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Ceiça

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Renne e Marcos são gêmeos, e por circunstâncias adversas estão separados, mas os dois precisam se unir e enfrentar os perigos que os cercam, num mundo devastado e apocalíptico. É necessário que Renne cumpra o seu destino e só o conseguirá através da ajuda de Marcos e daqueles que lhe são caros ao coração, seus amigos e protetores.

Mas há aquele que não quer que Renne cumpra com seu destino. Evil o impedirá de todas as formas através de seus asseclas e destruindo tudo em sua perseguição. Ele é o caos! Ele é a Escuridão…

Fugindo através das regiões geladas do norte das Américas e penetrando nas florestas tropicais, Renne e Marcos seguem seu caminho, e no trajeto, começam a revelar que existe muito mais do que apenas dois meninos neles. Será que Renne terá forças para suplantar a Evil e cumprir com o seu destino?

Mais informações sobre o livro e sua escritoranos links:

Wattpad, Perfil do Wattpad, Clube dos autores, Facebook, Fanpage, G+, Twitter, Instagram, Blogger

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  1. تعلم تداول العملات الأجنبية Fale-nos um pouco de você.

Carioca, formada em Pedagogia pela UNI-RIO, concluiu sua Pós-Graduação em Psicodrama. Atuou como Consultora Comportamental e Coaching por mais de 10 anos em diversas empresas. Autodidata, trabalhou como Administradora de Empresas por 15 anos. Atualmente é diretora da empresa RValente Serviços Administrativos – Excelente RH – Talentos em Recursos Humanos.

Regina é também autora de dois livros: Despertar espiritual e Educação para a imortalidade – Uma nova visão sobre a morte, ambos publicados em 2016 pela mesma editora: Barra Livros (21) 32535099.

Membro desde 2016 da União Brasileira dos Escritores (UBE), cuja adesão ocorreu no Rio de Janeiro.

Jurada no Primeiro concurso de Poesias da editora Arte Poesia e Sarau – Florianópolis – junho de 2017.

Participou com suas poesias:

Antologia Luz, Poesia e Prosa – Ed. Sucesso – SP – 2017 – Poesia INTUIÇÃO

Coletânea Poemar e Amar – Ed. Fonte de Papel – Manaus – 2017 – Poesia MOMENTO SAGRADO

Antologia Del’Secchi – Ed. Del1Secchi – Vassouras – RJ – 2017 – Poesia MANIFESTO DE AMOR

Revista Poesia – Poesia Legal Revista – RJ – 2017 – Poesia NATUREZA MÃE GENTIL

Estará, pela Editora Autografia, na FLIP de 2017.

Está participando com seus dois livros lançados em 2016, do Prêmio Jabuti 2017.

  1. bande di bollinger per opzioni binarie O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Trabalhava como Administradora de Empresa. Uma desconpensação hormonal, com sintomas depressivos, me deixou sem condições de cumprir minhas atividades diárias. Decidi então, por recomendação médica, fazer o que eu mais gostava: escrever. Esse desejo já existia em mim desde bem pequena, então foi só canalizar o desejo e logo escrevi dois livros, indo para o terceiro. E ainda me arrisco na escrita de contos, crônicas e poesias.

  1. http://thegobblersknob.com/?savikshyster=sistema-de-comercio-entre-espa%C3%B1a-y-america-en-1810&154=45 sistema de comercio entre españa y america en 1810 Qual a melhor coisa em escrever?

Escrever é um grande desafio. Quando começo um livro, acho que sei o que quero escrever, a mensagem que quero passar, mas, quando percebo, o livro tomou um caminho próprio, horas ficando desgovernado, horas escrevendo-se sozinho. O que eu gosto mais é quando escrevo de imediato tudo que está vindo em meu pensamento, depois, vou só lapidando o texto. Escrever é um ato de rebeldia e liberdade,

  1. trading opzioni binarie veloci Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Tenho vários cantinhos especiais para escrever. O importante é estar em rodeada dos livros que estão me servindo de pesquisa e consulta. Mas minha mesinha, onde fica o computador, é o mais especial de todos. Ali, incorporo uma personagem: A Escritora. E isso me ajuda muito.

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  1. anyoption com Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Escrevo livros de autoconhecimento, não gosto do termo auto-ajuda. Toda arte nos ensina algo, mesmo que não gostemos dela. Precisamos lê-la, apreciá-la, defendê-la ou acusá-la para, por fim, sabermos quem somos perante ela. Quando escrevo outros gêneros, aí me sinto mais livre para escrever o que me inspira na hora. Meus livros falam de fé e de espiritualidade, passando pela didática, filosofia e psicologia.

  1. notizie forex live Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Até o momento a personagem tenho sido Eu mesma. O primeiro livro, falei da doença que me acometeu e o que vivi durante o tratamento. Resultando em um novo e diferente Despertar espiritual. O segundo, falo da vida, através de relatos vividos e questionados. Chama-se Educação para a imortalidade – uma nova visão sobre a morte. Os títulos surgem logo no início da escrita, e depois não consigo mais mudá-los.

  1. binäre optionen finanzwelt Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Muito vem da minha própria experiência de vida e de quem me cerca. Outra parte vem dos livros que li e leio durante o processo de escrita. Digo que meus livros são livros vivos, pois a cada nova edição posso mudar o final deles pois todos contam sobre uma vida que ainda está sendo vivida, e, tudo pode mudar de repente.

  1. trading binarie conto demo gratuito Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

São muitas minhas influencias… Nossa, levaria a vida listando todos… Por que não são só autores, me inspiro com gente no dia a dia, com artistas, pintores, médicos, e… A lista é grande. Mas caminho sempre e principalmente por livros de educadores, filósofos, psicólogos, livros religiosos e também de ateus. Autores indianos, cientistas… É uma salada de influencias.

  1. opcje binarne turbo Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Não. Achei que teria muita dificuldade após escrever o livro e conversar com muitos autores. Mas, minha trajetória tem sido bem diferente da deles. Enviei meu original para quatro editoras inicialmente. Três delas se interessaram muito, e, me fizeram proposta. Escolhi a que senti uma empatia maior com o editor chefe.

  1. binäre optionen bollinger bands O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Está crescendo, melhorando a qualidade da literatura, mais longe, muito longe ainda dos autores nacionais serem mais importantes que os estrangeiros. Esse é meu sonho. Temos muitos escritores de qualidade publicando suas obras só no Face Book.

  1. köpt Viagra på nätet Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Acredito que só escrevendo muito os escritores irão se aperfeiçoando e nos oferecendo uma qualidade melhor na literatura nacional. Não sou a favor de pessoas famosas, serem acolhidas imediatamente por editoras importantes, só porque possuem a certeza da venda do livro, baseado no sucesso do escritor, que antes, nada tinha a ver com a literatura. As editoras tinham que apostar mais em quem realmente tem talento, mesmo que seja um ilustre desconhecido.

  1. cosa e opzione binaria Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Esse é nosso Brasil. Ninguém quer ganhar o justo ou razoável. Acho meu livro caríssimo nas livrarias, e nada posso fazer a respeito. Entendo que teve um custo, mas se cada profissional ou empresa envolvidos pudessem lucrar um pouco menos, ou dividir os lucros com percentuais mais justos, o escritor e o leitores, ficariam mais satisfeitos.

  1. quantoe il minimo deposito su opsionibinarie Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Hum… Nossa! Agora fiquei numa enrascada… Mas vou dizer um dos livros que mais me impactou, principalmente porque era muito jovem quando o li pela primeira vez e na época, não entendi nada. Nem sei se já entendo hoje. Mas ele é um desafio a cada nova leitura. A Grande Síntese, de Pietro Ubaldi.

  1. bank de binari Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Coração de Estudante – Milton Nascimento

  1. como funciona alavancagem forex Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Foram dois livros: O Fluir da canção do senhor, que é uma interpretação por Sai Baba do Bhagavad-Gita, traduzido pelo Professor Hermógenes – Ed. Nova Era, e, Tao e Dharma, que fala sobre a medicina chinesa e ayurveda – Ed. Pensamento.

  1. volumi nelle opzioni binarie Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Estou terminando um novo livro, e quero lançar um livro de crônicas, contos e poesias, ilustrativo.

  1. opzioni binarie for dummies Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Leio somente os blogueiros que escrevem muito bem, e que estão sempre escrevendo.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Sem ser piegas, mas correndo esse risco, meus livros são para todos. Admiro as pessoas como um todo. “Cada um tem seu mistério, sua ilusão”, é o que diz a música. Mas o Papa e o Pedro Bial, eu ficaria muito feliz.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Ser reconhecido por sua literatura, e viver dela.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Não desistam. Perseverem. Leiam muito e de tudo. Não escolham todos os livros que vão ler, deixem que alguns livros escolham você. Ande pelas prateleiras das livrarias, sebos, feiras de livros, e veja qual livro chama sua atenção, mesmo que você não faça a menor ideia sobre o assunto. Não troque nenhum livro que ganhar, leia. Se o livro estiver difícil de ser lido ou entendido, deixe passar alguns meses ou anos, e tente novamente. Cada livro nos ensina algo, e vem parar em nossas mãos, não pelo acaso. Acasos não existem.

