Amber House II – O Tempo que Nunca se Foi – Kelly Moore

0
621

Com certeza Amber House tem alguma coisa que para Sarah a deixa incomodada, por mais que tente, ela se sente incomodada ali.

Pois, à noite em seus sonhos, que para ela são quase reais a deixa confusa até as lembranças de sua infância a incomodam.

Pois, ao tocar objetos da casa os ecos do passado de suas ancestrais vêm em sua mente e ela vivencia o momento deixando-a confusa demais.

Pois, para Sarah, algo está errado ela não se encaixa ali no momento ela sente algo errado com sua família, amigos e com a casa.

Ainda mais que no momento, o nazismo está presente e ela descobre de um jeito nada agradável que o racismo predomina na cidade ainda.

Para Sarah, que no percorrer dos dias descobre pedaços de fragmentos deixados em lugares estratégicos.

Ela começa a juntar as peças e a montar este quebra cabeça de fragmentos que vão levá-la à verdade.

Pois, ela começa a perceber que “O tempo que nunca foi”, faz sentido agora e ela precisa correr contra o tempo e voltar.

Pois, ela precisa voltar para sua verdadeira realidade, para corrigir o passado para suas ancestrais que com esta mudança está modificado.

Pois, ela não se encontra numa realidade confortante no momento, e agora tudo depende dela para voltar aos eixos.

O livro na narrativa de primeira pessoa, ou seja, na voz de Sarah é bem descontraída a leitura.

Sua diagramação como sempre perfeita, em folhas amarelinhas que eu adoro para ler e está perfeito.

Uma história que envolve o leitor num enredo intenso com uma narrativa simples com romance, mistério tudo que o leitor adora.

Para quem não leu ainda, não pode perder tempo precisa adicionar o livro em sua lista e pode ter certeza que não vai se arrepender.

Pois, muitas surpresas estão aqui guardadinhas por entre estas folhas, e confesso que estou aqui na espera da continuação por “O Tempo que está por vir”.

“Corri para a escada mais próxima, os degraus em espiral da estufa. Meus pés marcavam o ritmo da frase do poema: a chance de escolher, a chance de escolher. O que eu sentia. Não era medo. Era algo mais sequioso. Uma      fome que continha uma ponta de terror. O quer que Amber fosse, era       minha única esperança de ter respostas”.         pág::101               

Resenha de Alexandra, resenhista do Arca Literária e ADM do blog Magias Book

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here