Segundo Jogo – Danny Marks

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Terminado o  volume Um de O jogo de Danny Marks , outros  participantes se reúnem para formar uma nova partida onde o que está em jogo aqui é a disputa pela liberdade.

Enquanto no primeiro jogo tivemos o início da criação de Pai e de seus fragmentos, aqui surge o arquétipo da Dama como a personagem idealizadora, concebida do encontro do Senhor do Amanhecer, de Gabriel e do Ser Humano.

Além da Dama, estão nessa nova partida o Escuro e o Branco.

Como todos os seres evoluem inclusive o Pai, aqui é a contraparte feminina do Pai- a Dama – quem está se fragmentando e servindo ao processo evolutivo.

Escuro é um pouco mais dócil que a Dama de Branco, mais feminino, ou animus ( a parte feminina de todos nós) enquanto Branco é mais impulsivo,exigente e desafiador que a Dama de Negro ,pois nele está contido a versão masculina ou ânima .

Porém da união da porção masculina e feminina do Pai surge o equilíbrio de Yng e Yang, O todo em  A senhora que se veste com metade de branco e metade de negro.

E com essa partida, todos nós lutamos para desatar as correntes que nos tornam marionetes da criação divina… o prêmio ? A liberdade…

 Mas e o ônus? Tem sempre um ônus, não é?

E qual seria o preço a se pagar pela Liberdade?

Descubra no segundo Volume de O jogo de Danny Marks qual seria o seu papel nessa Partida.

A trama do livro traz em apenas 35 páginas uma obra densa que questiona – e não possui a menor intenção de responder- não apenas a criação do ser humano e do Universo, mas do entendimento- ou seria do não–entendimento? – dos concitos de Livre arbítrio _explorado na primeira parte dessa partida iniciada no Livro 1- e da Liberdade- que está em discussão no Segundo  O Jogo.

Cada jogador/leitor que se propuser a participar dessa partida terá um entendimento desse jogo de acordo com seu conhecimento de mundo. Revelar meu entendimento desse jogo fala mais sobre mim mesma do que sobre o livro propriamente.

Quando observo a dança de Escuro e a Dama de Branco, e a disputa de ânima e animus, é mesmo sobre isso que está a se falar no livro? Será que esse meu entendimento dessa dança sensual ser o reflexo de emoções provocadas pelo amor e pelo sexo tem relação com minha visão romântica sobre o assunto Amor, idealizado e espinhoso Amor, que tanto traz alegria e tristeza, luz e sombra, para cada um de nós?

O interessante é que a acredita na partida desse jogo justamente pelas perguntas que ele me trouxe… E assim sendo, posso dizer que sou uma jogadora.

Não é um livro de fácil leitura, assim como disse em relação ao primeiro volume, nem por isso deixa de ser uma leitura prazerosa.

Creio inclusive na possibilidade de uma série e estou curiosa para saber qual poderia ser a Chave para uma terceira partida…

Encontre suas armas, e venha descobrir que peça é você nessa partida!

Recomendo!

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Um comentário

  1. Fico feliz que tenha gostado dessa outra narrativa também, Michelle. Realmente não sei se vai haver uma terceira, não faço a mínima ideia de como poderia ser, mas achei que jamais haveria uma segunda, então… Nesse universo do Jogo, o que menos temos é certezas, as perguntas contém respostas e as possibilidades são muito maiores do que podemos ver, escondidas nas lacunas das palavras aguardando apenas alguém que possua a chave da leitura necessária.
    Eu me divirto com as inúmeras interpretações que os leitores fazem das narrativas, todos tornados jogadores a partir do momento que aceitam o desafio de tentar descobrir os segredos destes livros.

    Abraços,

    Danny Marks

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