Muito obrigada pela oportunidade de deixar registrado um pouco do que sinto e penso.

Namastê.

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1. Fale-nos um pouco de você.

Resp: Sou paulista, nasci em 03/10/1960 e aos dez anos me mudei definitivo para o Rio de Janeiro, onde moro até hoje. Então, sou carioca de coração. Sou formada em Enfermagem e exerci minha profissão até pouco tempo atrás, mas a minha vida é escrever, o que faço desde os meus dez anos. Tenho três livros publicados partindo para o quarto, e alguns no Clube dos Autores, Amazon e Wattpad.

2. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Resp: Como havia dito, sou Enfermeira. Não sei lhe dizer isto, pois desde que me entendo por gente, já contava histórias aos meus amigos e brinquedos. Mais tarde, já alfabetizada, fazia cineminha com meus amigos de foguetos, com histórias mirabolantes e cobrava sempre um doce (rsrsrsrsrsrs). A minha primeira vez com a escrita foi no colégio, uma poesia sobre o dia da bandeira. Tinha oito anos. Mas somente aos dez, comecei a escrever uma história, acrescentando, a um filme que havia visto, algumas ideias só minhas. A partir deste momento, não parei mais de escrever.

3. Qual a melhor coisa em escrever?

Resp: Liberdade, emoção e milhões de outros sentimentos.

4. Você tem um cantinho especial para escrever? 

Resp: Sim, um canto em meu quarto. Meu santuário!

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5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Resp: Sempre escrevi ficção/fantasia. Em 2011 iniciei o meu primeiro romance/drama. E agora, 2017, estou partindo, para incluir no meu mundo imaginário, contos (fantasia e terror – por enquanto) e poemas (voltando às origens).

6. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Resp: Em relação à fantasia, tenho vários. Alguns publicados e outros, ainda, engavetado. No total são sete livros publicados em editoras, Clube dos Autores, Amazon e Wattpad.
São eles:
– A luz e a Escuridão (Clube dos Autores, Amazon e Wattpad); Rino, o guerreiro alado (Amazon e Editora Biblioteca 24×7); Um Mistério na Serra do Mar (Amazon e Clube dos Autores); Lolita (conto no Amazon); Uma Lágrima pela vida (Amazon e Clube dos Autores) e O Cavaleiro das Sombras (Clube dos Autores). Em 2011 comecei a escrever um romance dramático, A Saga de um Pintor. São quatro volumes, e o primeiro publicado em 2016 pela Drago Editorial. O nome do livro é Inocência Perdida e o segundo volume, Doce Ilusão, já está em processo de publicação para a Bienal do Rio (2017). Também estou participando de uma Antologia de Contos de Terror
–  “Quem tem medo do lobo mau?
–  Todo mal que existe no mundo (Lendas Urbanas)”, e uma Antologia de poesias
–  “Acolha o Pólen da Vida 1”. Quanto à inspiração para os Titulo dos livros, ela vem em meio ao próprio livro. Surgi do nada ou de uma palavra que se encaixa no contexto. E os nomes dos personagens, relacionados a livros de fantasia, são inventados na hora. Quanto ao meu romance, tirei os nomes de listas da internet, incluindo os nomes de família. São todos fictícios.

7. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Resp: Em fantasia, quase nenhuma. Quando a história se situa na Terra, registro lugares e nomes e fatos. Mas quando o livro é totalmente fictício, tudo é inventado, como no caso de Rino, o guerreiro alado que se passar em outra galáxia e outros planetas. Em relação ao romance, já é outro esquema: mesmo sendo de ficção, procuro saber tudo do que vou usar na história, pois preciso dar alguma realidade aos fatos. A internet é um grande aliado do escritor.

8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Resp: Não, minhas histórias são diferentes do que tenho lido e apreciado.

9. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Resp: O problema maior que já passei em publicar um livro é o preço exorbitante que eles
dão no orçamento. Meus livros, aqueles que mandei para a avaliação, sempre receberam respostas afirmativas. Infelizmente, fora do meu orçamento.

10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Resp: Bem, sou uma pessoa antiga nesta luta. Se for pensar no passado, hoje está muito melhor com a internet, com os sites de publicação e variedades de editoras que estão surgindo a cada instante, é só ter cuidado e pesquisar bem. E as editoras maiores que são o sonho de qualquer escritor, ainda demoram nas respostas, quando respondem. Tenho visto muitos escritores publicarem por conta própria, sem se vincular a qualquer editora e se saírem muito bem. No entanto, o ponto crucial é ainda o leitor. Eles se focam em livros estrangeiros e poucos dão oportunidade aos nacionais, mas se for pensar no passado, até isto esta melhorando. Um dia vamos chegar ao ponto de que não haverá diferença entre livros nacionais e estrangeiros.

11. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Resp: Vi muitos iniciantes se saindo muito bem, tendo um bom livro no mercado. Li vários livros nacionais que são ótimos, bem escritos e as ideias são fenomenais. Infelizmente, nem todos foram feitos para desenvolver uma trama, uma ação e, portanto, não tem uma boa aceitação do publico, principalmente, se o livro não está bem desenvolvido, cheios de erros. É importante uma boa revisão, um crítico e um leitor que não vá esconder o que realmente acha do livro. Necessário se faça uma boa pesquisa e desenvolva a temática com certeza do que realmente quer escrever. Principalmente, quando é não ficção, o escritor tem que vasculhar tudo, até mesmo os costumes de cada povo que se envolve na trama. Não é fácil ser escritor.

12. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Resp: Caros! Infelizmente, é a realidade no Brasil, principalmente, com a crise que está a todo vapor. O papel é caro, a impressão é o olho da cara, um capista deve ser pago, uma revisão e a diagramação não são de graça. No final, o livro tende a ter um preço que o leitor não consegue pagar. E isso que falo não está vinculado apenas às editoras, até mesmo aquele que faz a sua própria publicação tem no final o mesmo problema. Fora o marketing…

13. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Resp: Já li muito, mas o livro que me marcou e até me imaginei escrevendo algo parecido, foi “O Médico de Homens e de Almas”, de Taylor Caldwell.

14. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Resp: Não tenho ideia…

15. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Resp: “Meu Pé de Laranja Lima” Nem preciso comentar… Fantástico!

16. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Resp: Sim, estou terminando um livro de fantasia, cujo tema é referente a uma guerra entre os mundos e dimensões, e está guerra chega finalmente a Terra. Tem vários personagens, entre humanos e alienígenas. Seu nome é “Guerra entre Mundos”.

17. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Resp: Acompanho e acho muito importante, não só para os escritores como para os leitores. As criticas são necessárias para que possamos ver a evolução de nossa escrita. Adoro criticas ou comentários, inclusive os negativos, pois através deles descobrimos as nossas falhas, lapsos. Só não aceito criticas destrutivas que levam abaixo o escritor.

18. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Resp: Seria um escritor – Pedro Bandeira.

19. Qual a maior alegria para um escritor?

Resp: Ser lido, pois é a parte mais importante e esperada de um escritor.

20. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Resp: Para o leitor – O que eu posso dizer aos meus leitores é que eles são a força que faz com que o escritor cresça, se inspire e transforme seus sonhos em realidade. São muito importantes, na verdade, cruciais a nossa criação. Sem vocês para nos levar avante, não haveria tantos livros no mundo. Digo também que não fiquem apenas com livros estrangeiros, mas leiam os nacionais, principalmente, àqueles que estão começando agora. Dê-lhes a oportunidade de se fazerem conhecer. Existem livros nacionais de alto valor… Aos Escritores – Perseverem e não desistam diante de tantos obstáculos. Lembrem-se que escrevermos antes de tudo, para nós mesmos.

Para depois Que eu Partir foi um livro que me chamou muito a atenção logo que começaram a divulgação e assim que tive a oportunidade de lê-lo, não pensei duas vezes. Esse livro conta a história de Heather, uma mulher que em plena vida ativa é diagnosticada com um câncer de mama em estágio terminal e que apesar de ver seu mundo desabar, apesar de passar por momentos muito tristes e desesperadores, encontrou uma forma de passar o tempo que lhe restava de vida, com algo que lhe dava prazer.

 Esse é aquele tipo de livro que é meigo e ao mesmo tempo muito forte, pois, é essa a imagem que temos da protagonista, uma mãe carinhosa, amorosa, que ama viver, que ama mais que tudo a sua filha e mesmo com toda a dor e luta contra uma doença tão devastadora e principalmente em si tratando de alguém que já havia recebido um diagnóstico de tempo de vida tão curto, Heather encontrou uma forma de  vislumbrar o futuro que ela sabia que certamente não veria, passou a escrever mensagens para vários momentos que sua filhinha certamente passaria e através dessas mensagens que ela passou a escrever para a filha Brianna, ela imaginava que estaria presente nesses momentos.

