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Ceiça

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optionweb betrug Quando terminei de ler Nosferatu eu precisava de um pouco de ar, leveza, ai peguei o primeiro livro da série Crônicas Lunares, da Marissa Mayer, para ler e não me decepcionei, só me surpreendi. Os livros:

  1. Cinder
  2. Scarlet
  3. Cress
  4. Winter

Pelas minhas pesquisas o livro foi publicado em 2012 e localizei várias capas diferentes e duas editoras também, se não estiver enganada. Os livros contam a história futurista da Cinderela, Chapeuzinho Vermelho, Rapunzel e a Branca de Neve. Os contos de fadas estão interligados e foram uma grande aventura pela terra, Lua e espaço.

Mas vamos para a resenha do primeiro livro, Cinder, nossa protagonista principal nessa trama super bem ambientada.

A vida de Cinder não é boa, ela é uma ciborgue, ou seja, um cidadão de segunda classe. Na verdade é alguém metade humano metade androide.  Na sociedade atual, isso é ser inferior, para você ter uma ideia, da situação de alguém assim, ele tem a obrigação de se voluntariar para teste da vacina da “peste” da época, conhecida como letumose. Mas vamos nos ambientar. Você está na terra e já rolou uma Quarta Guerra Mundial, que foi um desastroso evento. A tecnologia foi o que nos salvou e uniu as nações.

O maior inimigo é a Letumose e Luna são nossos maiores problemas. A epidemia é letal, já se alastrou, mata sem piedade. Todos buscam uma cura assim como a equipe de pesquisadores da Comunidade das Nações Orientais, em Nova Pequin, cidade onde mora Cinder.

Cinder tem 36,28% do corpo de partes cibernéticas, a mão e uma perna. O que achei muito legal, ela possui parte do cérebro e sentidos melhorados. É como ter uma placa de memória no cérebro que lhe permite audição perfeita, acompanhar eventos, notícias, dados de arquivos. E mais algumas qualidades que ela vai mostrando ao longo do livro. Como sua capacidade de concertar qualquer que seja o aparelho mecânico.

Você deve estar se perguntando porque ela é meio humana e ciborgue? Sofreu um acidente de aerodeslizador, um carro, quando tinha onze anos, onde seus pais morreram. O que sobrou de seu corpo foi salvo e as partes danificadas substituídas.  Foi adotada por um tutor, que morreu de letumose e deixada aos cuidados de Adri, sua guardiã legal e madrasta, mãe de Pearl e Peony.

Como toda madrasta que de contos de fadas Adri é uma criatura cruel, exploradora, má, egoísta, e trata Cinder com intolerância e crueldade, assim como uma de suas filhas a Pearl.

Aqui o enredo não muda Cinder trabalha duro para sustentar a família como mecânica, sua vida é uma dureza, tem duas amigas, sua irmã boa, Peony, e Iko, um androide doméstico animado, totalmente fantástica. Iko é a alegria do livro. Ela tem um defeito no chipe de personalidade, que ninguém quer mudar.

Cinder esconde de todos sua condição, teme a descriminação. Sua mão e perna não tem implante de pele, o que a obriga a usar luvas e botas permanentemente para ocultar seu segredo.

A terra não está vivendo um bom momento, a Letumose matando, uma ameaça intergaláctica constante dos Lunares, habitantes da lua, que tem como rainha uma peça boa chamada, Levana. Pense numa criatura cruel? Levana. Ela tem fixação pela Terra e seus recursos e pretende firmar uma aliança, por casamento com o príncipe Kai. Herdeiro da Comunidade das Nações Orientais.

Os lunares são bastante perigosos, todos nascem com um dom chamado “encanto”, a capacidade de manipular a mente de humanos. Eles praticamente fazem os humanos de marionetes e capazes de executar qualquer coisa sob a vontade deles. Confesso, a pior coisa do livro, esse dom lunar.

A santinha da Levana praticamente matou e mutilou todos os que estavam em seu caminho para assumir o trono. Uma de suas vítimas mais conhecidas foi a princesa herdeira Selene. Claro, existe uma teoria da conspiração de que a princesa está viva. O príncipe Kai a está procurando, pois acredita que ela é a única capaz de destruir e libertar Luna e a terra da crueldade de Levana.

As coisas começam a acontecer quando o príncipe Kai disfarçado procura Cinder para que ela conserte um robô pessoal. Sua reputação de a “melhor” chegou aos seus ouvidos. O robô guarda informações vitais. Desse ponto em diante a vida de Cinder vira de pernas para o ar.

Ela se vê envolvida em intrigas palacianas perigosas e mortais. Uma aventura sem igual que vai leva-la ao limite da vida e da morte. Claro, temos um baile e até mesmo a cena do sapatinho.

O primeiro livro é muito bom e não me decepcionou, Cinder é uma personagem forte, inteligente e sabe o que quer, fraqueja as vezes, mas é normal, ela vai enfrentar muita pressão. Afinal vai ter de lutar por sua vida, daqueles que ama e de toda a terra. Sem falar no seu coração que foi roubado por um jovem príncipe cheio de responsabilidade e lutas para vencer.

A autora Marissa Mayer tem um jeito bem cruel de terminar os livros, felizmente eu tinha todos em mãos e pude passar de um para o outro de imediato, senão confesso que teria jogado o livro pela janela de tanta ansiedade. Isso corre nos 3 livros. No 4, e último livro, ela foi boazinha e nos deu um excelente final.

Minha nota? Cinco beijos mordidos.

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 1.  my company Fale-nos um pouco de você.

Eu sou Telma Brites, tenho 54 anos e moro fora do Brasil desde os meus 26 anos.

Agora moro na Alemanha desde de 2001 e antes morava na França. Sou casada com um Alemão e tenho três filhos .

Desde adolescente sonhei escrever um livro e só 38 anos depois tive coragem de realizá-lo.

Gosto de ler, escrever, ir ao cinema, rir e vivo sempre correndo em busca da realizações dos meus sonhos  do meu bem estar e da minha felicidade. Faço esporte, como saudável, muito legumes e frutas e raramente carne. Não digo que sou vegetariana pois não gosto de slogans e ouço o meu corpo. Se um dia sinto vontade de comer carne, como. Certamente meu corpo estava precisando.

Gosto de praia, mar e sol. Sinto muita falta desses três elementos na Alemanha. Mas a vida é feito de escolhas e adaptações,logo…

optionweb opinioni 2. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou professora de português em uma escola particular de línguas. Faço teatro, figuração e pequenos papéis para a televisão alemã e sou modelo fotográfico.

http://kdry.com/?primetos43=options-trader-login&b31=bf 3. Qual a melhor coisa em escrever?

Escrever é magnifico. É a extravasar por palavras a linguagem do coração.

http://officeinsights.se/?limon=rsi-bin%C3%A4ra-optioner&ea3=a0 4. Você tem um cantinho especial para escrever?

Adoro escrever nos cafés, onde tem barulho de música com o sussurrar das pessoas. Um lugar que soa vida. Starbucks é um dos meus preferidos pelo tipo de música, jazz, bossa nova.

 5.  see it here Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?
Adoro fantasia. Ultrapassar o nível da realidade, mas conservando o lado real. Só nas minhas poesias.
http://boersenalltag.de/blog/post/2009/03/18/redaktionsschluss-mal-ganz-entspannt/index.html
6. Fale-nos um pouco sobre seu (s) livro (s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?
Gaia a roda da vida é um pouco de mim em todos os personagens. Essa jovem milionária( não sou eu) super protegida que perdeu seus pais cedo demais, vai procurar se adaptar em uma nova família de parentes que só conhecera na infância. Esse processo é doloroso mas rico de experiências e vivências no plano real e no plano invisível aos olhos humanos. A recusa de aceitar seu papel como personagem principal de uma profecia a acompanha até o fim do livro, onde ela deve tomar uma decisão que poderá ser fatal para a sua sobrevivência. O livro é uma trilogia. O primeiro é a porta que se abre, o segundo é o corredor  a seguir e o terceiro é o ponto a se chegar. A história se formou na minha cabeça, no último dia de viagem de férias pela Grécia. Me despedindo da natureza sobe um monte que dava para o mar, olhei a montanha rochosa ao lado e ela era a forma de uma pessoa deitada. Dai veio a ideia o gigante adormecido, parte integrante do livro e cenário no segundo.

7.  http://bda-online.com.au/myob-fca-excellence-in-franchising-awards-2014-winners-announced/photo-43 Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?
Quando tenho uma dúvida sobre um tema ou uma teoria, vou nos livros ou na internet. Ou converso com amigos.

Check This Out 8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Acho Harry Potter um prato cheio de imaginação e ligação entre os fios, mas gosto muito de Ártemis fohl. Adoro o estilo de Gordan, com a série que começa com o Físico, e de Zafón com a que inicia A sombra do vento. E me inspirei muito em um autor francês Musso.

 9.  http://www.segway.fi/?kastoto=www-zoomtrader-com&133=11 Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?
Meu livro foi inicialmente uma publicação independente, não tive paciência para tentar uma editora. Seis meses depois de ser lançado fui chamada para fazer parte da editora Ascension. Que está lançando-o na bienal do Rio de Janeiro.
his comment is here
10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Estou completamente por fora.

11.  kÃÂÂÂ� Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Estou um pouco distante da realidade brasileira.

12.  http://cactus.com.au/restaurant/reviews.html Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?
Acho um pena. Se ver que motivar a leitura e o campo literário não é a prioridade no país. Os livros na Europa, França e Alemanha são bem acessíveis a população. 

13.  get link Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Não tenho um preciso.

14.  binär optionen strategie Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da música + cantor)
Difícil, mas penso que algo do tipo clássico. Beethoven tem algumas partituras muito interessante, forte e com suspense. Ou por ex. Two steps from hell de Heart of courage

15.  Homepage Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?
Adoro a sombra do vento de Safón

16.  Homepage Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Claro, a tradução do meu livro em alemão que ja está em andamento. E continuar a escritura de vol. 2 de Gaia

17.  Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Muito recentemente. Acho interessante pois eles representam o público. Algumas são válidas outras nao.

18. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Meu professor português de um curso de escritura live Prof Luis Carmelo

19. Qual a maior alegria para um escritor?

Chegar o momento que não sente mais necessidade de escrever mais linhas e sim a palavra FIM. Foi o momento mais feliz do processo.

20. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Gaia é uma leitura fácil, cativante e emocionante, é humana e viva. Por isso convido vocês a fazer essa viagem entre o tempo passado, presente e dimensional da personagem. E se voce tem um sonho de um dia escrever um livro, pare de adiar. Adiar é só o medo de realizar. Então vai em frente não deixe para amanhã o que pode começar AGORA.

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Gaia Gottesstein é uma adolescente de dezesseis anos que já aprendeu como a vida pode ser injusta ao perder seus pais, Renato e Larissa. Sua mãe desapareceu em um acidente aéreo e seu pai durante uma de suas buscas pela esposa no mar.

“… quero deixar a mensagem de que o Universo está sempre em movimento. Tudo muda e se transforma. E cabe a cada um quebrar as barreiras que o impedem de progredir e de avançar, seja enfrentando os obstáculos, seja desviando deles ou mesmo mudando de direção.”

Com isso, é obrigada a deixar seu lar onde tinha a companhia de Nana, sua governanta, e Totof, seu cozinheiro, para morar com os tios que nem se lembra, Círio e Lyra, em uma pequena cidade da Alemanha e aceitá-los como família.

“O único que está isento de erros é aquele que não se arrisca acertar.”

Após sua chegada ao novo lar, Gaia é apresentada também a Jaison, filho adotivo de seus tios. Contudo, as coisas começam a mudar, ao mesmo tempo se encaixar e um mistério se desvendar. Porém, para compreendê-lo, a jovem precisa amadurecer, recomeçar sua vida de cabeça erguida e enxergar com clareza o que lhe é apresentado e pensava ser fantasia.

“Um abria os olhos para o futuro, o outro abria os olhos para o passado. Mas os dois se encontravam na mesma sintonia.”

Sendo uma válvula de escape da realidade, Gaia se vê cada vez mais próxima de seus tios, Jaison, e até mesmo de Nana e Totof, com quem mantém contato virtualmente. Mas uma hora precisará abrir os olhos para a realidade, aceitar novas crenças, e entender que histórias e lendas podem não ser apenas isso. Seguir o caminho a que está predestinada desde o início e além de tudo, se descobrir.

“Quando as mãos agem, a cabeça descansa um pouco.”

A roda da vida começou realmente a girar. Tudo exala magia e mistério. Uma profecia vem à tona, e a vida de todos muda drasticamente.

“Há mais coisas entre a terra e o céu do que a mente humana pode imaginar! E digo que existem muitas pessoas como você, que sabem escutar a linguagem do Universo, mesmo que ainda não compreenda completamente. Fique tranquila, menina, e acalme seu coração.”

“Gaia a roda da vida” é uma fantasia diferente de todas que já li, mas incrivelmente surpreendente! Com um enredo completamente envolvente, não consegui largar o livro até terminar a leitura, que por sinal foi feita de forma muito prazerosa graças a linda edição independente da autora.

“Tem coisas que são feitas para serem apreciadas e não entendidas.”

A capa ficou linda e diz muito sobre a trama. A diagramação ficou confortável para leitura, tendo as letras em bom tamanho, páginas amarelas e capítulos curtos. Além dos detalhes no início de cada um, com o desenho do cordão de Gaia (pequeno spoiler…).

“Que direção vamos tomar é responsabilidade de cada um… Tudo pode mudar. É a roda da vida em movimento. Cada um de nós tem uma missão a cumprir, em nossa passagem pela Terra.”

A escrita de Telma me cativou desde o início sendo bem rica. Repleta de detalhes, com personagens secundários de extrema importância e não superficiais, temos a sensação de estarmos dentro do livro de verdade e conhecermos cada um como Gaia conhece. E falando na protagonista, a autora fez um ótimo trabalho criando uma menina-mulher forte e frágil ao mesmo tempo, que amadurece durante a trama e ainda nos faz querer ser sua amiga.

“… não tenha vergonha do que você é ou tem, seja em qualquer sentido, para mais ou para menos.”

Uma verdadeira obra. Abordando temas como superação, perdão, amizade, aceitação, amor e compreensão, é um livro com uma linguagem fluida e instigante que nos faz pedir por mais quando chega ao fim. Afinal, várias perguntas são deixadas sem respostas nos deixando ainda mais ansiosos e aflitos pela continuação. Sem esquecer que temos várias referências à mitologia grega, o que eu amo, e muitas vezes me fez lembrar da escrita de Rick Riordan, que eu também amo.

“A mitologia grega integra nosso cotidiano, sem nem mesmo nos darmos conta. Você nem imagina, Ci. A palavra cronômetro vem do titã Chronos, o deus do tempo. E quando sentimos pânico, sem razão aparente, no escuro, por exemplo, vem de Pã, e muito mais coisas…”

“Conhecer um pouco da mitologia grega é compreender como nossa mente funciona. É visualizar a beleza da criação humana.”
Seja leve como sua essência. Ame em liberdade. O amor é a chave do mistério.”

“Ontem é História, Amanhã é Segredo, Hoje é Vida.”

É um livro que recomendo de olhos fechados, ficou todo marcado de post-its e entrou para os favoritos!

Me contem aqui se já leram ou pretendem…
Um beijo e um queijo ;*

Resenha de Carol Pinheiro, do blog Ressaca Literária!

(Resenha disponibilizada pela autora para efeito de divulgação)

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Aos sete anos de idade, Gaia gottesstein perdeu a mãe de forma misteriosa em um acidente de aéreo. Nove anos depois, foi a vez de o pai desaparecer no fundo do mar sem deixar vestígios. Assim, Gaia foi obrigada a deixar a América e as pessoas que amava para morar sob a tutela dos tios numa cidadezinha da Alemanha. Lá, a jovem se vê envolvida em uma enigmática história ligada ao passado de sua família, da qual é a personagem central.
A sobrevivência de Gaia depende da crença e da aceitação dos desígnos que está predestinada.
Onde está o limite entre a realidade e a imaginação?
Gaia será capaz de tomar a decisão certa? Uma história de fantasia, amor, união… e escolhas .

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1. Fale-nos um pouco de você.

Resp: Sou paulista, nasci em 03/10/1960 e aos dez anos me mudei definitivo para o Rio de Janeiro, onde moro até hoje. Então, sou carioca de coração. Sou formada em Enfermagem e exerci minha profissão até pouco tempo atrás, mas a minha vida é escrever, o que faço desde os meus dez anos. Tenho três livros publicados partindo para o quarto, e alguns no Clube dos Autores, Amazon e Wattpad.

2. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Resp: Como havia dito, sou Enfermeira. Não sei lhe dizer isto, pois desde que me entendo por gente, já contava histórias aos meus amigos e brinquedos. Mais tarde, já alfabetizada, fazia cineminha com meus amigos de foguetos, com histórias mirabolantes e cobrava sempre um doce (rsrsrsrsrsrs). A minha primeira vez com a escrita foi no colégio, uma poesia sobre o dia da bandeira. Tinha oito anos. Mas somente aos dez, comecei a escrever uma história, acrescentando, a um filme que havia visto, algumas ideias só minhas. A partir deste momento, não parei mais de escrever.

3. Qual a melhor coisa em escrever?

Resp: Liberdade, emoção e milhões de outros sentimentos.

4. Você tem um cantinho especial para escrever? 

Resp: Sim, um canto em meu quarto. Meu santuário!

cantinho
5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Resp: Sempre escrevi ficção/fantasia. Em 2011 iniciei o meu primeiro romance/drama. E agora, 2017, estou partindo, para incluir no meu mundo imaginário, contos (fantasia e terror – por enquanto) e poemas (voltando às origens).

6. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Resp: Em relação à fantasia, tenho vários. Alguns publicados e outros, ainda, engavetado. No total são sete livros publicados em editoras, Clube dos Autores, Amazon e Wattpad.
São eles:
– A luz e a Escuridão (Clube dos Autores, Amazon e Wattpad); Rino, o guerreiro alado (Amazon e Editora Biblioteca 24×7); Um Mistério na Serra do Mar (Amazon e Clube dos Autores); Lolita (conto no Amazon); Uma Lágrima pela vida (Amazon e Clube dos Autores) e O Cavaleiro das Sombras (Clube dos Autores). Em 2011 comecei a escrever um romance dramático, A Saga de um Pintor. São quatro volumes, e o primeiro publicado em 2016 pela Drago Editorial. O nome do livro é Inocência Perdida e o segundo volume, Doce Ilusão, já está em processo de publicação para a Bienal do Rio (2017). Também estou participando de uma Antologia de Contos de Terror
–  “Quem tem medo do lobo mau?
–  Todo mal que existe no mundo (Lendas Urbanas)”, e uma Antologia de poesias
–  “Acolha o Pólen da Vida 1”. Quanto à inspiração para os Titulo dos livros, ela vem em meio ao próprio livro. Surgi do nada ou de uma palavra que se encaixa no contexto. E os nomes dos personagens, relacionados a livros de fantasia, são inventados na hora. Quanto ao meu romance, tirei os nomes de listas da internet, incluindo os nomes de família. São todos fictícios.

7. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Resp: Em fantasia, quase nenhuma. Quando a história se situa na Terra, registro lugares e nomes e fatos. Mas quando o livro é totalmente fictício, tudo é inventado, como no caso de Rino, o guerreiro alado que se passar em outra galáxia e outros planetas. Em relação ao romance, já é outro esquema: mesmo sendo de ficção, procuro saber tudo do que vou usar na história, pois preciso dar alguma realidade aos fatos. A internet é um grande aliado do escritor.

