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As 7 cores que amei - Resultados de pesquisa

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O Jornalista carioca Occello Oliver estréia como cronista e lança seu novo livro “As 7 cores que amei”. Neste novo trabalho, Occello narra sua trajetória de vida, em uma rica viagem ao passado, tendo o universo homossexual como centro das histórias. São 47 crônicas que misturam todos os sentimentos de vida, em situações de alegria, tristeza, desejos, decepções, euforia e amadurecimento, em histórias verdadeiras, sensíveis e audaciosas.

Em cada capítulo Occello Oliver foca a homossexualidade, representada pelo título da obra que simboliza o arco-íris da comunidade GLBTT. Occello refaz seu caminho de vida através de relacionamentos amorosos, romances, família, vida profissional, amizades, baladas, lugares e situações do cotidiano que marcaram sua vida. A nostalgia é o principal sentimento narrado neste trabalho. Em ordem aleatória de histórias, o primeiro capítulo traz Occello Oliver aos 18 anos, em busca do alguém perfeito que povoa nossas mentes, quando desejamos o grande amor de nossas vidas. Em cada crônica, uma surpresa. Aventuras e situações que, só quem as viveu sabe exatamente o que representam para si. Trata-se de um universo totalmente particular. Um universo sólido composto de estrelas e nuvens carregadas de temporais que acompanharam a vida de Occello de 1990 a 2013. São 23 anos resgatados de um baú sagrado.

A capa do livro estampa o autor olhando para o horizonte em uma paisagem bucólica, que faz com que viajemos ao passado em busca de pistas que nos levaram onde estamos. “As 7 cores que amei” é lançamento do novato selo Alma G Edições, que tem Occello Oliver e Alexandre Calladinni como editores.

Aos 41 anos, Occello é autor do livro “Fora do armário” (2012) e co-autor do livro de contos eróticos “Censurado – sexo, taras e fetiches” , lançado em 2013 pelo selo Lado B Edições, pertencente à Alma G Edições. Tem ampla passagem pelo Jornalismo e também é Relações Públicas.

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  1. come fare trading binario on line su tablet Fale-nos um pouco de você.

Bem, costumo dizer que sou um jovem rapaz em constante aprendizado. O mundo gira muito e a vida é bastante preciosa pra ser deixada de lado. Por isso me envolvi com o jornalismo, que é um grande vício. Estar com pessoas e saber sobre o mundo preenche a alma e me engrandece com pessoa.

  1. binäre optionen testkonto demo ohne registrierung O que vc fazia/faz além de escrever? de onde veio a inspiração para a escrita?

Tenho 20 anos de jornalismo. Passei por diversos veículos de comunicação. A literatura existe há muitos anos em minha vida. Comecei a escrever meu primeiro livro, “Fora do armário”, em 1996. Realizei o sonho de publicá-lo em 2012. Foi um caminho longo… Até que me senti preparado pra entrar, sem pedir licença, no maravilhoso mundo da literatura.

  1. مراجعة autotrading خيار ثنائي Qual a melhor coisa em escrever?

Não tenho uma preferência. Aproveito as idéias. Pesquiso o assunto e se ele realmente vale um investimento literário, transformo em um trabalho bacana. É como uma matéria jornalística, se uma pauta der assunto, vamos apurar a notícia!

  1. köpa Viagra flashback 2017 Você tem um cantinho especial para escrever?

Sim, tenho meu home-office, onde abrigo minha editora Cultura em Letras Edições e minha produtora Oliver 4 Assessoria e Produções. É o meu QG, minha bagunça, onde crio, desenvolvo e transformo sonhos em realidade!

  1. binary options payza Qual seu gênero literário? já tentou passear em outros gêneros?

Comecei escrevendo para o público GLBTT.  O “Fora do armário” é um livro técnico, de pesquisas sobre o universo homossexual no Brasil e no mundo. O segundo, “Censurado – sexo, taras e fetiches”, é uma coletânea de contos eróticos em que participo com um capítulo. Me impressionou os excelentes resultados desse trabalho. Penso em reunir os autores para uma edição comemorativa. O terceiro, “As 7 cores que amei”, é um livro de crônicas, em que reúno 23 anos de minha vida, em todos os setores. Também considero um trabalho especial.  Mas penso em partir para outros gêneros, direcionado a outros públicos. Tenho um grande carinho pela literatura infanto-juvenil.

  1. opcje binarne podręcznik Fale-nos um pouco sobre o livro “As 7 cores que amei”

O 7 cores é um livro de crônicas, em mergulhei no meu baú pessoal. Conto acontecimentos de minha vida, entre 1990 e 2013. Faço um passeio bacana em vários momentos da vida. Os acontecimentos sociais, amores, vida profissional e a maioridade. A partir daí tudo mudou. O principal cenário das histórias é o Rio de Janeiro, onde nasci, cresci e fui criado.  É um livro precioso, de nostalgia e reencontros. Confesso que me emocionei muito ao escrevê-lo…

  1. http://teen-spanking.com/?popka=opciones-binarias-baratas opciones binarias baratas Onde encontra inspiração para os nomes dos personagens?

Os personagens são aleatórios. Eles surgem a partir de idéias. Busco nomes comuns, que se identifiquem com os personagens que crio.

  1. sito italiano di opzioni binarie Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Depende do tema proposto. No “Fora do armário”, que é um livro mais técnico, precisei buscar muitas informações, atualizando os temas e acontecimentos. Pesquisei em livros, revistas, vídeos, documentários e sites. É um trabalho minucioso, cujas informações devem ser relevantes e corretas.

  1. hur mycket tar forex i växlingsavgift Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Não… Minha inspiração sou eu mesmo!

  1. binäre optionen demokonto Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Lá nos primórdios ouvi muitos “nãos”.  Mas entendi as negativas. Não era o momento, eu precisa amadurecer e ganhar mais eficácia. Nunca desisti até lançar o primeiro!

  1. kan man köpa Viagra i spanien O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Nossa literatura é fantástica e sempre será. Mas é preciso mais incentivo e dedicação. Dá tanto trabalho fazer um livro… Os brasileiros podiam se interessar mais pela leitura. É tão bacana ler. Minha gente, aproveitem e ocupem o tempo de ociosidade com leituras!

  1. opzioni binarie 15 secondi Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

A demanda é cada vez maior. O mercado está repleto de autores bacanas. Não classifico nenhum livro como ruim. São esforços que merecem nosso respeito, pois é um trabalho que exigiu muito daquele autor. Cada um apresenta seu perfil e ao público cabe acolhê-los. Mas atenção, não adianta escrever qualquer coisa, sem uma proposta legal. É preciso estar preparado para encarar a literatura e seu mundo de vários temperamentos.