 Apesar de tratar de um tema triste, esse é um livro muito cativante, pois trata de um tema muito real, muito humano e que emociona bastante. Até por que o seu foco não é a morte, pelo contrário, o foco é a vida, a beleza da vida e o amor verdadeiro de uma mãe por uma filha. No livro Heather conta a sua trajetória desde a descoberta do câncer, do apoio que recebeu dos amigos e principalmente do marido, da alegria proporcionada pela filha e de como passou a perceber a vida e as atitudes das pessoas de forma diferente após a descoberta da doença.

O livro possui uma capa bonita, meiga, que nos remete a uma serenidade muito boa em se tratando de um tema tão forte. A história é contada em primeira pessoa e durante a leitura podemos ficar ainda mais próximos e sentir ainda mais o grande amor de Heather pela filha, através de algumas das muitas mensagens que a Heather deixou para a filha e que foram colocadas no livro após o término de cada capítulo. Ao final do livro os autores fizeram questão de citar as organizações que ajudaram essa mãe incrível desde o diagnóstico do câncer, o que nos deixa ainda mais próximos da história e da sua realidade.

 Para depois Que eu partir é um daqueles livros emocionantes do início ao fim e que nos faz pensar no quão vulneráveis nós somos, mediante as peças que a vida nos prega. Nos faz refletir também na importância de amar, de dedicar nossas vidas para coisas boas e na importância de conviver, sermos gentis, de amarmos e sermos verdadeiros com todos, mas principalmente de não desperdiçar os momentos que temos com aqueles que amamos e que sabemos que nos amam, pois o hoje é o que estamos vivendo, mas o amanhã sempre será uma surpresa e que muitas vezes pode ser maravilhosa, mas em outras, podemos nos deparar com situações bastantes difíceis.

 Até breve…

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Rodrigo de Oliveira é nome do autor de “Os Filhos da Tempestade” que é um livro de Ficção/Terror.

A história é contada em terceira pessoa mostrando no seu inicio o século seguinte ao julgamento das bruxas de Salem onde Carol é uma descendente preste a ser julgada, mas para evitar um novo alvoroço o juiz prefere por exilá-la, mandando-a para um navio cargueiro que a levará para outro país. Nessa viajem ela se rebela como bruxa evocando um feitiço o qual sua alma é vendida para o demônio causando uma tragédia a quem está na embarcação e a ela própria.

A História pula alguns séculos. Agora mostrando um grupo de jovens que vão para Los Angeles para participar de um concerto. E o foco do narrador agora é na vida de Tiago e seus amigos.

Durante o voo, o avião cai numa ilha repleta de mistérios, onde há um vivente que após se adequar ao grupo de jovens que sobreviveram à tragédia, começa a relatar sobre os incidentes que ocorreram anos antes, mostrando o horror que seus amigos passaram até sobrar somente ele para contar a história.

A trama transcorre com as pessoas começando a fazer panelinhas, uma abordagem sociológica dentro do contexto, pois é o que acontece num convívio em comunidade, sempre haverá um lado A e um lado B – embates. .

Rodrigo soube tratar de algo intangível num cenário real, gerando uma sensação de veracidade em algumas partes da trama, e eu gostei disso. Ele soube como fazer seus personagens serem empáticos, conseguindo deixar o drama da obra bem atrativo. Além disso, também soube como manusear o suspense em torno da Ilha. Alguns ressaltam que lembra a série Lost, para mim só lembrou por causa da questão do avião-que-caiu-numa-Ilha, no entanto, todo o resto não pode ser comparado.

O final deixa uma âncora para um segundo volume.

Outro aspecto que gostei foi que, embora no enredo contenha personagens jovens, os diálogos em momento algum são infantis a ponto de serem cansativos ou sem nexo, sempre variando entre assuntos abordados nesse período da vida – juventude – e conceitos de seriedade.

A leitura foi feita do livro físico. A diagramação está em perfeito estado. A fonte é boa de se ler, junto ao espaçamento entre linhas que gera conforto na vista, além de as folhas serem amarelas.

A capa condiz com o conteúdo da obra, estampando o navio que é citado na obra.

Rodrigo de Oliveira também é autor de “O vale dos Mortos” e “Elevador 16”.

Fernando Mello é resenhista e colunista do Arca Literária. Autor das obras “Sob o domínio do silêncio”, “A garota por quem me apaixonei” e “Uma nova chance”.

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Lena começou a abrir suas asas no primeiro volume da duologia Wings (Lena – abrindo as asas). Neste, conhecemos duas Lenas: a adolescente que foi reprimida pela família religiosa na infância e passa a morar com a irmã mais velha no Rio de Janeiro. E a adulta cujo amor à costura é inversamente proporcional ao desejo de ter um relacionamento sério. Enquanto que no segundo volume, Lena – alçando voo, encontramos duas Lenas mais maduras: a jovem universitária e a mulher que está se tornando um ícone na costura carioca.

 Se você não conhece a duologia Wings, deve estar estranhando essa separação. Contudo, para aqueles já familiarizados com a obra que foi destaque em Literatura Feminina no Wattpad, sabe que a duologia não é linear. Escrito em primeira pessoa, os capítulos se alternam entre a Lena do passado e a do presente. E assim, podemos compreender as atitudes, anseios e compreender a vida de Helena Maria e seus amigos.

 “Eu não estava procurando por amor, mas o que fazer se esse sentimento tão inconveniente apareceu do nada e me encontrou?”

 Enquanto a Lena do livro um fugia de qualquer tipo de relacionamento (no máximo uma amizade colorida). A do livro dois se mostra mas liberta de seus traumas e aberta a relacionamentos sérios. Eu preciso destacar dois aqui. Quando Lena e sua melhor amiga Lula decidem montar a Wings, onde Lena poderá vender suas criações. Elas contratam uma nova funcionária para o setor de alfaiataria, Lena terá seu coração balançado pela talentosa Sophia e suas feições de boneca. O que vai contra a crença religiosa dos seus pais. Enquanto que o Joe, o chocolícia mais desejado do Rio de Janeiro, cansado de esperar por Lena, decide seguir sua vida. Entre amores, desamores, confusões, cafés e muito trabalho duro, você descobrirá que este livro é mais do que um romance. É o crescimento, a vida, os amigos, os amores e a família da costureira carioca que já conquistou tantos leitores na internet! Duologia Wings está completa na Amazon.

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Toda garota já teve um professor por qual já foi apaixonada alguma vez na vida, né? Se você ainda não se apaixonou por professor nenhum, tenho certeza que, pelo menos uma vez na vida, conheceu alguém que já. Não é vergonha nenhuma admitir isso, eu mesma já dei vários “pegas” fictícios num professor de educação física que tive no ensino médio. Claro que ele nunca soube, mas é aquele ditado: “Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra!”, hahahaha.

 Tatiana Amaral descreveu, com muita maestria, uma relação conturbada professor-aluna que você vai adorar, principalmente por que nossa protagonista, Charlotte, nunca tivera pretensão nenhuma com seu professor, Alex.

 Charlotte é uma estudante de letras/literatura em seu último período da faculdade, lutando pra passar no TCC, quando seu professor, Alex Frankli, a reprova. Aparentemente, ele não tem nenhum motivo para reprová-la, já que ela é realmente boa, tira notas excelentes e tem um trabalho realmente impecável. E ele, apesar de ser um dos melhores professores de literatura de sua universidade, é o que toda garota sonha: bonito, sarado, inteligente e muito bem sucedido. Mas Charlotte não está escrevendo qualquer romance… Charlotte se dedicou anos escrevendo um romance erótico, que não foi aprovado por ela não ter nenhuma experiência no assunto e descreveu os ‘detalhes’ de maneira tão fantasiosa que não convenceu ninguém.

 Chateada por ter sido reprovada, Charlotte resolve tirar satisfação com Frankli sobre o porque de sua nota. Chocada com o que ouve, ela sai em busca da tão famigerada ‘experiência’ e ele, claro, resolve ‘ensiná-la’ tudo o que precisa para que seu romance seja um sucesso.

 E aí? O que vocês acham que acontece agora?

 Dentre muitas brigas e protestos, o que era pra ser um acordo – já que Charlotte danou-se a fazer besteiras em busca da tal experiência – tornou-se uma relação quente e arrebatadora e, conforme Charlotte vai se conhecendo, aprendendo, seu livro vai tomando um rumo diferente e mais real.

 Eu amei o livro. Muito mesmo! A cabeça da gente viaja em cada descrita e é interessante a relação dos dois de uma maneira muito gostosa.

 A leitura é bastante fluida e a gente consegue acompanhar a história de uma maneira simples, por que não há rodeios. O melhor, na minha opinião, é que não há personagens chatos. Mesmo com toda a sua insegurança e dilemas, Charlotte não é uma personagem chata ou repetitiva.

 E se você já teve qualquer sonho erótico com qualquer professor, em qualquer fase da sua vida, vai amar a história, que é cheia de pontos altos.

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O livro “O Romance dos Espíritos” utiliza perfeitamente o subtítulo para descrever seu conteúdo, uma “Ficção Baseada na vida de Allan Kardec”, é a sinopse perfeita para esse trabalho publicado pela Editora Planeta. Pedro Domenech, pseudônimo de Pedro L. Torres, autor português nascido em 1979 na cidade do Porto, cria uma obra que apresenta os pormenores da vida do pedagogo que estudou as manifestações espíritas, estabelecendo os alicerces do espiritismo, doutrina em voga desde sua conformação no século XIX.

