A introspecção que costumamos abraçar

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Criar um muro na frente de nossos sentimentos nem sempre é a melhor forma de se esquivar de sofrimentos prováveis e nem de dores inevitáveis.

Deixar-se calar, ou não deixar que ninguém alcance você além desse muro, é deixar-se à parte das pessoas ao seu redor, criando uma bolha de “mantenham distância em qualquer circunstância”.

Não seja radical a tal ponto, assim como também não é preciso abrir-se de modo amplo. Saiba medir as coisas dentro de você para que não acabe afogando-se em sua introspecção.

Aprenda a medir sentimentos que precisa compartilha, sorrisos que são necessários soltar. Deixe essa parede à altura do pescoço de vez em quando para que possam ver seu rosto e admirar a beleza que existe dentro de você – nas profundezas de seus olhos.

Aprender a deixar sentir as coisas e deixar que outros apreciem um pouco de você é essencial para que não se prenda a uma vida solitária.

Sinta a vida.

Sinta a sintonia ao seu redor e deixe-se equalizar-se aos outros.

Um comentário

  1. Acredito que equilíbrio seja a palavra de ordem para tudo na vida. Como dito no texto, não é preciso abrir-se de modo tão amplo e creio que não seja saudável criar uma barreira imensa ao nosso redor, a ponto de ninguém conseguir se aproximar. É preciso ter equilíbrio e fazer o natural, evitar excessos, bem como a negligência. Evitar se expor, mas também evitar se esconder da vida, pois quem se esconde da vida não consegue viver.

    Parabéns pelo texto.

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