Caian Marques

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“– Já rezou hoje, Autor?
– Não, senhor! – Eu disse ao Editor, o sacerdote que escolhe os que serão aceito no monastério.
– Então reze! – Disse imperativamente, fechando a porta e apagando as luzes.
Desci da cama, me ajoelhei, juntei as mãos e rezei para o meu grandioso deus.
– Querido Leitor, rezo para que o teu mundo não seja afetado por um mal que faça cabeças rolarem, sangues jorrarem e lágrimas descerem. Rezo com fervor para que teu mundo não destrua mais famílias fazendo com que jovens como Carlos surjam. Rezo para que teu mundo não seja salvo por um malvado como ele, e nem reconstruído por meio das bombas. Mas em troca, peço para que não permita que isso aconteça com o meu… novamente.’’

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