de Cataguases, contribuição para a história dos primórdios do Modernismo (ensaio).

Köp Atarax 25 mg utan recept Em 2005, iniciou a série Inferno provisório, projetada para cinco volumes, com os livros Mamma, son tanto felice e O mundo inimigo. Destes seguiram-se Vista parcial da noite e O livro das impossibilidades.

diventare trader Esses romances foram premiados pela APCA como melhor ficção de 2005.

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http://www.ivst-vz.de/?debin=dbswiss dbswiss Pedro Bandeira (1942) é escritor brasileiro de livros infanto-juvenis. Destacou-se com a obra “A Droga da Obediência”. Recebeu, entre outros, o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro em 1986, e a Medalha de Honra ao Mérito Braz Cubas, da cidade de Santos, em maio de 2012.
Pedro Bandeira (1942) nasceu em Santos, São Paulo, em 9 de março de 1942. Estudou o curso primário no Grupo Escolar Visconde de São Leopoldo. O ginásio e o curso científico no Instituto de Educação Canadá. Dedicou-se ao teatro amador, até mudar para a capital, onde estudou Ciências Sociais na Universidade de São Paulo (USP). Casou-se com Lia, com quem teve três filhos: Rodrigo, Marcelo e Maurício.
Além de professor de Literatura Brasileira e Portuguesa, para o ensino médio, trabalhou em teatro profissional até 1967 como ator, diretor, cenógrafo e com teatro de bonecos. Mas, desde 1962, já trabalhava também na área de jornalismo e publicidade, começando na revista “Última Hora” e depois na “Editora Abril”, onde escreveu para diversas revistas e foi convidado a participar de uma coleção de livros infantis.
Em 1972 começou a escrever histórias para crianças, publicadas em revistas e vendidas em bancas de jornal. Em 1983 publica seu primeiro livro “O Dinossauro Que Fazia Au-Au”, voltado para as crianças, que fez um grande sucesso. Mas foi com “A Droga da Obediência”, voltado para adolescentes, que ele considera seu público alvo, que se consagrou.
Desde 1983, Pedro Bandeira dedicou-se inteiramente à literatura. Ele garante que a experiência em jornais e revistas o ajudaram como escritor, uma vez que o jornalista é obrigado a estar preparado para escrever sobre quase tudo. Ele escrevia para revista de adolescente e para publicações técnicas. Foi aprendendo a criar um estilo para cada público.
Estudou psicologia e educação para entender em que faixa etária a criança acha o pai herói, com qual idade acha ele um idiota e quando está pronta para questionar tudo e todos. “Sem esse conhecimento é impossível criar um personagem com o qual o leitor que você pretende atingir se identifique”. A inspiração para cada história, segundo o autor, vinha de livros que leu e nos acontecimentos de sua própria vida.
Criatividade nunca faltou ao santista, mas quando isso acontece, Pedro abre o e-mail de seu computador e começa a ler mensagens e cartas que recebe semanalmente de seus leitores de todo Brasil. “As vezes tiro idéias das cartas porque o conteúdo das mensagens são os mais diversos. Tem quem pede conselho sentimental, outros dizem que não se dão bem com os pais e já recebi até carta de presidiário. Tento responder a todas”.
Pedro Bandeira é o autor de Literatura Juvenil mais vendido no Brasil e, como especialista em técnicas especiais de leitura, profere conferências para professores em todo o Brasil.
Obras de Pedro Bandeira

iq options à¾Ñ‚à·ÑÂÂâ A Baleiazinha;
A Contadora de Histórias;
A Droga da Obediência;
A Droga do Amor;
A Edição da Criançada;
A Formiga e a Pomba;
A Hora da Verdade;
A Marca da Lágrima;
A Onça e o Saci;
A Roupa Nova do Rei;
Agora Estou Sozinha;
Alice no País da Mentira;
Anjo da Morte;
Brincadeira Mortal;
Caras, Carinhas e Caretas;
Cidinha e a Pulga da Cidinha;
Como Conquistar essa Garota;
De Punhos Cerrados;
Desastre na Mata;
Droga de Americana!;
É Proibido Miar;
Eu Quero Ficar com Você;
Gente de Estimação;
Histórias Apaixonadas;
Ideia Solta no Ar;
Mais Respeito Eu Sou Criança;
Mariana;
O Dinossauro Que Fazia Au-Au;
O Guizo do Gato;
O Medo e a Ternura;
O Mistério da Fábrica de Livros;
O Melhor Presente;
O Patinho Feio;
O Poeta e o Cavaleiro;
O Vírus Final;
Obrigado Mamãe;
Pântano de Sangue;
Par de Tênis;
Pequeno Pede Tudo;
Pequeno Polegar;
Pirilim;
Por Enquanto Eu Sou Pequeno;
Prova de Fogo;
Rosa Flor e a Moura Torta;
Um Crime Mais Que Perfeito.