8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Resp: Não, minhas histórias são diferentes do que tenho lido e apreciado.

9. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Resp: O problema maior que já passei em publicar um livro é o preço exorbitante que eles
dão no orçamento. Meus livros, aqueles que mandei para a avaliação, sempre receberam respostas afirmativas. Infelizmente, fora do meu orçamento.

10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Resp: Bem, sou uma pessoa antiga nesta luta. Se for pensar no passado, hoje está muito melhor com a internet, com os sites de publicação e variedades de editoras que estão surgindo a cada instante, é só ter cuidado e pesquisar bem. E as editoras maiores que são o sonho de qualquer escritor, ainda demoram nas respostas, quando respondem. Tenho visto muitos escritores publicarem por conta própria, sem se vincular a qualquer editora e se saírem muito bem. No entanto, o ponto crucial é ainda o leitor. Eles se focam em livros estrangeiros e poucos dão oportunidade aos nacionais, mas se for pensar no passado, até isto esta melhorando. Um dia vamos chegar ao ponto de que não haverá diferença entre livros nacionais e estrangeiros.

11. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Resp: Vi muitos iniciantes se saindo muito bem, tendo um bom livro no mercado. Li vários livros nacionais que são ótimos, bem escritos e as ideias são fenomenais. Infelizmente, nem todos foram feitos para desenvolver uma trama, uma ação e, portanto, não tem uma boa aceitação do publico, principalmente, se o livro não está bem desenvolvido, cheios de erros. É importante uma boa revisão, um crítico e um leitor que não vá esconder o que realmente acha do livro. Necessário se faça uma boa pesquisa e desenvolva a temática com certeza do que realmente quer escrever. Principalmente, quando é não ficção, o escritor tem que vasculhar tudo, até mesmo os costumes de cada povo que se envolve na trama. Não é fácil ser escritor.

12. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Resp: Caros! Infelizmente, é a realidade no Brasil, principalmente, com a crise que está a todo vapor. O papel é caro, a impressão é o olho da cara, um capista deve ser pago, uma revisão e a diagramação não são de graça. No final, o livro tende a ter um preço que o leitor não consegue pagar. E isso que falo não está vinculado apenas às editoras, até mesmo aquele que faz a sua própria publicação tem no final o mesmo problema. Fora o marketing…

13. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Resp: Já li muito, mas o livro que me marcou e até me imaginei escrevendo algo parecido, foi “O Médico de Homens e de Almas”, de Taylor Caldwell.

14. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Resp: Não tenho ideia…

15. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Resp: “Meu Pé de Laranja Lima” Nem preciso comentar… Fantástico!

16. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Resp: Sim, estou terminando um livro de fantasia, cujo tema é referente a uma guerra entre os mundos e dimensões, e está guerra chega finalmente a Terra. Tem vários personagens, entre humanos e alienígenas. Seu nome é “Guerra entre Mundos”.

17. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Resp: Acompanho e acho muito importante, não só para os escritores como para os leitores. As criticas são necessárias para que possamos ver a evolução de nossa escrita. Adoro criticas ou comentários, inclusive os negativos, pois através deles descobrimos as nossas falhas, lapsos. Só não aceito criticas destrutivas que levam abaixo o escritor.

18. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Resp: Seria um escritor – Pedro Bandeira.

19. Qual a maior alegria para um escritor?

Resp: Ser lido, pois é a parte mais importante e esperada de um escritor.

20. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Resp: Para o leitor – O que eu posso dizer aos meus leitores é que eles são a força que faz com que o escritor cresça, se inspire e transforme seus sonhos em realidade. São muito importantes, na verdade, cruciais a nossa criação. Sem vocês para nos levar avante, não haveria tantos livros no mundo. Digo também que não fiquem apenas com livros estrangeiros, mas leiam os nacionais, principalmente, àqueles que estão começando agora. Dê-lhes a oportunidade de se fazerem conhecer. Existem livros nacionais de alto valor… Aos Escritores – Perseverem e não desistam diante de tantos obstáculos. Lembrem-se que escrevermos antes de tudo, para nós mesmos.

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Hoje vou falar sobre A Luz e a Escuridão, livro da autora brasileira Priscila Mariano. Esse livro é bastante interessante, já começa pela capa que por sinal é muito bonita e traz um ar místico para o livro, as letras possuem um tamanho bom para a leitura, não é um livro grosso, é possível ler em pouco tempo. O livro fala sobre o futuro da terra e da humanidade, de como os seres humanos estarão no futuro e principalmente sobre as consequências dos seus atos.

O livro conta a história de Renne e Marcos, irmãos gêmeos que após passar alguns anos separados, se reencontram e seguem em uma jornada que poderá mudar definitivamente a vidas de todos os seres vivos que ainda restam na terra. Os gêmeos são meninos extremamente inteligentes e com habilidades mais que especiais, enquanto Marcos é um pouco mais durão, Renne é extremamente sensível. Um completa o outro e Marcos é figura de suma importância para que Renne cumpra com o seu destino, que inclusive envolve o destino de toda a humanidade.

Além desses dois meninos extraordinários, somos apresentados a outros personagens muito interessantes, corajosos e determinados, como o Gustavo, o Stan e vários outros. É um livro para reflexão, pois, ele traz muitas mensagens em cada linha escrita pela autora, fala sobre a ganância do homem e sobre os resultados que possivelmente serão colhidos no futuro devido aos atos do presente, como a destruição das matas, poluição do solo, dos rios, enfim, de tudo que é muito importante para a vida na terra.

Mas existe outro ponto no livro que chama muito a atenção, o desenvolvimento da ciência também é um assunto tratado na história, mutações genéticas e a falta de controle sobre essas criações também são assuntos tratados e traz a pergunta silenciosa sobre qual será o destino da humanidade em meio a tantas invenções, transformações e mutações genéticas realizadas pelo homem?

Achei o livro muito bom e a história muito bem amarrada. A autora escreve de maneira simples, sem rodeios, e consegue cativar e atiçar a curiosidade do leitor a cada linha. Achei muito legal a forma como a autora cita várias cidades, países deferentes e consegue encaixar tudo de forma muito natural.

Por fim, indico o livro para pessoas que gostam de surpresas e de histórias que nos faz pensar um pouco sobre qual caminho queremos seguir e sobre qual a herança que realmente queremos deixar para nossos descendentes e se realmente queremos deixar algo. Nos faz refletir sobre o quão importante são a luz e a escuridão e que realmente um completa o outro, que o bem e o mau sempre existirão, mas que, o que fará a diferença é o caminho que nós escolhemos seguir.

Até breve…

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Renne e Marcos são gêmeos, e por circunstâncias adversas estão separados, mas os dois precisam se unir e enfrentar os perigos que os cercam, num mundo devastado e apocalíptico. É necessário que Renne cumpra o seu destino e só o conseguirá através da ajuda de Marcos e daqueles que lhe são caros ao coração, seus amigos e protetores.

Mas há aquele que não quer que Renne cumpra com seu destino. Evil o impedirá de todas as formas através de seus asseclas e destruindo tudo em sua perseguição. Ele é o caos! Ele é a Escuridão…

Fugindo através das regiões geladas do norte das Américas e penetrando nas florestas tropicais, Renne e Marcos seguem seu caminho, e no trajeto, começam a revelar que existe muito mais do que apenas dois meninos neles. Será que Renne terá forças para suplantar a Evil e cumprir com o seu destino?

Mais informações sobre o livro e sua escritoranos links:

Wattpad, Perfil do WattpadClube dos autoresFacebook, FanpageG+TwitterInstagramBlogger

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É a terceira vez que eu leio livros escritos pelo casal de autores nacionais J.O Brook e L.B Brook e dessa vez tive o privilégio de ler o e-book Promessa de Um Milagre, o livro é um romance evangélico no qual aborda de uma forma simplesmente esclarecedora e reflexiva sobre fé, perdão, amor ao próximo, entre outros temas distribuídos em 263 páginas onde fiquei literalmente presa na leitura.

 “Quem destrói os sonhos são pessoas mesquinhas e incapazes de amar…”.

 No livro somos apresentados ao Peter e a jovem Rachel, duas pessoas de classe social diferente que tem seus caminhos ligados por designo de Deus. Peter é um jovem rico, o melhor jogador de futebol americano da escola, um jovem acostumado a ter tudo e todos aos seus pés, que apronta muito e sai impune de tudo.  Rachel é uma jovem de muita fé, que teve através do Pastor Charles a revelação de que Deus irá fazer o milagre em sua vida, trabalha como garçonete do restaurante dos pais de Peter, canta na igreja e sonha em ser médica especializada em Ortopedia. O que muitos não sabem é que Rachel é apaixonada pelo Peter; porém nutre esse amor escondido por ser pobre e discriminada por todos devido à cor da sua pele. Para manter sua fama de pegador Peter faz uma aposta com seus colegas e convida a jovem para festa de final de ano promovida pelos seus pais. Depois de muita insistência Rachel decide ir à festa, mas o que ela não imagina que isso mudará para sempre a sua vida.

 Na festa Rachel não se sente a vontade e então decide ir embora, mas Peter não a deixa ir embora sozinha e então decide levá-la até sua casa. Peter acaba cometendo um crime, a jovem Rachel por sua vez omite tudo que sabe e assim ambos rompem qualquer contato que existia entre eles.

“Pelo amor de Deus, para!”

 Após quinze anos Rachel tornou-se uma das médicas mais renomadas do mundo, hoje ela é viúva, mãe de dois filhos e marcada até hoje pelo crime que sofreu anos atrás. Peter tornou-se um cadeirante devido ao acidente que sofreu, foi abandonado pela esposa logo após o acidente, hoje vive na casa dos seus pais e tem uma relação difícil com sua mãe Brigite; pois a mesma acha uma vergonha que ele esteja assim. O único que sempre está ao seu lado é o pai Ronald, que insiste para que o filho procure tratamento e que também busque a Deus sobre todas as coisas.