  1. news forex Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Não são elevados, são justos. Vemos que o país atravessa uma forte crise financeira que afetou todos os setores. O setor gráfico também precisa recuperar perdas. E temos os profissionais que estão envolvidos nas produções. Enxuguei gastos com minha editora, por exemplo. Eu mesmo sou revisor dos títulos, além de editor. E faço também a distribuição. Então, os gastos são elaborados de acordo com as produções. E o preço final é repassado aos livros. Acho justíssimo! Temos que sobreviver né?

  1. binäre optionen handelsroboter Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Huuuummmm. Nossa, é difícil. Li tantos… Mas não pensei em fazer igual aos outros.

  1. binary option low deposit 30 seconds Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? 

“Lets wait awhile”, da Janet Jackson. A letra é lindo e seu fundo musical combina principalmente comigo…

  1. pills like steroids Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Não, nenhum. Já me identifiquei com vários, mas não os comparo a mim…

  1. partendo da zero capire qualcosa sulle azioni binarie Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Sim, estou a todo vapor com a Cultura em Letras Edições. Já lançamos dois títulos este ano , a coletânea de contos “Cultura, letras e contos” e o de ficção “Para que os vivos e os mortos descansem em paz”, do Danilo Otoch. E temos mais quatro lançamentos agendados até setembro. E como escritor, tenho um no forno que é surpresa…

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? o que você acha sobre isso?

 Olha, é polêmico. Muitos usam estes canais para escreverem coisas bacanas e outros escrevem “críticas” altamente desnecessárias e injustas. São pessoas, em sua maioria jovens, que não têm noções e conhecimentos sobre escrita e desenvolvimentos textuais.  Muitos escrevem sem pensar e sofrem consequências desastrosas. Certa vez um blogueiro comentou sobre um dos meus autores e quis me ensinar sobre ortografia e pontuação. Só rindo mesmo né? Faço parcerias apenas com profissionais. Internet é pra ser usada com respeito e não para ofender ou repudiar.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Escolheria Fernanda Montenegro. Acredito que nossa dama da dramaturgia iria gostar de meu trabalho…

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Ver seu trabalho ser publicado e admirado. Não tem prazer maior!

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Não desistam jamais e busquem pelo ideais!

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Oi Pessoas! Como andam com as leituras? Confesso que não tenho dado tudo de mim, férias… preguiiiiça!! Mas vamos ao que é interessante ;)

Resolvi fazer esta nova postagem porque após lançar o post anterior eu acabei recebendo outros livros, aí já viu… a necessidade de criar uma segunda parte.

Então vamos la?

O querido escritor Leonardo Nóbrega me enviou seu novo livro Crimes do Tarô para que eu pudesse dar uma lida e resenhasse… confesso que amei a capa.

Sinopse: “A livraria estava deserta àquela hora da manhã. Tinha um clima tranquilo, era um espaço de paz onde cheiros, luzes e sombras, objetos e móveis antigos em madeira escura harmonizavam-se. Era possível reconhecer ali a presença de culturas milenares e a sapiência de povos ancestrais. Mesmo pessoas céticas, como inspetor Tomás, podiam sentir a energia esotérica que inundava aquela pequena sala em uma estreita galeria do Bairro Cigano. A presença de Tomás naquela loja demonstrava a certeza que ele agora tinha de que mais cartas de tarô surgiriam para decifrar. Tinha esperança que não fossem muitas.”

Quando menos esperei recebi o livro de meu amado parceiro o escritor Ocello Oliver – As sete cores que amei. Gente, a capa deste livro é muito interessante… olhem como é diferente!!

“As 7 cores que amei” retrata a tragetória de Ocello Oliver nos últimos 20 anos, quando começava a conhecer a vida homosexual. O trabalho é um resgate de acontecimentos marcantes da vida do autor, relembrando amizades, relacionamentos, vidas social e profissional em 47 crônicas divertidas e altamente reais.”

Este verdadeiramente é um livro que merece ser lido!!

Fiquei muito feliz com mais dois livros que recebi da fofa Nize Moraes e da Carine Raposo, duas pessoas super simpáticas e extremamente carismáticas.

Sinopse: Raíssa é uma jovem moderna da cidade grande que, ao visitar sua avó Mel no interior, apaixona-se por Zak, rapaz de origem simples e humilde, mas com temperamento forte. Porém, para viver esse amor ela terá que enfrentar mais cedo do que imagina as barreiras da sociedade para ficar com seu “gato grosseirão”. Ela terá maturidade para tanto?

Segredinho? já tinha o marcador deste livro e era completamente curiosa para lê-lo. Para minha surpresa a Nize entra em contato comigo e pergunta se quero resenha-lo… é claro que sim!!

Sinopse: “Teria sido uma noite como qualquer outra, se ele não tivesse aparecido.

E se eu não estivesse completamente sozinha. Com um estranho em um Penhasco e sem lembrar de como fui parar ali.
Me assustei quando ele se materializou à minha frente. Nunca vi olhos iguais. Verdes, como esmeraldas.

Este mês foi muito rico em livros, confesso que até me assustei com a quantidade de livros e parcerias que fiz… tenho certeza que é devido ao reconhecimento de nosso trabalho!

O autor Sérgio Pereira tb nos enviou sua obra Enviada que faz parte da série “Eternos”.

Tudo havia se tornado turvo em minha mente. Talvez fosse mais um dos meus sonhos esquisitos. Porém, não era. Frederik perdera suas asas. Meu Anjo se fora para talvez nunca mais voltar para mim. Eu tinha que me convencer que ele estava realmente morto…

Angela Petre, uma doce garota de dezesseis anos marcada pela extrema preocupação de sua mãe em mantê-la sã e salva, sonha em encontrar seu par perfeito até conhecer Frederik, o primo de sua melhor amiga. Mas tudo leva a um rumo não imaginado por ela: Frederik é morto diante dos seus olhos em pleno Ano Novo. A tremenda mudança de rotina a leva a sair de Viena, na Áustria, para viver no Rio de Janeiro por ordem de uma misteriosa mulher, ou melhor, de um Arcanjo, que lhe conta toda a sua verdadeira origem e o porquê das suas mudanças repentinas de cidades e cidades.
Na Cidade Maravilhosa, Angela conhece Dimitri Costa, seu mais novo amigo, que mais parece seu Anjo da Guarda e Gustav Reltih, um garoto misterioso que oculta em seus olhos negros um grande segredo que ela insiste em descobrir. Logo, os três formam um triângulo amoroso, então, ela se vê diante de uma escolha que nunca poderia dizer que faria um dia: escolher o Bem ou o Mal? Qual lado escolher e qual saber o certo?

