2111 D.C. – O Condado dos Expatriados – Ricarte Sales

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Oi Gente, tudo bem? Hoje irei falar do livro “2111 D.C. – O Condado dos Expatriados”. Resumindo é aquele livro que te prende, uma capa muito bem feita e bem dentro da história. Diagramação simples, papel amarelado o que facilita a leitura. Mas vamos ao livro ok?

 “O condado dos expatriados” é o primeiro livro de uma trilogia. É uma distopia e como todas as distopias é um livro cheio de informações reais e futuristas daquilo que pode vir ou não acontecer. Gostei da história. Foi minha primeira distopia nacional e não deixou nada a desejar daquilo que eu já havia lido anteriormente. 10 para o autor.

 “2111” narra a trajetória de uma população que sobreviveu a uma tragédia natural que desencadeou um apocalipse na Terra. Um futuro-apocalíptico caótico onde para sobreviver foram criados 11 novos condados (descritos em espécies de fichas a cada novo parágrafo)os quais formaram 11 cidade-estados, cada condado tem sua história, numero de população, políticas, sobrevivem através daquilo que produzem ou de trocas feitas com outros condados.

 Zus Sanches Airã é nosso narrador e principal personagem. Ele conta detalhadamente a realidade em que vive em 2111.

 Uma coisa interessante do livro são os nomes utilizados para seus personagens, condados. Um exemplo é que após todo este caos acontecido uma nova era se inicia no Planeta e ela é chamada de Era Posseidon. A era passada, a que vivemos atualmente, é chamada de Era do Vidro. São nomes míticos, bíblicos, etc. que denotam uma pesquisa muito grande feita pelo autor.

 Zus nos conta sobre os acontecimentos ocorridos em uma época anterior à sua, uma história que é contada através das gerações. A narração faz com que não nos percamos na história que por ser uma distopia pode nos deixar um pouco perdidos nos acontecimentos.

 “2111 D.C. – O Condado dos Expatriados” é um livro muito bom para ser lido. Traz uma narrativa diferente do habitual, faz com que o leitor navegue pelos mares através de navios, fuja dos piratas, trema com a violência e se apaixone por seus personagens.

 Narrativa criativa e inteligente. Descreve cada ambiente de forma agradável seus personagens são carismáticos ou odiosos. Um livro daqueles que em certo momento da leitura te prende e só para quando chega ao final.

 Recomendo a leitura para quem curte uma boa distopia e para aqueles, como eu que tem pouca experiência com este estilo literário, que se aventurem nesta aventura apocalíptica.

Resenha de Ceiça Carvalho

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