Sobre escrever outras coisas

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Escrevendo

Hey.

Pareço empolgada? Hm, presumo que não…

Faz certo tempo que não escrevo nada na Arca (e nem em lugar algum). E, pensando no que já escrevi aqui, bom, parece que quase sempre foram textos filosóficos: “como se tornar melhor”, ou talvez “como ser mais feliz”, ou ainda: “a vida como ela é”, e “o que é o amor”, ah, claro… Essas coisas, que até fazem bem para quem escreve e para quem lê. Só que ando, digamos, precisando fugir um pouco da reflexão, dos porquês, dos comos, dos quandos e de outros pronomes e advérbios. Meu coração pede pela velha e boa ficção. Mais especificamente, crônicas de ficção e contos. E é isso o que pretendo postar aqui na Arca nos próximos tempos. Contos e crônicas (não de autoajuda) também podem ser um belo tipo de reflexão, ainda que simbólica. E nos ajudar – autores e leitores – a compreender o mundo e a nós mesmos. Ou a dar um descanso de ambos, seja como for.

Só para lembrar: eu tenho um livro de crônicas, “Coração em Chamas”, lançado em 2014. Você pode encontrá-lo na Amazon em ebook. Na Livraria Cultura infelizmente o livro impresso está em falta, assim como na Livraria da Travessa (tenho só 1 exemplar guardado, esse é meu!). São histórias polêmicas de amor vividas por diferentes personagens em diferentes contextos: tem padre, garota de programa, gay, machista ao extremo, atriz famosa, amor virtual etc. Lema do livro: “Que minha loucura seja perdoada, porque metade de mim é amor, e a outra metade também” – Oswaldo Montenegro sempre sabe tudo quanto canta. Quando ama, já não sei…

E falando em contos, eu gostaria de sugerir, para finalizar essa pseudocoluna de hoje, o livro “Clarice Lispector Todos os Contos”, da Rocco, 656 páginas da mais pura magia da nossa grande diva imortal. Tá em #PROMO na Saraiva 😉

Então é isso. Daqui a poucos dias venho postar uma crônica, de preferência inédita, aqui no Arca. [Por hora, vou tentar, mais uma vez, desesperadamente estancar essa tal de Tensão Pré-Menstrual, que, como quase todas as mulheres sabem, pode ser mortal – principalmente para os outros. Como na melhor frase que eu li hoje, não sei de quem: “A TPM é como se, uma vez por mês, o corpo da mulher acidentalmente apertasse o botão CAPS LOOK para suas emoções”. E aí, como desliga? ? Dizem que na menopausa piora…]

Então até mais, leitores!

Ah! Não deixem – quem quiser, é claro – de me seguir nas redes, tô tentando sempre atualizá-las: em breve, mas em breve mesmo, vou fazer sorteios de livros “Reencontro” com brindes por lá! (Obs.: tem o link do primeiro capítulo na página do livro Reencontro no Facebook)

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