Para completar minha alegria a Editus – Editora da UESC (Universidade Santa Cruz – BA) me enviou dois livros e alguns bloquinhos para comemorarmos o aniversário de 15 anos do nosso site.

 Gente, este livro é enorme!! quando falo enorme é porque é enorme mesmo!! são mais de 700 páginas tamanho A4, tem noção?

Infelizmente não encontrei uma sinopse boa para apresenta-lo a vocês, mas tenham certeza que assim que encontrar passo com muito prazer.

Outro livro fofo foi este FAzenda de Conto, Fazendo de Conta!

Bem, estes foram os últimos livros recebidos no mês de Janeiro. Espero que tenham gostado!!

Bjos

1. Occello para nós é um grande prazer entrevista-lo. Conte-nos quem é Occello Oliver??

 Sou muitas pessoas ao mesmo tempo. Mas me concentro para ser um Occello apenas, o filho, amigo, profissional, escritor e acima de tudo cidadão brasileiro.

2. Qual seu estilo literário?

 Gosto de todos os gêneros. Um livro sempre tem um excelente conteúdo!

3. Qual seu público alvo?

 Escrevo para todos. Os livros devem atingir a toda a população, de todas as faixas etárias. Tenho leitores de todas as idades. Me emociona quando me procuram para conversarem sobre meu trabalho.

4. Quais seus autores e estilo favoritos?

 Não tenho um autor favorito. Gosto de todos os gêneros. Presto muita atenção na riqueza de detalhes das histórias e no desenvolvimento delas.

5. O que te motivou a escrever o livro Fora do Armário? Quando sentiu que estava pronto para publicar seu primeiro livro?

Alguém a incentivou, como foi esta iniciativa?

 A literatura GLBTT começou a ganhar força a partir do momento em que o homossexual brasileiro passou a ser respeitado na sociedade. Há varios livros escritos e é uma excelente oportunidade para todos conhecerem esse outro lado. Afinal, história é sempre história, não importa seu conteúdo!

6. Fale-nos um pouco sobre o livro “As 7 cores que eu amei”

 O 7 cores é um trabalho que reúne melhores momentos de minha vida em 23 anos de crescimento e amadurecimento. São 47 crônicas em que conto situações que considero importantes em minha vida pessoal, social e profissional, tendo o universo homossexual como principal cenário dos capítulos.é um trabalho minucioso, em que busquei lá no fundo do baú, o que foi de mais sagrado em minha jornada…

7. Oliver o que mais lhe inspira a escrever?

 Eu sou jornalista de formação. Sou muito antenado aos acontecimentos e situações do mundo. Sempre gostei de estudar, pesquisar e me interar bem do cotidiano nacional e internacional. O jornalista corre atrás até encontrar seu tesouro. A partir daí surgem as idéias. Corro, pego um pedaço de papel, anoto qualquer coisa e pronto. Um grande trabalho pode estar a caminho!

8. Fale-nos sobre o atual momento literário do Brasil. quais as principais dificuldades que você encontra, hoje, para publicação de livros?

 Publicar livros ainda é um projeto audacioso. Esbarramos com um problema apenas: a falta de interesse da grande maioria da população em ler. Sem contar que um projeto de um livro ainda é caro para muitas pessoas. Por isso que muitas editoras vêm buscando diminuir essa questão do custo x benefício ao autor, criando novos métodos para facilitar o trabalho. Assim satisfazemos o autor em publicar seu trabalho por um custo mais razoável, oferecendo propostas interessantes ao profissional. Assim faço com meu sócio nos Alma G Edições e Lado B Edições, e agora com a Cultura em Letras Edições, que comando sozinho.

9. Quais são seus projetos literários? teremos novidades para 2014? Quais?

 Costumo fazer um trabalho por ano. Em 2012 lancei “Fora do armário”, em 2013 veio o “Censurado” e neste ano apresento “As 7 cores que amei”. Tenho lançamentos previstos para este ano em todos os selos que trabalho. Aguardem, o Arca literária dirá em primeira mão! Rs

10. Quais os maiores problemas encontrados pelo autor na publicação de seu livro?

 Não tive problemas. Às vezes o tempo é um problema. Temos que aguardar todas as fases do projeto de um livro. Tudo tem que ser feito pacientemente e com atenção!

11. Dê uma dica para os jovens escritores nacionais que querem ter seus livros publicados.

 Batalhem para realizarem seus sonhos! um livro é como um filho: feito com amor, carinho e dedicação. Não basta lançar, tem que cuidar e fazer crescer!

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou mineiro, nasci numa pequena cidade chamada Dores do Indaiá. O “Dores” faz referência a Nossa Senhora das Dores, padroeira da cidade, e “Indaiá” é o nome do rio que corta a região. Aos 10 anos minha família foi morar em Juiz de Fora.
Em 1966, mudamos para Belo Horizonte e fui estudar no Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Minas Gerais, que ficava junto da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, local em que se passa grande parte do romance que escrevi.
Comecei o curso de História em 1969 e concluí em 1973. Era bancário e larguei o banco para ser professor desde o primeiro ano em que cursava a faculdade. Fui professor por 35 anos, lecionei para o 1º e 2º graus (nomes que tinham o Ensino Fundamental e Médio atuais), cursos supletivos e pré-vestibulares. Nos últimos 18 anos de magistério, fui professor titular de História Moderna e Contemporânea do Centro Universitário de Belo Horizonte.
Em 1975 publiquei meu primeiro livro didático e não parei mais de escrever. Ao todo, foram dez coleções destinadas ao 1º grau (com 4 volumes em cada coleção), um volume único para o 2º grau, duas coleções para o 2º grau (com 3 volumes cada uma). Mais recentemente, dois volumes únicos para o ensino médio, uma coleção para ensino médio (com 3 volumes), os livros “História e Linguagens”, “As revoluções do século XX”, “Da Guerra Fria à Nova Ordem Mundial”, “História de Minas”. Para professores, escrevi também “Educação Ambiental em foco”. Para preparar os estudantes para vestibulares e Enem publiquei “Realidade Contemporânea”. Escrevi 3 livros para estudantes universitários, abordando a História Moderna e Contemporânea. Fui um dos organizadores do “Dicionário Ilustrado da Inconfidência Mineira”.
O livro “As revoluções do século XX” esgotou e fiz algumas mexidas nele para republicar, com o nome “Utopias do século XX”. Ele pode ser encontrado no formato E-book, no site do Clube de Autores
Aposentado, enveredei pelos caminhos da Literatura, publicando o romance “O amor nos tempos do AI-5” que, em breve, terá sua continuação publicada.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Como falei acima, eu era professor de História que, num dado momento da carreira, foi convidado a escrever livros didáticos e daí em diante não parei mais de escrever. A inspiração para o romance veio justamente da minha prática docente.