Com o intuito de transformar uma biografia em ficção o autor constitui uma decisão acertada ao fazer Allan Kardec narrar sua própria vida para sua amada esposa Ámelie. Essa narração se dá justamente seguindo as premissas da doutrina espírita, no caso a psicografia, sendo bastante propícia para evocar uma fidelidade dos relatos apresentados, que são baseados em fatos reais, e reinterpretados e romanceados pelo autor. A trajetória de Allan Kardec é contada a partir de sua infância, período em que estudou na escola do importante pedagogo suíço Pestalozzi, seguindo seus principais feitos, anteriores e posteriores a sistematização das manifestações do espiritismo através do Livro dos Espíritos

Leitores que podem ser sugestionados que o livro “O Romance dos Espíritos” tenha perspectiva central sobre o casal Rivail Hippolyte (Allan Kardec) e Ámelie Boudet, seja pelo título, ou pelos primeiros capítulos, não tenham falsas esperanças, o amor do casal está no livro, como se conheceram também, é uma amizade bonita e duradoura, porém o livro tem sua temática voltada paro o curso da vida de Kardec. Ámelie é expressada como essencial para a empreitada de seu marido e tem seu papel evidenciado nas principais passagens do texto, mas em poucos momentos foi protagonista nessa história contada por Pedro Domenech, o que infelizmente na perspectiva de um leitor que gostaria de mais informações sobre essa mulher de vanguarda, educadora e artista plástica, peca e acaba não atingindo sua completude.

Contudo, compreendendo a premissa que o autor propõe, que é contar de forma romanceada a história de Allan Kardec, o êxito obtido por Pedro Domenech é admirável. Rico em detalhes, vívido em cada capítulo, com uma excelente progressão de atos, percebemos o despertar da paixão pela ciência, o amadurecimento, e a passagem de uma postura distanciada de descrença paro o reconhecimento dos eventos, e efetiva participação no estabelecimento da doutrina que ainda perdura. O “Romance dos Espíritos” não é um livro apenas para adeptos do espiritismo, é relevante para qualquer leitor sem pressuposições, ou preconceitos com um título que soa como um “produto de nicho”.

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O melhor amigo do inimigo é mais um livro lido pela Arca Literária em parceria com a Planeta. E é um livro psicografado por Mônica de Castro com o auxílio do espírito Leonel.

O livro começa com Moisés e seu cachorro Tostão morrendo devido ao atropelamento por um brt, sistema de transporte por ônibus no Rio de Janeiro com pistas exclusivas.

Sem se dar conta que está morto, num primeiro momento, Moisés fica atordoado vendo que não encontra seu cachorro.

Em paralelo o livro conta a história de Lizandra, uma mulher bonita mas muito fútil que é casada com Victor e tem Rodrigo como filho e Danilo como amante. Lizandra não gosta de animais, num instante de fúria ela pega a gata do filho e “dá um sumiço” não se importando com os sentimentos do garoto que fica traumatizado. Para reparar o erro ela compra Billy, um border collie filhote que o menino fica apaixonado. O cão é muito levado, por se tratar de um bebê, fazendo com que Lizandra fique com raiva dele. Junto a isso Danilo, o amante, se descobre apaixonado pela esposa e termina tudo com Lizandra, deixando ela em surto. Um dia Billy fica doente, e urina na cama de Lizandra, fazendo com que ela abandone o cachorro numa estrada. É aí que a história se une com a de André, Wilson e Isabela, que são vizinhos de Italo, Patricia e Larissa. Famílias felizes até a chegada de Roberta, mãe de Ítalo que insiste em ser desagradável com todos, principalmente com Patrícia e Larissa.

O livro é muito detalhista, mas não deixa você se perder. Cada vez que a autora troca de ambiente para falar de uma família em especial tem-se um novo capítulo.

Ah! não podemos nos esquecer de mencionar também os espíritos , em especial Carmélia, uma mulher que em outra vida se viu com problemas com Lizandra e sua família e que agora quer só vingança.

O melhor amigo do inimigo fala de amor, amor entre os humanos e amor para com os animais.

Também fala de segunda chance, e como perdoar pode ser importante para nós.

Ele também dá uma aula sobre a homeopatia e o bem que esse tratamento pode nos trazer.

O livro é lindo, com narrativa fácil e uma capa linda. Para quem gosta de animais é um prato cheio.

Eu poderia ficar horas falando sobre o livro mas aí perderia a graça com tanto spoiler.

Fica a dica, leia, você com certeza vai gostar!

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Um Andarilho Dentro de Casa é um livro muito interessante, um livro de poesias, que eu li em apenas um dia, pois, além de não ser um livro grosso, as poesias são bastante interessantes, possuem um ar melancólico, de dúvida, de desejos reprimidos e de um ar de arrependimento por momentos não vividos.

 Não leio livros de poesias constantemente e confesso que imaginei que seria difícil conseguir terminá-lo, porém, fui surpreendida com uma leitura incomum, mas muito fácil de desenvolver. Uma leitura diferente, mas que flui tranquilamente.

 Eu acredito que poesias são leituras que devem ser sentidas, devem ser lidas sem pretensões e somente ao final devemos parar, analisar e tentar compreender a mensagem passada pelo autor.  Ao final da leitura observei que todas as poesias ali contidas trazem pontuações sobre as tristezas e desencantamentos que ocorrem na vida, sobre momentos vividos e aproveitados, ou não. Sobre momentos que o autor gostaria de viver e sobre amores mal resolvidos ou não declarados.

 O próprio título do livro, Um Andarilho Dentro de Casa, já nos mostra essa questão, nos mostra a busca constante e inquietante por algo. O andarilho traz a imagem da busca, daquele que trilha por algo e a casa é a constância dessa busca. A busca pelo conhecimento, não só intelectual, mas como o conhecimento de lugares. Fala sobre a certeza da incerteza que cerca todas as coisas.

 Traz poesias com um teor fúnebre, mas nada pesado ou de leitura complicada, pelo contrário, conseguimos sentir a angústia e os desejos contidos em cada linha. É uma leitura impactante, forte, com uma dose equilibrada de emoção. Achei o livro muito interessante e a escrita do autor é bem inteligente e de fácil absorção.

Eu indico esse livro para quem gosta de leituras rápidas, mas que causam grande impacto, para quem não tem medo e gosta de pensar sobre os desdobramentos da vida, sobre a incerteza do presente e também e sobre o futuro inevitável para todos os seres humanos, ou seja, a morte.

 Até breve…

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A melhor sensação na vida de um leitor é quando você embarca em uma nova aventura literária, sem nenhuma expectativa e essa, acaba por se torna uma das melhores leituras do ano. Um amor de mentira , foi escrito pela talentosa Rubanne Damas. Me surpreendeu do início ao fim. O que a princípio parecia somente mas uma história de sessão da tarde, tornou-se  surpreendente.

Nesse livro somos apresentados a Alice e Jordan, duas pessoas que possuem personalidades e planos de vida diferentes, mas que se completam, um pertence ao outro.

Ao contrário de muitos livros, um amor de mentira é o tipo de livro, que faz nos apaixonarmos por todos os personagens (inclusive pelos secundários) pelo qual eu espero ansiosa para que tenha um livro da Morgana. Continuando….então, Alice apesar de passar por situações inimagináveis ela continua sendo uma garota forte e guerreira. Depois de perder o pai em um acidente de carro, e ter que enfrentar sozinha a luta da sua mãe contra o câncer. Alice também descobre que seu namorado de longa data está traindo ela com sua amiga. Decidida a não se abalar por isso Alice muda de cidade e de emprego. Onde conhece o senhor ogro/mal humorado Jordan. Jordan é o produtor da empresa, onde Alice trabalha e pelo qual ela sente uma raiva secreta por ele. Secreta até que por um acaso ou força do destino Alice e Jordan se encontram em um bar e tudo aquilo que ela supôs sobre ele se mostra ser verdade (hahahaha).

 E a partir dessa noite desastrosa Alice faz de tudo para se manter longe dele,mas o destino decide se intrometer mais uma vez. Pois uma viagem para o exterior está marcada e como brinde, Jordan é jogado em seu colo. E de uma forma inusitada Jordan e Alice entram em um relacionamento de mentira deixando várias pessoas incomodadas com isso.

E o que era pra ser somente um amor de mentira se torna algo muito maior do que eles imaginavam.

Embarque nessa lida confusão de amor, e se surpreenda e apaixonasse por essa turma digna de um Oscar.

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Eu me considero uma pessoa relativamente simples. Trabalho muito, dedico-me à literatura somente durante as madrugadas e finais de semana, viciada nos e-books. Tia preferida dos sobrinhos.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou profissional da área de tecnologia. Infelizmente a literatura no Brasil ainda não é sólida o suficiente para podermos considerá-la como profissão única.