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http://paginas-web.mx/?yoga=bonus-automatico-senza-deposito-opzioni-binarie bonus automatico senza deposito opzioni binarie Joaquim Manuel de Macedo (1820-1882) foi escritor brasileiro. “A Moreninha” é o primeiro romance considerado verdadeiramente representativo da literatura brasileira. Foi professor de História do Brasil no Colégio Pedro II, e preceptor dos netos do Imperador Pedro II. É Patrono da cadeira nº 20 da Academia Brasileira de Letras.
Joaquim Manuel de Macedo (1820-1882) nasceu em Itaboraí, Rio de Janeiro, no dia 24 de junho de 1820. Formou-se em Medicina, pela Faculdade do Rio de Janeiro, mas nunca exerceu a profissão, seduzido pela carreira literária e pelo magistério. Foi professor de História no Colégio Pedro II, e preceptor dos netos do Imperador Pedro II.
A obra de Macedo representa todo o esquema e desenvolvimento dos romances iniciais, com linguagem simples, tramas fáceis, descrição de costumes da sociedade carioca, suas festas e tradições, pequenas intrigas de amor e mistério, um final feliz com a vitória do amor. Com o romantismo, nasce a prosa de ficção brasileira. “A Moreninha”, foi seu primeiro romance, que teve grande aceitação. Joaquim de Macedo foi o autor mais lido na sua época.
Poeta e teatrólogo de grandes recursos, Macedo produziu inúmeros trabalhos literários, nesses dois gêneros, além de uma vasta coleção de romances que o colocaram entre os melhores e mais fecundos prosadores brasileiros.
Noutros gêneros, escreveu: Lições de História do Brasil (didático) (1861), Noções de Corografia do Brasil (didático) (1873), Ano Biográfico Brasileiro (1876), Efemérides Históricas do Brasil e Mulheres Célebres (1878). Depois da sua morte, ainda foi publicado o romance Amores de um Médico. Joaquim Manuel de Macedo é o patrono da Cadeira nº 20 da Academia Brasileira de Letras.
Joaquim Manuel de Macedo morreu no Rio de Janeiro, no dia 11 de abril de 1882.
Obras de Joaquim Manuel de Macedo

tastylia strips reviews A Moreninha, romance, 1844
O Moço Loiro, romance, 1845
Os Dois Amores, romance, 1848
Rosa, romance, 1849
O Cego, teatro, 1849
Cobé, teatro, 1852
Vicentina, romance, 1853
O Forasteiro, romance, 1855
A Carteira de meu Tio, 1855
O Fantasma Branco, teatro, 1856
A Nebulosa, poesia, 1857
O Sacrifício de Isaac, teatro, 1858
O Primo da Califórnia, 1858
Amor à Pátria, teatro, 1859
Luxo e Vaidade, teatro, 1860
O Novo Otelo, teatro, 1860
Os Romances da Semana, 1861
A Torre em Concurso, teatro, 1861
Lusbela, teatro, 1862
Um Passeio Pela Cidade do Rio de Janeiro, 1862-1863
O Culto de Dever, romance, 1865
Memórias do Sobrinho do meu Tio, 1868
O Rio do Quarto, romance, 1869
As Vítimas-Algozes, romance, 1869
A Luneta Mágica, romance, 1869
A Namoradeira, 1870
As Mulheres de Mantilha, romance, 1870
Romance de Uma Velha, teatro, 1870
Remissão de Pecados, teatro, 1870
Cincinato Quebra-Louças, teatro, 1871
Um Noivo e Duas Noivas, 1871
Ano Biográfico Brasileiro, 1876
Vingança por Vingança, 1877
Memórias da Rua do Ouvidor, 1878
Antonica da Silva, teatro, 1880