“É a esperança ou a fé que faz milagres acontecerem”.

 Depois de muitos anos Rachel se vê diante de Peter, porém em uma situação bem diferente da última vez em que estiveram juntos. Hoje Peter precisa da ajuda de Rachel para voltar a andar, ele só não imaginava que ela era a pessoa que ele tanto procurava para pedir perdão. Rachel vive um conflito interno com esse encontro, pois não consegue perdoar o que passou e Peter depende de seus conhecimentos médicos para tentar voltar a andar. Por diversas vezes Rachel recebe revelações de Deus através do Pastor onde fica claro que Peter é a Promessa do Milagre em que foi revelado há anos atrás pelo pastor Charles, porém Peter não acredita em Deus e não tem fé.  Será que Rachel irá dar o perdão a ele? Peter conseguirá mudar e finalmente acreditar em Deus?

Promessa de Um Milagre foi um livro que me surpreendeu ao extremo por ser um romance evangélico e a minha primeira leitura desse gênero, cheguei a pensar que seria mais um simples livro que engloba religião e posso te garantir que não é. O livro aborda vários temas além de religião como racismo, diferença social, bruxaria; mas principalmente nos faz entender os ensinamentos de Deus sobre o perdão e o amor. Podemos perceber através do livro o quanto precisamos aprender sobre religião, mas que acima de tudo precisamos estar dispostos a aprender. A história do livro é muito bem construída e desenvolvida, onde nos surpreende os caminhos que a história segue nos mostrando que a fé e o amor de Deus nos transformam de uma forma antes nunca imaginada.  A escrita dos autores é feita de forma envolvente e intensa, onde faz a leitura fluir de uma forma natural, indico o livro para quem procura uma leitura surpreendente e garanto que você irá sentir a presença de Deus através dessa leitura.

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Euclides da Cunha (1866-1909) foi um escritor, jornalista, professor e poeta brasileiro, autor da obra “Os Sertões”. Foi enviado como correspondente ao Sertão da Bahia, pelo jornal O Estado de São Paulo, para cobrir a guerra no município de Canudos. Seu livro “Os Sertões”, narra e analisa os acontecimentos da guerra. Foi eleito em 21 de setembro de 1903 para a cadeira nº 7 da Academia Brasileira de Letras.
Euclides da Cunha (1866-1909) nasceu no Rio de Janeiro, no dia 20 de janeiro de 1866. Filho de Manuel Rodrigues da Cunha Pimenta e Eudósia Alves Moreira da Cunha. Ficou órfão de mãe aos três anos de idade, foi educado pelos tios e avós. Com 19 anos, ingressou na Escola Politécnica onde cursou um ano de Engenharia Civil. Matricula-se na Escola Militar da Praia Vermelha. Escrevia para a revista da escola, “A Família Acadêmica”. Expulso da Academia, por afrontar o Ministro da Guerra do Império, vai para São Paulo e em 1889 publica no jornal O Estado de São Paulo, uma série de artigos onde defendia ideais republicanos.
Depois de Proclamada a República, Euclides da Cunha volta para o Rio de Janeiro e retorna ao Exército. Cursa de 1890 a 1892, a Escola Superior de Guerra, formando-se em Engenharia Militar e bacharelando-se em Matemática e Ciências Físicas e Naturais. Casa-se com Ana Sólon Ribero. Em 1893, vai para São Paulo trabalhar na Estrada de Ferro Central do Brasil. Foi chamado para servir à Diretoria de Obras Militares, na época da Revolta da Armada, que pretendia derrubar o governo de Floriano Peixoto.
Euclides da Cunha afasta-se do Exército, em 1896. Passa a trabalhar em São Paulo como superintendente de obras. Volta a colaborar para o jornal o Estado de São Paulo. Em agosto de 1897, foi convidado pelo jornalista Júlio de Mesquita para testemunhar as operações do Exército na Guerra de Canudos, no sertão baiano. Suas mensagens eram transmitidas por telégrafo, para o jornal paulista. Permaneceu no local até outubro do mesmo ano.
Ao regressar de Canudos, vai para São José do Rio Pardo, em São Paulo, para administrar a construção uma ponte. Escreve o livro que o consagraria no panorama cultural brasileiro, “Os Sertões”. A obra foi publicada em 1902, cinco anos depois do término da Guerra. Euclides relata não só o que presenciou na guerra, mas explica o fenômeno cientificamente. Em 1903 é aclamado membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e é eleito membro da Academia Brasileira de Letras.
Volta a exercer a função de engenheiro civil em São Paulo, Santos e São José do Rio Preto, seguindo depois para o Amazonas, como chefe da Comissão Brasileira do Alto Purus, para o reconhecimento de fronteiras. Vai para o Rio de Janeiro e presta concurso para a cadeira de Lógica do Colégio Pedro II, em 1909. No dia 15 de agosto, por questões de honra, numa troca de tiros, com o amante de Ana Emília Ribeiro, o militar Dilermando de Assis, Euclides é assassinado.
Euclides Rodrigues Pimenta da Cunha morreu no Rio de Janeiro, no dia 15 de agosto de 1909.
Obras de Euclides da Cunha

Os Sertões, 1902
Contrastes e Confrontos, 1906
Peru Versus Bolívia, 1907
Castro Alves e o Seu Tempo, 1908
A Margem da História, 1909

(fonte https://www.ebiografia.com/euclides_cunha/)

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O que você faria se conseguisse acertar os números da mega sena, sozinho? Ou até mesmo dividir a bolada com mais um ou dois outros acertadores? E mais: o que faria se tivesse em suas mãos a fórmula que te possibilitasse acertar os números dos diversos tipos de jogos semelhantes, não só aqui no Brasil mas também em outros lugares espalhados por todo o planeta? Tentador, né?

O livro que iremos apresentar nessa resenha nos mostra essa possiblidade. Trata-se de A Fórmula do Sorteio, história escrita pelo autor Gil Vasconcelos e que foi publicada no ano de 2016 pela Editora Autografia. Possui 172 páginas. Pela dinâmica em que se desenvolve dá pra ler em um ou dois dias, tranquilamente.

O jovem Diego é muito crânio na matemática. Concursado, trabalha na Caixa Econômica Federal.  Sua facilidade em lidar com números é explicada. Ele é portador de Sinestesia Numérica. Sinestesia é um distúrbio neurológico que faz com que o estímulo de um sentido cause reações noutro, criando uma mistura sensorial entre os órgãos. No caso do personagem citado, ele possui uma percepção hiper aguçada para números e fórmulas que o ajudam a raciocinar muito rapidamente a cerca de muitas coisas. Na maioria de suas falas, ele termina a frase dizendo 123.

O sonho do Diego é receber a Medalha Fields, uma espécie de Prêmio Nobel da Matemática. Para alcançar tal feito, o rapaz tenta a todo custo concluir a fórmula que desvenda os segredos dos números sorteados na mega sena e também em outros jogos. E depois disso apresentá-la num evento onde a tal medalha poderá lhe ser conferida.

Só que algo acontece e os planos do jovem podem não ter o final almejado…

Em uma visita ao psicólogo que o acompanha desde a adolescência, Diego expôs para ele a tal fórmula, e escreve num papel a sequência das três próximas combinações que serão sorteadas. Esse papel acaba parando nas mãos de Chico Treva, um bandido muito esperto e também muito perigoso. Ele anda sempre acompanhado de Pablo, uma espécie de guarda costas particular e comparsa.

No decorrer da história iremos descobrir que as ligações entre Diego e Chico são muito fortes, e remonta aos antepassados do garoto.

Depois que o bandido tem acesso aos números, as coisas ficam muito difíceis para o jovem Diego e sua vida passará por uma turbulência enorme. Ele passa a ser procurado pela Polícia Federal, pelo Governo, e também por grupos internacionais. Acusado de estelionato, fraude, e formação de quadrilha, ele precisa esconder-se para não ser preso, e ao mesmo tempo provar a todo custo sua inocência.

O livro apresenta outros personagens que possuem importância na vida do rapaz: Jota, seu amigo e colega de trabalho; D. Lourdes, sua mãe; sua avó, carinhosamente chamada de Vovó Mami, e Ceiça, namorada do Diego.

No que diz respeito ao conteúdo, é uma boa história. Tem sequência lógica. Não é cansativa. Possui momentos de ação, tensão e mistério. Por se tratar de uma temática diferente, a sinopse desperta curiosidade e o livro não decepciona. O final me causou surpresa; era algo que sinceramente eu não contava.

Tenho uma observação. Existe algumas falhas no tocante a qualidade gráfica. Notei algumas palavras escritas erradas e alguns termos sem concordância verbal. Também há alguns erros de pontuação que podem prejudicar a compreensão do texto. Acredito que o autor e a editora já possuem ciência do fato e certamente numa nova edição esses pequenos erros serão corrigidos.

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E se você elaborasse uma fórmula capaz de calcular qualquer número que fosse ser sorteado em qualquer tipo de sorteio, em qualquer parte do mundo? Por volta dos anos de 1900, Albert Einstein, na Escola Politécnica de Zurique, citou pela primeira vez a “Fórmula do Sorteio”, mas morreu sem conseguir comprová-la. Em um futuro próximo, um jovem com Sinestesia Numérica, evoluída por várias gerações, fará de tudo para que a matemática alcance sua próxima evolução. A Fórmula do Sorteio resgata antigos valores em meio a uma sociedade ambiciosa e corrupta, quebrando paradigmas e nos permitindo evoluir em todos os sentidos.