Além de historiador, sou também fotógrafo, tendo feito várias exposições individuais e coletivas.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Penso que tudo… o autor se envolve com as personagens, passa a viver com elas, dialoga com elas o tempo todo. É uma experiência fascinante. Depois do livro pronto, o melhor é vê-lo publicado, lido e comentado. Sem dúvida!

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? 

Tenho um quarto no apartamento que transformei em escritório/biblioteca. É aqui que escrevo.

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  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Meu livro já publicado (O amor nos tempos do AI-5) é um romance, assim como o volume 2 e último da série. Tenho um terceiro, já pronto também, voltado para o público infanto-juvenil, que trata de História do Brasil de uma forma dialogada entre um avô e três netos. Não sei se irei sair disso…rsss

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Bem, não tenho como negar que o título do primeiro romance foi inspirado no Gabriel Garcia Marquez. Já tinha bolado o título antes mesmo de começar a escrevê-lo. O segundo, porque não tinha sido planejado, ainda estou brigando comigo mesmo para dar um título.

Quanto às personagens, eu estabeleci um certo padrão de comportamento para elas e assim procurei os nomes mais adequados. Numa das páginas do livro, inclusive, essa escolha aparece. Permitam-me a citação:

“ É como os nomes das pessoas. Você sabe o que significa Haydée?

- Não, não sei.

- Vai gostar de saber que seu nome é de origem francesa e significa “aquela que ajuda”. Está implícito no significado que você é uma pessoa independente, ousada; se não fosse, não poderia ajudar a ninguém. Agora, pessoas muito seguras geralmente são também muito sensíveis. Bateu direitinho com você… bicho?

Ela riu, aquele riso franco, aberto…

- Acho que bate sim… bicho. E Afonso, quer dizer o quê?

- Meu nome é de origem teutônica, tem um significado que não se adequa muito bem comigo não. Significa ‘guerreiro de ânimo combativo’.

- Hum… ânimo combativo eu acho que você tem. Agora, guerreiro… acho que não (…)’

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Como o livro é um romance de época, além de puxar pela memória, pois vivi intensamente os anos 70, tive de fazer grandes pesquisas em jornais da época, para contextualizar corretamente as ações das personagens.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Não, procuro escrever a história do jeito eu que acho que devo. Somente o título é que devo a inspiração, como já falei acima.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Olha, com relação aos livros didáticos nunca tive não, porque, geralmente eles são encomendados pelas editoras. É bem tranquilo nesse aspecto. Já o romance que publiquei, tive dificuldade sim.

Enviei o original para uma editora tradicional, respeitada no mercado livreiro, tive a promessa de receber a resposta em aproximadamente três meses. Seis meses se passaram. Enviei um email questionando, não obtive resposta. Mais três meses, novo email e já deixando claro que queria enviar o livro para outra editora, mas não o faria por uma questão ética, eu precisava ter a resposta. Que fosse negativa, porque era isso que eu imaginava dado o silêncio. Continuei sem resposta. Ou seja, um ano após ter vencido o prazo de três meses que eles próprios definiram, eu continuava sem resposta. Não tive alternativa: enviei outro email considerando que o silêncio significava recusa e, portanto, eu me considerava livre para apresentar a outra editora.

Foi o que fiz e tive a surpresa de ser aceito. As condições eu considerei meio draconianas, mas entendi que, sendo o primeiro romance de minha autoria, eu teria de me submeter. Eles exigiam que eu adquirisse uma parte da edição. Me cobraram um valor alto, mas eu paguei. Livro publicado – justiça seja feita, produção esmerada – eu vi que eles estavam repassando o livro para as distribuidoras praticamente pela metade do preço que me cobraram. Reclamei e tive como resposta que “amigos compram o livro no lançamento pela amizade com o autor” e que eles vendiam mais barato para divulgar o autor. Claro está para mim que, se houver uma segunda edição, não será com esta editora.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Vejo pontos positivos e negativos. O surgimento de inúmeros autores e autoras, das mais variadas idades e de variados extratos sociais só pode ser motivo de júbilo. No entanto, escrever um livro não é apenas colocar palavras no papel. E eu vejo uma grande produção de “livros” escritos por pessoas que não sabem escrever e que deveriam ter a postura humilde de entregar os textos para revisores profissionais, que podem ajudar a dar um aspecto mais literário e digno de ser lido. Já peguei um livro desses, que desisti de ler só de ver a primeira linha, tinha um erro tão grosseiro que nem quis imaginar o que iria ver pela frente. Esse, inclusive, é um dos motivos, creio eu, de muitas pessoas desvalorizarem os autores nacionais, preferindo os estrangeiros.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Bem, acredito que respondi essa questão ao comentar a anterior… não?

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Um absurdo, é outro fator que impede que o número de leitores seja maior. Pela minha experiência como autor de mais de 70 livros, eu sei que livros a quatro cores, com muitas imagens, são de produção cara, sim. Muito cara. Mas livro de literatura, que é só texto? Lamento, tinha de ser muito mais barato. Eu tenho certeza de que livros que estão sendo vendidos a 40,00, não custaram mais do que 5,00 de produção. Podiam, perfeitamente ser vendidos a 10.00. Livro é um produto que não tem imposto! Portanto, pagar 5,00 para produzir um livro e vendê-lo por 40,00 só tem um significado: Ganância dos editores!

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Não apenas ter a ideia, mas a capacidade de escrevê-lo: O nome da Rosa, do Umberto Eco.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Meus romances são musicais, sabia? Inicio e concluo com a Petite Suite: En bateau, de Debussy. E no meio, tem Chico, tem Elis, tem Taiguara, tem Ray Conniff, tem Roberto Carlos. No volume 2 tem Secos e Molhados, a Petite Suite volta… modéstia à parte, é uma bela trilha sonora!

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Sim, e recomendo: A arte de amar, de Erich Fromm. Quem não leu, não sabe o que está perdendo!

