Bruno Sérvulo

Bruno Sérvulo

  1. http://coconutcharcoalindonesia.com/?decerko=bin%C3%A4re-optionen-signale-vergleich&5bd=24 Fale-nos um pouco de você.

Meu nome é Bruno, mas assino meus trabalhos como Bruno Sérvulo. Moro no extremo norte do Brasil, no Estado do Amapá. Nasci numa linda cidade do interior do Pará (Ourém) conhecida por suas belezas naturais e lindos igarapés com águas cristalinas. Tenho 33 anos e levo uma vida simples. Sou formado em Letras e Mestre em Artes.

  1. köp Viagra i malmö O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou professor em tempo integral. Leciono as disciplinas de Língua Portuguesa, Literatura e Redação para alunos do Ensino Médio e Superior. Não vivo da literatura, mas vivo por ela. Escrevo desde os 15 anos, no entanto, talvez por ser muito crítico, nunca havia submetido meus escritos a uma editora, apesar de já possuir um número considerável de textos prontinhos para se revelarem ao mundo desde a adolescência.

Minha inspiração veio por acaso. Um dia achei que poderia contar uma história e “bum” ela surgiu. Assim como Nelson Rodrigues (não querendo me comprar a ele, é claro), escrevo a partir do que observo no dia a dia, das pessoas que tenho contato e suas histórias, e, evidentemente, das coisas que leio, assisto e ouço.IMG-20170909-WA0010

  1. http://www.lahdentaiteilijaseura.fi/?siftifkar=bin%C3%A4ra-optioner-funkar-det&7f6=8c Qual a melhor coisa em escrever?

Por meio da literatura posso colocar meus demônios para fora. A todas as pessoas que me perguntam sobre a sensação de escrever, digo que se eu não fizer isso posso enlouquecer. Escrever para mim me alivia e faz com que eu exerça a capacidade de reinventar as coisas do mundo ao meu modo. Evidentemente a literatura me proporciona ser, desejar, imaginar qualquer coisa que na realidade não poderia ou não seria permitido. Isso me fascina! Escrever para mim é uma explosão íntima.

  1. go here Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Não possuo um cantinho especial para escrever, na verdade, eu preciso de uma condição para escrever, não importando o lugar. Gosto do silêncio e principalmente da solidão. Descobri que o isolamento, o silêncio e um maço de cigarros são peças tão fundamentais quanto a minha própria mente, durante esse processo. Acho que sem os quais teria dificuldade de escrever ao menos um parágrafo.

  1. lider forex dersleri Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Não possuo um gênero específico e único, apesar de apreciar alguns mais do que outros. Gosto de escrever desde poesia (comecei por esse) até romances. Diria que há momentos que me levam a um gênero. Por exemplo, estou numa fase em que escrevo histórias de suspense e terror, mas já escrevi (e gosto muito) de textos mais sensíveis, poéticos e intimistas. Mas acredito que se um dia for reconhecido por meu trabalho será por um gênero mais dramático e não necessariamente romântico.

  1. go to link Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Comecei a publicar tardiamente, apesar de já escrever há muito tempo. Atualmente, tenho um contrato de fidelidade com a editora Illuminare e já publiquei em várias antologias da mesma editora. Tenho quatro projetos gráfico para publicar, dois deles finalizados e outros ainda em construção: “Assassinatos, mistérios e coisas sórdidas” é um livro de contos aprovado pela editora e pretendo lançar ainda esse ano; “(Des)graças e (In)delicadezas: sobras de pequenas criaturas” é um trabalho bem pessoal e espero publicá-lo ano que vem.

Os títulos surgem durante o processo de criação. Deixo que eles apareçam naturalmente.

Os nomes dos personagens são do tipo mais comum que conhecemos. Gosto de estar mais próximo do real possível e extrair a profundidade da alma de gente simples.

  1. loading option bin file error Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Escrevo ao acaso, quando me surge uma ideia que acredito render uma boa história. Às vezes, acordo com uma centelha de inspiração e me ponho a escrever. Não tenho controle sobre minhas histórias e o desenvolvimento delas. Eles adquirem vida, e não podemos controlar a vida, certo?! Ao perceber que preciso de uma referência a mais para o desenvolvimento do enredo, faço pesquisas em enciclopédias, em artigos, em outros livros, etc.

  1. http://www.transportbudapesta.ro/?kdls=angela-g-24option-com&718=35 Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Todos os livros e seus autores para mim são inspiradores. Leio todo tipo de livro de autores variados, mas alguns me marcaram profundamente, não necessariamente me inspiraram, porém, me fizeram reconhecer o valor da literatura: Clarice Lispector, Agatha Christie, Machado de Assis, Sidney Sheldon, Stephen King, Nelson Rodrigues, Gabriel Garcia Marques, Luís Fernando Veríssimo…são muitos que servem de referência para meu trabalho.

  1. opcje binarne dziennik Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Até o momento tive todos os meus textos aceitos para publicação. Isso me deixa feliz. Sinto que o mercado está se abrindo para novos autores.