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Uma equipe de cientistas está envolvida em um grande projeto patrocinado pelos governos de Brasil, Estados Unidos e Rússia; para o teletransporte da matéria orgânica pela física quântica, quando acidentalmente, em um de seus testes, captura o demônio Ceifador e tem de reavaliar todos os seus conceitos religiosos. O demônio vê a possibilidade de antecipar o apocalipse por seu ódio aos seres humanos, e inicia uma tríade diabólica desafiando a Deus e espalhando a morte em escala global por desequilíbrios diversos da natureza. Uma família tentará impedi-lo, mas não possui nenhum tipo de arma, somente a fé. Seria o fim do mundo apocalíptico?

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A história ocorre em ambientes diferentes, com personagens diferentes inicialmente. Em um segundo momento os dois núcleos dramáticos se unificam, encaminhando-se para a derradeira briga entre Valentina e o Ceifador.

A narrativa é econômica, sintética e a ação acompanha apenas a trajetória de uma personagem. Assim, embora haja outros personagens nessa trama, o embate se dá a partir do ponto de vista único de Valentina, que é a figura central sendo todos os outros, até mesmo o Ceifador, mero coadjuvantes,  personagens de figuração.

O cenário da trama alterna dois pólos: o da Penha, no Rio de janeiro, onde mora Valentina e seus filhos e onde se passa parte da trama; e o outro pólo, onde está localizado o Laboratório nacional de Computação Científica, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, onde os experimentos são conduzidos.

 Logo no início da narrativa, há um experimento no laboratório: Uma tentativa de teletransportar um espécime. Aquela era a tentativa de número setenta e oito (78) onde, obviamente, todas as anteriores falharam. Então, os dois cientistas fazem nova tentativa. Os cientistas são Ivan Flikov, cientista russo e Andreas kizzer (cuja nacionalidade não foi mencionada) são amigos de longa data. Ambos são responsáveis pelo laboratório. É nítida  a falta de empatia de Filikov pelos seres humanos. A preocupação dele, em sua essência, é atingir seu objetivo científico, como se observa no trecho destacado:

“Ora, ora. A ciência tem seu preço, senhores. Nos últimos dias perdemos cães, gatos, camundongos e até lagartos. Pareço cruel para algum de vocês, eu sei. (…) mas quando o teletransporte tornar-se um meio de transporte comum ninguém lembrará quantos lagartos morreram e sim, agradecerão a cada um dos senhores”.

Então, o estagiário Vitor vai ligar o aparelho e ocorre um aumento de temperatura, ele tenta apagar o incêndio gerado pelo produto químico com água, o que resulta numa explosão que o fere mortalmente. Em sua hora derradeira Vitor balbucia que “Eles estão vindo“ e morre antes mesmo de explicar quem são eles e de onde viriam.

Mask (que conheceremos melhor à frente) toca a face de Vitor  e fecha seus olhos. Marcela Gleiser, secretária do Dr. Flilikov, o consola dizendo que nada daquilo havia sido culpa dele:

“Infelizmente houve uma negligência, na hora do acidente ele teve uma atitude errada, foi só um acidente.”

Horas depois do acidente, os cientistas conversam. No CD que gravou a tentativa frustrada, Dr Kizzer mostra a Filikov que houve uma espécie de abertura de um portal e que um ser tentou sair, mas foi puxado de volta contra a sua vontade.

No centro do Rio, tarde da noite, Valentina oferece sopão aos pobres. Agora vamos conhecer outras pessoas importantes da trama: Valentina, Rico e Vine.

Rico é um mendigo que recebe o sopão das mãos de Abdias, um dos filhos de dona Valentina. Quando Abdias diz as palavras divinas: ”A paz do Senhor”, Rico revida com um impropério. Rico provoca Abdias até que este resolve revidar e Valentina, que havia deixado o filho à frente da distribuição enquanto ia ao banheiro da igreja (pois era no terreno paroquial onde estavam servindo o sopão ) retorna e  reclama dos modos de seu filho. Ainda assim Rico se serve da sopa abençoada e tem poucos instantes depois um ataque epilético. Valentina o socorre com orações e é quando Rico é levado para o hospital.

Valentina, por alguma razão que não ficou clara a principio, se torna condoída da situação do rapaz e o leva para sua casa quando ele sai do hospital. Lá Rico conhece Mask (que trabalha no laboratório), Sad e Abdias.

A duas tramas se unem quando Mask leva Sad para trabalhar no laboratório e lá Sad conhece Marcela, por quem se apaixona e ele a leva para conhecer Valentina.

Rico, por sua vez, acaba por contar seu passado: era pastor evangélico e tendo perdido mulher e filha, perdeu também sua fé, indo parar nas ruas. Um pouco depois Rico e Valentina formarão também um casal. Valentina retira o demônio de Rico durante o ataque epilético com o poder da oração. Todos eles juntos, por fim, reúnem as forças necessárias contra aquela entidade que ao tentar sair do portal vitimou mortalmente o Vitor e que  consegue finalmente sair e vir para a Terra. É o Ceifador de Almas.

Reunindo diversos princípios de religiões diferentes numa única teoria, o autor conduz a percepção do leitor para o entendimento católico de céu e inferno. Mesmo quando apresentam princípios de outras religiões, esses são manipulados de forma a criar um entendimento no sentido único que o autor quis colocar na trama. Na trama, o Catolicismo é apresentado como único caminho verdadeiramente  cristão.

Quando o autor Gil Vasconcelos cita o Tao e o principio do Yin Yang, ele coloca o seguinte questionamento através do diálogo entre os personagens Sad e Marcela:

“- As pessoas ruins quando morrem vão para o inferno e levam sua maldade consigo. Mas já as pessoas boas vão para o céu, mas sua maldade, se houver, fica aqui, (…) numa separação de bem e mal.”

“E assim o Yin yang constitui forças opostas e complementares, energias masculinas e femininas.”

“-Essa energia aparece sem um traço de maldade e quando a pessoa boa morre essa parte se desprende e vai para o céu”.

Para o leitor que desconhece essa teoria, o sentido permanece confuso nesse trecho. Se o autor destaca que há maldade numa pessoa boa; e se esta morrer essa parte negativa fica na Terra; conclui-se que, segundo o equilíbrio de forças, haveria uma energia positiva na pessoa má. Afinal no interior da parte escura de Yin há a presença de um ponto branco correspondendo a Yang.

Yin Yang, mencionado pelo autor sem maiores aprofundamentos de seu significado, constitui-se num princípio da filosofia chinesa, onde yin e yang são duas energias opostas. Yin significa escuridão sendo representado pelo lado pintado de preto, e Yang é a claridade. A luz, que é uma energia luminosa e apresenta-se de maneira muito intensa em Yang, sendo a luz  muito fraca o Yin.  Segundo os chineses, o mundo é composto por forças opostas e achar o equilíbrio entre elas é essencial.

Do ponto de vista da trama apresentado no livro Os Desafiadores de Deus a luta contra o diabo é bem interessante. A cruz de madeira de Valentina que representa Jesus toca o coração do Ceifador e este sofre um abalo. É curioso imaginar esse abalo sob a visão taoista, afinal há uma porção boa que conseguiu ser ativada pelo símbolo de Jesus no coração do representante de Satanás.

A personagem Valentina é forte, dominadora e acredita que sua fé é suficiente para vencer o Ceifador, mas é um pouco manipuladora também, tornando-a psicologicamente interessante. Ainda sim é uma personagem boa em essência e, portanto, é uma personagem bidimensional. Não há complexidade na personagem porque em nenhum momento ela entra em conflito, nem mesmo quando perde um de seus filhos.

Marcela tenta consolar o cientista falando que não havia sido culpa dele, mas a verdade é que foi sim. Se o estagiário colocou água sob um fogo químico era fato de que não era uma pessoa preparada para a posição que ocupava, sendo tudo o que acontece de responsabilidade do líder. Numa situação de extrema importância é o líder que assume para si a responsabilidade, foi um erro de liderança.

Não posso falar mais sobre a trama para não dar spoiler. Enfim.

Percebi uma forma muito superficial de apresentar algumas noções teológicas e mesmo Física das situações. Talvez um aprofundamento melhor da trama trouxesse maior entendimento da mensagem que o autor quis transmitir. Abordar esses conceitos de difícil compreensão precisaria de uma narrativa mais densa e com ritmo mais lento.

Foi interessante colocar a personagem Marcela Gleiser sendo nitidamente  uma referência ao Marcelo Gleiser, físico, astrônomo, roteirista e escritor brasileiro de  renome. Diz que: “O fato de a gente não entender alguma coisa não significa que ela precise ser explicada de uma forma sobrenatural. A ciência vive da dúvida. E a gente não precisa entender tudo para se ter uma vida feliz e completa. Eu prefiro viver com a dúvida do que ser enganado por uma ilusão.”

Marcela não entende de física, sendo apenas uma secretária do laboratório, mas de certa forma, Valentina consegue tocar o coração dela a doutrinando para a fé, porque agora “Você faz parte da família”. Isto é, ficou subentendido que, para participar daquela configuração familiar, a moça não poderia questionar Deus, mas como ela apenas desconhecia quem Ele era está tudo bem. Ela tinha a desculpa de não conhecer quem era Deus.

Após a morte de Vitor, ainda no inicio do livro, haveria alguma investigação sobre os culpados, mesmo a reação da mãe do estagiário não seria tão suave como foi. Se o cientista achava toda a perda seria algo esperado, a população não compactuaria com o entendimento de que a perda de uma vida humana para o bem da ciência seria algo tolerável, muito menos a polícia teria esse entendimento.

          Um último aparte: a condição que provoca um ataque epilético foi por muitos anos entendida do ponto de viste espiritual, como um castigo divino. Assim como em outras culturas  a epilepsia foi considerado manifestação de divindade. Hoje se sabe que é uma condição neurológica e resultado de problemas genéticos, ou seja, puramente físicos. Mesmo pessoas espiritualizadas e boas podem sofrer ataques epiléticos.

       A diagramação está boa. Linguagem culta com citações bíblicas e de outros livros sagrados, além de expressões em Hebraico ( dito pelo Ceifador). Gostei da ilustração da capa.