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Bem, acho que já falei dos projetos já realizados e que apenas falta encontrar uma editora para publicar, ou, caso não encontre, parto para a produção independente. Um é o segundo volume dessa saga que iniciei e o outro já tem o título de “Como contar a História do Brasil para meus netos”.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Já fiz parcerias com vários, já recebi resenhas feitas por eles. Acho legal. Mas penso que um resenhista não pode só elogiar. Ele ganha o livro não é para ficar “babando” em cima. Tem de fazer uma resenha crítica, apontando pontos negativos que se encontram na obra. Na verdade, muitos fazem um resumo, não uma resenha.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Eu já tive a oportunidade de ver meu livro lido e comentado por muitos leitores valiosos, como a historiadora Mary del Priore, o historiador e editor Jaime Pinsky, o jornalista Luciano Ornelas, que foi redator do “Estado de São Paulo”. Mas confesso que eu gostaria que muitas pessoas lessem.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Para mim foi o terminar o livro, gostar do que tinha feito e depois, vê-lo publicado. Penso que ver o livro numa livraria deve ser bem agradável, mas só penso, porque a editora não manda livros para livraria alguma…

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Eu diria que as pessoas nunca devem deixar de ler. De se emocionar com as histórias, de chorar, de rir, de pensar, de refletir. Para os que estão começando: sejam humildes, coloquem suas boas idéias no papel mas deixem que revisores competentes leiam e sugiram mudanças. Eles sabem o que fazem, seu trabalho é indispensável. Nenhum deles é ditador, eles fazem a leitura, apontam possíveis erros ortográficos/gramaticais e sugerem algumas alterações, que você vai aceitar ou não. Podem acreditar: vale a pena aceitar o que um revisor competente te aponta. Não adianta você rever. Como você já sabe o que escreveu, sua mente te engana e deixa passar erros banais. Seu namorado, sua esposa, também não servem como revisores.Tem de ser um profissional do ramo. E continuem escrevendo! Não parem!

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  1. Fale-nos um pouco de você.

R: Meu nome é Michelle Louise Paranhos-uma abreviação de Michelle Louise Bezerra da Rocha Paranhos. Lógico, um nome muito longo para ser utilizado completo. O que muitos não sabem é que o nome Michelle Louise é meu, de fato, não é um nome artístico- é um nome composto. Na época que nasci minha mãe estudava francês e resolveu por o nome das filhas mais novas assim, por isso. Eu e minha irmã mais nova herdamos nomes diferentes, “afrancesados”! rs.

 Mas sou mesmo é uma carioca atualmente morando no interior do Rio de janeiro, casada, tenho 43 anos e três filhos. Sou professora aposentada e atualmente dedico-me integralmente à literatura.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita? Qual a melhor coisa em escrever?

R:Lecionei por muitos anos na rede municipal de educação de Itaguaí- RJ.Quando me aposentei por motivos de saúde,eu iniciei uma página na rede social Facebook.Comecei a escrever,alguns fãs da página me incentivaram e em 2014 criei coragem e lancei meu primeiro livro.A melhor coisa em escrever é compartilhar as histórias que estão em minha cabeça.Dividir o meu mundo com os leitores.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? 

R: Tenho um cantinho sim, mas não é exclusivo meu. Minha mesa de computador, um porta-lápis (adoro escrever primeiro no caderno e depois passo pro PC) meu caderno. Mas se eu tiver uma ideia de repente, escrevo em qualquer lugar nem que seja uma palavra –chave que remeta à informação- já escrevi até no verso de extrato do Banco!Quando for possível, aí sim, passo para o papel e depois para o arquivo do PC.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

R: Meu gênero é o romance-não necessariamente Romântico. Tentei passear por contos, é já escrevi um ou outro. Mas me encontrei mesmo no romance, nas subtramas, na análise de texto, divagações. Um conto é algo mais enxuto e direto e gosto de reviravoltas e desenvolver personagens, além da fase de pesquisas- o que mais gosto ao escrever um livro.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

R: Ponto de Ressonância é romance dramático com Psicologia. A inspiração do titulo é um efeito da física, o ponto de ressonância. A personagem adora a disciplina Física, mas não compreende porque precisa ler um livro chamado “A Lógica da Vida” para um seminário da faculdade. Durante a leitura do livro, as palavras técnicas revelam algo que se parece muito com a sua vida, o que acontece com ela, e ela passa a entender o livro como uma metáfora para a própria vida. Vive conflitos em sequência e procura não desestruturar- se completamente, algo que acontece com objetos submetidos ao efeito Ponto de Ressonância. O romance se passa na década de 90 do século XX e é mesclado de flashbacks e momento presente.

O Mulato Velho é um romance histórico de aventura para jovens. O titulo foi baseado numa receita de um prato culinário “Mulato velho”. A narrativa que se passa no século 19 é recontada pelo turismólogo Roberto durante um sarau numa cidade histórica (fictícia) no Rio de Janeiro.

Coisas de Lorena é um romance Biográfico. É baseado numa narrativa compreendida entre sete e onze anos da idade de Lorena (minha filha) e cada capítulo é uma cena de um quebra-cabeça- porque não traço um perfil de Lorena. A ideia é o leitor conhecer quem ela é ao final do livro, ao juntar cada peça.

Lorena é um desafio e quis compartilhar isso, mas minha intenção era ir além: conversei também com pessoas amigas e familiares de crianças com necessidades especiais e que vivem em busca de um diagnóstico- um verdadeiro quebra cabeças de laudos e exames- para seu filho .Porém,o livro antes de tudo narra a vida de uma criança que tem sonhos,fantasia,quer criar amigos e nesse ínterim,não é diferente daquilo que mais desejamos na infância.Assim,coisas de Lorena é um livro sobre a infância em geral e serve para todas as idades.O livro foi ilustrado pela Lorena,com seu traço infantil e sua percepção do mundo.

Tsara ainda está em construção e fala do universo cigano, com muita magia, romance, e principalmente revelando aspectos desse mundo pouco conhecido de cidadãos brasileiros que poucos conhecemos e ainda sofrem bastante preconceito no mundo todo ainda no século XXI : os ciganos.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

R: Cada história é uma cena “real” do livro Coisas de Lorena. Deu bastante trabalho reunir os dados para o livro porque eu vivia com um caderno e caneta por perto anotando situações, falas, tomando nota. Foi meio que um trabalho jornalístico recheado de emoção- por isso não é uma biografia e sim um perfil biográfico. Fundamentei dados médicos apresentados de forma lúdica, sem didatismo- no apêndice fiz um pequeno resumo de pesquisa e referências bibliográficas. Porém, não minimizei a verdade, não “dourei a pílula” como se diz no popular: assim como um comentarista jornalístico, eu comentava os fatos, mas não mudei nem criei nada- seja ela boa ou má, a verdade é, acima de tudo, a verdade!Tudo escrito no livro aconteceu, de fato. Evitei relatar nomes de pessoas e parentes, contudo, e obtive autorização para cada menção do texto; reuni cartas de pessoas que aprovaram o projeto e identificaram-se com ele. Ao final, fiz um pequeno álbum de fotos apenas da família.