Apaixonada pela escrita desde criança, eu já escrevia historinhas e livrinhos desde o ginásio, mas só agora resolvi encarar a escrita como uma profissão.

Eu tenho uma imaginação muito fértil, então as histórias surgem naturalmente, se tivesse mais tempo, teria escrito mais histórias, com certeza. 

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Deixar a imaginação fluir e ser capaz de me transportar para o mundo dos meus personagens. 

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? 

Não tenho nenhum cantinho especial, na cama, no sofá, qualquer lugar que dê para colocar o notebook no colo é lugar de escrever. 

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Escrevo romance, romance fantasia e tenhos alguns manuscritos mais dramáticos. Já ensaiei navegar por outros gêneros sim, mas não acho que gostaria de escrever terror, ficção científica, autoajuda, entre outros. 

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Não sigo nenhuma regra. As vezes acho o nome bonito, outras me inspiro em algum ícone. Alicia, mocinha do meu primeiro livro ganhou esse nome porque acho um nome lindo. Elena, mocinha da série Místicos foi em homenagem a Elena de Troia (uma mulher que roubou o coração de dois poderosos e causou a guerra entre dois povos)

O título de um livro, normalmente é uma das últimas coisas que eu defino. Eu preciso começar a escrever a história, moldá-la, para depois o roteiro me dar alguma luz de qual seria o melhor título. 

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Experiência profissional, pesquisa em livros, visitação ao local cenário (eu não escrevo sobre lugares que nunca estive) e por fim, o mais eficiente deles: o nosso santo google! a

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Místicos e O tempo que for necessário não surgiram de inspiração em autores. Mesmo porque, por questões profissionais, quando escrevi #Julicia, eu estava há mais de sete anos sem ler livros que não fossem técnico/profissionais. Mas certamente, poder ler histórias tão maravilhosas de tantos autores mundo afora só me faz ter mais e mais vontade de escrever. 

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Todas as minhas publicações são independentes e eu sou multifuncional. Faço a capa, reviso, divulgo, publico, diagramo. A minha única barreira é o tempo. Tenho pouco tempo disponível, por isso levo tempo para finalizar uma história e publicá-la. Fora isso todo processo de publicação sempre foi muito tranquilo para mim. 

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Se por um lado acho maravilhoso esse “boom” de novos escritores, que acaba por gerar novos leitores. Temos que tomar cuidado. A leitura também é um canal de influência e se passamos mensagens erradas em nossas histórias, podemos causar um efeito negativo. 

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Toda “moda” tem um lado bom e um lado ruim. Adoro ver as pessoas colocando sua criatividade para fora, mas existem consequências. Histórias e escritas de qualidade duvidosa ainda são o maior fator de descrédito da literatura nacional. Precisamos mudar esse panorama e não será fácil com a facilidade da auto publicação. 

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?a

Os preços sofrem influência de uma série de fatores: papel custa caro, baixa tiragem também. Mas como mudar isso se menos da metade da população brasileira tem o hábito de leitura e quando tem, não lê mais do que um livro por trimeste? Enquanto o Brasil não tiver escala para a leitura, não teremos preços acessíveis. E-books são uma saída, mas ainda existe muito preconceito quanto ao livro eletrônico. 

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

“A marca de uma lágrima” um livro juvenil do Pedro Bandeira. Li esse livro mais de vinte vezes. 

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Ele já têm. rsrs

O tempo que for necessário combina muito com “Big Girs Don’t Cry” da Fergie. Místicos escrevi embalada ao som de “Iris” do Goo Goo Dolls. 

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Não diria que li o livro da minha vida, mas li diversos livros que poderia dizer que marcaram de momentos da minha vida. São muitos, não vou mencionar todos e seria injusto mencionar um só. 

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Tenho uma infinidade de projetos. O ex-namorado da Alicia (do meu primeiro livro) vai ganhar uma história. O conto que eu fiz para concorrer a uma gincana literária foi tão elogiado que também vai virar um livro. Fora uma infinidade de outras ideias que ficam pipocando na minha cabeça o tempo todo. 

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?a

Eu leio algumas e não necessariamente acompanho só o que é dito sobre o meu livro. Gosto de saber o panorama geral. Acho que há blogs bastante construtivos e há outros que nem tanto. Defendo que a mensagem verdadeira tem que ser passada ao leitor, entretanto, também acredito que tudo feito de forma construtiva tem um efeito muito melhor para todos: autor, leitor e blogueiro. 

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Boa pergunta, nunca tinha pensado sobre isso. Mas seria interessante saber a opinião de algum escritor mais experiente. 

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Sem dúvida alguma, saber que seu livro tem leitores. 

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.a

Queridos leitores, saibam que não há gratidão maior do que tê-los por perto, apreciando minhas histórias. Sem vocês, eu não estaria aqui. Vocês são muito importantes para mim e saibam que sou super acessível, podem me chamar para papear sempre que quiserem.

E queridos colegas ou futuros colegas de escrita. Ninguém disse que ser escritor é uma jornada fácil, mas, não desistam, sejam perseverantes.

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O livro O vingador Prateado da autora Mirna Micheli Nesi é um romance de pirataria.

Ainda que seja um livro essencialmente de fantasia, a autora fez uma extensa pesquisa histórica para trazer esta trama para o leitor.

O vingador prateado, na verdade, é o nome do navio do capitãop Jones, onde cem tripulantes entre ex-militares, foragidos e escravos encontraram na pirataria uma nova forma de vida. Certa ou errado… Bem, isso é relativo.

Porque estes piratas são Bucaneiros. Qual a diferença de piratas e bucaneiros? Na verdade nenhuma. Mas,ao contrário do que se imagina,bucaneiros e piratas não tem o mesmo significado e são termos complementares.

Bucaneiros, outro nome utilizado para esse tipo de atividade, é a forma como eram chamados os piratas franceses que aportaram na região da ilha de Hispaniola, atual Haiti, por volta de 1600. O nome vem do termo francês bucan, que designava a grelha com a qual defumavam carne. Esses piratas logo se apossaram da então colônia espanhola e criaram suas próprias regras, sem obedecer a ninguém – o que acabou atraindo gente de todo tipo para a região, incluindo ex-presidiários, escravos fugitivos e perseguidos da Inquisição Católica. Os bucaneiros foram expulsos em 1620, quando a Espanha resolveu dar um basta no que já estava se transformando em uma verdadeira terra de ninguém. Os piratas franceses escolheram então a ilha de Tortuga como novo destino. Lá, continuaram a praticar a pirataria, tendo as embarcações espanholas como alvo predileto. Toda a região das Antilhas ficou famosa pela violência bucaneira.

Voltando ao Vingador Prateado. Logo no inicio da trama a autora fala sobre os principais personagens, descreve sua aparência e como eles foram parar no navio.

É assim que conhecemos a história de Jones. Sua cunhada não sabia que ele era um pirata. Pensou que fosse um simples comerciante. Asssim ela achou que o melhor para Edgard, órfão de mãe, era ser criado pelo seu pai Jones.

Aurora, sua cunhada, era uma boa mulher- e mãe de Isabelli, filha dela e do irmão de Jones, James Carther.

Na verdade, James apaixonara-se por Aurora assim que a vira e não hesitou a registrar a menina, órfã de pai.

Apó s a súbita morte de James, Jones cuidou da pequena Isabelli e de sua cunhada e quando a mãe da menina faleceu, Isabelli passou a ser a nova integrante da tripulação.

Mas não foi assim tão fácil passar nas provas que impuseram a ela para obter uma licença especialpara poder integrar a tripulação do Vingador Prateado-já que não conseguiam fazê-la desisitir da empreitada.

Alegavam que era um ambiente nem um pouco adequado para uma mulher! Mas logo Isabelli mostrou a que veio! A cena que ela demonstra isso é muito engraçada e repleta de aventura.

Ela sente-se atraída por Thomas Grey, um pirata que possui uma cicatriz que o deixa charmosos, mas que gostaria de aprender poesia com Edgard!

Porque além de pirata e filho do capitão ele é um poeta! E gosta de fazer um diário e bordo antes mesmo de zarparem!

O conselheiro real contrata Capitão Jones para resgatar um tesouro.

Podemos ver no trecho que segue o pensamento de Jones ao ser contratado.

“Será apenas mais um corrupto a usar os serviços de um bucaneiro para realizar um trabalho sujo? Talvez queira esconder alguma soma em dinheiro que arrematou de forma ilícita. Estaria o conselheiro arquitetando planos para atraiçoar o rei? Deveras não será o primeiro nem o último a fazer isso. Ou será simplesmente uma armadilha para capturar piratas? Afinal, os piratas são os vilões dos saques a tesouros e navios. Talvez o rei esteja interessado em capturar sua tripulação e, por isso, arquitetou uma armadilha que envolve um falso tesouro.”

Mas logo ele descobre que na verdade há uma história por trás do tesouro almadiçoado e de que o jovem Edgard é necessário para a descoberta do Tesouro:

“Ora, senhor capitão, a fama de justo, honrado e, principalmente, bom moço, persegue seu filho. Com certeza, ele possui as características daquele que achará o tesouro, segundo a lenda. Aliado à destemida tripulação do Vingador Prateado é perfeito!”