  1. enter site O que você acha do novo cenário da literatura nacional? IMG-20170909-WA0011

Estamos caminhando para a excelência, mas ainda há um longo e difícil percurso. Temos grandes autores nacionais e alguns que ainda não tiveram visibilidade por conta da falta de incentivo à literatura nacional. É preciso mudança, e acho que já está acontecendo. Algumas editoras pequenas conseguem espaço no mercado e fazem um bom trabalho de publicidade. Acredito que essa seja a saída para um mercado editorial mais democrático, respeitador e com possibilidades.

  1. go Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Quando insisto que é preciso haver democracia no sistema editorial, não defendo a banalidade da literatura. É preciso ser mais polido nas escolhas e seleção de obras que ingressam o mercado. É necessário que as editoras prezem pela qualidade literária ou a literatura nacional carregará uma alcunha de inferioridade.

  1. http://reuelmusic.com/?jdsksd=opzioni-digitali-vietate-in-francia&fe7=42 Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

É um problema sério. Talvez por esse motivo várias obras estão sendo publicadas apenas em formatos digitais. Eu, particularmente, gosto do livro físico. É nostálgico ver alguém segurando um livro e desfrutando cada página, mas com os preços elevados é complicado chegar aos leitores. A literatura acaba por se limitar a poucos com poder aquisitivo e deveria ser o contrário, a leitura deve chegar a todo tipo de público através de seus diversos formatos.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

A hora da Estrela, O Carteiro e poeta, Cem anos de solidão, Clara Luna e Apolo Onze… Não se trata de querer escrever uma história parecida ou no mesmo nível, pois a genialidade dos autores é algo que não se pode roubar. Cito esses livros porque surpreendem pela engenhosidade e beleza da linguagem. Uma inveja branca e saudável de um leitor.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Todas as artes me inspiram e são influenciadoras do meu trabalho, mas me sensibilizo muito com as músicas de Chico Buarque, por exemplo. Acho que sua sensibilidade é tocante e profunda, assim como gostaria que meus textos fossem.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

É uma pergunta difícil, pois muitas obras me tocam, me motivam, me fazem ter sensações de dor, alegria, surpresa…Não citarei uma obras, pois seria injusto com as demais obras e seus autores. Sou um a apaixonado pela literatura e a cada final de livro tenho sentimentos distintos e verdadeiros, seja no bom ou mal sentido, na felicidade ou  na frustração.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Tenho sim. Chama-se “Rejeitados pelo diabo”. Está quase finalizado e acredito que será meu trabalho mais duro e chocante. Trata-se do conflito travado entre duas famílias em um lugar esquecido pelo resto do mundo.

Também estou finalizando um livro composto de três histórias que começou com um conto, porém adquiriu vida própria e hoje já está na sua última fase (assim espero).

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Acompanho sempre que algum trabalho meu é citado ou quando estou buscando um livro interessante. A editora faz um trabalho de divulgação excelente nesse sentido. Blogueiros são importantes no processo de divulgação e acho que abre espaços e caminhos para novos leitores e autores. A crítica de leitores experientes engrandece, no meu caso, o processo criativo; e para leitores, impulsiona a curiosidade, fator necessário à venda, distribuição e divulgação da obra.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Não escrevo para um público específico ou sob encomenda. Deixo que as pessoas procurem o que desejarem para se entreter, conhecer, aprender através da literatura. No entanto, sinto que o público jovem se identifica mais com meus escritos, talvez por apresentar contextos surpreendentes e, algumas vezes, chocante. Adolescentes adoram se chocar. Acho isso ótimo! Mas adoraria ver meus livros nas mãos de intelectuais e críticos literários. Ressalto que atraio esse público não por ser uma obra de fácil compreensão, ao contrário, acredito que o público jovem é mais exigente. Agradar um leitor é um trabalho hercúleo e não pode ser feito de qualquer forma, ou estaríamos sendo desrespeitosos.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

É ver o livro pronto, na gráfica e distribuído. Quanto tive meu primeiro texto publicado, chorei emocionado. A felicidade não me completava, me transbordava. Pensei: “Agora posso me considerar um escritor ou, como prefiro ser chamado, um contador de histórias”. Acredito que mesmo que eu consiga publicar um punhado de obras, essa sensação nunca vai me abandonar. Caso isso aconteça é porque transformei a literatura em algo de pouco valor em minha vida.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Passei muitos anos escondido do mundo literários como autor. Por um lado foi bom, pois pude amadurecer e me senti mais seguro em relação às críticas (inevitável nesse meio). Por outro lado, acho que teria tido uma história bem mais profícua se não tivesse medo. A covardia não é parte de um artista, principalmente aquele que usa a palavra como objeto de criação. Para os novos autores, aconselho a escrever sem medo, sem se preocupar com o que vão dizer. Deixe a mente brilhar em liberdade e poderá se surpreender com o resultado.

Para os leitores, espero ser conhecido brevemente através de meu trabalho. Podem me escrever, falar do que acharam, como se sentiram…e acima de tudo, leiam tudo, antes mesmo de torcer o nariz para um autor ou obra que você acha que não gosta ou que não vai gostar. A literatura é, acima de tudo, uma experiência. Experimente e depois teça suas opiniões a favor ou contra. E tenho certeza que independente das formulações, será sempre uma experiência nova.

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