Para os outros livros pesquisei em sites, livros com tema comum, livros históricos, vídeos. Gosto especialmente dessa fase ao escrever.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

R: Li bastante em minha juventude Millôr Fernandes, Carlos Drummond de Andrade, Hermann Hesse- minha grande fonte de inspiração, meu ídolo literário!- Clarisse Lispector, Erico Veríssimo. Com certeza eles foram minhas fontes de inspiração.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

R:Sim,Coisas de Lorena.Foi um projeto inicialmente para uma editora por demanda,mas quase nenhuma aceitou o projeto,ora porque incluía ilustração o que dificultava a diagramação,ora fazer com ilustrações coloridas custava caro demais para mim,afinal,como autora eu teria que comprar os livros em pequenas tiragens e infelizmente,muitos de nós começamos a carreira literária mais com sonhos e ideal do que com dinheiro! E, infelizmente, a máxima: “Para fazer dinheiro, você precisa gastar dinheiro” é real!

Esse projeto é especialmente um livro-presente para ela, Lorena: ela queria muito ver “seu livro” publicado, então não quis esperar meses e até anos para tentar uma editora Tradicional.

Enfim, me rebelei contra o sistema e resolvi ousar: mandei fazer a impressão do livro; Cedi nas cores na versão impressa (será ilustrado em PB) e na versão em e-book será colorido.

A editora Alfa do Cruzeiros -Edições independentes, que editou meu livro, tem uma forma diferente de lidar com o autor, algo meio-termo: é uma editora de pequenas tiragens mas que dá apoio ao autor,um apoio bastante participativo mais comum às editoras tradicionais…que,aliás,é ago que falta,e muito ,nas editoras por demanda:relacionamento com a editora,que se limita a fazer a editoração,lançar o livro e eventualmente reimprimir novas tiragens…mas sem apoiar o autor ,que fica “órfão no mundo” para descobrir sozinhos estratégias de divulgação.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

R:Confuso.Há uma valorização extrema da forma em detrimento do conteúdo.Explico-me: a o cenário virou uma competição acirrada entre diagramações ousadas,capas vistosas, brindes diferentes (cada dia surge um brinde mais vistosos e mais interessante e de alto custo para o autor) para serem oferecidos obrigatoriamente para o leitor.Autores que lançam um livro apenas porque todo mundo está lançando e não sabem como nem porque continuar a carreira.

O primeiro passo é o principal,mas o segundo,com certeza é o mais difícil.Eu comecei há pouco,é verdade,e tenho a vaga sensação de que não me adapto a esse cenário- seria cômico se não fosse trágico- mas não posso voltar ao tempo e recomeçar  vinte anos atrás…Para quem quer iniciar hoje profissionalmente precisa, além de toda a dificuldade inicial existente,convencer aos leitores de que ele não é mais um na multidão de novos escritores que surgem a cada dia,e que seu livro vale pelo conteúdo- leia-se  mensagem- oferecido ao leitor e não por objetos necessários para agregar valor ao desvalorizado livro.

Um livro deve valer por si mesmo, antes de qualquer outra coisa.

Já não tenho também tanta vontade de experimentações e observo algumas urgências da juventude com certa distância.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

R:Em breve ,esse boom entrará em equilíbrio.Vejo com bons olhos essa busca pela escrita especialmente pelos mais  jovens,porém não vejo os jovens lendo em igual proporção- isso me preocupa… Escrevem trilogias e livros de quinhentas páginas com a verborragia típica da juventude que transborda e não se contém. Poucos, contudo, leem mais que dez linhas na rede social e textos variados; Fica a pergunta: quem lerá esses compêndios literários escritos pelos mesmos jovens que se valem igualmente de emotions e aglutinações na escrita para ganhar tempo na eterna sede de viver? Muitos ainda estão em fase de experimentação e busca de estilo na tumultuada fase da adolescência, porém como a liderança literária está entre seus pares, não existe uma autocrítica real do que está sendo produzido por eles. Penso de que forma esse boom será analisado num futuro, mas neste momento, a realidade ainda não pode ser analisada sem um olhar parcial da contemporaneidade. O tempo dirá.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

R: Um factoide. Eu mesma por algum tempo acreditei que um livro não poderia custar acima de 20 reais e como independente, e conhecendo de perto o alto custo da impressão dos livros no país, percebia que só grandes editoras conseguiam- graças às altas tiragens- manterem esse baixo preço, comendo assim uma grande fatia do mercado editorial, esmagando a tentativa de crescimento das pequenas editoras e dos autores independentes. Aos poucos, porém, após análise um tanto mais criteriosa, percebi que esse alto preço passa pela desvalorização da literatura, e quanto mais decai a qualidade literária, os preços precisam acompanhar a queda. Fato: nem de graça as pessoas realmente leem. No mundo de pirataria virtual, se tantos lessem assim, já não haveria mais o analfabetismo funcional, certo? Além disso, ninguém questiona a marca x de roupa, ou a rede fast food por um preço de sanduíche alto; mas essas redes têm termos de confidencialidade em contrato para seus funcionários na preparação de molhos, por exemplo. Não fazem qualquer sanduiche e sabem disso, valorizando seu produto ao máximo, e as pessoas querem qualidade e se possível exclusividade, e pagam por isso; reclamam algumas vezes, mas ainda assim, pagam. Porque a cultura é vista diferente? Bem, com a ideia apregoada de que qualquer um pode ser um escritor, o cenário atual gerou consequências: no aspecto positivo, houve democratização no acesso à literatura em geral e no aspecto negativo, aumentou a desvalorização – se qualquer um pode escrever um livro, porque pagar um alto valor?Não sei como tal dicotomia será resolvida, mas a cultura em geral sofre com a desvalorização e não apenas a literatura.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

R: Demian,de Hermann Hesse

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

R:”Roda Viva”do Chico Buarque.Sempre amei ler mas não tive coragem de me lançar como escritora, e de repente,a vida chegou e disse: é a hora,é seu momento.A roda girou e a vida se refez,mais uma vez e pude realizar meu sonho.Gratidão,é essa a palavra.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

R: “Para ler e pensar” de Hermann Hesse. A epigrafe do livro Ponto de Ressonância “A verdade tem mil faces mas só existe uma verdade” li pela primeira vez no livro que ganhei dele de presente,quando tinha não mais que quinze anos.Nunca mais esqueci esse pensamento de Hesse e foi com ele que abri meu primeiro livro.A personagem parte em busca da sua verdade,quem ela é.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

R: Ano que vem irei lançar o Romance Tsara,baseado no mundo cigano e que desvenda o misticismo e a realidade desse povo não reconhecido inclusive como brasileiros,apesar da cidadania lhes ser de direito.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

R: Acompanho sim. Gosto mais de resenhas escritas que aquelas feitas por canais audiovisuais, afinal é puro paradoxo falar de livros sem que o leitor precise ler a critica! Muitos blogueiros hoje se recusam a ler e-books, mas a maioria dos escritores escreve em e-book e promovem através de plataformas digitais os seus livros: Outro paradoxo incompreensível. Só não gosto de resenhas superficiais e genéricas, prefiro que o resenhista seja sincero e diga que não conseguiu se envolver com determinado livro.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

R: Luis Fernando Veríssimo. Admiro muito a escrita dele.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

R: Que seu livro provoque uma reflexão no leitor, que algo que você escreva sirva para ajudar alguém a refletir sobre o mundo, as próprias atitudes, e que o leitor também se divirta pelo tempo da leitura de seu livro.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

R: Persistam, não desistam do seu sonho. Um sonho precisa ser executado para tornar-se real. Escreva,estude,faça a diferença. Seja o melhor escritor que puder ser para você mesmo em primeiro lugar, mas não esqueça que só existe um escritor se houver alguém que leia então não se distancie do seu leitor. Ouça-o sempre que possível.