 E assim eles partem para uma aventura repleta de desafios.

O Vingador Prateado tem 354 páginas de muita aventura. A diagramação do livro nesta terceira edição é belíssima.

Cada capítulo tem a numeração e um título com uma frase que resume cada capítulo instigando ao leitor a querer ler mais da história.

A fonte utilizada no título é especialmente escolhida para provocar a imersão do leitor, lembrando documentos antigos. A letra no inicio do capítulo é do tipo Capitular- nome dado àquela letra maior que as demais na abertura do capítulo.

O vocabulário é bem trabalhado, rico sem ser de difícil leitura. Os capítulos tem bom tamanho e facilitam a leitura.

A descrição dos personagens no inicio da trama só criam um pouco de confusão por ser muito nome para lembrar, mas logo passamos a conhecer as personalidades de cada integrante desta trama que ganham vida e descobrimos naturalmente cada personagem sem nem precisar do nome!

Uma trama envolvente que foge do lugar comum ao apresentar piratas agressivos e humanos, violentos e poetas! E de uma mulher que sem dúvida torna a pirataria feminina muito mais interessante, aventureira e guerreira-sem perder o charme e um toque de romance!

So lendo para descobrir ainda mais sobre esse romance de aventuras maravilhoso!

Recomendo bastante a leitura de O vingador Prateado de Mirna Micheli Nesi.

 Resenha de Michelle Louise Paranhos

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  1. Fale-nos um pouco de você.

DAVID:  Sou filho de pequenos agricultores. Estudei. Uma vida toda dedicada à literatura. Minhas personagens refletem o homem, a terra e a vida.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

DAVID: Sou professor de Literatura Brasileira e de Teoria Literária. Escrevo desde os 14 anos. A inspiração vem da observação, vivência, leituras.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

DAVID: Escrever nem sempre é prazeroso – é preciso muito estudo, análise e dedicação. Mas é um alívio quando a obra fica pronta. Depois, vem aquela sensação que não foi bem feita…

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

DAVID: Escrevo todos os dias, com inspiração ou sem. Qualquer lugar. Mas tem dias que nada vem na cabeça, a não ser o vazio.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

DAVID Escrevo contos e romances. Optei por isso. Não dá para ser bom em vários gêneros. Mas gosto de todos os gêneros.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

DAVID: Na vida real. Há títulos que vêm antes da obra e obras que ficam sem títulos por algum tempo.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

DAVID: Não sou escritor de escrivaninha. Sou do povo, minhas obras refletem os trabalhadores, cheiram a suor, a esperança, desesperança.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

DAVID: No começo recebi influências de muitos escritores: Érico Veríssimo, Jorge Amado, Guimarães Rosa, Graciliano Ramos etc. Mas, hoje, tenho estilo e temática próprios.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

DAVID: No Brasil, sempre é difícil. Principalmente autor nacional. Mais difícil, entretanto, é a circulação, distribuição etc.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

DAVID: Temos bons escritores. O problema reside no hábito de leitura. Chego a pensar que há mais escritores do que leitores…

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

DAVID: Observo que alguns escritores não conhecem quase nada sobre Literatura. Mas tudo é válido. O tempo peneira. O grande juiz.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

DAVID: Edições pequenas elevam o preço de capa. Poucos leitores, livros mais caros.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

DAVID: Há tantos livros bons que gente venera – “Dom Casmurro”, “”São Bernardo”, “Grande sertão: veredas”, etc. Temos uma literatura forte, rica.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

DAVID: Tantas músicas boas regionalistas: “Luar do sertão”, “Chico mineiro”, “Asa branca” etc.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

DAVID: Não ainda. Mas “A montanha mágica” poderia ser…

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

DAVID: Sim, estou reunindo meus contos em três volumes, para que não se percam pelos caminhos da vida.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

DAVID: Nem sempre. Percebo que falta conhecimento de teoria da literatura. Muito “achismo” ou feira de confetes. Mas tem gente boa.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

DAVID: O homem comum. O homem do povo. Mas este dificilmente lê.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

DAVID: Ver sua obra sendo lida.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária
    DAVID: Leitura boa e perseverança. Sobretudo, verificar se é o que deseja fazer na vida.

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 1 DA INSCRIÇÃO E VALORES DE PARTICIPAÇÃO DAS COTAS

 1.1. A Antologia “Em nome de Deus” é promovida em parceria com a Editora Illuminare

 1.2. Poderão participar da antologia todas as pessoas físicas maiores de 18 anos, residentes legais no Brasil, bem como residentes no exterior.

1.3. Das características da antologia: A antologia “Em nome de Deus” será constituída por contos, dos diversos gêneros, que abordem o relacionamento do homem com Deus nos mais diversos momentos de sua vida.

1.4. A participação se dará da seguinte forma:

1º Etapa: Inscrição dos autores será via e-mail antologias.arca@gmail.com  – com início imediato até 20/10/2017, no e-mail o autor deve informar seu interesse em participar da antologia e nos informar o número de seu WhatsApp para que o mesmo seja adicionado ao grupo de autores participantes.

2º Etapa: Confecção do texto/carta que deverá ter até 8000 caracteres contanto com os espaços;

3° Etapa: O texto será posto em análise e após aprovação o autor receberá o contrato de publicação junto a Editora Illuminare onde receberá instruções sobre seu preenchimento e devolução do mesmo;

4° Etapa: O autor efetuará o pagamento da sua cota de participação no valor de R$ 150,00 acrescidos de R$ 20,00 referentes ao frete dos 04 livros que receberá como pagamento de seus direitos autorais.

*Caso o autor deseje mais exemplares da antologia o mesmo deverá solicitar à Editora Illuminare a confecção dos mesmos, os valores cobrados serão determinados em contrato junto à mesma.

2 DA ACEITAÇÃO DOS CONTOS APÓS SELEÇÃO DOS AUTORES:

2.1. Serão aceitos apenas contos em língua portuguesa;

2.2. Não serão aceitos fanfics nem contos que pertençam ao universo de personagens já existentes criados por outro autor ou contos já publicados ou postados na internet. Precisa ser original.

2.3. Os textos devidamente formatados deverão ser enviados para o email: antologias.arca@gmail.com com o assunto CONTO PARA ANTOLIGIA “Em nome de Deus”, seguido do nome do autor.

3 NÃO SERÃO ACEITOS CONTOS QUE:

(a) possam causar danos a terceiros, seja através de difamação, injúria ou calúnia, danos materiais e/ou danos morais;

(b) ofendam a liberdade de crença e as religiões;

(c) contenham dados ou informações racistas ou discriminatórios;

(d) façam propaganda eleitoral ou divulguem opinião favorável ou contrária a partidos ou candidatos; (e) tenham sido produzidos por terceiros;

(f) que não venham formatados nas normas estabelecidas por esse regulamento e descritas no item 2.1.

(g) cunho erótico

4 DOS CONTOS:

4.1. Os contos serão analisados e selecionados mediante avaliação do profissional nomeado pela organização da Antologia, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis. A avaliação se dará com base nos seguintes critérios:

(a) criatividade e originalidade do enredo;

(b) adequação do enredo ao universo ficcional do conto

(c) impacto do conto e qualidade dos recursos narrativos utilizados.

4.2. Ao se inscrever na Antologia o autor autoriza automaticamente a veiculação de seu conto.

OS NOMES DOS SELECIONADOS DA ANTOLOGIA “Em nome de Deus” SERÃO DIVULGADOS NO DIA 30 DE OUTUBRO POR EMAIL OU NO SITE WHATSAP http://www.arcaliteraria.com.br/

4.3. Um determinado autor poderá participar da mesma antologia com mais de um conto porém o mesmo deverá efetuar pagamento equivalente a duas cotas.

4.4. Só serão aceitas inscrições através dos procedimentos previstos neste regulamento. Os dados fornecidos pelos participantes, no momento das inscrições, deverão estar corretos, claros e precisos. É de total responsabilidade dos participantes a veracidade dos dados fornecidos ao organizador.

4.5. Em caso de fraude comprovada, o conto será excluído automaticamente da antologia.

 

5 PRAZOS:

5.1 Inscrições até dia 15/10/2017, podendo ser renovado caso a cota de participações não tenha sido alcançada.

5.2 Resultado até dia 30/10/2017, podendo ser renovado caso haja necessidade do revisor ou referente ao item acima.

5.3 Envio do contrato para os autores até o dia 30/10/2017 salvo exceções comentadas acima.

5.4 Devolução do contrato e pagamento da (s) cotas referentes ao (s) contos. O envio deve ser feito para o e-mail até o dia 10/11

5.5 Envio dos contratos, comprovantes de deposito, endereços, biografias e nome com o qual deseja ser identificado no contrato devem ser enviados para o e-mail antologias.arca@gmail.com

5.6 Envio dos itens citados acima para a editora até o dia 15/11/2017 salvo com exceções já mencionadas anteriormente.

A publicação da antologia depende da realização dos itens acima mencionados e ao devido respeito aos prazos estabelecidos.

