31 Profissão Solteira – Claudia Aldana

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Sinopse: Consuelo Aldunate parece ter tudo o que uma mulher quer: independência financeira, um bom grupo de amigos, um trabalho divertido, um guarda-roupa invejável e um apartamento top. Mas Consuelo quer uma coisa que para muitas mulheres pode soar básico. Um acessório
difícil de conseguir, embora pareça estar em toda parte: um homem.
Exigente, ela não quer qualquer homem; quer um próprio, privatizado e que possa
mostrar a todos. Por isso arregaça as mangas e sai à procura de um namorado por todos os lugares onde possa haver homens interessantes e disponíveis. Nessa busca, entre drinques e encontros insólitos, a anti-heroina vai descobrindo que é difícil deixar de ser
solteira. Com humor inteligente, a personagem mostra que por mais que esteja na moda ser single, há momentos em que daria tudo para ter alguém esperando por ela em casa.


Resenha:

Oi Pessoas, tudo bem? Trago um livro totalmente diferente daquilo que estou acostumada a ler. É o “31 Profissão Solteira” da escritora Claudia Aldana. E qual a diferença? Bem, é um livro de crônicas. Na verdade, é um apanhado de crônicas que foram escritas em uma coluna semanal para um renomado jornal chileno e outras tantas que não foram publicadas também!

O livro tem 295 páginas, dividido em 09 capítulos repletos de textos e um capítulo extra com entrevistas e matérias. Papel amarelado, diagramação simples, não encontrei erros de português, apesar de ser uma tradução, capa super colorida e bem sugestiva.

O livro é composto por inúmeras crônicas, curtas e divertidas que relatam o dia a dia de uma solteirona de 31 anos chamada Consuelo Aldunate. Desesperada por ser solteira aos 31 e com a possibilidade de não constituir família tampouco ter filhos, declarada ENCALHADA.

O livro inicia com um prólogo escrito pela editora Paula Escobar que define muito bem a autora quando fala “Quando li suas colunas, não somente ri muito como também pensei que havia ali algo muito valioso: além de divertidas, eram uma espécie de retrato feminino atual…” é exatamente isso que encontramos no livro.

É o rir da própria desgraça. A autora transforma cada uma das situações narrada em um motivo para rir ou chorar. Rir da situação alheia, para aquelas que nunca passaram por isso, chorar para aquelas que certamente já passaram pela frustração de um encontro mal planejado, dos abandonos sofridos, dos cafajestes que passaram em suas vidas e como se não fosse o suficiente: da abstinência sexual aguda.

A única reclamação a fazer sobre o livro é que em um dado momento certas crônicas soaram como repetitivas. No mais o livro surpreendeu.

Abordagens cômicas, mas que nos levam à pensar até onde uma pessoa pode ir para conseguir realizar seus desejos ou sanar suas necessidades? Vale muito a pena ler e transforma-lo em um livro de cabeceira para aqueles momentos em que precisamos de apenas um momento de distração ou para várias releituras pois tenho certeza que a cada momento encontraremos algo novo.

Leiam e depois me falem o que acharam!

 

Resenha de Ceiça Carvalho

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