 

  1. Fale-nos um pouco de você.

R: Meu nome é Michelle Louise Paranhos-uma abreviação de Michelle Louise Bezerra da Rocha Paranhos. Lógico, um nome muito longo para ser utilizado completo. O que muitos não sabem é que o nome Michelle Louise é meu, de fato, não é um nome artístico- é um nome composto. Na época que nasci minha mãe estudava francês e resolveu por o nome das filhas mais novas assim, por isso. Eu e minha irmã (Monique) herdamos esse nome diferente; Mas sou mesmo é uma carioca, casada, tenho 43 anos e três filhos. Sou professora aposentada e atualmente dedico-me integralmente à literatura.

  1. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita? Qual a melhor coisa em escrever?

R:Lecionei por muitos anos na rede municipal de educação de Itaguaí- RJ.Quando me aposentei por motivos de saúde,eu iniciei uma página na rede social Facebook.Comecei a escrever ,alguns fãs da página me incentivaram e em 2014 criei coragem e lancei meu primeiro livro.A melhor coisa em escrever é compartilhar as histórias que estão em minha cabeça.Dividir o meu mundo com os leitores.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? 

R: Tenho um cantinho sim, mas não é exclusivo meu. Minha mesa de computador, um porta-lápis (adoro escrever primeiro no caderno e depois passo pro PC) meu caderno. Mas se eu tiver uma ideia de repente, escrevo em qualquer lugar nem que seja uma palavra –chave que remeta à informação- já escrevi até no verso de extrato do Banco!Quando for possível, aí sim, passo para o papel e depois para o arquivo do PC.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

R: Meu gênero é o romance-não necessariamente Romântico. Tentei passear por contos, é já escrevi um ou outro. Mas me encontrei mesmo no romance, nas subtramas, na análise de texto, divagações. Um conto é algo mais enxuto e direto e gosto de reviravoltas e desenvolver personagens, além da fase de pesquisas- o que mais gosto ao escrever um livro.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

R: Ponto de Ressonância é romance dramático com Psicologia. A inspiração do titulo é um efeito da física, o ponto de ressonância. A personagem adora a disciplina Física,  mas não compreende porque precisa ler um livro chamado”A Lógica da Vida “ para um seminário da faculdade.Durante a leitura do livro,as palavras técnicas revelam algo que se parece muito com a sua vida,o que acontece com ela,e ela passa a entender o livro como uma metáfora para a própria vida.Vive conflitos em sequência e procura não desestruturar- se completamente,algo que acontece com objetos submetidos ao efeito Ponto de Ressonância.O romance se passa na década de 90 do século XX e é mesclado de flashbacks e momento presente.

O Mulato Velho é um romance histórico de aventura para jovens. O titulo foi baseado numa receita de um prato culinário “Mulato velho”. A narrativa que se passa no século 19 é  recontada por um turismólogo  durante um sarau numa cidade histórica (fictícia) no Rio de Janeiro.

Coisas de Lorena, que estarei lançando em pré venda ainda esse mês de Maio é um romance Biográfico. É baseado numa narrativa compreendida entre sete e onze anos da idade de Lorena (minha filha) e cada capítulo é uma cena de um quebra-cabeça- porque não traço um perfil de Lorena .A ideia é o leitor conhecer quem ela é ao final do livro,ao juntar cada peça.Lorena é um desafio e quis compartilhar isso,conversar com pessoas amigas e familiares de crianças com necessidades especiais e que vivem em busca de um diagnóstico- um verdadeiro quebra cabeças de laudos e exames- para seu filho .Porém,o livro antes de tudo narra a vida de uma criança que tem sonhos,fantasia,quer criar amigos e nesse ínterim,não é diferente daquilo que mais desejamos na infância.Assim,coisas de Lorena é um livro sobre a infância em geral e serve para todas as idades.O livro foi ilustrado pela Lorena,com seu traço infantil e sua percepção do mundo.

Tsara ainda está em construção e fala do universo cigano, com muita magia, romance, e principalmente revelando aspectos desse mundo pouco conhecido de cidadãos brasileiros que poucos conhecemos e ainda sofrem bastante preconceito no mundo todo ainda no século XXI : os ciganos.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

R: Cada história é uma cena “real” do livro Coisas de Lorena. Deu bastante trabalho reunir os dados para o livro porque eu vivia com um caderno e caneta por perto anotando situações, falas, tomando nota. Foi meio que um trabalho jornalístico recheado de emoção- por isso não é uma biografia e sim um perfil biográfico. Fundamentei dados médicos apresentados de forma lúdica, sem didatismo- no apêndice fiz um pequeno resumo de pesquisa e referências bibliográficas. Porém, não minimizei a verdade, não “dourei a pílula” como se diz no popular: assim como um comentarista jornalístico, eu comentava os fatos, mas não mudei nem criei nada- seja ela boa ou má, a verdade é, acima de tudo, a verdade!Tudo escrito no livro aconteceu, de fato. Evitei relatar nomes de pessoas e parentes, contudo, e obtido autorização para cada menção do texto; reuni cartas de pessoas que aprovaram o projeto e identificaram-se com ele. Ao final, fiz um pequeno álbum de fotos apenas da família.