 

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A história tem como protagonista a jovem Marta; moça recatada que presenciou e viveu as turbulências e transformações que ocorreram em meados do século XVIII. Ela era filha de ex-barões, que perderam o condecorado título em virtude de serem acusados de conspiradores, embora os crimes nunca foram comprovados. Apaixonada por Lúcio, o príncipe do reino, passou a travar encontros amorosos com ele sem a permissão do rei e da rainha. Se acaso os soberanos soubessem que eles ainda se encontravam, mandariam matar tanto ela quanto os pais dela.
A obra ainda tem como pano de fundo a Inquisição, a desordem política do país e a briga feroz e incessante entre ciência e religião. E por isso Marta criou forças não só para lutar por alguém que ama, mas também criar vínculos para a melhora das condições de vida dos mais próximos.
Com uma gama extensa de personagens, o livro retrata vários fatos de época nos quais Marta é a principal mentora. As dificuldades encontradas entre escravos, mulheres e seguidores de outras doutrinas religiosas é bem relevante. Em suma, a obra descreve a incessante busca de ideais dos personagens, mais precisamente de Marta e do príncipe Lúcio, o homem que ela sempre declarou amar.

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O Despertar é um livro bem interessante, narrado em terceira pessoa e ambientado entre Rio de Janeiro e São Paulo, conta a história de Helga, uma jovem mãe de Gêmeas que passa pelo trauma de ter uma de suas filhas e seu marido supostamente mortos quando as gêmeas tinham apenas cinco meses de idade e a partir de então viu sua vida mudar totalmente.

 Helga sempre fora uma jovem um tanto insegura e com problemas de ansiedade, depois de muita luta contra todos esses problemas que assolavam a sua vida, Helga descobriu-se grávida de gêmeas, duas meninas que viriam a chamar-se Helena e Heloísa. Quando as meninas tinham cinco meses, Helga e seu marido Jorge resolvem mudar-se de cidade, porém, durante essa mudança uma grande tragédia mudou totalmente a vida de Helga e sua família. Ao parar para ajudar alguns homens que estavam supostamente com defeito no carro no meio da estrada, Jorge é agredido e rendido, enquanto Heloisa é tirada a força dos braços da mãe.

 Helga então passa a viver com a mãe, dona Roseli, e depois de muita busca e idas e vindas da delegacia, um grave acidente noticiado na TV leva Helga a acreditar na morte da filha e do marido, é nesse momento que Ariston, um dos homens que ajudavam na mudança, torna-se um grande amigo e um porto seguro para Helga. Com a fragilidade dela, aos poucos a amizade evolui para o namoro e o namoro para o casamento. Helga e Roseli contam com a ajuda de Ariston para cuidar da pequena Helena e este passa a cuidar da menina como se fosse seu próprio pai. A fim de evitar tristezas, Helga esconde da filha a sua história de vida e principalmente o fato da irmã de Helena ter sido roubada quando era ainda um bebê.

 Passam-se quinze anos e Helena cresce acreditando ser filha única, apesar de muito carinhosa com todos da família, torna-se uma menina muito tímida, retraída e com problemas de socialização. Helena não tem amigos e não se diverte como os outros jovens de sua idade, vai para a escola e ao retornar o seu passa tempo favorito é ficar na janela do quarto observando os jovens do bairro.

 Nesse período a relação de Helga e Ariston não é mais a mesma, o marido a tempos deixou de ser o homem carinhoso e gentil de outrora e a esposa não consegue enxergar as qualidades que via antes. Tudo seguia tranquilamente na vida dos personagens, até que em uma visita à casa do João, Dona Roseli, Helga e Helena resolvem comparecer a um evento e nesse evento encontram Janaina, uma jovem praticamente idêntica a Helena e então tudo muda e todos se veem obrigados a aceitar e enfrentar os seus medos e segredos. Nesse momento a vida de Helga sofre mais uma reviravolta, feridas são reabertas, segredos são revelados e Helga é obrigada a enfrentar o passado, ser forte e ajudar Helena a enfrentar as mudanças que se instalam em suas vidas.

O mais interessante desse livro é o desenvolvimento dele, além de ter uma boa história de plano de fundo, o autor conseguiu desenvolver a história de forma bem tranquila, sem pressa. Todos os personagens evoluem durante a história, Helga passa de uma jovem insegura para uma mulher forte e determinada a esclarecer todo o terror que viveu. Helena evolui durante a história, de uma jovem tímida e frágil, para uma menina forte e por fim para uma jovem madura e Janaina, surge como uma menina que tem tudo na vida, torna-se uma garota problema e por fim encontra o equilíbrio necessário para viver em paz, sem traumas e com muitas realizações.

Dona Roseli a mãe de Helga é uma personagem de extrema importância durante a história. É o porto seguro da filha e uma figura de confiança para todos os envolvidos. Conhecemos também o João, irmão de Helga, homem forte e irmão presente, Liliane esposa de João, cunhada gentil e que é uma amiga importante para Helga e tia amada de Helena.

 Achei bem legal a preocupação do autor em amadurecer os personagens, todos se transformam no decorrer da história e se fortalecem com as tristezas, alegrias e principalmente com os sustos que levam. O mais importante de tudo é que independente dos problemas e dificuldades encontradas por Helga e sua família, eles não desistem de tentar se reerguer, não desistem um do outro.

 Achei muito legal falar sobre esse tema e sobre como esse tipo de tragédia pode alterar a vida de todos os envolvidos, pois até mesmo a Helena que era apenas um bebê de cinco meses quando tudo ocorreu, cresceu com um certo trauma e isso inclusive devido à como a mãe nunca conseguiu se desvencilhar totalmente do passado, inclusive se envolvendo em uma outra relação pouco tempo após o ocorrido, tendo isso como uma rota de fuga.

 Indico esse livro para quem gosta de histórias recheadas de surpresas do início ao fim, para quem gosta de se surpreender, pois a cada momento o autor surge com uma novidade capaz de alterar completamente a vida da família e surpreendendo os leitores com o desvendar dos fatos.

 E a mensagem da vez é a seguinte: Por maior que pareçam os problemas, estar ao lado família é fator de suma importância, pois, é através deles que encontraremos forças para seguir adiante.

 Até breve…

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1. Fale-nos um pouco de você.
R. Eu sou o Manoel, sob o pseudônimo de Maleno Maia em alguns trabalhos. Autor de três livros publicados, formado em Química, mas amante das letras. Tenho interesse por todo tipo de leitura, desde ficção, infanto-juvenis a livros científicos.

2. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?
R. Em se tratando de trabalho artístico, mais escrevo, e de vez em quando pego o meu violão, que sempre está acessível, já que a música é uma das minhas paixões também. Até já compus uma canção com um amigo meu que era músico.
3. Qual a melhor coisa em escrever?
R. O sentimento da escrita é vasto. Além de procurar conhecimento, agregá-lo e transferi-lo aos meus trabalhos, de uma forma ou de outra coloco no papel os meus pensamentos e opiniões em diversos assuntos. É aflorar aquilo de que tenho vontade e gana em explorar.

4. Você tem um cantinho especial para escrever? 
R. Na verdade não tenho um cantinho especial, vou me encaixando em diversos lugares, como na sala, no quarto, na biblioteca da universidade onde trabalho e na varanda de minha casa.

5. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?
R. O meu gênero preferido é Romance de Ficção, mas digo o Romance como estilo literário e não como uma história romântica, de amor; pois as pessoas confundem as duas coisas. Misturo sempre ficção com realidade, por isso os meus trabalhos geralmente tem um estudo de pesquisa bem elaborado. Até então ainda não pensei em me enveredar em outros gêneros, mas estou aberto a todas as possibilidades.

6. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?
R. Ás vezes escolher um título é uma das partes mais difíceis. Geralmente eu tenho um título pronto de acordo com o tema que desejo abordar, mas após escrito, percebo que um outro nome se adequaria melhor. Já os nomes dos personagens, dificilmente eu me inspiro em pessoas reais. E eu não costumo repetir nomes mesmo em livros diferentes.

7. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?
R. Os cenários das histórias, na maior parte das vezes, quando os descrevo, em sua maioria são em lugares pelos quais passei. Já quando se trata de livro de época, eu busco pesquisa em filmes e em artigos que abordam os costumes das épocas retratadas.

8. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?
R. Muitos dos autores brasileiros clássicos me servem como inspiração. Ainda espero um dia alcançar o esplendor desses belos artistas.

9. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?
R. Até então os livros que eu coloquei para apreciação às editoras tiveram boa aceitação. Mas vou aos poucos. Eu levo em média uns dois anos por livro para elaboração e consequentemente a publicação.

10. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?
R. Hoje eu acredito que seja mais fácil publicar livros do que antes. Percebo uma vasta lista de editoras que se propõem a publicar mais autores brasileiros, algumas delas são voltadas exclusivamente ao nacional.

11. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?
R. Eu acredito que há espaço para todos, independentemente da forma de escrita do autor. Esse boom é como uma faca de dois gumes; da mesma forma que apresenta autores inovadores e de repercussão, com destaque tanto aqui quanto lá fora, permite-nos também analisar tudo que está sendo lançado ao nosso redor, cabendo a nós um maior poder de escolha e de opinião.

12. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?
R. Esse é um problema sempre vigorante no país. Com as baixas tiragens de exemplares é normal que o custo final de capa saia mais alto. Os livros aqui parecem serem encarados como artigos de luxo ao invés de um item essencial para a cultura dos brasileiros. Há a falta de investimentos por conta do publico leitor ser muito seleto, conseqüência de uma educação básica pouco preocupada ao incentivo da leitura.

13. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?
R. Acho que ainda não fui apresentado a esse livro. Rsrs.

14. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)
R. Para o meu livro “Os Malogrados”, por se tratar de um romance histórico ambientado na Europa do século XVIII, eu atribuiria músicas clássicas medievais, daquelas usadas em filmes, e canções celtas conduzidas por instrumentos de sopro como a flauta.

15. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?
Eu já li vários livros que de alguma forma mudou o meu modo de pensar e até me influenciou na escrita. Posso citar a saga O Tempo e o Vento de Érico Veríssimo e O Retrato de Dorian Grey. Mas talvez não sejam os livros da minha vida. Creio que ainda não fui apresentado a ele.

16. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?
R. Sou um autor ávido por escrever. E gosto de trabalhar com temas diferentes a cada livro publicado. Posso adiantar que venho buscando idéias para um livro de fantasia ou ficção científica.

17. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?
R. Sim eu acompanho sempre e comento como um bom leitor que também sou. Acho importante essa interação entre os blogueiros e se acaso o seu livro for lido e apreciado, ele acaba entrando em evidência, sendo discutido.

18. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?
R. Certamente algum escritor famoso ou docentes com que tive aula em minha graduação.

19. Qual a maior alegria para um escritor?
R. Ter o seu livro publicado. Essa etapa final representa um legado deixado, uma referência sua, um registro do autor.

20. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.
R. Aos leitores, continuem lendo muito, para ainda continuarmos com o índice de leitura no Brasil, que sabemos que não é alto.
Aos que estão iniciando, dedique-se com afinco no seu trabalho e procure saber o que busca, o que almeja, e encontre o seu estilo.

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Helga é uma jovem feliz e realizada em seu casamento com Jorge e as duas filhas gêmeas, Helena e Heloisa. Durante uma viagem eles sofrem com a ação de uma quadrilha e Jorge e Heloisa são separados de Helga e Helena. Ariston, um conhecido da família, surge como alguém que pode consola-la e ajuda-la a esquecer os maus momentos.

Quinze anos se passam. Helga não consegue esquecer o que lhe aconteceu, e conta com o apoio da mãe, Roseli, para enfrentar sua infelicidade. Helena a esta altura é uma adolescente tímida e retraída, que se contenta em ver os grupos de jovens de sua idade da janela do seu quarto ao invés de ir juntar-se a eles como seria esperado e muito mais prazeroso.

Até que uma grande reviravolta acontece na vida  da família – uma vez mais.

Adquira o livro no site da Saraiva Online, Livraria Cultura e Dia dos Livros

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É com muita satisfação que inicio essa resenha, O Que Me Disseram As Flores foi um dos livros mais emocionantes que já li. Trata-se de uma história de época, que é algo que eu simplesmente amo e conta a história de Ângela e William, dois jovens que foram prometidos em casamento antes mesmo de nascerem. Santiago e Afonso, pais dos jovens, eram grandes amigos e para selar tal amizade, resolveram prometer seus filhos em casamento.

Os jovens concordavam com tal promessa, porém, conforme Ângela foi crescendo, a mesma deixou de concordar com esse futuro ao lado de um rapaz que ela conhecia apenas através de cartas. Em uma dessas cartas ela resolve pôr fim ao compromisso, mas sabendo do desejo da filha, Santiago passa a interceptar as cartas que a mesma enviava ao noivo, bem como as que William enviava para ela e dessa forma, manteve a promessa viva, mesmo sabendo do desejo de Ângela em romper o noivado, acreditando que ao conhecer o gentil e determinado William a filha passaria a amá-lo e esqueceria a vontade de cancelar o compromisso, pois tanto ele como Elisa, mãe da moça, faziam muito gosto nessa relação. Mas não foi isso que aconteceu.

Ao chegar na fazenda de Santiago e Elisa, William ficou encantado com a beleza da noiva, e apesar de já tê-la visto em fotografias enviadas pelo futuro sogro, concluiu que a moça era ainda mais bela. Mas Ângela não deu trégua, tratou de contar ao noivo do seu desejo de romper com a promessa e como o mesmo não desistiu do noivado, a moça decidiu que faria o impossível, mas se livraria desse futuro angustiante, daria um jeito de William desistir desse noivado e não seria jamais uma boa companhia para o noivo. William era obstinado e amava a noiva mesmo antes de conhece-la, mantinha um amor verdadeiro, além da certeza de querer cumprir com a promessa feita pelo falecido pai. A partir da chegada de William na fazenda a história se desenrola entre ele tentando conquistar a amada e Ângela fazendo o possível para afastá-lo, alegando sentir ódio do noivo.

 O que me disseram as flores é uma história singular, a autora consegue nos mostrar os detalhes da história de forma, simples e apesar de descrições rápidas, consegue ser detalhista. A história inicia nos tempos atuais e começamos a conhecer os personagens através de um diário encontrado por uma parenta da Ângela, a partir daí somos apresentados a Santiago e Afonso e aos motivos que os levaram a selar a promessa de casar os filhos. Depois de conhecermos um pouco os pais dos noivos é que a história principal começa a se desenrolar e de uma forma simples, Alane Brito desenvolve uma história envolvente e muito gostosa de ler.

 Essa é uma daquelas histórias cheia de personagens encantadores, Santiago e Elisa são um casal apaixonado, pais amorosos, pessoas gentis e corretas. Conhecemos também os amigos de Ângela, os irmãos Lílian e Felipe, jovens educados, amigos de verdade e com atitudes e diálogos cativantes. Dona Vera é a governanta da casa, que sempre tem uma palavra sensata e um ombro amigo, mas também conhecemos Leonardo um personagem que de início mostra-se um gentil cavalheiro, mas que no decorrer da história demonstra que não é tão equilibrado quanto parece.

 Ângela é a típica moça encantadora, sedutora, bonita, porém, com um temperamento forte, orgulhosa e que não suporta ser contrariada, enquanto William é o cavalheiro dos sonhos, bonito, educado e respeitador. Esse foi um dos livros mais cativantes que já li, emocionante, simplesmente transformador. Confesso que ao final da leitura precisei de um momento para me recompor e mais um momento para fazer a resenha, tamanha emoção que senti ao final da leitura.

 Esse livro traz uma história intensa, contada em terceira pessoa, mas que traz em alguns momentos frases retiradas do diário da Ângela. Possui uma capa muito bonita, mas com um tom de melancolia, o que não diminui em nada a sua beleza. William é um rapaz encantador, impossível de não amar, enquanto Ângela as vezes me fez sentir um pouco de raiva, devido a sua acidez e temperamento difícil, entretanto, a sua força é inquestionável e não podemos dizer que ela não tinha motivos para estar irritada, afinal, estava sendo obrigada a se casar.

A história Possui um final muito diferente do que eu imaginava e acredito que a intensão da autora era passar um recado aos leitores, uma mensagem sobre a importância de mantermos o coração aberto e sabermos aproveitar o hoje. A importância de aproveitarmos as pessoas e encarar as situações que a vida nos apresenta de coração aberto e mesmo quando algo não acontece da forma como desejamos é importante experimentarmos antes de dizer que não gosta, pois muitas vezes acabamos perdendo oportunidades ímpares por não se permitir experimentar antes de dizer não.

 Outra mensagem passada é sobre o respeito aos sentimentos das outras pessoas, sobre o perigo de usar o outro em prol dos nosso desejos, sem ao menos medir as consequências. Outra mensagem um pouco menos explícita no início e meio do livro, mas que foi mais exposta ao final é sobre o amor que os pais depositam em seus filhos e sobre como os seus conselhos são valiosos, apesar de nem sempre acertarem as intensões são sempre as melhores.

 Indico esse livro para todos que não temem se emocionar, derramar lágrimas, como eu derramei ao final da leitura, pois sim, faz tempo que não choro lendo um livro, mas foi impossível segurar as lágrimas com esse. Indico para todos gostam de romances, de mocinhas fortes e difíceis e de cavalheiros dispostos a conquista-las.

A lição da vez? Dessa vez a lição é que o orgulho é um inimigo frio e calculista, que pode até te ajudar a te levantar nos momentos bons, mas que te abandona nos momentos ruins. Que o hoje é o momento mais importante e por isso deve ser vivido de coração aberto, pois não sabemos se alcançaremos o futuro. Que um coração partido pode corroer todo o corpo e por isso a importância de não ferir propositalmente o coração de alguém. Que a vida é curta, passa muito rápido e por isso devemos aproveitar ao máximo a companhia das pessoas que amamos,

Até breve…

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