Rosana Mierling

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Gaúcha, escritora, roteirista e antologista. Autora de “Contos e Crônicas do Absurdo”, “Íntimo e Pessoal”, “Quando as Luzes se Apagam”, “Diário de uma Escrava”, “Cicatrizes da Escravidão” e muitos outros. Coordenadora em mais de trinta coletâneas de contos nos mais diversos assuntos, entre o dramático e o sinistro, do paranormal ao crime sádico. A autora atua na divulgação e incentivo de leitura e escrita junto a diversos projetos como PEGAÍ. Atualmente está lançando um livro pela Darkside Books e outro pela Editora Abril junto a Revista Mundo Estranho. A autora está escrevendo seu sétimo livro e divide seu tempo entre Buenos Aires, Porto Alegre e Rio de Janeiro.

  1. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?Leio desde os nove anos. Dos livros vieram minhas vontades e ideias para a escrita.
  2. Qual a melhor coisa em escrever?

Dividir pensamentos, realidades e sonhos.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever?

Escrevo em todo lugar, banco de praça, metro, quarto, varanda.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Prefiro o terror psicológico e a realidade sócia. Mas escrevo como ghost writer um pouco de tudo.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Na realidade da vida, nela encontro meus enredos e meus personagens

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Pesquisa cientifica, em livros e artigos.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Não.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Todos os novos autores têm dificuldades na publicação, o Brasil tem um mercado bem afunilado, mas com esforço se consegue.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Cada vez mais “diversificado” na literatura.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Trágico e ao mesmo tempo favorável. Pois é sem filtro e jogando muita coisa na literatura nacional que deixa dúvidas sobre a qualidade, mas em compensação abre portas para talentos incríveis.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Cobram muito do leitor para fazer valer a pena publicar livros nacionais onde 70% lê literatura estrangeira.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Os livros de Stephen King.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria?

Não gosto de música.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Ainda não.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

 Estou escrevendo um terceiro livro para a DarkSide, depois que forem publicados Diario de uma Escrava e Cicatrizes da Escravidão e estou escrevendo um conto para um livro de um contrato meu com a Editora Abril, através da Revista Mundo Estranho.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais?

 O que você acha sobre isso? Acompanho, se o blogueiro tem estrada literária para fazer a crítica, quer seja ela positiva ou negativa, para mim é válido.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Aphrodite Jones

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Ser lido.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Leitores: leiam muito sempre e de tudo.

Escritores: Vocês têm certeza de que é isso que querem e sabem fazer? Se sim, corre atrás, não espere sentado porque nada cairá no seu colo.

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