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online geld verdienen binÃÂÂÃâ� Adonias Filho (1915-1990) foi escritor brasileiro. Fez parte da terceira fase do Modernismo. Foi também jornalista, ensaísta, romancista e crítico literário. Seu universo ficcional tem invariavelmente como palco a região cacaueira do sul da Bahia. Foi eleito para a cadeira nº 21 da Academia Brasileira de Letras.
Adonias Filho (1915-1990) nasceu em Itajuípe, Bahia, no dia 27 de novembro de 1915. Filho de fazendeiros, estudou em sua terra natal e em Salvador. Iniciou-se no jornalismo ainda em Salvador. Em 1936, muda-se para o Rio de Janeiro, onde foi colaborador e crítico literário dos jornais A Manhã, Diário de Notícias e Jornal de Letras.
Sua linguagem obedece um estilo áspero e seco, é a marca que distingue os romances de Adonias Filho. O palco da região cacaueira dá vida e cor a personagens relacionados com a cultura do cacau.
Foi diretor do Instituto Nacional do Livro entre 1954 e 1955, do Serviço Nacional de Teatro de 1954 a 1956. Dirigiu a Biblioteca Nacional em 1961 e a Agência Nacional em 1964. Neste mesmo ano foi eleito para a cadeira nº 21 da Academia Brasileira de Letras, antes ocupada por Álvaro Moreira. Em 1972 assumiu a presidência da Associação Brasileira de Imprensa.
Entre seus livros mais conhecidos estão os romances “Os Servos da Morte” (1946), “Memórias de Lázaro” (1952), “Corpo Vivo” (1962), “O Forte” (1965) e o ensaio literário “Modernos Ficcionistas Brasileiros” (1958). Entre outros autores traduziu William Faulkner, Virginia Woolf e Graham Greene.
Adonias Aguiar Filho faleceu em Ilhéus, Bahia, no dia 2 de agosto de 1990

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come si fa treding José Pires Carvalho (1932-2001) foi um escritor brasileiro.
José Pires Carvalho (1932-2001) nasceu em Avaré, São Paulo, no dia 1 de setembro de 1932. Filho mais velho do suinocultor Osório Carvalho e da professora Izabel Pires Carvalho. Iniciou seus estudos no antigo Externato São José. Formou-se no magistério na Escola Coronel João Cruz. Formou-se em Direito em Bauru.
Em 1959 elegeu-se vereador e foi o primeiro a lutar pela instalação de uma faculdade na sua cidade natal, defendendo a causa nas páginas do jornal “A Tribuna”, que fundou e dirigiu com apoio da família. Mudou-se para Taquarituba, onde por dez anos dirigiu a Escola “José Pena”.
Em 1973, já bacharel em pedagogia, mudou-se para a Capital para trabalhar na Procuradoria do Estado, em vaga conquistada por concurso público. Era primo e conterrâneo do memorialista Jango Pires. Depois de sua aposentadoria passou a se dedicar à pesquisa da memória regional. Nos últimos anos publicou três livros sobre a história local: dois volumes intitulados “Avaré – Sua Gente, Seus Fatos” (1995 e 1998) e o conto “O Homem da Roça” (1996).
Fundou a Editora Arcádia e empenhou-se na publicação de vários livros de autores nascidos em Avaré, como Gesiel Júnior, Joaquim Negrão, José Leandro Franzolin e Flora Bocci. Não teve tempo de publicar seu último trabalho, intitulado “30 Contos”.
Em 1999, José Pires Carvalho recebeu o título de “Cidadão Benemérito” da Câmara de Vereadores e foi escolhido para ingressar no Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, indicado pelo presidente da Academia Paulista de Letras, o conterrâneo Israel Dias Novaes.
José Pires Carvalho morreu em São Paulo, no dia 31 de julho de 2001.