       Um livro que se lê numa tarde e que rende boas horas de entretenimento e alguma reflexão.

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou matador e vigilante da paz, violento e incapaz de ferir alguém, agressivo e manso, chegadão no mulheriu e tímido, atacante nato que joga na defesa, pronto para e em condições dê, só não sei do quê; não me pergunte se sou capaz, não saberei responder, apenas me dê a missão, grite e se jogue no chão que já virei em seu socorro.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou funcionário público, pertenço aos quadros da guarda portuária federal, no ministério dos transportes. Tenho vícios em ler, consigo facilmente viver as histórias que leio e ao escrever crio mundos, aventuras, dramas, amores impossíveis e etc.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Brinco de ser Deus, faço o que quero, vou onde quero, falo com quem quero, decido quem vive e quem morre, experimento os sentimentos mais diversos, do mais puro prazer ao ódio mais mortal, sem nem se quer levantar da cadeira.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Sim, a foto está de ponta a cabeça. Rsrsrsrsrsgil vas

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Leio de tudo, mas tenho grande afinidade por ficção geral e aventura; se bem que em minha obra, “Desafiadores de Deus”, experimento um pouco de terror cristão.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

O Livro “A Fórmula do Sorteio” passeou pela minha mente por três anos, queria falar da dificuldade que o mundo possui em aceitar mudanças pertinentes à evolução humana, questões que estão acima de mentes comuns, como a sinestesia e o autismo.

O Livro “Desafiadores de Deus” surgiu como um desafio em expor o fracasso, as dificuldades que as pessoas possuem em aceitar a derrota, em aceitar a morte como algo necessário. Além da preocupação a respeito da distância entre mundos paralelos.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

A mais completa possível, leio diversos livros que abordem o assunto, reportagens, vídeos, entrevisto pessoas informalmente. Busco histórias insanas, impossíveis de serem contadas, exploro ao máximo o quesito surpresa, quando o leitor pensa que vou seguir um caminho, eu pego outro. Busco o novo, o velho todos já conhecem.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Dan Brown, José Saramago, George R.R. Martin, Sthepen King, Gabriel Garcia Marquez, Augusto Cury, Ursula K. Le Guin, Machado de Assis, Clarisse Linspector, Ariano Suassuna, Graciliano Ramos, Jorge Amado, Paulo Coelho.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Sempre há dificuldade; vivemos em um país onde a leitura não faz parte do dia a dia do cidadão. Praticamente não há programas de incentivo à leitura e, consequentemente, as dificuldades de publicação são bem maiores.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Acho fraco, muito fraco, fraquíssimo, terrívelmente fraco; as pessoas não lêem, preferem pedir informações, basicamente, esperam por filmes e notícias; não “mergulham” nos livros, são preguiçosas e impacientes.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Prefiro esperar pra ver no que vai dar, não é comum pessoas que não lêem conseguir escrever bons livros, também tem o fato de algumas “editoras” que cobram para publicar e assim acabam publicando qualquer coisa.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Não acho os preços elevados, uma calça jeans pode custar 200 reais, uma camisa de futebol 150 reais; talvez um programa de incentivo, por parte do governo, pudesse equilibrar a competitividade, mas não os considero caros.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

O Código Da Vinci, A Divina Comédia, Petrus Logus

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Para “A Fórmula do Sorteio” – Até o fim / Engenheiros do Hawaii

Para “Desafiadores de Deus” – Eu Te Amo Tanto / Lázaro

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Não; acredito que o homem pensa de forma bem diferenciada da mulher, mas, recentemente, li um livro que me ajudou a entender melhor o mundo feminino: Casamento blindado / Renato & Cristiane Cardoso.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Tenho projetos para escrever mais seis livros, no momento, não posso citá-los.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Tenho acompanhado muito e acho super válidos, como são pessoas da área é difícil surpreendê-los, mas acredito que consegui atingir esta meta nos dois livros supra citados. Fiquei super feliz com as diversas resenhas expostas.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Há algumas pessoas que admiro muito, são elas: Alexandre Coslei, Wlange Keindé, Camila Deus Dará, Michelle Paranhos e J. Height.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Terminar um livro, conseguir colocar em papel tudo o que se imaginou, todos os lugares, todas as pessoas, tudo.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Sejam bem vindos; preparem-se para estar em diversos lugares ao mesmo tempo, tendo acesso a diversas culturas, mudanças de clima, mudanças de sentimento; preparem-se pra chorar, para ter ódio, para matar e ressuscitar; vocês poderão voar, ter visão além do alcance, ficarem feridos, poderão resolver a parada toda ou não, tudo dependerá de vocês, ou não, aqui a decisão é de vocês…

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  1. OBJETIVO

Incentivar novos autores a publicarem seus textos e desta forma mostrar-lhes meios para publicação de trabalhos futuros.

  • TÍTULO

Síndromes: Contos Psicológicos

  • SINÓPSE

Em Síndromes, os autores nos levam a refletir sobre os distúrbios psicológicos mais comuns na atualidade, mentes afetadas em agonia e sofrimento constante. Ainda recriam com destreza, a realidade interna de personagens vítimas de transtornos, que os obrigam a viver em uma montanha-russa de emoções.

  1. PROCESSO DE INSCRIÇÃO

2.1. A Antologia “Síndromes: Contos psicológicos” é promovida pelo Arca Literária, em parceria com a Editora Illuminare

2.2. Poderão participar da antologia todas as pessoas físicas maiores de 18 anos, residentes legais no Brasil, bem como residentes no exterior.

2.3. Das características da antologia: A antologia “Síndromes: Contos psicológicos” será constituída por Contos que falam sobre as diversas síndromes psicológicas. Os temas foram escolhidos cuidadosamente e serão sorteados entre os participantes inscritos, com o propósito de evitar repetições de temas.

2.3.1 Os temas abordados serão:

  1. Transtorno Delirante
  2. Síndrome da Amnésia Duplicada
  3. Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)- Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)
  4. Transtorno de Ansiedade
  5. Transtorno Bipolar do Humor (TBH)
  6. Transtorno depressivo
  7. Síndrome de Tourette,
  8. Paramnésia Reduplicativa
  9. Transtorno Psicótico
  10. Paranoia
  11. Esquizofrenia
  12. Transtorno Personalidade Borderline
  13. Sociopatia
  14. Psicopatia
  15. Síndrome de Fregoli
  16. Síndrome de Capgras
  17. Síndrome de Cotard
  18. Síndrome de Estocolmo
  19. Síndrome de Jerusalém

2.4. A participação se dará da seguinte forma:

1º Etapa: A Inscrição dos autores acontecerá por meio de formulário, inicio a partir do dia 15 de novembro do ano corrente. No formulário constarão informações como: nome, endereço, biografia, e-mail, telefone, whatsap, etc. (formulário: Clique aqui)

Após a inscrição o autor será inserido em um grupo no whatsap para que o mesmo possa interagir com outros participantes. Neste grupo teremos a participação de psicólogos e especialistas das áreas citadas no subitem 2.3.1.

2º Etapa: Confecção do conto que deverá ter até 10.000 caracteres contanto com os espaços

3° Etapa: O texto será posto em análise e após aprovação o autor receberá o contrato de publicação junto a Editora Illuminare onde receberá instruções sobre seu preenchimento e devolução do mesmo;

4° Etapa: O autor efetuará o pagamento da sua cota de participação no valor de R$ 200,00 acrescidos de R$ 20,00 referentes ao frete dos 04 livros que receberá como pagamento de seus direitos autorais.

*Caso o autor deseje mais exemplares da antologia o mesmo deverá solicitar à Editora Illuminare a confecção dos mesmos, os valores cobrados serão determinados em contrato junto à mesma.

3 DA ACEITAÇÃO DOS CONTOS APÓS SELEÇÃO DOS AUTORES:

3.1. Serão aceitos apenas contos em língua portuguesa com limite de 10 mil caracteres contando os espaços.

3.2. Não serão aceitos fanfics nem contos que pertençam ao universo de personagens já existentes criados por outro autor ou contos já publicados ou postados na internet. Precisa ser original.

3.3. Os textos devidamente formatados (fonte Arial, tamanho 12, espaçamento 1,5 entre linhas) deverão ser enviados para o e-mail: antologias.arca@gmail.com com o assunto CONTO PARA ANTOLIGIA “Síndromes: Contos psicológicos”, seguido do nome do autor, endereço, uma biografia de até 300 caracteres, contando os espaços,  assim como o nome com o qual deseja que seja apresentado na antologia.

4 NÃO SERÃO ACEITOS CONTOS QUE:

(a) possam causar danos a terceiros, seja através de difamação, injúria ou calúnia, danos materiais e/ou danos morais;

(b) ofendam a liberdade de crença e as religiões;

(c) contenham dados ou informações racistas ou discriminatórios;

(d) façam propaganda eleitoral ou divulguem opinião favorável ou contrária a partidos ou candidatos; (e) tenham sido produzidos por terceiros;

(f) que não venham formatados nas normas estabelecidas por esse regulamento

(g) cunho erótico

5 DOS CONTOS:

5.1. Os contos serão analisados e selecionados mediante avaliação do profissional nomeado pela organização da Antologia, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis. A avaliação se dará com base nos seguintes critérios:

(a) criatividade e originalidade do enredo;

(b) adequação do enredo ao universo ficcional do conto

(c) impacto do conto e qualidade dos recursos narrativos utilizados.

(d) utilização correta da língua portuguesa assim como sua gramática

5.2. Ao se inscrever na Antologia o autor autoriza automaticamente a veiculação de seu conto.

OS NOMES DOS SELECIONADOS DA ANTOLOGIA “Síndromes: Contos psicológicos” SERÃO DIVULGADOS NO DIA 20 DE JANEIRO POR EMAIL,  NO SITE http://www.arcaliteraria.com.br/ E REDES SOCIAIS

5.3. Um determinado autor poderá participar da mesma antologia com mais de um conto, porém o mesmo deverá efetuar pagamento equivalente a duas, ou mais, cotas.

