A Rainha Vermelha – Victoria Aveyard

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Quando comecei a ler o livro a Rainha Vermelha pensei em muitas teorias, mas confesso que toda a história me surpreendeu. Mara Barrow é uma personagem cheia de boas qualidades. Inocente, bondosa e corajosa.

Mara e sua família são vermelhos, isso significa uma classe inferior nessa distopia. Eles moram num lugar chamado Palafitas. Jamais serão melhor que isso por mais que trabalhem, sempre serão vermelhos diante dos prateados. As palavras vermelhos, prateados, tem o significado literal, sangue vermelho e prateado. Essa é a diferença, bem, existe um pouco mais. Os prateados são a elite dominante e possuem poderes e os usam para dominar a classe inferior.

Por um acaso do destino Mare acaba dentro do palácio como serviçal e diante de uma competição, que tem como objetivo eleger a noiva para o príncipe Cal. Todo se complica quando Mare é jogada dentro dessa competição por acidente e demonstra poderes iguais aos dos prateados. Sua vida muda completamente. Ela agora é refém dos poderes que demonstrou publicamente. Uma imensa farsa é montada e a vida dentro do palácio, do luxo e da riqueza agora é sua realidade.

Bailes, festas, etiqueta, roupas e dois príncipes Cal, e Maven, seu meio irmão. Verdade e mentiras vão se misturar e seu coração ficará dividido e antes que perceba seu mundo vai mudar novamente.

Seus poderes são uma herança perigosa, ela precisa encontrar seus iguais e mudar o mundo que sempre conheceu.

A trama toda me lembrou dos costumes romanos, até mesmo as mudanças súbitas de poder, a traição de onde menos se esperava.  Um excelente livro. Minha nota? Cinco beijos mordidos!

Resenha de Aretha Guedes, autora e resenhista parceira do Arca Literária

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