Para os outros livros pesquisei em sites, livros com tema comum, livros históricos, vídeos. Gosto especialmente dessa fase ao escrever.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

R: Li bastante em minha juventude Millôr Fernandes,Carlos Drummond de Andrade,Hermann Hesse,Clarisse Lispector,Erico Veríssimo.Com certeza foram minha fonte de inspiração.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

R:Sim,Coisas de Lorena.Foi um projeto inicialmente para uma editora por demanda,mas quase nenhuma aceitou o projeto,ora porque incluía ilustração o que dificultava a diagramação,ora fazer com ilustrações coloridas custava caro demais para mim,afinal,como autora eu teria que comprar os livros em pequenas tiragens e infelizmente,muitos de nós começamos a carreira literária mais com sonhos e ideal que com dinheiro.E infelizmente a máxima é real:”Para fazer dinheiro,você precisa gastar dinheiro”.Esse projeto é especialmente um projeto para ela,Lorena,ela queria muito ver “seu livro”publicado,então não quis esperar meses e até anos para tentar uma editora Tradicional.Enfim,me rebelei contra o sistema e resolvi ousar:mandei fazer a impressão do livro;Cedi nas cores na versão impressa( será ilustrado em PB) e na versão em e-book será colorido.A pré venda se iniciará em meados de Maio de 2016.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

R:Confuso.Há uma valorização extrema da forma em detrimento do conteúdo.Explico-me: a o cenário virou uma competição acirrada entre diagramações ousadas,capas vistosas, brindes diferentes (cada dia surge um brinde mais vistosos e mais interessante e de alto custo para o autor) para serem oferecidos obrigatoriamente para o leitor.Autores que lançam um livro apenas porque todo mundo está lançando e não sabem como nem porque continuar a carreira.O primeiro passo é o principal,mas o segundo,com certeza é o mais difícil.Eu comecei há pouco,é verdade,e tenho a vaga sensação de que não me adapto a esse cenário- seria cômico se não fosse trágico- mas não posso voltar ao tempo e recomeçar  vinte anos atrás…Para quem quer iniciar hoje profissionalmente precisa, além de toda a dificuldade inicial existente,convencer aos leitores de que ele não é mais um na multidão de novos escritores que surgem a cada dia,e que seu livro vale pelo conteúdo- leia-se mensagem- oferecido ao leitor e não por objetos necessários para agregar valor ao desvalorizado livro.Um livro deve valer por si mesmo,antes de qualquer outra coisa. Já não tenho também tanta vontade de experimentações e observo algumas urgências da juventude com certa distância.

  1. Recentemente surgiram vários pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

R:Em breve ,esse boom entrará em equilíbrio.Vejo com bons olhos essa busca pela escrita especialmente pelos mais  jovens,porém não vejo os jovens lendo em igual proporção- isso me preocupa… Escrevem trilogias e livros de quinhentas páginas com a verborragia típica da juventude que transborda e não se contém. Poucos, contudo, leem mais que dez linhas na rede social e textos variados; Fica a pergunta: quem lerá esses compêndios literários escritos pelos mesmos jovens que se valem igualmente de emotions e aglutinações na escrita para ganhar tempo na eterna sede de viver? Muitos ainda estão em fase de experimentação e busca de estilo na tumultuada fase da adolescência, porém como a liderança literária está entre seus pares, não existe uma autocrítica real do que está sendo produzido por eles. Penso de que forma esse boom será analisado num futuro, mas neste momento, a realidade ainda não pode ser analisada sem um olhar parcial da contemporaneidade. O tempo dirá.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

R: Um factoide. Eu mesma por algum tempo acreditei que um livro não poderia custar acima de 20 reais e como independente, e conhecendo de perto o alto custo da impressão dos livros no país, percebia que só grandes editoras conseguiam- graças às altas tiragens- manterem esse baixo preço, comendo assim uma grande fatia do mercado editorial, esmagando a tentativa de crescimento das pequenas editoras e dos autores independentes. Aos poucos, porém, após análise um tanto mais criteriosa, percebi que esse alto preço passa pela desvalorização da literatura, e quanto mais decai a qualidade literária, os preços precisam acompanhar a queda. Fato: nem de graça as pessoas realmente leem. No mundo de pirataria virtual, se tantos lessem assim, já não haveria mais o analfabetismo funcional, certo? Além disso, ninguém questiona a marca x de roupa, ou a rede fast food por um preço de sanduíche alto; mas essas redes têm termos de confidencialidade em contrato para seus funcionários na preparação de molhos, por exemplo. Não fazem qualquer sanduiche e sabem disso, valorizando seu produto ao máximo, e as pessoas querem qualidade e se possível exclusividade, e pagam por isso; reclamam algumas vezes, mas ainda assim, pagam. Porque a cultura é vista diferente? Bem, com a ideia apregoada de que qualquer um pode ser um escritor, o cenário atual gerou consequências: no aspecto positivo, houve democratização no acesso à literatura em geral e no aspecto negativo, aumentou a desvalorização – se qualquer um pode escrever um livro, porque pagar um alto valor?Não sei como tal dicotomia será resolvida, mas a cultura em geral sofre com a desvalorização e não apenas a literatura.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

R:Demian,de Hermann Hesse

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

R:”Roda Viva”do Chico Buarque.Sempre amei ler mas não tive coragem de me lançar como escritora, e de repente,a vida chegou e disse: é a hora,é seu momento.A roda girou e a vida se refez,mais uma vez e pude realizar meu sonho.Gratidão,é essa a palavra.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

R: “Para ler e pensar” de Hermann Hesse. A epigrafe do livro Ponto de Ressonância “ a verdade tem mil faces mas só existe uma verdade” li pela primeira vez no livro que ganhei dele de presente,quando tinha não mais que quinze anos.Nunca mais esqueci esse pensamento de Hesse e foi com ele que abri meu primeiro livro.A personagem parte em busca da sua verdade,quem ela é.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

R:Em maio agora estarei lançando a pré venda de Coisas de Lorena e o lançamento esta previsto para final do primeiro semestre. Ano que vem irei lançar o Romance Tsara,baseado no mundo cigano e que desvenda o misticismo e a realidade desse povo não reconhecido inclusive como brasileiros,apesar da cidadania lhes ser de direito.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

R: Acompanho sim. Gosto mais de resenhas escritas que aquelas feitas por canais audiovisuais, afinal é puro paradoxo falar de livros sem que o leitor precise ler a critica! Muitos blogueiros hoje se recusam a ler e-books, mas a maioria dos escritores escreve em e-book e promovem através de plataformas digitais os seus livros: Outro paradoxo incompreensível. Só não gosto de resenhas superficiais e genéricas, prefiro que o resenhista seja sincero e diga que não conseguiu se envolver com determinado livro.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

R: Luis Fernando Veríssimo. Admiro muito a escrita dele.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

R: Que seu livro provoque uma reflexão no leitor, que algo que você escreva sirva para ajudar alguém a refletir sobre o mundo, as próprias atitudes, e que o leitor também se divirta pelo tempo da leitura de seu livro.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

R: Persistam, não desistam do seu sonho. Um sonho precisa ser executado para tornar-se real. Escreva,estude,faça a diferença. Seja o melhor escritor que puder ser para você mesmo em primeiro lugar, mas não esqueça que só existe um escritor se houver alguém que leia então não se distancie do seu leitor. Ouça-o sempre que possível.

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