5.4. Só serão aceitas inscrições através dos procedimentos previstos neste regulamento. Os dados fornecidos pelos participantes, no momento das inscrições, deverão estar corretos, claros e precisos. É de total responsabilidade dos participantes a veracidade dos dados fornecidos ao organizador.

5.5. Em caso de fraude comprovada, o conto será excluído automaticamente da antologia

6 PRAZOS:

6.1 Inscrições até dia 20/01/2018, podendo ser renovado caso a cota de participações não tenha sido alcançada.

6.2 Resultado até dia 25/01/2018, podendo ser renovado caso haja necessidade do revisor ou referente ao item acima.

6.3 Envio do contrato para os autores até o dia 30/01/2018 salvo exceções comentadas acima.

6.4 Envio dos contratos, comprovantes de deposito, endereços, biografias e nome com o qual deseja ser identificado no contrato devem ser enviados para o e-mail antologias.arca@gmail.com

6.6 Envio dos itens citados acima para a editora até o dia 30/01/2018 salvo com exceções já mencionadas anteriormente.

A publicação da antologia depende da realização dos itens acima mencionados e ao devido respeito aos prazos estabelecidos.

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1. Fale-nos um pouco de você.
R. Eu sou o Manoel, sob o pseudônimo de Maleno Maia em alguns trabalhos. Autor de três livros publicados, formado em Química, mas amante das letras. Tenho interesse por todo tipo de leitura, desde ficção, infanto-juvenis a livros científicos.

2. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?
R. Em se tratando de trabalho artístico, mais escrevo, e de vez em quando pego o meu violão, que sempre está acessível, já que a música é uma das minhas paixões também. Até já compus uma canção com um amigo meu que era músico.

3. Qual a melhor coisa em escrever?
R. O sentimento da escrita é vasto. Além de procurar conhecimento, agregá-lo e transferi-lo aos meus trabalhos, de uma forma ou de outra coloco no papel os meus pensamentos e opiniões em diversos assuntos. É aflorar aquilo de que tenho vontade e gana em explorar.

4. Você tem um cantinho especial para escrever? 
R. Na verdade não tenho um cantinho especial, vou me encaixando em diversos lugares, como na sala, no quarto, na biblioteca da universidade onde trabalho e na varanda de minha casa.

5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?
R. O meu gênero preferido é Romance de Ficção, mas digo o Romance como estilo literário e não como uma história romântica, de amor; pois as pessoas confundem as duas coisas. Misturo sempre ficção com realidade, por isso os meus trabalhos geralmente tem um estudo de pesquisa bem elaborado. Até então ainda não pensei em me enveredar em outros gêneros, mas estou aberto a todas as possibilidades.

6. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?
R. Ás vezes escolher um título é uma das partes mais difíceis. Geralmente eu tenho um título pronto de acordo com o tema que desejo abordar, mas após escrito, percebo que um outro nome se adequaria melhor. Já os nomes dos personagens, dificilmente eu me inspiro em pessoas reais. E eu não costumo repetir nomes mesmo em livros diferentes.

7. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?
R. Os cenários das histórias, na maior parte das vezes, quando os descrevo, em sua maioria são em lugares pelos quais passei. Já quando se trata de livro de época, eu busco pesquisa em filmes e em artigos que abordam os costumes das épocas retratadas.

8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?
R. Muitos dos autores brasileiros clássicos me servem como inspiração. Ainda espero um dia alcançar o esplendor desses belos artistas.

9. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?
R. Até então os livros que eu coloquei para apreciação às editoras tiveram boa aceitação. Mas vou aos poucos. Eu levo em média uns dois anos por livro para elaboração e consequentemente a publicação.

10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?
R. Hoje eu acredito que seja mais fácil publicar livros do que antes. Percebo uma vasta lista de editoras que se propõem a publicar mais autores brasileiros, algumas delas são voltadas exclusivamente ao nacional.

11. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?
R. Eu acredito que há espaço para todos, independentemente da forma de escrita do autor. Esse boom é como uma faca de dois gumes; da mesma forma que apresenta autores inovadores e de repercussão, com destaque tanto aqui quanto lá fora, permite-nos também analisar tudo que está sendo lançado ao nosso redor, cabendo a nós um maior poder de escolha e de opinião.

12. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?
R. Esse é um problema sempre vigorante no país. Com as baixas tiragens de exemplares é normal que o custo final de capa saia mais alto. Os livros aqui parecem serem encarados como artigos de luxo ao invés de um item essencial para a cultura dos brasileiros. Há a falta de investimentos por conta do publico leitor ser muito seleto, conseqüência de uma educação básica pouco preocupada ao incentivo da leitura.

13. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?
R. Acho que ainda não fui apresentado a esse livro. Rsrs.

14. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)
R. Para o meu livro “Os Malogrados”, por se tratar de um romance histórico ambientado na Europa do século XVIII, eu atribuiria músicas clássicas medievais, daquelas usadas em filmes, e canções celtas conduzidas por instrumentos de sopro como a flauta.

15. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?
Eu já li vários livros que de alguma forma mudou o meu modo de pensar e até me influenciou na escrita. Posso citar a saga O Tempo e o Vento de Érico Veríssimo e O Retrato de Dorian Grey. Mas talvez não sejam os livros da minha vida. Creio que ainda não fui apresentado a ele.

16. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?
R. Sou um autor ávido por escrever. E gosto de trabalhar com temas diferentes a cada livro publicado. Posso adiantar que venho buscando idéias para um livro de fantasia ou ficção científica.

17. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?
R. Sim eu acompanho sempre e comento como um bom leitor que também sou. Acho importante essa interação entre os blogueiros e se acaso o seu livro for lido e apreciado, ele acaba entrando em evidência, sendo discutido.

18. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?
R. Certamente algum escritor famoso ou docentes com que tive aula em minha graduação.

19. Qual a maior alegria para um escritor?
R. Ter o seu livro publicado. Essa etapa final representa um legado deixado, uma referência sua, um registro do autor.

20. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.
R. Aos leitores, continuem lendo muito, para ainda continuarmos com o índice de leitura no Brasil, que sabemos que não é alto.
Aos que estão iniciando, dedique-se com afinco no seu trabalho e procure saber o que busca, o que almeja, e encontre o seu estilo.

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O Despertar é um livro bem interessante, narrado em terceira pessoa e ambientado entre Rio de Janeiro e São Paulo, conta a história de Helga, uma jovem mãe de Gêmeas que passa pelo trauma de ter uma de suas filhas e seu marido supostamente mortos quando as gêmeas tinham apenas cinco meses de idade e a partir de então viu sua vida mudar totalmente.

 Helga sempre fora uma jovem um tanto insegura e com problemas de ansiedade, depois de muita luta contra todos esses problemas que assolavam a sua vida, Helga descobriu-se grávida de gêmeas, duas meninas que viriam a chamar-se Helena e Heloísa. Quando as meninas tinham cinco meses, Helga e seu marido Jorge resolvem mudar-se de cidade, porém, durante essa mudança uma grande tragédia mudou totalmente a vida de Helga e sua família. Ao parar para ajudar alguns homens que estavam supostamente com defeito no carro no meio da estrada, Jorge é agredido e rendido, enquanto Heloisa é tirada a força dos braços da mãe.

 Helga então passa a viver com a mãe, dona Roseli, e depois de muita busca e idas e vindas da delegacia, um grave acidente noticiado na TV leva Helga a acreditar na morte da filha e do marido, é nesse momento que Ariston, um dos homens que ajudavam na mudança, torna-se um grande amigo e um porto seguro para Helga. Com a fragilidade dela, aos poucos a amizade evolui para o namoro e o namoro para o casamento. Helga e Roseli contam com a ajuda de Ariston para cuidar da pequena Helena e este passa a cuidar da menina como se fosse seu próprio pai. A fim de evitar tristezas, Helga esconde da filha a sua história de vida e principalmente o fato da irmã de Helena ter sido roubada quando era ainda um bebê.

 Passam-se quinze anos e Helena cresce acreditando ser filha única, apesar de muito carinhosa com todos da família, torna-se uma menina muito tímida, retraída e com problemas de socialização. Helena não tem amigos e não se diverte como os outros jovens de sua idade, vai para a escola e ao retornar o seu passa tempo favorito é ficar na janela do quarto observando os jovens do bairro.

 Nesse período a relação de Helga e Ariston não é mais a mesma, o marido a tempos deixou de ser o homem carinhoso e gentil de outrora e a esposa não consegue enxergar as qualidades que via antes. Tudo seguia tranquilamente na vida dos personagens, até que em uma visita à casa do João, Dona Roseli, Helga e Helena resolvem comparecer a um evento e nesse evento encontram Janaina, uma jovem praticamente idêntica a Helena e então tudo muda e todos se veem obrigados a aceitar e enfrentar os seus medos e segredos. Nesse momento a vida de Helga sofre mais uma reviravolta, feridas são reabertas, segredos são revelados e Helga é obrigada a enfrentar o passado, ser forte e ajudar Helena a enfrentar as mudanças que se instalam em suas vidas.

O mais interessante desse livro é o desenvolvimento dele, além de ter uma boa história de plano de fundo, o autor conseguiu desenvolver a história de forma bem tranquila, sem pressa. Todos os personagens evoluem durante a história, Helga passa de uma jovem insegura para uma mulher forte e determinada a esclarecer todo o terror que viveu. Helena evolui durante a história, de uma jovem tímida e frágil, para uma menina forte e por fim para uma jovem madura e Janaina, surge como uma menina que tem tudo na vida, torna-se uma garota problema e por fim encontra o equilíbrio necessário para viver em paz, sem traumas e com muitas realizações.

Dona Roseli a mãe de Helga é uma personagem de extrema importância durante a história. É o porto seguro da filha e uma figura de confiança para todos os envolvidos. Conhecemos também o João, irmão de Helga, homem forte e irmão presente, Liliane esposa de João, cunhada gentil e que é uma amiga importante para Helga e tia amada de Helena.