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esempi di trading José do Patrocínio (1853-1905) foi um político, jornalista e escritor brasileiro. Participou ativamente dos movimentos abolicionistas. Publicou alguns manifestos apoiando a instalação da República. Fundou a cadeira nº 21 da Academia Brasileira de Letras.
José do Patrocínio (1853-1905) nasceu em Campos, Rio de Janeiro, no dia 9 de outubro. Filho do Cônego João Carlos Monteiro, vigário de Campos, e da escrava Justina Maria. Com permissão do pai foi para a capital, onde começou a trabalhar na Santa Casa de Misericórdia. Em 1868, com a ajuda do professor João Pedro de Aquino, entra para Faculdade de Medicina, como aluno do curso de farmácia. Forma-se em 1874 e para sobreviver passa a lecionar.
Em 1875, lança um quinzenário satírico, Os Ferrões, que logo foi extinto. Em julho de 1876, escreve um poema, com doze estrofes, dirigido à princesa Isabel, que foi publicado no periódico O Mequetrefe. No ano seguinte, pelas mãos de Ferreira de Araújo, entra para a Gazeta de Notícias. Em 1879 casa-se com a aluna Maria Henriqueta.
Com a ajuda do sogro, compra a Gazeta da Tarde, que torna-se o local onde se articulavam todos os movimentos contra a escravidão. Em 1880, ocupa a tribuna do Teatro São Luiz, para atacar o regime escravagista. Criou a Confederação Abolicionista, que se tornou uma força reconhecida pelos políticos.
Em 1885 morre sua mãe, sem que tivesse chegado o dia da liberdade para os escravos. Em 1886 Patrocínio se candidata à Câmara Municipal. Nesse período escreve três romances, “Mota Coqueiro”, “Os Retirantes” e “Pedro Espanhol”. Foi eleito para a Câmara com grande votação. Em 1887 deixa a Gazeta da Tarde e funda o jornal “A Cidade do Rio”.
José do Patrocínio participa ativamente da campanha abolicionista, que chega ao ápice, no dia 13 de maio de 1888, com a assinatura, pela Princesa Isabel, da lei Áurea. Chega ao fim sua luta de dez anos. Patrocínio manteve-se ligado à Princesa, recusando a adesão aos republicanos. Os amigos da Confederação abolicionista afastaram-se dele. O jornal A Cidade do Rio perdia sua importância.
Na manhã de 15 de novembro, a insurreição chefiada por Deodoro da Fonseca era vitoriosa. Patrocínio, antigo orador, vê o povo voltar-se contra ele. Ele cede, discursa apoiando a República. No dia 6 de abril divulga um manifesto, em seu jornal, dirigido ao presidente, escrito por generais e almirantes. Floriano decreta estado de sítio e manda prender José do Patrocínio, Olavo Bilac, entre outros. Patrocínio é confinado em Cucí, às margens do Rio Negro.
Um ano depois é solto e volta ao Rio de Janeiro. No dia 6 de setembro de 1893 a Marinha rebela-se contra o Presidente Floriano, era a Revolta da Armada. Patrocínio publica um manifesto dos almirantes revoltosos. Floriano manda fechar o jornal, é o fim de sua carreira de jornalista. Em 1895 o jornal reabre mas em 1902 deixa definitivamente de circular.
José Carlos do Patrocínio faleceu no Rio de Janeiro, no dia 18 de agosto de 1905.

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http://secondclothing.com/?k=bin%C3%A4re-optionen-vs-forex binäre optionen vs forex Alcântara Machado (1901-1935) foi um escritor brasileiro. Um dos mais importantes escritores do primeiro tempo modernista. O mundo do imigrante italiano e seus esforços de integração a São Paulo deram a Alcântara Machado, modernista de primeira hora, a temática e o estilo no qual ele escreveu seus contos.
Alcântara Machado (1901-1935) nasceu em São Paulo, no dia 25 de maio de 1901. Formou-se em direito em 1924. Começou ainda estudante a trabalhar como jornalista. Após uma temporada na Europa, impregnou-se das idéias de vanguarda e assumiu ostensiva posição de combate pela renovação literária, ao lado de Oswald de Andrade.
Uma viagem à Europa, em 1925, inspirou-lhe o livro de estreia literária, “Pathé Baby”, publicado em 1926, com prefácio de Oswald de Andrade. Um ano depois, junto com Paulo Prado, fundou a revista “Terra Roxa e Outras Terras”. Em 1928, com a publicação do conto “Brás, Bexiga e Barra Funda”, se tornaria lembrado como expoente do gênero. O segundo livro de contos, “Laranja da China”, foi publicado em 1929.
Em 1929, uniu-se a Oswald de Andrade, para fundar a Revista de Antropofagia. Em 1931, com Mário de Andrade, dirigiu a Revista Hora. Pesquisador de História, escreveu alguns estudos, entre eles um sobre seu avó, Basílio Machado.
São Paulo sempre esteve no centro de seus interesses, daí o nome de sua mais importante obra, “Brás, Bexiga e Barra Funda”, nome de bairros onde se radicaram os imigrantes italianos. Em sua obra ele tece uma imagem crítica, e por vezes apaixonada desses europeus que aportaram em São Paulo. Alcântara Machado não conheceu grande sucesso em vida, mas foi valorizado por gerações posteriores.
Antônio Castilho de Alcântara Machado d’Oliveira, morreu em São Paulo, no dia 14 de abril de 1935.
Obras de Alcântara Machado

binära optioner strategi Pathé Baby, romance, 1926
Brás, Bexiga e Barra Funda, contos, 1928
Laranja da China, contos, 1929
Maria Maria, romance, 1936, póstuma
Cavaquinho e Saxofone, ensaio, 1940, póstuma

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