 Achei bem legal a preocupação do autor em amadurecer os personagens, todos se transformam no decorrer da história e se fortalecem com as tristezas, alegrias e principalmente com os sustos que levam. O mais importante de tudo é que independente dos problemas e dificuldades encontradas por Helga e sua família, eles não desistem de tentar se reerguer, não desistem um do outro.

 Achei muito legal falar sobre esse tema e sobre como esse tipo de tragédia pode alterar a vida de todos os envolvidos, pois até mesmo a Helena que era apenas um bebê de cinco meses quando tudo ocorreu, cresceu com um certo trauma e isso inclusive devido à como a mãe nunca conseguiu se desvencilhar totalmente do passado, inclusive se envolvendo em uma outra relação pouco tempo após o ocorrido, tendo isso como uma rota de fuga.

 Indico esse livro para quem gosta de histórias recheadas de surpresas do início ao fim, para quem gosta de se surpreender, pois a cada momento o autor surge com uma novidade capaz de alterar completamente a vida da família e surpreendendo os leitores com o desvendar dos fatos.

 E a mensagem da vez é a seguinte: Por maior que pareçam os problemas, estar ao lado família é fator de suma importância, pois, é através deles que encontraremos forças para seguir adiante.

 Até breve…

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Helga é uma jovem feliz e realizada em seu casamento com Jorge e as duas filhas gêmeas, Helena e Heloisa. Durante uma viagem eles sofrem com a ação de uma quadrilha e Jorge e Heloisa são separados de Helga e Helena. Ariston, um conhecido da família, surge como alguém que pode consola-la e ajuda-la a esquecer os maus momentos.

Quinze anos se passam. Helga não consegue esquecer o que lhe aconteceu, e conta com o apoio da mãe, Roseli, para enfrentar sua infelicidade. Helena a esta altura é uma adolescente tímida e retraída, que se contenta em ver os grupos de jovens de sua idade da janela do seu quarto ao invés de ir juntar-se a eles como seria esperado e muito mais prazeroso.

Até que uma grande reviravolta acontece na vida  da família – uma vez mais.

Adquira o livro no site da Saraiva Online, Livraria Cultura e Dia dos Livros

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  1. OBJETIVO

Incentivar novos autores a publicarem seus textos e desta forma mostrar-lhes meios para publicação de trabalhos futuros.

  • TÍTULO

“Síndromes: Contos psicológicos”

  • ORGANIZAÇÃO

    Ceiça Carvalho e Alessandra Valle

  1. PROCESSO DE INSCRIÇÃO

2.1. A Antologia “Síndromes: Contos psicológicos” é promovida pelo Arca Literária, em parceria com a Editora Illuminare

2.2. Poderão participar da antologia todas as pessoas físicas maiores de 18 anos, residentes legais no Brasil, bem como residentes no exterior.

2.3. Das características da antologia: A antologia “Síndromes: Contos psicológicos” será constituída por Contos que falam sobre as diversas síndromes psicológicas. Os temas foram escolhidos cuidadosamente e serão sorteados entre os participantes inscritos, com o propósito de evitar repetições de temas.

2.3.1 Os temas abordados serão:

  • O Ataque de Pânico
  • Os Transtornos Fóbicos
  • A Fobia Social
  • Agorafobia
  • O Transtorno de Estresse Pós-Traumático
  • O Transtorno Obsessivo-Compulsivo
  • O Transtorno de Ansiedade Generalizada
  • O Transtorno Bipolar
  • O Transtorno depressivo
  • Anorexia Nervosa
  • Bulimia Nervosa
  • Transtorno de Compulsão Alimentar Periódica
  • Transtornos Psicóticos
  • O Transtorno Delirante
  • Esquizofrenia
  • Transtorno Personalidade Borderline
  • Transtorno de Personalidade Anti-Social
  • Síndrome da Amnésia Duplicada
  • Síndrome de Cotard
  • Síndrome de Fregoli
  • Síndrome de Capgras
  • Síndrome de Estocolmo

2.4. A participação se dará da seguinte forma:

1º Etapa: A Inscrição dos autores acontecerá por meio de formulário (clique aqui), inicio a partir do dia 15 de novembro do ano corrente. No formulário constarão informações como: nome, endereço, biografia, e-mail, telefone, whatsap, etc.

Após a inscrição o autor será inserido em um grupo no whatsap para que o mesmo possa interagir com outros participantes. Neste grupo teremos a participação de psicólogos e especialistas das áreas citadas no subitem 2.3.1.

2º Etapa: Confecção do conto que deverá ter até 10.000 caracteres contanto com os espaços

3° Etapa: O texto será posto em análise e após aprovação o autor receberá o contrato de publicação junto a Editora Illuminare onde receberá instruções sobre seu preenchimento e devolução do mesmo;

4° Etapa: O autor efetuará o pagamento da sua cota de participação no valor de R$ 200,00 acrescidos de R$ 20,00 referentes ao frete dos 04 livros que receberá como pagamento de seus direitos autorais.

*Caso o autor deseje mais exemplares da antologia o mesmo deverá solicitar à Editora Illuminare a confecção dos mesmos, os valores cobrados serão determinados em contrato junto à mesma.

3 DA ACEITAÇÃO DOS CONTOS APÓS SELEÇÃO DOS AUTORES:

3.1. Serão aceitos apenas contos em língua portuguesa com limite de 08 mil caracteres contando os espaços.

3.2. Não serão aceitos fanfics nem contos que pertençam ao universo de personagens já existentes criados por outro autor ou contos já publicados ou postados na internet. Precisa ser original.

3.3. Os textos devidamente formatados (fonte Arial, tamanho 12, espaçamento 1,5 entre linhas) deverão ser enviados para o e-mail: antologias.arca@gmail.com com o assunto CONTO PARA ANTOLIGIA “Síndromes: Contos psicológicos”, seguido do nome do autor, endereço, uma biografia de até 300 caracteres, contando os espaços,  assim como o nome com o qual deseja que seja apresentado na antologia.

4 NÃO SERÃO ACEITOS CONTOS QUE:

(a) possam causar danos a terceiros, seja através de difamação, injúria ou calúnia, danos materiais e/ou danos morais;

(b) ofendam a liberdade de crença e as religiões;

(c) contenham dados ou informações racistas ou discriminatórios;

(d) façam propaganda eleitoral ou divulguem opinião favorável ou contrária a partidos ou candidatos; (e) tenham sido produzidos por terceiros;

(f) que não venham formatados nas normas estabelecidas por esse regulamento

(g) cunho erótico

5 DOS CONTOS:

5.1. Os contos serão analisados e selecionados mediante avaliação do profissional nomeado pela organização da Antologia, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis. A avaliação se dará com base nos seguintes critérios:

(a) criatividade e originalidade do enredo;

(b) adequação do enredo ao universo ficcional do conto

(c) impacto do conto e qualidade dos recursos narrativos utilizados.

(d) utilização correta da língua portuguesa assim como sua gramática

5.2. Ao se inscrever na Antologia o autor autoriza automaticamente a veiculação de seu conto.

OS NOMES DOS SELECIONADOS DA ANTOLOGIA “Síndromes: Contos psicológicos” SERÃO DIVULGADOS NO DIA 20 DE JANEIRO POR EMAIL,  NO SITE http://www.arcaliteraria.com.br/ E REDES SOCIAIS

5.3. Um determinado autor poderá participar da mesma antologia com mais de um conto, porém o mesmo deverá efetuar pagamento equivalente a duas, ou mais, cotas.

5.4. Só serão aceitas inscrições através dos procedimentos previstos neste regulamento. Os dados fornecidos pelos participantes, no momento das inscrições, deverão estar corretos, claros e precisos. É de total responsabilidade dos participantes a veracidade dos dados fornecidos ao organizador.

5.5. Em caso de fraude comprovada, o conto será excluído automaticamente da antologia

6 PRAZOS:

6.1 Inscrições até dia 20/01/2018, podendo ser renovado caso a cota de participações não tenha sido alcançada.

6.2 Resultado até dia 25/01/2018, podendo ser renovado caso haja necessidade do revisor ou referente ao item acima.

6.3 Envio do contrato para os autores até o dia 30/01/2018 salvo exceções comentadas acima.

6.4 Envio dos contratos, comprovantes de deposito, endereços, biografias e nome com o qual deseja ser identificado no contrato devem ser enviados para o e-mail antologias.arca@gmail.com

6.6 Envio dos itens citados acima para a editora até o dia 30/01/2018 salvo com exceções já mencionadas anteriormente.

A publicação da antologia depende da realização dos itens acima mencionados e ao devido respeito aos prazos estabelecidos.

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A história tem como protagonista a jovem Marta; moça recatada que presenciou e viveu as turbulências e transformações que ocorreram em meados do século XVIII. Ela era filha de ex-barões, que perderam o condecorado título em virtude de serem acusados de conspiradores, embora os crimes nunca foram comprovados. Apaixonada por Lúcio, o príncipe do reino, passou a travar encontros amorosos com ele sem a permissão do rei e da rainha. Se acaso os soberanos soubessem que eles ainda se encontravam, mandariam matar tanto ela quanto os pais dela.
A obra ainda tem como pano de fundo a Inquisição, a desordem política do país e a briga feroz e incessante entre ciência e religião. E por isso Marta criou forças não só para lutar por alguém que ama, mas também criar vínculos para a melhora das condições de vida dos mais próximos.
Com uma gama extensa de personagens, o livro retrata vários fatos de época nos quais Marta é a principal mentora. As dificuldades encontradas entre escravos, mulheres e seguidores de outras doutrinas religiosas é bem relevante. Em suma, a obra descreve a incessante busca de ideais dos personagens, mais precisamente de Marta e do príncipe Lúcio, o homem que ela sempre declarou amar.

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